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Análise | Trine 4: The Nightmare Prince

Disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC

Trine 4: The Nightmare Prince é um marco interessante para a franquia do estúdio finlandês Frozenbyte. Sendo bem direto, é uma sequência que traz a fórmula clássica de volta, enquanto se aproveita para refinar os conceitos que tornou Trine um jogo marcante e mágico. O título chegou à atual geração de consoles, e PC, agora no início de outubro, no dia 8. Coincidência ou não, marca uma década desde o lançamento do primeiro Trine, lançado originalmente em 2009.

O conceito da série é bem singular: aqui o jogador assume o controle de uma trindade de heróis: um mago, uma ladra e um cavaleiro, enquanto ambos unem forças para avançar por um fantástico mundo de fantasia medieval onde não há limite para sua imaginação. Belos e grandiosos cenários, místicas criaturas e desafios que exigem raciocínio do jogador para conseguir avançar segmentos a segmentos dos enormes estágios da aventura.

O principal elemento da série Trine são seus quebra-cabeças, que precisam ser desvendados usando as habilidades únicas e coordenadas entre os três heróis, que brinca com física – e um tanto quanto encontrar meios de burlar algumas destas regras – em meio a desafios que irão envolver saltar plataformas e escalar grandes muradas.

Trine 4 também retoma as mecânicas de jogabilidade 2.5D, presentes nos dois primeiros jogos da franquia, esquecendo assim a impopular decisão da experimentação da jogabilidade tridimensional que foi utilizada em Trine 3: The Artifacts of Power, lançado em 2015.

Trine: Ultimate Collection

O lançamento de Trine 4: The Nightmare Prince também marca a decisão da Frozenbyte, em parceria com a Modus Games, que atua como sua distribuidora global, de lançar a experiência completa da franquia para todas as plataformas da geração, ao lançar Trine: Ultimate Collection, que nada mais é do que um pacotão com os quatros jogos da franquia.

São as versões mais completas de cada um destes clássicos, ou seja, os dois primeiros jogos são Trine Enchanted Edition (a versão remake do original, que saiu em 2014) e Trine 2: Complete Story (que inclui a expansão Goblin Menace e o estágio exclusivo da versão Director’s Cut chamado Dwarven Caverns). Além de incluir, claro, Trine 3 e Trine 4.

Talvez seja de menor importância apontar estes lançamento aos jogadores de PC, PlayStation 4  e Nintendo Switch, já que todos os três jogos anteriores já haviam sido lançados nestas plataformas no passado, entretanto o Xbox One ainda não havia dado tal sorte, sendo que apenas Trine 2 foi originalmente lançado no Xbox 360 e podia ser jogado via retrocompatibilidade. Trine: Ultimate Collection vem justamente corrigir esse detalhe aos fãs da franquia no console da Microsoft, que agora também podem usufruir da experiência completa da série no Xbox One.

Há, porém, apenas um aspecto aqui que vale a pena ser mencionado: sobre a localização destes jogos. Realizei testes de todos os quatros jogos no Xbox One e descobri que apenas Trine 4 está completamente localizado em português. A trilogia anterior não recebeu localização em nosso idioma, ao menos aqui em sua versão para Xbox One, restando apenas o inglês ou o espanhol como escolha daqueles que quiserem conhecer estes clássicos na plataforma da Microsoft.

E vale a penar jogar às origens da franquia? Entendo que sim. Trine tem uma fórmula única e singular, independente do tempo em que fora lançados, um dos maiores marcos da série é sua beleza gráfica e jogabilidade que recompensa a cooperatividade e sagacidade de seus jogadores. Os dois primeiros são um marco para a fórmula, além de apresentar as origens de tudo. O terceiro foi uma experiência, que apensar de não bem sucedida na sua época, torna-o mais diferente e singular de todos os demais, tornando um dos títulos mais curiosos para aqueles que estão conhecendo a franquia a partir do lançamento de Trine 4.

