Naruto – Uma luz no Fim do Túnel

Será que agora o mangá toma jeito?

abertura

Em semana com Oda doente, Kishimoto surpreendeu e conseguiu finalmente colocar um sorriso no meu rosto. Depois de tudo que tem acontecido no mangá é evidente que o fim de Naruto está cada vez mais próximo, mas… que se dane o fim, o importante agora é que, aparentemente, o mangá voltou aos eixos, e tivemos um dos melhores capítulos de toda a fase Shippuden.

Quem acompanha o Blog há mais tempo, sabe muito bem que eu sou um assíduo crítico de Naruto (Shippuden). Para mim, depois que houve o time skip, Kishimoto se perdeu um pouco na história. Ele acabou deixando alguns personagens fortes demais, esqueceu outros, ignorou mais alguns, inventou coisas sem necessidade, ressuscitou os mortos, matou Konoha inteira pra depois revivê-la, enfim, fez coisas que me desagradaram fortemente.

Foi difícil para mim acompanhar tudo aquilo. Não parecia mais o brilhante mangá que conheci há 8 anos, onde o poder era relativo, onde habilidade e raciocínio andavam de mãos dadas, onde o fraco/inteligente tinha mais valor que o ignorante/poderoso. Não importa que argumentos sejam usados, a meu ver, nessa fase Shippuden Kishimoto mudou a essência de sua história (para pior…).

O capítulo dessa semana (631) tratou de chutar tudo aquilo que o autor tentou construir na fase Shippuden. Querem saber o porquê? Então leiam o capítulo, e vamos à análise. Continue Lendo      

Ficando Louco com Para Roma com Amor

Que amor

TRWL

Olá :) jeito diferente de começar o texto eu sei, mas acredito que esse será o meu texto mais estranho aqui no Portallos e pra falar a verdade, nem tenho certeza se segue o estilo que temos aqui, mas fiquei com vontade de fazer algo assim e farei. Espero que seja algo bom quando colocado na balança.

Ontem estava sem nada pra fazer, claro que teve apresentação do Xbox One, tenho em atraso várias séries, os mangás vem acumulando e nem da embalagem eu tiro, livros então, nem se fala, cheguei a pegar Satori em Paris do Jack Kerouac, mas não passei da 20ª página. Um dia bem chato, diria até que os últimos dias estavam assim.

Então abri o NetFlix no computador mesmo, procurei por alguma comédia romântica pra que eu me deitasse e acabasse caindo no sono. Cheguei então a um filme que classifico como dramédia, feito com maestria pelo Woody Allen, Para Roma com Amor (To Rome With Love). Um filme com Woody Allen interpretando, Alec Baldwin, Penélope Cruz, Jesse Eisenberg (que eu jurei ser o Michael Cera o filme inteiro), Ellen Page, Alison Elizabeth Pill (que eu conheci de forma sensacional em NewsRoom), Roberto Benigni e mais alguns.

O filme conta várias histórias que começam bem, dão algumas voltas, mostram algumas mudanças e terminam bem. hahaha. Eu sei como isso é genérico. Mas nem o pessoal no Wikipédia conseguiu muita coisa.

Mas o post continua…

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Xbox One: a continuidade ao invés do reboot!

Apesar do nome, o próximo console apenas apara as frestas do legado 360!

xbox_one

Sempre que uma nova geração de consoles está para começar há muita expectativa, muita especulação, muito achismo e muito mimimi. É fato que o videogame perfeito não existe. Todo console tem suas vantagesn e desvantagens. Cabe a cada gamer decidir qual plataforma traz melhores benefícios com base em seu próprio gosto pessoal. O Xbox One, revelado nesta terça-feira, ainda não foi totalmente desvendado, mas o que vi, com base no meu gosto particular e sendo o dono de um Xbox 360, realmente não vejo motivos para me preocupar. A Microsoft não veio para a próxima geração de consoles querendo reinventar a roda, mas aperfeiçoar tudo aquilo que o 360 criou como legado.

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Um homem louco com uma caixa

E a pergunta mais importante, escondida à plena vista.

Doctor na TARDIS

Era uma vez um homem louco que tinha dois corações. Um dia, ele encontrou uma nave destrancada e a roubou, ou ele foi roubado pela nave, a estória varia dependendo de quem a conta. Todo o tempo e todas as dimensões relativas no espaço em uma caixa azul. A explicação por trás da aparência de uma cabine telefônica da polícia londrina era o fato de seu dono ter emperrado o dispositivo de camuflagem. Em sua TARDIS, o homem viajou, fugiu, se aventurou, sorriu, amou e chorou. A solidão não lhe fazia bem, o peso de uma vida fora do tempo e do espaço, dentro de uma perspectiva em que todos que conhece são fantasmas, era desesperador. Por isso ele precisava sempre de companheiros de viagem. Ele impressionava a todos com sua inteligência e loucura, mas era essencialmente um homem triste dentro de uma caixa azul. Maior por dentro do que por fora.

