Análise | Marvel Tōkon: Fighting Souls
Disponível para PlayStation 5 & PC

Marvel Tōkon: Fighting Souls é uma joia habilmente lapidada por um dos maiores estúdios especializados em jogos de luta da atualidade, a Arc System Works. O título oferece combates entre equipes de 4v4 dentro de uma fórmula que pode ser apreciada tanto por quem não tem intimidade com o gênero quanto por aficionados em criar combos e encurralar adversários.
Lançado em 6 de agosto de 2026 para PlayStation 5 e PC, o jogo chega com conteúdo suficiente para sustentar sua janela de lançamento: uma campanha extensa, modalidades single player variadas e um robusto suporte online, além de 21 personagens jogáveis.
Desenvolvido pelo mesmo estúdio responsável por Guilty Gear Strive, Dragon Ball FighterZ e BlazBlue: Cross Tag Battle, Marvel Tōkon aposta em um novo ciclo para os jogos de luta da Marvel. Heróis e vilões recebem designs reimaginados, com uma pegada mais oriental, enquanto seus move sets também são reinventados. Não é exatamente um sucessor espiritual de Marvel vs. Capcom, portanto. É mais uma nova página, sem depender do passado.

What’s your name? / Vale Mencionar
Marvel Tōkon: Fighting Souls chega ao mercado brasileiro com localização em português, mas de uma forma um tanto incomum. A principal estranheza está no áudio: a dublagem cobre praticamente tudo, mas algumas situações, como a introdução das equipes no modo Arcade, curiosamente mantêm o narrador em inglês.
Os personagens, por outro lado, foram devidamente dublados, incluindo os dubladores tradicionais de figuras mais famosas em outras mídias. Todas as vozes encaixam perfeitamente, mas existe outra decisão curiosa: mesmo durante as falas em português, os personagens continuam sendo chamados por seus nomes originais em inglês. É uma situação que outros jogos da parceria Sony/Marvel, como os da franquia Spider-Man da Insomaniac,, também apresentam.

O resultado é uma dublagem que opta por Captain America, Iron Man e Green Goblin em vez de Capitão América, Homem de Ferro e Duende Verde. Não que os nomes originais sejam desconhecidos do público brasileiro, mas existe certo estranhamento, principalmente quando o principal vilão da aventura é chamado de The Champion, algo que poderia tranquilamente ter sido adaptado para O Campeão.
No mais, menus e tutoriais estão traduzidos e adaptados ao nosso idioma, enquanto todas as cutscenes possuem legendas nos diálogos. Um recurso que considero importante para acessibilidade, mesmo em um jogo com dublagem.

Ficha Técnica
- Plataformas: PlayStation 5 e PC
- Desenvolvedor: Arc System Works
- Publisher: Sony Interactive Entertainment
- Gênero: Luta 2D
- Lançamento: 6 de Agosto de 2026
- Versão analisada: PlayStation 5
O Desafio do Campeão / Mundo e Narrativa
Até mesmo jogos onde o objetivo é meter porrada merecem um contexto para dar caldo à pancadaria. Marvel Tōkon: Fighting Souls entrega uma história que funciona não apenas pela diversão, mas também para justificar a própria estrutura de suas mecânicas: os embates de equipes. Não espere uma trama complexa ou densa. A proposta é mais simples: uma aventura digna de quadrinhos de super-heróis.
Esqueça Thanos, Galactus ou qualquer outro vilão que traga o apocalipse consigo. O mundo se agita quando a Terra recebe um ser espacial que desafia os maiores campeões da galáxia e possui o poder de eliminar os planetas derrotados em seu torneio. Chegou a nossa vez de encarar o desafio do The Champion, mas, para isso, é preciso selecionar quem irá enfrentá-lo.

