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Bayonetta é “pervertido” na medida certa? Impressões de um sucesso infalível! [X360/PS3]

“Perversão” é uma palavra complicada.  Muitas vezes ela é usada de forma pejorativa, maldosa e chegando até, em casos extremos, a ser até equiparada como uma doença. Não leve a utilização desse termo nesse texto desta forma mais extremista da palavra. Pervesão também aquilo que é anormal à um grupo. E se o mundo todo fosse normal, não haveria graça alguma nele. Todos somos um pouquinho anormais perante a visão de algumas pessoas. O próprio conceito de anormalidade é mutável ao longo da história da humanidade.

Ressalvas feitas, é hora de falar de Bayonetta. O game realmente trás alguns elementos que não são tão habituais assim nos videogames. Não que isso o torne politicamente incorreto, pois ele não tenta em nenhum momento parecer algo que possa realmente existir, lembrando mais um “conto de fadas” feito especificamente para o público adulto.

Mas se fosse apenas isso, Bayonetta não seria um game brilhante. Ele é brilhante graças à experiência e a genialidade da Platinum Games ao trazer um gameplay viciante, numa estrutura de fases cinematográficas e numa fórmula que visualmente é fantástica e um sistema de jogabilidade diversificado e divertido.

Climax ininterrupto?

Foi essa a idéia principal que tive jogando as primeiras horas de Bayonetta. O game começa de forma tensa, continua assim por um bom números de capítulos e praticamente dobra todo o climax criado quando você chega ao fim do game. É um game que te deixa com níveis de adrenalina lá no alto do começo ao fim. E olha que não é fácil um game tirar o fôlego do jogador assim desta maneira.

Só a título de comparação, enquanto Assassin’s Creed II tem uma curva de aprendizado lento, que leva horas e mais horas, até que o personagem aprenda a lutar, esconder, esquivar etc. Em Bayonetta o jogador despenca numa tela de apresentação onde já está rolando uma luta intensa entre alguns personagens da história do game. Claro que nessa tela não há barra de energia e não é possível morrer. Você cai ali só para ir testando combos e botões enquanto a história continua sendo narrada ao fundo e você possa já ir sentido o gostinho do que lhe espera a seguir. Mas é assim, Bayonetta já dá o garfo e a faca ao jogador desde o início do primeiro minuto do game e pede para ele se virar como puder.

É realmente interessante isso. Jogadores casuais ou não habituais podem se sentir sufocados num game assim, mas a Platinum games parece que realmente não estava a fim de ensinar o “alfabeto” aos jogadores. Você aprende a jogar Bayonetta no velho estilo aperte e veja o que acontece. Claro que algumas coisinhas vão sendo explicadas com o tempo, como o poder de parar o tempo por alguns segundos ao se desviar de um golpe no momento exato ou dos métodos de torturas que gastam a barra de magia. Mas fora isso, caso o jogador queira testar os combos e golpes, só mesmo na tela de loading (onde é possível travar ela, apertando “back” no controle do X360) e ficar ali só testando até onde vai a complexidade dos golpes. Uma lista de combos nessa tela também será extremamente útil mais à frente, quando você perceber que apenas uma única sequência de combos não dá para ir muito longe.

Conotações sexuais e uma bela protagonista!

Uma outra prova de que o game não foi desenvolvido para qualquer um, é o teor sexual do mesmo, mostrando que não é brincadeira o selo “mature” (+18 anos) estar estampado em sua capa. Não que haja sexo no game, mas Bayonetta não tem travas na língua. O famigerado “fuck” que os americanos tanto adoram para xingar ou mostrar que um programa de TV é mais adulto do que outros, está ali, sendo falando por incontáveis vezes.

Mas como eu disse, Bayonetta parece tão ficcional, que não há aquele perversão exagerada. Tudo até que faz sentido dentro de um certo contexto. Quando games de ação tem protagonistas masculinos, já é meio clichê que seja brutamontes, ou boca-sujas, ou “fodões”, daqueles que derrubam um prédio de 20 andares com um chute, sabem? Então é até bacana ver uma protagonista feminina que seja tão “bad-ass” quando os modelos masculinos.