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Já viu Shingeki no Kyojin – Attack on Titan!?

O animê mais badalado da temporada é realmente FODA?

Você se lembra do momento em que descobriu Fullmetal Alchemist há alguns anos atrás? Lembra como a história era bacana, séria, madura, original e inteligente (ao menos até certo ponto). Lembra como os personagens eram bem trabalhados, como as reviravoltas te fazia arrancar os cabelos, de como a animação era bem fluida e arrepiante em determinados momentos? Pois é. Foi exatamente assim que me senti novamente neste final de semana quando resolvi me render aos primeiros seis episódios de Attack on Titan. Alias, esse nome é muito mais maneiro do que Shingeki no Kyojin, então vamos esquecer desse título sem qualquer apelo internacional e ficar mesmo com Attack on Titan, ok?

E na camaradagem o textinho é sem Spoilers! Que maravilha, hein?

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Redes: O “problema” é mesmo Social?

Ou será que não existem problemas?

Vivemos hoje num mundo que é marcado pela tecnologia em todas as suas formas, seja ela aquela utilizada rotineiramente de forma simples, como o tablet para ler as notícias da manhã enquanto toma o seu café, ou aquele seu E-Reader que você gosta de ler enquanto vai ao trabalho nas manhãs complicadas de segunda-feira (muitas vezes enfrentando um trânsito difícil, ou então aquela viagem de metrô interminável). Ou mesmo essas tecnologias que vêm surgindo com a proposta de fazer o que nós fazemos, e muitas vezes prometendo fazê-lo de forma melhor e mais rápida. É inegável, a tecnologia nos cerca e já faz parte das nossas vidas de uma forma que torna quase impossível simplesmente “desplugar”.

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Música de Fim de Semana: Sucker Puch!

Björk cantando Army Of Me tema de Sucker Punch!

Bjork

Olá queridos leitores, chegamos novamente a um final de semana, e para celebrar lhes trago novamente uma música que alegrará o seu final de semana.

E essa semana trago aqui uma cantora que respeito muito, embora não goste muito de suas canções, seja pela musicalidade que não me agrada, mas admiro muito o trabalho: Bjork. Ela é muito bonita como podem observar na imagem que abre o post, mas ela também pode ser muito estranha, me da até frio na espinha principalmente com seus clipes sempre muito bizarros e algumas vezes surrealistas, me lembro principalmente do clipe bizarro de Pagan Poetry. Suas canções tem um tom meio sobrenatural na minha opinião, o que combina muito bem com o filme do qual esa canção faz parte.

O filme em questão é Sucker Punch, filme fantástico, que parece muito inspirado no surrealismo, cheio de mensagens subliminares e outras coisas obscuras, mas que trazem um brilho único ao filme. De cinema aliás não entendo muito bem, mas me lembro muito bem do Theo que sempre dava um show de bola nas matérias sobre o tema, saudade de você rapaz.

Bem, mas vamos direto ao que interesa, hora de curtir o final de semana que apenas começou com a trilha sonora de Björk cantando Army Of Me, tema de Sucker Punch!

Arrow – Primeira Temporada

Esse espectador não foi desapontado!

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Quem aí se lembra de Smallville, o seriado que mostrou ao longo de 10 temporadas o início da carreira do Superman, e que aqui no Brasil recebeu o curioso subtítulo “As Aventuras do Superboy” embora em nenhum momento o codinome Superboy é utilizado. Bem, pelo menos não chamaram a série de Pequenópolis…

Então, quem como eu acompanhou tudo viu coisas bacanas e muitas coisas xaropes. No meu caso, achei que o seriado alongou-se por muito tempo que deveria, mudando de foco e estrutura vezes demais. Mas Smallville chegou ao fim e depois de um tempo surgiu aquele que oficialmente seria o seriado que levaria em frente o legado super-heroico: Arrow.

Nas últimas temporadas de Smallville, o Arqueiro Verde tornou-se mais que um mero coadjuvante e muitas vezes era a estrela do episódio. Muito se falou sobre um possível seriado do personagem. De maneira bizarra, quem chegou mais próximo de ganhar um programa solo foi o Aquaman. É, aquele cara que fala com peixes…

Depois de muita boataria, algum tempo depois do fim de Smallville foi confirmado que seria mesmo o Arqueiro Verde o sucessor espiritual das aventuras do Superman (Superboy é o *******). Porém, em pouca coisa lembraria o herói visto na série do azulão. Ainda bem…

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