Há um claro envelhecimento das mecânicas para quando se olha o que a Frozenbyte trouxe para Trine 4, entretanto nem isso torna os títulos anteriores menos interessantes.

Hora dos pesadelos

De volta ao quarto jogo. Após este rápido parênteses para mencionar um pouco os jogos anteriores e a oportunidade de conhecê-los, eis que preciso me focar e apresentar os pontos altos e baixos de Trine 4: The Nightmare Prince. Como o título em inglês sugere, a trama irá trabalhar com pesadelos causados por um príncipe, quando o mesmo acaba mexendo com uma forte e sombria magia que torna reais os mais terríveis pesadelos dele e daqueles ao seu redor.

Amadeus, o bruxo, Zoya, a ladra, e Pontius, o cavaleiro, heróis do passado são convocados na tarefa de lidar com o jovem príncipe, trazendo-o de volta sabe-se lá de onde, enquanto procuram maneiros de controlar essa magia que passa a controlar cada vez mais o rapaz. Em meio a sua jornada, os três heróis vão lidar com pesadelos do próprio príncipe, os de outros habitantes dos mágicos lugares que irão atravessar, assim como seus próprios e mais terríveis pesadelos.

Dito isso, Trine 4 não é exatamente um jogo com um grande foco narrativo. Há uma história que serve apenas como pano de fundo para o jogador vá para uma jornada de aventura. Ela não tem um plot hollywoodiano ou algo assim. Serve quase como um episódio solto da franquia, sem trabalhar um contexto maior de seu universo, seja de jogos anteriores ou até mesmo de futuros jogos. Há um começo, meio e fim. Sem pontas soltas, sem construir algo maiores do que uma simples fábula.

Há essa brincadeira de apresentar o maior pesadelo de cada um dos três protagonistas da série, mas não é algo super complexo ou que realmente vai surpreender o jogador. Os personagens sequer refletem muito a respeito disso, deixando de lado após terem vencidos tais pesadelos. Talvez uma fábula pudesse ter uma moral aqui e ali envolvida? Talvez, mas não acho que tenha. Ao menos nestes pequenos trechos de aventura.

Lá perto do final acabei achando divertido a discussão trevas e luz que o príncipe acaba colocando em pauta e a solução encontrada para a ameaça revelada. E aí neste ponto específico acho que a trama se acerta. Mas o meio da jornada é mais videogame do que qualquer outra coisa em si.

A questão que fica é se o príncipe, por si só, é um personagem mais interessante do que os próprios heróis do jogo. A trama é sobre ele, seus pesadelos e conflitos. E é difícil se simpatizar com um personagem que aqui é apenas um meio para a aventura, e não algo que vá expandir o universo da franquia.

Fórmula da segurança

Outro ponto de discussão em torno de Trine 4 que se faz necessário apontar é sobre o retorno à fórmula clássica da série. Isso porque, como mencionado, Trine 3 tentou levar a jogabilidade para um modelo de exploração tridimensional e não foi bem sucedido. Mas será que apenas retornar ao modelo original deveria ser o suficiente?

O que encontrei em Trine 4 foi um refinamento de todas as mecânicas que conceitualmente já existiam nas duas primeiras aventuras. O mago cria caixas que vai solucionar puzzles que envolvem alcançar lugares que outros não poderiam alcançar. A ladra atira flechas e tem uma corda com gancho que vai usar para se pendurar em alguns locais específicos. O cavaleiro é o cara do combate, perfeito para massacrar inimigos, ainda que ele injustamente tenha algumas habilidades bem legais que poderia ser melhor utilizadas, como o uso do escudo para refletir luz, líquidos e projéteis, ainda do solavanco frontal que pode bater em bolas que irão quebrar paredes de cristais.