Bayonetta realmente é extrovertida, boa de mira e exageradamente forte. Quem jogou ou viu no You Tube os chefes enormes que o game tem e que Bayoneta os vence com as mãos “nuas”, sem necessitar de uma bazuca, uma engenhoca ou algum acessório enorme que favoreça a vitória. Sendo assim, ela tem mais do que o direito de brincar com sua sexualidade, sem parecer promíscua alias, o que é interessante, porque em geral quando se brinca muito assim como uma personagem feminina, rapidamente a tacham disso, muitas vezes injustamente.

Não leve a sério tudo que rola em Bayonetta. Nem mesmo a história se preocupa em fazer tanto sentido. Ela existe e mais para o final até vai fazer você ficar interessado para saber o que vai dar de toda essa guerra angelical, mas ela age mais em favor do gameplay do que qualquer outra coisa.

É de elogiar também o excelente tratamento que a Platinum Games deu a Bayonetta, que se mexe e contorce com uma realidade de se espantar. Claro que ainda é um personagem 3D, irreal, mas os esforços do estúdio para que os gamers mais taradões ficassem mais ligados nas curvas da personagem é notável. Inclusive com os ângulos pra lá de abusivos nas cenas animadas.

Quanto as animações derivados dos ataques do modo tortura, alguns podem mesmo parecer exagerados, mas leve na brincadeira que tudo ali é feito com monstros e assim como os animes, monstros e seres irreais podem à vontade ser despedaçados e judiados sem que a censura se importe com o fato. (É sério isso! É a velha história do sangue roxo versus o sangue vermelho, nunca ouviram?).

De qualquer forma, foi uma decisão bem ousada da Platinum games criar Bayonetta neste formado. Não tanto pelo lançamento no Japão, afinal a terrinha do hentai e dos games eróticos não esquenta realmente com isso. Mas Bayonetta é um jogo mundial, saiu em vários países, lugares de culturas diferentes e que trata determinados temas de forma mais fechada. O mais legal é que o jogo não precisa disso para chamar a sua atenção, apesar de ter funcionado também, porque as outras qualidade chegam até mesmo a se sobresair sobre qualquer sexualidade que o game brinca. Não é a toa que vem sendo um sucesso mundial pela crítica, porque tem sim competência de sobra e coloca certos games do mesmo gênero no chinelo.

Alias também foi genial colocar estes seres angelicais monstruosos como inimigos do game, sem que a nenhum momento, seja citado ou feito alguma apologia a determinada religião. É uma forma inteligente de não cutucar nenhuma das religiões existentes, evitando assim qualquer tipo de confronto religioso. Cutucar religião nunca é vantagem, porque é um assunto onde a lógica e a razão nunca funcionam no bom sentido.

Diversidade, Originalidade e Criatividade!

Três elementos geniais que tornam Bayonetta num game único. E olha que não é fácil achar estas três coisas juntas num game. É interessante notar o tanto de referências de outras franquias famosas da Capcom, já que a Platinum Games nasceu da Clover Studio, dos tempos em que eram um dos braços (e dos bons!) da Capcom. O game não esconde suas origens. Temos uma certa influência dos aspectos de Devil May Cry. Bayonetta quando se transforma numa pantera de verdade, ao correr elas deixa flores pelo caminho, assim como o Amaterasu, o lobo de Okami. Também é evidente as influências de Viewtiful Joe, outra obra prima dos tempos de Clover, inclusive é facisnante o quanto o game me lembrou de Joe. O efeito slow-motion, as poses e o barulho de máquina fotogrática ao fundo, os “Babys”, a hitória sendo narrada em alguns momentos como um rolo cinematográfico, tido isso vindo direto das aventuras de Joe, na qual eu torço em todo evento de games, para a Capcom anunciar uma sequência, mesmo que não seja mais com o time da Platinum Games. Até mesmo um dos personagens secretos do game se chama “Zero”. Coincidência ou não, ainda vale a menção, vindo de um estúdio e talentosos desenvolvedores que nasceram na Capcom. Tem mais referências? Deixo para nossos leitores contarem. ;-)

