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Análise | Immortals Fenyx Rising

Disponível para PS4, PS5, Xbox One, Series X|S, Nintendo Switch & PC

Immortals Fenyx Rising é uma divertida surpresa da Ubisoft, ao fazer algo um pouco fora dos atuais padrões da empresa. O título chegou aos consoles e PC em dezembro do ano passado, desenvolvido pela Ubisoft Quebec, o mesmo estúdio e equipe responsável por Assassin’s Creed Odyssey.

Inclusive as semelhanças entre estes dois títulos tem razões, já que a ideia de Immortals surgiu durante o desenvolvimento de Odyssey, aproveitando inclusive a temática da mitologia grega que ambos os jogos compartilham em termos de ambientação. Assassin’s Creed ficou com o realismo histórico da época, enquanto Immortals puxa mais para o lado da fantasia, dos Deuses gregos e monstros mitológicos. Aliás, o projeto inicialmente tinha como nome Gods & Monsters, chegou a ser anunciado assim na E3 2019. Por sinal, nome este que até hoje soa melhor do o que acabou sendo escolhido oficialmente, possivelmente algum problema com alguma licença já existente em algum lugar do mundo.

Arrancando um band-aid óbvio, sim o jogo tem uma clara inspiração nas mecânicas e jogabilidade de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, e não leve isso como uma crítica negativa. Pelo contrário, acho que dado o que a Nintendo conseguiu com este Zelda, seria inevitável que o mesmo não serviria como base para outros títulos que seguiriam tais padrões estabelecidos. Longe de chamar Immortals de clone, pois não é. A fórmula está ali, mas há muito também do DNA da Ubisoft em sua produção, transformando-o em um híbrido incomum, mas nem por isso menos satisfatório.

E considere outra coisa: somente o público do Nintendo Wii U e Switch possuem o privilégio de jogarem Zelda Breath of the Wild, enquanto que Immortals leva essa fórmula a uma audiência muito maior. Isso torna o título deliciosamente bem vindo a plataformas como Xbox, PlayStation e PC.  Sem esquecer que Immortals também está disponível em plataformas menos populares por aqui, como o Amazon Luna e Google Stadia. Acessibilidade é um elemento chave nesse aspecto.

Mundo de pedra

A trama de Immortals Fenyx Rising é bem simples, mas nem por isso desinteressante. Começa quando a criatura mitológica conhecida como Tifão desencadeia uma série de eventos no mundo, transformando os humanos em pedras, fazendo os deuses perderem seus poderes e até mesmo alterando suas formas físicas. Ares, por exemplo, se torna uma galinha. Com isso, Tifão tacou o terror no mundo dos humanos, libertando diversas criaturas e monstros para vagarem por todos os cantos.

Mas eis que um humano sobreviveu ao pedrificamento geralizado. No jogo você escolhe se este personagem é masculino ou feminino. Escolhi jogar com uma personagem feminina, então tratarei a protagonista por este gênero a partir deste ponto, ok? A jovem Fenyx acorda em uma praia qualquer, e descobre que todos se tornaram pedra, inclusive seu irmão, a qual sempre foi um herói para ela. Logo descobrirá que caberá a ela seguir em uma jornada para despertar os Deuses as suas formas originais, assim como receber habilidades dos mesmos deixadas pelo mundo, além de receber suas bênçãos. Por fim, se tornar forte o suficiente para encarar Tifão em seu próprio lar criado no plano terrestre.

A história até aqui soa um tanto comum, é verdade. Entretanto há dois fatores que me encantaram: a representação dos deuses gregos nesta nova versão de uma mitologia que há muito foi explorada no mundo do entretenimento, desde filmes, animações, séries e videogames, mas acima disto, o que mais gostei foi a forma em que a equipe do desenvolvimento encontrou para contar essa história: por meio de dois narradores, Zeus e Prometeu.

A narração destes personagens é fantástica e cria uma narrativa única e singular. Prometeu é o cara que está contando a história primariamente, defendendo o valor de Fenyx, enquanto Zeus é o debochado, sempre criticando pontos da narrativa e fazendo piadas. Talvez o humor seja meio bobo para alguns mais exigentes, mas eu simplesmente amei. Estou sempre com um sorriso no rosto quando ambos estão discutindo em meio ao meu gameplay. Porque sim, a narração acontece a todo o momento, e não apenas em cutscenes. Zeus e Prometeu ficam a todo momento comentando sobre deuses, monstros, locais e situações em tempo real a jogabilidade. Achei isso simplesmente genial.