Para um personagem limitado, Pontius foi um dos personagens que mais achei divertido de usar em diversos momentos. Zoya ao longo de toda a aventura me soou como uma personagem conveniente. Que se engancha em muitos locais, enquanto suas flechas podem atingir qualquer coisa, possuindo um repertório de puzzles bem óbvios de serem resolvidos, normalmente consistindo em puxar algo e usar uma flecha de gelo para congelar este objeto. Amadeus, por outro lado, acaba sendo um personagem intrigante, pois é o que mais co-dependente de seus companheiros para usar suas caixas, plataformas e esferas. O bruxo também é um dos que mais quebram certos puzzles, especialmente próximo ao final do jogo, quando pode materializar três objetos ao mesmo tempo.

E no que diz respeito aos puzzles, que são uma grande porção do que torna Trine realmente especial, aqui o que encontrei foram muitos puzzles bem óbvios e quase nunca complicados. Tanto no modo single player quanto em multiplayer, porque sim, o jogo adapta seus puzzles dependendo do número de jogares em tela. Em coop há exigência de mais coordenação entre os personagens, enquanto em single player eles ficam mais simples afim de permitir que o jogador solo possa alternar entre os personagens e passar pelos desafios sem qualquer entrave mecânico.

Não estou dizendo que Trine não tem puzzles inteligentes. Há alguns realmente bem planejados. Um com Pontius envolvendo refletir luzes para mais de 10 pontos de uma sala, usando seu escudo e portais, me deixou com o cabelo em pé por alguns momentos. Só que este exemplo específico não era um puzzle obrigatório para avançar pela fase, e sim um que me garantiria um colecionável.

Alguns dos puzzles mais intrigáveis acabaram sendo reservados a salas secretas com colecionáveis, o que não sei se acho exatamente legal. Fora que se o jogador ficar por muito tempo travado em algum puzzle de avanço de fase um dos personagens vai sempre dar uma dica, o que sempre fiquei com a impressão de que faziam isso rápido demais. Em alguns casos gostaria de ter fracassado mais vezes antes que um deles me cantasse a dica. Felizmente há uma opção para desligar isso, até porque estamos em tempos de internet – se você trava em um jogo assim, sempre haverá uma resposta no YouTube.

Ao seguir algumas mecânicas clássicas da série, Trine 4 também se tornou um jogo previsível em vários momentos. Os estágios são construidos como diversas salas fechadas que precisam da solução de um puzzle para se avançar. Muitos destes estágios apresentam um puzzle simples ao jogador e vão repetindo o mesmo, de maneiras cada vez mais complexas, dando a sensação de que seu raciocínio está evoluindo conforme a dificuldade vai aumentando. Há um elemento de recompensa nisso, mas nunca me senti realmente desafiado ou até mesmo surpreendido.

Boa parte dos desafios consistem em elementos de plataforma e escalada, além de alavancas e peças que rotacionam. A física de Trine 4 é bem divertida, com situações bem estranhas, mas dentro do esperado. Zoya tem uma habilidade nova neste jogo que se chama corda mágica. Essa corda pode ser enganchada em certos objetos e isso os faz levitarem pelo ambiente, com ela podendo andar por essa corda. É bem divertido e quando seus primeiros puzzles surgem, acabam sendo interessantes. Logo o jogador começa a pensar em meios de quebrar outros desafios fazendo Zoya levitar caixas e plataformas do Amadeus. Há um puzzle próximo ao final do jogo, em uma sala secreta, que não consegui resolver da forma convencional, então o quebrei usando caixas com cordas encantadas. Não foi o certo, mas me senti inteligente por conseguir burlar o desafio de certa maneira. E Trine tem essa coisa de permitir isso e não fazer o jogador se sentir mal por isso, o que é um bom ponto positivo da série.

Mais divertido em multiplayer

Um dos maiores pontos positivos de Trine 4, ou de qualquer um dos jogos anteriores, certamente é seu multiplayer cooperativo. Trine é mais gostoso se for jogador com mais de um jogador. Claro que se você gosta da experiência solo, dá para jogar. Como disse mais acima, os puzzles se adaptam ao modo single player, só que é quando há mais jogadores em tela que o título realmente mostra porque é tão fantástico.