Ahh e as argolas de Sonic, chamados no game de “Halos”! Não poderia me esquecer delas, emprestadas pela Sega, distribuidora do game! XD

Esse mix de homenagens mostra o quanto a Platinum foi criativa com tudo, pois o risco de parecer plágio é grande quando se tenta algo assim. Mas o jogo esbanja personalidade própria e tenta ser original em cada estágio criado. Existem até mesmo fases especiais, onde Bayoneta dirige uma motocicleta e um “míssil”, e o formato do gameplay muda completamente e ainda assim é um dos melhores momentos do game. Fiquei espantado com o tamanhos destas fases, já que em geral quando se tem um estágio assim, onde a tela corre automaticamente, elas são curtas pois é preciso muito tempo e muita paciência para desenvolver um trajeto que não parece repetitivo a cada 40 segundos. Fiquei abismado com o tanto de coisa que o estúdio conseguiu colocar nestas fases para poder cada momento dela ser único.

Além destes estágios especiais, o jogo faz um belo trabalho com os estágios, sempre divididos em pequenos trechos chamados “verse”, que valem medalhas (bronze, prata, ouro, platina e pura platina) e estas influenciam a medalha final do capítulo. E cada pedaço é único. O jogo realmente se esforça para colocar o máximo de situações diversificadas possíveis e os novos inimigos surgem a cada capítulo e a cada episódio, é uma variedade assustadoramente grande para este tipo de game. Não que eles não se repitam em vários momentos, mas isso porque o jogo vai exigindo mais e mais do jogador ao colocar mais e mais deles num único verse para que você os derrote o mais rápido possível, com o menor dano possível e combos existentes. Não é tarefa fácil devo dizer. Lá pelos últimos estágios, cheguei a perder a conta o número de vezes em que morri devido a dificuldade destas batalhas. E olha que o game só possibilita ao jogador começar pela primeira vez pelo nível normal. O Hard e o Non-Stop Infinite Climax (Hardest) são são habilitados só depois de fechar o game no nível normal, quer dizer, o Hard. O Non-Stop só depois de facher no agonizante Hard.

Mais inacreditável ainda são os chefes e sub-chefes espalhados pelo game todo. Vários capítulos e verses são dedicados a batalhas épicas contra chefes absurdamente gigantescos, do tipo Shadow of Colossos em tamanho. São momentos daqueles que todo jogador torce para que seu game favorito tenham, sabe? Aqueles que você não irá esquecer tão fácil assim. Pode parecer exagero, mas o game realmente me deixou com essa impressão. Quer um exemplo, a batalha no meio do mar, contra um ser enorme e a Bayonetta numa placa de metal como prancha de surf. Toda essa batalha se passar num mar escuro, sobre uma noite de tempestade, com milhares de ondas por toda a parte e você um único pontinho minúsculo na tela. Pior ainda quando o mosntrengo resolve criar um redemoinho gigantesco mais ao final da batalha. Não é uma situação na qual você vê em qualquer game. Produzir esse trecho deve ter sido realmente trabalhoso imagino. E isso é só uma amostra do que o game oferece.  Existem muitos outros momentos “bad-ass” onde Bayonetta se encontra com um inimigo 5 a 100 vezes maior que ela, e o jogador precisa entender qual é a estratégia para derrotar o inimigo. Apenas esmagar os botões de soco e chute acabam não tendo um bom resultado.