Sim, selecionar. Porque né, o vilão não está disposto a lutar com qualquer fracote que se acha minimamente competente. Entra em cena a Promoter, personagem não jogável que envia quatro convites para formar quatro equipes, cada uma com quatro lutadores. Apenas essas equipes poderão desafiar o Campeão do Universo. Se vencerem, qualquer desejo pode ser realizado. Se perderem, o planeta já era.
A campanha de Marvel Tōkon: Fighting Souls usa essa premissa para contar cinco histórias independentes. Acompanhamos as jornadas de Capitão América, Homem-Aranha, X-Men e Robbie Reyes, um dos atuais Motoqueiros Fantasmas do Universo Marvel, que curiosamente usa um carro em vez da tradicional moto.
A quinta história é a mais inusitada: Doctor Doom decide, por conta própria, que também merece participar do torneio e que será ele quem salvará a Terra. Para isso, reúne vilões que acredita poder liderar em uma equipe vitoriosa. Assim, Magneto, Green Goblin e Carnage se unem para formar a única equipe de vilões do jogo.

Não existe uma ordem obrigatória para essas campanhas. O jogador pode começar por qualquer uma, e todas seguem praticamente o mesmo ciclo narrativo: o protagonista é convocado, precisa reunir outros três membros e então participa de um mini torneio contra as demais equipes, incluindo a dos vilões, antes de finalmente enfrentar o Campeão em uma batalha dividida em três etapas de dificuldade.
O que realmente diferencia cada campanha é sua trama e a maneira como ela é apresentada. Toda a narrativa assume o formato de quadrinhos, em uma apresentação impressionantemente dinâmica: cada quadro aparece individualmente, ocupa o centro da tela, recebe áudio, balões de texto, efeitos sonoros e animações pontuais. É uma transformação interessante do quadrinho estático para um meio-termo em que ele quase se torna uma animação.
Cada história ainda contou com um quadrinista diferente, fazendo com que o traço mude sutilmente entre as campanhas. É um detalhe especial que também ajuda a evitar a sensação de repetição entre os diferentes capítulos.

Dentre as histórias, sem dúvida nenhuma a mais divertida é a que reúne Spider-Man, Ms. Marvel, Star-Lord e Peni Parker, equipe batizada de Amazing Guardians. Peter Parker perder a festa de sua tia para representar a Terra em um torneio galáctico, enquanto Ms. Marvel se apresenta como uma novata e encara toda aquela experiência como algo épico, resulta em uma das campanhas mais bem-humoradas — e com melhor desfecho.
E isso é curioso, considerando que outra campanha conta com Deadpool, com seu humor debochado e a constante quebra da quarta parede. O foco dessa equipe, a Samurai Outriders (Vanguarda Samurai, como a localização bem adaptou), está na apresentação de Robbie Reyes como um Motoqueiro Fantasma ainda aprendendo a lidar com sua condição e com um espírito da vingança demoníaco que não lhe dá ouvidos.

É uma campanha que transita entre a seriedade e o alívio cômico de personagens como Loki e Deadpool. Blade, por sinal, parece perfeitamente adaptado a esse universo de super-heróis. Sua presença é pontual, mas tem o impacto merecido.
Já as campanhas dos X-Men e do Capitão América com seus Vingadores não fazem muito além do esperado. Não são ruins, mas também não encontrei nada particularmente memorável. Achei curioso, por exemplo, que a temperamental Magik tenha mais protagonismo na história dos X-Men do que o próprio Logan, que aqui assume um papel mais de tiozão da equipe. Da mesma forma, Iron Man contribui para a história do Capitão América, mas de maneira bem mais tímida que o próprio Hulk.

Por fim, apesar de já ter dado uma palhinha sobre a campanha dos vilões, ela é justamente a que reserva o desfecho mais fora da curva. Realmente inesperado. Se me permite uma dica: deixe-a por último. Para ter aquele sabor diferente.
Protagonismo do Grupo / Jogabilidade
Como um título de luta 2D, Marvel Tōkon: Fighting Souls cobre todo o básico esperado: golpes de socos e chutes em diferentes intensidades, movimentos especiais envolvendo as habilidades de cada personagem, combos com abordagens distintas, agarrões convenientes e barras que permitem ações especiais ou interrupções. Tudo isso com movimentos ágeis e precisos, mantendo a qualidade técnica que fãs esperam de um estúdio como a Arc System Works.
Contudo, Marvel Tōkon não se enquadra apenas no básico. O título se sobressai justamente quando demonstra aquilo que o diferencia dos demais jogos do gênero.