Em multiplayer os jogadores precisam cooperar e resolver os puzzles unindo as habilidades únicas de cada personagem. E na parte multiplayer é que Trine 4 apresenta adições e novidades interessantes. Aqui o jogo possui dois modos para essa experiência: clássica ou ilimitada.

Na clássica você joga Trine em sua fórmula original, cada jogador assume o papel de um dos três heróis e precisam ser virar com o que escolheram. Três jogadores, três heróis. E não para para trocar (a menos que vocês troquem os controles, caso estejam jogando localmente). Com dois jogadores, sempre irá ficar a vaga de um herói que não estará em uso. Nesse formato é possível que os dois jogadores alternem entre os personagens. Foi assim que joguei boa parte da aventura, juntamente do meu filho de 7 anos.

Jogar Trine com uma criança é um desafio interessante. Eu como adulto acabava solucionando boa parte dos puzzles, enquanto precisava explicar a ele a conclusão que havia chegada na minha cabeça para resolver alguns destes desafios. No começo é bem trabalho, mas no quarto e quinto mundo, os últimos do jogo, esse trabalho cooperativo foi se mostrando realmente trabalhoso. Foi estressante (de uma forma positiva) e acho que se tivesse jogado com um amigo da minha faixa etária, não teria sido a mesma coisa. Trine parece interessante para se apresentar ao público mais novo, deixá-los pensar e brincar por conta própria.

Mas este é o modo clássico, que não é exatamente nenhuma novidade. Trine 4 fica mais interessante ainda quando se inicia um jogo na modalidade ilimitada. Aí a loucura não tem limite. Neste modo até quatro jogadores podem desfrutar da aventura principal de forma cooperativa, sendo que é possível escolher qualquer um dos três heróis e alternar entre eles sem qualquer limite de uso. Ou seja, quatro jogadores como bruxo? Vai fundo!

É uma excelente ideia abrir o escopo da fórmula de Trine dessa forma, ainda que me deixe pensando o motivo de suporte a quatro jogadores e não oferecer um quarto personagem para a série. Mas sobre um quarto personagem volto a mencionar quando estiver prestes a concluir a análise. Aguenta aí.

Também é válido mencionar que Trine 4 tem total suporte a um modo online. Mas trata-se de uma modalidade privada, entre amigos que possuam o jogo. Não existe um online com matchmaking com desconhecidos. Acredito que isso aconteça porque jogar Trine é um exercício que requer que você se comunique com outras pessoas. É preciso coordenar movimentos e saltos, e não acho que o jogo funcione tão bem se não houver comunicação verbal entre os jogadores, que é exatamente o que ocorre quando se está online em sistemas de matchmaking. Então para jogar Trine 4 online você precisa ter amigos que também tenha o jogo.

Considerações finais

Trine 4: The Nightmare Prince é, sem qualquer dúvida, uma declaração da Frozenbyte que ela ouviu os fãs e colocou a franquia de volta às suas origens. Talvez até mais do que precisaria. Há novos movimentos para cada um dos heróis, há novos ambientes tão impressionantes quanto os dos jogos anteriores, e uma nova história nesse mundo de fantasia e magia, porém quase você não sente que há algo realmente imperdível aqui. É Trine em sua melhor fórmula, o que o faz mais previsível do que precisaria ser.

O que me faz retomar o ponto de alguns parágrafos acima: será que não é hora de adicionar um quarto personagem com novos tipos de habilidades que permitisse a criação de novos puzzles que não envolvessem apenas as habilidades da trindade principal? Talvez seja esse o ponto de renovação que a série necessite.