E se você acha que o game não tem mais nada a oferecer, está enganado. A Platinum Games criou um sistema de armas e acessórios que deixam muitos games por aí no chinelo. Estou falando de um novo sistema de batalhas para cada arma, que vão desde espadas, garras, chicotes à um daqueles patins para esquiar no gelo sabe? E ainda dá para combinar duas destas armas e criar um novo sistema de golpes e combos. Sem mencionar as armas secretas que provavelmente você só conseguirá depois de virar o game uma porrada de games, assim como é com a bazuca da série Resident Evil, sabe? Eu dei uma espiada no You Tube nestas armas e fiquei de queixo caído com o quase sabre de luz que existe para quem virar o game no modo mais difícil do mesmo. Ainda farei uma matéria à parte aqui no Portallos com todos os segredos de Bayonetta que são muitos mesmo. O sistema de acessórios eu quase não pude testar a fundo, porque eles precisam ser comprados com os os halos e são os itens mais caros do jogo. Acabei dando prioridade aos novos golpes e extras da loja e acabei só no quase final do game comprando um acessório para facilitar a ativação do efeito slow-motion, que alias ajudou e muito a minha vida nos momentos finais do game. Até mesmo acessórios secretos existem para aqueles que curtem virar o jogo dezenas de vezes. Isso sem mencionar no challenges secretos. Eu caí em depois de mais da metade do game e levei quase 1 hora para conseguir vencer o desafio. É algo de maluco. Eu vi relatos no You Tube a respeito do Lost Chapter que é insanamente quase que impossível de vencer. XD

Como podem ver o jogo esbanja diversidade, é totalmente original, não há nada nesta geração que se comparem com a sagacidade do game e a criatividade está em toda a parte. Seja nos extras enormes que o game trás, no completíssimo sistema de batalha para todos os gostos, na criação e desenvolvimento tanto dos inimigos do game quanto dos cenários.

Talvez se for para puxar a orelha, seja mais ao final do jogo, quando a Platinum faz uma coisa meio estágios finais de MegaMan, sabem? Ela utiliza vários trechos de vários cenários do game para colocar batalhas contra muitos chefes e inimigos que você suou para vencer, em algumas situação diferentes. Claro que nesse estágio você está bem mais evoluido no sistema de armas e combos e por isso a experiência acaba sendo algo novo, e não apenas encheção de linguiça. Alias se você for pensar, era assim também com MegaMan, afinal você chegava no fim com armadura nova e todas as armas obtidas, a experiência de enfrentar tudo de novo era algo totalmente diferente. Até nisso Bayonetta se inspirou, mas trouxe num mundo 3D e de forma realmente divertido.

Fora isso, realmente não tenho do que reclamar do game. Bayonetta conseguiu colocar no chinelo muitos games exclusivos das plataformas atuais, onde você encerra um game e não tem mais nada para fazer nele. Isso sem precisar apelar para um modo de multiplayer online. Apenas o single-player para cativar por tantas horas e horas o jogador. Para os curiosos, eu levei 13 horas para fechar o modo normal, explorando o máximo possível e colhento tudo que desse numa primeira partida. E mesmo assim deixei muita coisa para trás. E existem outras tantas que só são habilitadas depois de virar o game por uma segunda e terceira vez. E existe uma conquista no X360 onde é necessário virar o game em apenas 3 horas. Tarefa quase que impossível pra mim. Mas aí você precisa estar armado até os dentes, com barras e energia e magia ao máximo e pular todas as cutscenes existente no game todo. XD

Bayonetta é uma daquelas gemas de ouro que nascem a cada geração. Se você não jogou, vai perder um clássico. Não é à toa que já se fala numa possível continuação ou num spin-off da série. Mas aí é torcer para que consigam criar um mundo totalmente novo, sem reciclar nada do primeiro. Talvez seja exatamente isso que a Platinum Games pense quando mencionou um spin-off…

OBS: Crédito das fanart do post: Cocox333 e E-Mann

OBS II: Podem esperar por no mínimo mais duas matérias no Portallos sobre Bayonetta. Um edição da coluna “Fim de Jogo” e um especial com os segredos do game em detalhes.

OBS III: E comecei a jogar Darksiders hoje, depois de Bayonetta, fica difícil empolgar com o game… ai, ai.