A começar pela proposta Tag Team: o jogador monta uma equipe para enfrentar outra, também com quatro personagens. Em um modelo tradicional desse gênero, cada lutador possui sua própria barra de energia, permitindo que o jogador faça trocas durante a luta e coloque personagens feridos no banco para recuperar parte da saúde.
Marvel Tōkon abandona esse conceito. Aqui existe apenas uma barra de saúde compartilhada por toda a equipe.
É uma decisão incomum, mas genuinamente interessante. O jogador pode se especializar em apenas um ou dois lutadores dentre as duas dezenas disponíveis, sem precisar dominar quatro personagens simultaneamente. Imagine a trabalheira que seria ter maestria em golpes e combos com quatro lutadores? É possível, mas não é para qualquer um.

Além disso, a barra única não descaracteriza as vantagens de um jogo Tag Team. Todos os personagens possuem características e estilos próprios — sejam ágeis, tanques ou técnicos — e a possibilidade de trocar o lutador durante o combate continua permitindo que o jogador se adapte ao estilo do adversário.
Os demais membros também funcionam como suporte. Com três slots disponíveis, cada personagem pode oferecer uma das três formas de assistência: um golpe próximo, um ataque à distância, preferencialmente com projéteis, ou um golpe superior/aéreo. Essas assistências podem ser encaixadas em diferentes situações para ampliar combos e manter o adversário preso em uma sequência de ataques.
E o sistema vai além. Como a equipe compartilha uma única barra, Marvel Tōkon distribui seus quatro membros ao longo do próprio confronto. No início, apenas o lutador principal e um personagem de assistência estão disponíveis. Os outros dois entram em cena quando um combo arremessa o adversário para outra área da arena ou quando um novo round começa.

Isso também explica o sistema de vitórias. Para vencer um confronto, é preciso conquistar três vitórias, o que pode resultar em até cinco rounds. Parece muito, mas, com uma única barra de saúde, as partidas são rápidas e mantêm um ritmo bastante eficiente.
Tive um combate em que perdi duas partidas, resolvi me adaptar, troquei o lutador principal e venci três rounds em sequência. Foram cinco rodadas para definir o vencedor, com direito a uma virada. Empolgante, não?
E percebe como tudo isso causa uma sensação singular ao título? Barra única, lutador protagonista, equipe entrando por etapas, assistências, três vitórias e arenas conectadas por transições durante os combos. Tudo isso ainda é acompanhado por especiais cinematográficos que enchem os olhos quando executados.

E aqui cabe outra observação: o sistema de combos possui uma estrutura híbrida, permitindo automatização para sequências simples, enquanto jogadores mais experientes podem construir combinações complexas. Ou seja, jogadores profissionais conseguem criar situações em que o adversário fica encurralado nas quinas das arenas, tornando extremamente difícil escapar de uma sequência aterradora de golpes.
Importante também esclarecer que o fato de a história apresentar cinco equipes para os 20 personagens não obriga o jogador a utilizá-las como seleções fixas. A escolha do quarteto é livre, e qualquer combinação é possível, sejam heróis ou vilões.
Quanto à seleção de personagens, admito que favoritei alguns. Carnage é voraz, funciona bem no combate próximo, mas também é ágil e se vira a distância. Ms. Marvel é astuta, seja para esquivar e ganhar distância rapidamente, seja para agarrar e se aproximar de adversários fujões. Hulk é um tanque de guerra devastador, com palmadas de alcance razoável ou arrancadas capazes de desestabilizar qualquer um.

Blade também é excelente, tão ágil que quem não tomar distância de seus golpes acaba se dando muito mal. O mesmo vale para Magik, cujo alcance da espada parece tão injusto quanto as erupções vulcânicas que ela consegue invocar pela arena.
Do outro lado, personagens como Spider-Man, Iron Man e Wolverine me empolgaram menos. São bons, mas me vi apegado aos movimentos que esses personagens tinham nos saudosos jogos da Capcom. Basicamente, topei com a inusitada situação: “não é você, sou eu“.
Ainda assim, dá para afirmar que o elenco entrega a diversidade que um jogo de luta dentro do Universo Marvel exige. Há ausências? Obviamente. Mas nenhuma realmente significativa a ponto de desmerecer a seleção de estreia. Inclusive, escolhas como Peni Parker, Green Goblin em seu planador e até o já mencionado Blade demonstram criatividade e ajudam a evitar a sensação de “seleção sempre dos mesmos heróis“.

