Eu não gosto em geral de continuações da Pixar, Carros 2 por exemplo eu nem vi, nem me animo muito em ver. Toy Story (que é meu xodó e favorito ever de animação, então sou meio suspeito para falar) acho que foi o maior acerto deles nesse quesito, o 3 então é o ápice.
Sully e Mike Wazowski pra mim estão no Top personagens engraçados da PIxar. Os dois tem uma química bem bacana, mas peraí, vendo trailer parece que eles não são companheiros, né?
Acho que o filme deve ter um rumo interessante mostrando como os dois ficaram tão próximos, e a mudança de personalidade dos dois, ou só eu que achei o Mike bem mais introvertido, e o Sully bem mais solto? Não era o contrário não?
A primeira impressão foi boa. No aguardo do próximo trailer para tirar conclusões.
Preciso dizer mais alguma coisa?! OH MY FUCKING GOD!!
Passou de rumor a confirmação e então a CONFIRMAÇÃO NOS EUA em UM ÚNICO DIA meu deus do céu!!! Uma das coisas que os fãs mais pediam em relação à série, perdendo apenas pra uma verdadeira sequência pros consoles HD! O jogo remasterizado chega pra PS3 ainda esse ano (1º de novembro no Japão), mas infelizmente apenas via PSN. Who cares, though! Pelo menos tá vindo!! E vai custar só 19,99 dólares. Suporte a trophies (OH GOD, FAREI 100% DE NOVO), widescreen, PlayStation Move pra não ficar “atrás” da versão de Wii e também os controles tradicionais do PS2.
Vocês… vocês têm noção do que isso significa pra mim? Okami é meu jogo favorito do PS2 (mas o joguei no Wii). E isso é dizer coisa pra caramba. Não consigo realmente compará-lo a Tales of the Abyss, mas acho que, se necessário fosse, Okami ainda ganharia. E ganhava dos Ar tonelico e de Final Fantasy XII também, caralho. Fiz 100% e ficava triste toda vez que pensava que não tinha mais porra nenhuma pra fazer nele! E agora esse trailer, mostrando tantos chars amados, Oki, Waka, Himiko… gente, o jogo passou todo na cabeça. JOGAREI COM LOUVOR, e vocês, tratem de comprá-lo assim que sair!!!
”Não tenha pressa com o primeiro jogo.” Foi o que o Isaac acabou de me dizer!
Engraçado, no mesmo ano em que a Ubisoft preparava o terreno para chegada de Assassin’s Creed Revelations eu começava a minha árdua caminhada lá em Masyaf no primeiro jogo, com o Altair andando a esmo na tela e eu pescando muito peixe no meu sofá. E assim fui, sonhando com o momento em que eu enfim alcançaria o resto dos fãs de longa data da franquia. Foi um pouco sofrido, mas eu cheguei lá.
E quando esse ano começou eu achei mesmo que o drama voltaria a se repetir. Afinal o meu desejo de retomar o primeiro Dead Space já tem tempo, mas isso só rola assim que Max Payne 3, Os Cavaleiros do Zodíaco e (talvez, quem sabe, com muita sorte…) Dragon’s Dogma forem assuntos do passado. Paralelo a isso, eu já me imaginava angustiado pensando no momento em que a Electronic Arts mostraria a prévia do terceiro jogo na E3 desse ano. Mas como quase tudo o que foi visto nas conferências, Dead Space 3 também não me agradou muito.
Talvez se eu não tivesse experimentado o pouco que vi do início do primeiro jogo quem sabe agora eu estivesse mais deslumbrado com essa ação toda alá Gears Of War, mas não rolou. O jogo que eu vi nesses 20 minutos não é o mesmo jogo que prendeu 100% da minha atenção por mais de uma hora poucos meses atrás. Não enxergo nenhum traço do aspecto survival horror que me fez apaixonado pela fórmula apresentada no primeiro título.
É inegável que a proposta de uma narrativa diferenciada entre o modo co-op e o single player é interessante, mas essa ação não me convence. O pouco que se vê nessa demonstração só me faz pensar no quanto esses monstrengos tendem a ser extremamente previsíveis ao longo do jogo. E se esse é mesmo o terror que a EA jura de pés juntos não ter esquecido, então a coisa está mais feia do que eu pensava.
O terror em Dead Space mais muito além dessa atmosfera tão superficial. Ele ultrapassa a tela e invade o jogador, intimida, te faz tremer por dentro e mesmo assim, por alguma razão inexplicável, te faz querer mais daquilo. E não é com um punhado de cutcenes super trabalhadas e criaturas saindo de surpresa dessa névoa toda que eles vão conseguir conciliar ação e terror no mesmo jogo. Mas parece que isso já estava sendo escrito, porque pelo pouco que ouço falar o segundo jogo também não seguiu a receita do primeiro à risca. Então essa ação toda parece mesmo uma evolução natural de como os produtores querem ver a franquia se popularizando daqui pra frente.
Concordo que ainda é cedo pra tirar conclusões precipitadas (o jogo só sai em fevereiro do ano que vem), mas ao menos uma certeza eu já tenho. Se o pontapé inicial com Assassin’s Creed 1 foi dureza, com Dead Space 1 vai ser um grande prazer. Principalmente se o terceiro jogo da franquia seguir mesmo por esse caminho que eu considero tão temeroso. Com essa mania detestável de querer agradar as ”massas” que hoje só sabem pôr as mãos em dúzias e mais dúzias de FPS genéricos.
Tablets inovam tanto que o mundo está mudando com sua popularização?
(Todas as imagens desta matéria são print screens do meu iPad. Essa é a minha tela principal, com tudo que mais uso e acesso diariamente.)
É até meio engraçado e irônico me ver perguntando algo assim, pois ainda lembro da primeira vez que li sobre tablets, mais precisamente deveria ser o primeiro iPad, que não foi o primeiro tablet literalmente criado, mas foi o primeiro a conseguir ser comercialmente viável e abriu as portas para outros aparelhos posteriores. Lembro que estranhei o conceito desse tipo de aparelho, que não tinha qualquer portabilidade prática como um celular ou a carência de ferramentas e execuções que um notebook permitia. Era um trambolho difícil de acreditar que daria certo, que não traria tanta praticidade e eficiência para ser um novo tipo de acessório eletrônico do cotidiano de qualquer pessoa. E tinha essa errônea impressão não faz tanto tempo assim, afinal o iPad foi lançado em 2010, há 2 anos atrás. Mas parece que foi há um século, não?
No começo desse ano tive a oportunidade de comprar um iPad2, as razões que me levaram a isso? Bem, ano passado meu irmão ganhou um num concurso que ele participou. Depois de ver um ao vivo e poder aprender mais sobre ele, aquele preconceito inicial acabou passando. Claro que o iPad2 também é muito mais atraente e bacana que seu primeiro modelo, mais limitadinho. Mas só por isso não era exatamente suficiente. Antes de ter um tablet é preciso se perguntar: qual a serventia um tablet terá para você?
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