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26 Comentários

  1. Eric andrade disse:

    o game parece ser realmente uma maravilha ^^ muito bom o texto parabens em e sobre o darksiders eu naum gostei nem um pokinho dele

  2. Doritos disse:

    No fim de tudo receber 1 score 100% eh exagero, o jogo eh mto bom sim e divertido, mas longe de ser perfeito, historia eh 1 lixo e eu poderia me importar menos com os personagens, vale a pena comprar o jogo ? sim, muito, mas mto overrated e longe de ser perfeito.

    1. T_thiago disse:

      Acho que a história colabora com o jogo. Muitas vezes se você criar uma coisa que faça muito sentido e tente ser sério, não é possível criar um gameplay insano como o de Bayonetta.

      Não é perfeito, mas está muito além de excelentes exclusivos desta geração em termos de cuidado e qualidade no desenvolvimento.

      Numa sequência, eu trabalharia num co-op. Ver Bayonetta e Jeanne em alguns momentos do jogo lutando juntas é algo realmente bacana de se imaginar em coop. Imagine um 2º player controlando Jeanne e ter combos e magias combinadas conjuntamente. Ui… fiquei até arrepiado. XD

      Eu acho que vale sim um score 100%. Tem muito jogo com menos créditos que recebe isso. Porque Bayonetta não poderia? Me mostre um game deste gênero dessa geração que pode concorrer com Bayonetta? Eu não consigo pensar em nenhum. :)

      Alias comprar/alugar/jogar esse jogo por causa da história é sacanagem. Quem fizer isso está perdendo seu tempo. Bayonetta é para ser “jogado”, igual os old-school da década de 90, quando não nos importávamos em ter games com enredos sólidos. XD

      E chamar de “lixo”… acho exagero. Alguns personagens realmente não tem importancia, mas eu ri demais mais lá pro fim com as super vidas extras de Jeanne. Genial ainda a Platinum ter feitos animações a parte, somento quando ela surgia do nada… huahuahuah dando aquele efeito “WTF? Você não tava morta?” XD

  3. T_thiago disse:

    Alias notaram o esforço para que o Portallos volte a ter matérias grandes e análises? XD Atendendo à pedidos dos próprios leitores. Admito que estava meio enferrujado, e ainda estou, mas estou me esforçando para melhorar.

    Próximas matérias assim provavelmente serão sobre Tatsunoko vs Capcom e Darksiders. Para final de Fevereiro ou começo de Março: Dante’s Inferno e talvez Bioshock 2.

    Exclusivos do PS3? Só se alguem quiser fazer uma vaquinha e me dar um. No momento é impossível o porquinho ter tantas moedinhas. Ou puxarmos a orelha de algum membro da equipe Portallos com PS3, porque atualmente existem mais donos de ps3 por aqui do que de X360. Prontofalei. XD

    1. Eric andrade disse:

      a cara fico muito bom o texto mesmo espero que venha a faser outros ai

    2. jtony disse:

      porque atualmente existem mais donos de ps3 por aqui do que de X360. Prontofalei. XD

      Não nado em dinheiro (parece pré requisito para ter uma caixa preta, mas não é.) minha reposta é simples: GOW 3, justificou minha escolha de plataforma.

  4. khalil disse:

    aew! bem grnadão a review heim, gostei!

    eu dou um 90% pra o jogo, não dou 100% por ser mais curto do que esperava hehehe, estou no modo hard agora é realmente chatinho monstrons muito apelões, mas é aquela apelção que não dá raiva e te faz continuar!

    adorei a jogabilidade! joguei dm4 no pc e não gostei nenhum pouco do jogo, meu amigo tem no ps3 dele e eu nem ouso pedir emprestado. mas com bayonetta é diferente! ela responde muito bem aos teus comandos! é divertido jogar! tão bom fazer combos!!