Altos e Baixos
— O que funciona bem:
- Incrível apresentação, com campanha em formato de quadrinhos;
- Jogabilidade que aplica ideias criativas ao combate Tag Team;
- Elenco robusto, entre veteranos e estreantes de alto valor;
- Controles precisos, combos versáteis e partidas com ótimo ritmo;
- Fantástica direção de arte;
- Boa experiência single player, com multiplayer essencial para quem busca o gênero.

— O que poderia ser melhor:
- Campanha: cinco histórias com um ciclo de gameplay estruturalmente repetido;
- Localização com pequenos engasgos, principalmente nos nomes em inglês e no narrador sem dublagem.

Considerações finais
Marvel Tōkon: Fighting Souls apresenta uma proposta sólida. A Arc System Works entrega um jogo de luta dentro do Universo Marvel que atualiza seus heróis e vilões com novos designs e influência oriental, apoiado pela identidade de um estúdio japonês, sem perder o DNA de cada personagem conhecido.
A Direção de Arte é impressionante porque existe atenção aos mínimos detalhes. Uniformes são absurdamente bem trabalhados, com cuidado em roupas, expressões e até nas poses dos personagens. Essa identidade visual também invade a própria jogabilidade, com movimentos fluidos, golpes de efeitos extravagantes, cores saturadas e uma expressividade típica das animações japonesas.

Ambientes e cenários também entregam um espetáculo à parte. Seja uma Nova York tomada por carros e pedestres, a Mansão dos X-Men com mutantes conhecidos acompanhando as lutas ao fundo, Wakanda, onde a atual Black Panther, Shuri, mantém o manto e o legado de seu pai, T’Chaka, ou a imponente e colorida Asgard, onde Loki enfrenta problemas graças ao desaparecimento de Thor. Em tudo… há contexto.
Cada arena possui detalhes cinematográficos impressionantes, que não ficam restritos a um único cenário. As próprias mecânicas permitem arremessar personagens para novos locais da arena durante determinados combos: eles batem em um carro, atravessam uma parede ou simplesmente saem rolando com força suficiente para levar a luta a outro ambiente lateral. A transição serve para liberar um novo membro da equipe, mas também funciona como espetáculo dentro da ação.

Quando arte, gráficos e mecânicas conversam com tamanho afinco, fica difícil apontar pontos fracos em Marvel Tōkon: Fighting Souls além daqueles já abordados. Os pequenos engasgos da localização, como nomes em inglês e o narrador sem dublagem, acabam sendo apenas pormenores diante da proposta.
O ponto que mais pode incomodar está na estrutura das cinco campanhas. Todas são divididas em 11 capítulos e repetem a mesma estrutura de jogabilidade, incluindo tutoriais que reforçam técnicas básicas ou apresentam regras específicas de cada lutador. Isso deixa claro que a campanha é uma experiência apreciada muito mais pela história e sua condução do que pelo desafio. A dificuldade é mínima nesse sentido.
Felizmente, isso não compromete o single player. Outros modos oferecem exatamente o que falta à campanha: batalhas mais completas e desafios maiores, como Arcadia Rumble e os tradicionais Arcade e Survival.

Arcadia Rumble, em particular, é uma experiência inusitada. Os combates são fragmentados em etapas nas quais os jogadores correm por uma arena coletando power-ups e aumentando seus níveis dentro de uma contagem regressiva, antes de partirem para as batalhas.
A ideia lembra uma modalidade de Kirby Air Riders, lançado no início deste ano, em que os jogadores também circulam por uma arena coletando itens e melhorando seus atributos antes de efetivamente se enfrentarem.