Tanto é que o ritmo de Trine 4 é cansativo, especialmente o segundo e terceiro ato do jogo, onde a fórmula mais previsível se faz mais presente. O quarto e quinto ato, quando as habilidades começam a ter mais complexidade, dentre a corda encantada de Zoya, o escudo de energia de Pontius e Amadeus podendo criar três objetos ao mesmo tempo, são os atos que o jogo retoma seu ritmo e melhor dinâmica do grupo. O ambiente do jogo também passa a ter melhor personalidade, com pântanos eletrificados e castelos com magnetismo. Os portais, que surgem no começo acabam sendo uma ideia até que mal aproveitada (mesmo que sejam clichês hoje em dia).

Em meio aos puzzles encontrados pelas fases, Trine 4 ainda faz um esforço para apresentar combates, em quê pesadelos em formado de lobos, arqueiros e aranhas gigantes se materializam em uma espécie de arena e cabe aos jogadores derrotar todos. Gosto destes combates, que se desenvolvem razoavelmente bem ao longo do jogo, porém acho desnecessário que eles sejam “respiros” em meios aos puzzles. Os combates e estes inimigos poderiam estar mais presentes dentro dos estágios de uma forma mais natural e constante, ao invés de serem um momento à parte de tudo. Ah e Amadeus é muito inútil nestes combates, achei que faltou uma habilidade para ele que lhe permitisse lutar de forma mais natural contra os inimigos. O máximo do bruxo é realmente prestar um suporte a Zoya e Pontius, e se manter vivo (e olhe lá).

Não posso me esquecer de elogiar as batalhas de chefes que se fazem presentes ao se concluir os atos principais do jogo. Ao todo são cinco atos, que levam em torno de sete a nove horas para serem concluídos. Estes momentos são tão bons e épicos, que o meu desejo seria que todo estágio pudesse ter uma batalha assim. É uma pena que alguns terminem apenas com o jogador chegando ao final da área em si. O que demonstra que o título muitas vezes se preocupa demais com seus puzzles e momentos plataforma, do que a parte dos confrontos e batalhas, que acabam sendo tão empolgantes quanto o resto de seus aspectos de jogabilidade.

No geral, Trine 4: The Nightmare Prince entrega visuais incríveis, em meio a uma melodia e atmosfera que imergem totalmente o jogador nesse mundo medieval de fantasia. Minha vontade é de conhecer mais desse mundo, ter encontrado mais animais e seres mágicos. Os que encontrei pela jornada me deixaram com vontade de ver mais. Em meio a uma maratona de puzzles, nem todos inteligentes ou consistentes, o que fica é a experiência cooperativa que os tornam mais divertidos pela memórias de jogar com alguém querido. Para os fãs que desejavam o retorno da franquia ao formato original, Trine 4 cumpre exatamente essa missão. Também é um excelente jogo de porta de entrada da franquia. Quem nunca jogou nenhum título da série, certamente pode começar por aqui.

Galeria

Dando uma nota

Cenários incríveis, visualmente é estonteante - 9.5
De volta às origens da franquia, fórmula 2.5D - 9
Puzzles são bons, mas há um ritmo um tanto quanto óbvio - 7.5
Existe progressão nas habilidades dos heróis, incluindo algumas novas - 8
É uma experiência que fica melhor em multiplayer, aumenta a diversão - 8.5
Segmentos de combate são bons, mas não são inseridos de forma natural - 7.5
Segue uma fórmula segura, sem abrir espaço para inventar demais - 7

8.1

Ótimo

Trine 4: The Nightmare Prince é um retorno às origens da franquia, uma aposta segura na fórmula que consagrou o sucesso da série. De volta ao ambiente 2.5D, com visuais fantásticos e forte foco na solução de clássicos puzzles com física envolvendo as habilidades únicas dos três heróis. Há novos movimentos e um modo para quatro jogadores com troca de personagens de forma ilimitada. O jogo tem um certo problema de ritmo, mas melhora bastante nos dois últimos mundos. É Trine em sua melhor forma como todos conhecem, seja pro bem, seja pro mal.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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