    me lembro que hoje um maigo meu tava me vendo assistir jogar e ele reclamava de tudo, me lembro que ele disse ” não dá pra levar esse jogo a sério”

    e eu respondia ” ninguem falou que é pra levar a sério, esse jogo deve ser chato pra quem ver, mas pra quem joga é fantástico!” mas no fundo ele não gostou do jogo porque ele é pcista e fala mal de todos os jogos de ps3 porque eu tenho um e ele não : p

    enfim, bayonetta é recomendadíssimo! jogo muito divertido e jogabilidade excelente ! melhor hack & slash que eu joguei na minha vida ( mas quando gow 3 vier isso vai mudar hehehe)! não me arrependo ter ter comprado !!

  5. PRLS disse:

    No dia em que eu tiver um lançamento de PS3 posso fazer, mas lançamentos geralmente são mais caros e nem sempre da pra comprar na hora que sai. Pronto falei tb hauhauahuhaua

  6. Pikachu disse:

    Esse jogo é compra certa!

    Joguei o demo e gostei do que vi, e sua análise só me deu mais vontade de jogar thiago.

  7. Zezinho disse:

    Man, vc sempre faz questao de esculhanbar o apredizado de AC II,ele pode ser longo ,mas é nele q a historia é apresentada e,pelomenos pra min, foi bom jogar com ezio antes de ser um assassin,e nen demoro tanto assim.

    ps:Eu to querendo jogar Bayonetta tambem.

    XD

    1. khalil disse:

      são estilos bem diferentes. alguns jogos não podem dar tudo de sopetão, alguns precisam ir mostrando sua essência aos poucos. a graça do zelda é poder pegar o arco, as botas e outros itens aos poucos,. No AC2 é o mesmo, na frente tu pega golpes e novos movimentos que te permitem a ir lugares que antes não iam, é uma proposta diferente que funciona muito bem em zelda, ac2,gow e etc, mas não em bayonetta por exemplo. Em alguns jogos é bom começar com armas ou movimentos quase completos, em outros é bom mostrar aos poucos.

      thiago, vai fazer review de ac2? se falar mal vai se ver comigo hehehe

      1. T_thiago disse:

        Provavelmente farei… mas sandbox sabe como é, né? encerrar do dia pra noite é milagre. XD

        E sim, existem pontos negativos no game que me incomodaram muito… mas tb tem muita coisa aprimorada do primeiro game.

      2. Zezinho disse:

        concordo,jogos que nen Bayonetta,DMC e etc ficao massa, comesando ja “pocado”

  8. Guilhermepaa disse:

    Já zerei e posso falar que são jogos como esse que fazem toda a diferença… Pega alguma coisa emprestada aqui e lá, mas é o tipo de jogo que te faz querer continuar, afinal, quando é que se luta em cima de um foguete rumo ao espaço???? Creio que jogos não tem a obrigação de serem realistas, pra mim quanto mais exagerado melhor…

  9. Vince disse:

    Muito legal a matéria :D eu to jogando e assim, to gostando bastante. Quero ler depois o review sobre Darksiders, é outro que me interessa bastante. Mas vou confessar, o que mais me atraiu por Bayonetta foi o fato dela se parecer com uma irmã de uma amiga, de quem fui afim já :X uahsushs

  10. André disse:

    Olha eu achei q é um bom jogo, mas eu não gostei da história e o gameplay é bom até, mas eu num me encantei pelo jogo, talvez eu compre um usado e me aprofundo mais no jogo, o que eu joguei era o do meu primo.