Em Arcadia, o ciclo alterna coleta e combate até chegar à etapa final, quando os jogadores retornam à arena para retirar pontos acumulados pelos adversários, utilizando power-ups ofensivos. O diferencial é que as lutas acontecem dentro de um tempo fixo, e não por rounds, permitindo múltiplos nocautes durante a mesma disputa. Cada um deles converte em pontos que serão importantes na rodada final.
Já Arcade e Survival estão reunidos na modalidade All-Star Arena. O primeiro abandona a progressão linear e oferece diferentes caminhos que levam a diferentes desafios, oponentes e recompensas. Existe até uma sensação roguelite nessa estrutura, fazendo com que cada partida seja única.

No Survival, a barra de saúde não é completamente restaurada entre as rodadas, embora receba uma recuperação parcial e generosa. A dificuldade aumenta progressivamente, enquanto chefes e adversários mais difíceis marcam pontos de salvamento. Cada vitória contra eles ainda permite escolher um atributo bônus para deixar a equipe um pouco mais forte. É um modo eficiente para testar os limites e habilidades do jogador.
Também não seria justo encerrar sem mencionar as modalidades online, ainda que Marvel Tōkon: Fighting Souls ofereça o esperado para o gênero. Além do multiplayer local, existem Partidas Casuais e Rankeadas, a possibilidade de criar salas para convidar amigos e um lobby inspirado em Arcadia Rumble, com avatares circulando pelo espaço, entrando em máquinas e desafiando outros jogadores. Uma experiência que lembra um pouco o lobby de títulos como 2XKO.

Quanto à performance online, ao menos no PlayStation 5, as partidas que experimentei rodaram sem problemas. Não percebi engasgos ou atrasos nas respostas dos controles. O único contraponto é algo inerente ao multiplayer de jogos de luta: a experiência pode ser imprevisível para quem não está habituado ao gênero.
Há oponentes insaciáveis, que prendem o jogador nas quinas e não dão qualquer chance de revide, enquanto outros se adaptam às habilidades de seus adversários e tornam as partidas muito mais agradáveis para ambos os lados.
Já o matchmaking não demorou para encontrar partidas, embora as conexões não sejam imediatas. Não presenciei desconexões nem jogadores recusando combates. O online funciona dentro do esperado.

Para encerrar, Marvel Tōkon: Fighting Souls representa uma nova fase para os jogos de luta do Universo Marvel. A obra não tenta apagar o legado que Marvel vs. Capcom construiu ao longo de décadas, entre diferentes gerações de consoles e arcades. É uma nova página, com novas ideias, mecânicas e proposta.
Moderniza, atualiza e resulta em algo único, original e criativo, com a qualidade esperada de um estúdio especializado no gênero.
É uma experiência fantástica de Tag Team, remodelada para um público mais amplo, que chega ao título vindo de diferentes mídias, seja dos quadrinhos ou dos cinemas. O título abraça todo mundo e ensina, com tremenda sagacidade, como meter uma voadora na fuça de seu oponente.
Galeria
Dando nota
Apresentação impecável, é fácil aprender e adentrar no mundo ofertado - 9
Cinco narrativas divertidas de se acompanhar, mesmo com ciclo repetitivo de jogabilidade - 8.5
Elenco robusto (21) entre veteranos e estreantes, há versatilidade e diferentes estilos de lutadores - 9
Sistema Tag Team entrega ideias originais, balanceando entre o acessível e a maestria para jogadores especialistas - 9.5
Modalidades Online competentes para quem preza o multiplayer casual e competitivo - 8.5
Single player oferece bons modos que entregam desafio dinâmico e valor de rejogabilidade - 8.5
Direção de arte impecável, original e absolutamente fantástica - 10
9
Excelente
Marvel Tōkon: Fighting Souls entrega tudo que promete, com a excelência que normalmente se espera de um título desenvolvido pelos veteranos da Arc System Works. O sistema Tag Team apresenta ideias únicas, que tornam as batalhas acessíveis a qualquer tipo de jogador, enquanto também dão margem para a maestria dos especialistas no gênero. Há um bom suporte para quem busca a experiência solo, seja para acompanhar a narrativa ou desafiar a CPU nos diferentes modos, enquanto o multiplayer oferece a competitividade imprevisível de adversários dos mais diferentes níveis, com a qualidade técnica desejada, sem lentidão ou falhas de conexão. Trata-se de uma obra que inaugura uma nova fase dos jogos de luta do atual e moderno Universo Marvel.