  11. maverick disse:

    nossa, parabens thiagao!! ficou joia sua coluna nova……me deu AINDA MAIS vontade de jogar

    é, to gostando desses games da nova geração (os ultimos q joguei), tipo os ratchet e uncharted, eles estao cada vez mais dando motivos pra vc jogar mais de uma vez o game, alias num modo mais foda….. bayonetta deve ser assim pela sua analise

    deve ser mais caracteristicos desses action games msmo…… o melhor é a diversao de jogar, nao se importando mto com enredo……alias pela demo bayonetta foi mto bom de se jogar, imagina o full

    acho q vo dar uma passadinha na sta ifigenia hehehe

    e thiago, quero ver o de darksiders e de dantes inferno tb!!

    ja sobre os de ps3, nao ha necessidade…….alguem duvida que God of war, heavy rain serao arrasa-quarteiroes…….haahahahahah prontofalei tb

  12. Vince disse:

    Ah, o jogo me lembra bastante No More Heroes =) acho que isso tbm contribuiu para eu gostar tanto hehe

  13. jtony disse:

    Ótimo game (bom mesmo) peguei ele e o Darksaiders para minha caixa preta e não me arrependi com ambos.

    A principio joguei mais Darksaiders (a estetica de Bayoneta não me agrada, ela parece mais um traveco do que uma mulher sensual e a ideia de um Zelda+GOW com designs de Joe Madureira me agradou muito) mas quando passei das primeiras fases percebi o quanto a ação é o foco principal do jogo e não consegui parar!

    Ainda fica abaixo de Uncharted 2 na minha opinião, mas é muito bom em todos os aspectos (e antes que alguem me chame menos no loading, pq EXCLUSIVOS tão bons e MULTIS horrorosos sony, por que CELL oct core que ngm apostou, PQ DONA SONY, PQ???)

  14. jtony disse:

    retratação do coment acima

    (e antes que alguem me chame de sonysta, menos no loading, pq EXCLUSIVOS tão bons e MULTIS horrorosos sony, por que CELL oct core que ngm apostou, PQ DONA SONY, PQ???)*

  15. Robson disse:

    Cara,Fazia tempo que não lia um texto sobre um game que simplismente me desanimava por mais entusiasmado que estivesse sobre um lançamento,pois ultimamente tenho visto a qualidade dos games se esvair dando lugar a apelação descontrolada,enfim,não joguei ainda Bayonetta,mas pelo que você disse,finalmente algo novo de verdade pra jogar!
    Temais.

  16. Fábio disse:

    Ótimo comentário, o jogo realmente mantém o clima de empolgação do início ao fim, com belas imagens e uma diversidade de gameplay/bosses e itens muito interessantes.

    No entanto, não creio que Darksiders deva ser desconsiderado, muito pelo contrário, a animação no modo Apocaliptic é, no mínimo, desafiadora. E a história de Darksiders é muito interessante, além de irriverente em vários sentidos (como a própria adoção de novos nomes para os Quatro Cavaleiros do Apocalipse). O clima de HQ é envolvente e faz com que cada novo Guardião a ser batido nos mostre algo sobre o Destroyer (que no ao fim do jogo se mostra uma pequena reviravolta a ser explicada em possíveis continuações, *spoiler* afinal quem “traiu” Abbadon, quem é aquela figura feminina que o torna o Destroyer “contra” sua vontade?).
    Bayoneta peca muito na História, e na sua pseudo-neutralidade com relação a suas criaturas angelicais. É preferível que se deixe claro, como no Extraordinário Assassin’s Creed (primeiro e segundo), que o jogo é desenvolvido e direcionado por e para diversas crenças e religiões.

    Parabéns pelas análises, mas jogue mais Darksiders, no modo Apocaliptic vale bastante a pena, apesar de se arrastar o aprendizado para além do fim do jogo de todo o gameplay, é muito interessante dar uma re-olhada no game.

    Abraços.

  17. Fábio disse:

    Bayoneta foi projetado para além de um público específico, para além da “japonesada”, o divertimento é garantido, e o gameplay excelente.
    Há de se notar que a “perverção” da personagem nada mais é que a imposição feminina no contexto do game, muito mais interessante que muitas personagens femininas que primam por sua “virginidade”, ou melhor, parece que dessa “virginidade” retiram seu poder. Neste ponto Bayoneta foi contundente.

  18. T_thiago disse:

    o engraçado é que os reviews positivos vieram de todos os sites do mundo… e não apenas da “japonesada”…

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