E veja só, este elemento não esteve presente durante o desenvolvimento normal do jogo. Estes personagens foram inseridos ao longo do ano passado, quando o título sofreu um adiamento, sendo que o mesmo seria lançado originalmente em fevereiro, mas aí a Ubisoft permitiu mais alguns meses de produção para o jogo e um dos resultados desse maior tempo de cuidado foi justamente estes dois narradores. Incrível.

Jornada repleta de (boas) distrações

Quanto adentramos na parte da jogabilidade, Immortals Fenyx Rising segue com uma deliciosa experiência de mundo aberto e exploração. O mundo não está inteiramente aberto, para ser mais exato, pois há alguns pontos inacessíveis que indicam que você não pode escalar ou chegar num primeiro momento, porém são realmente poucos lugares assim. Boa parte do jogo se abre desde o início.

E este mundo se abre com uma tonelada de atividades que podem ser realizadas e exploradas em meio a sua jornada entre pontos de missões principais. Da mesma forma como logo o jogador é apresentado a uma gama imensa de colecionáveis que cumprem diferentes funções. E além disso, a parte do mundo, você logo descobre câmaras que funcionam como importantes desafios que precisarão serem cumpridos.

Mas calma, vamos por parte. Essa experiência inicial também lembra um pouco da ideologia de Zelda Breath of the Wild, quando o mundo se apresenta de uma forma muito livre e muitas coisas para se fazer se destacam. E tal como lá, aqui em Immortals existe uma mecânica chave que limita um pouco as coisas: a barra de fôlego/vigor. Essa barra limita o tempo em que o jogador irá nadar, correr e, principalmente, escalar. Dá para contornar um pouco essa limitação logo no começo? Dá, basta coletar e comer cogumelos azuis.

É uma limitação bacana, que deu muito certo em Zelda, e que também funciona aqui. Dentre outras inspirações diretas, dá para mencionar o comando de levitar pedras, que lembra muito a habilidade magnética de Link, mas com menos funções. Em Immortals, você puxa e carrega estas pedras, usando-as para resolver puzzles e arremessar em inimigos (o dano é bem maior do que seus ataques normais). É possível inclusive pegar a pedra no ar se a mesma for arremessada por um inimigo, evitando assim o ataque e podendo usá-la para contra atacar.

Quanto as atividades de mundo, há diversas. Seja desafios de corrida, escalada e até mesmo planar. Existem quebra-cabeças que precisam ser montados. Pérolas que precisam ser encontradas para montar constelações. Desafios em que é preciso guiar sua flecha por um caminho determinado. Derrotar hordas de monstros para habilitar baús. E muitas salas com campos protetores que precisam ser desligadas com diversos puzzles envolvendo seus interruptores. Desafios estes que recompensam o jogador com um tipo de moeda que lhe permitirá comprar novos movimentos e golpes.

Além disso o jogador pode explorar um mundo riquíssimo com belas estruturas, segredos e diferentes ambientes para se admirar. Há grandes estátuas que precisam ser escaladas para que o jogador sincronize e abra essa parte do mapa, em uma clara referência ao sistema oriundo de Assassin’s Creed. E as câmaras mencionadas mais acima, chamadas de câmaras de tártaro, são desafios bem direcionados a puzzles com interação de interruptores, alavancas e muitos pulos através de diversas estruturas em plataforma. A recompensa por cumprir estas tarefas, a qual algumas são obrigatórias para a história, são raios de Zeus, que aumentam sua barra de vigor após a coleta de certo número.

Ainda existem montarias que podem ser encontradas no mundo aberto, além de frutas, plantas e cogumelos que vão permitir que o jogador prepare poções para usá-las em momento de aberto, para restaurar saúde e vigor, além de dar um booster nos atributos de ataque. E os baús espalhados por diversas partes do jogo, dão diferentes tipos de joias, a qual até isso tem como utilidade aprimorar armas e equipamentos. Não posso, por fim, me esquecer da Ambrosia, um item obrigatório de se coletar, afim de aumentar a barra de saúde. Enfim, é muito difícil não se distrair durante a sua jornada, diante de tantos tesouros e desafios espalhados pelo caminho. E esta é uma distração muito positiva, que entrega aquela imersão que tanto gostamos nos games.

Combate dinâmico

Falando de inimigos e ataques, o sistema de combate é um dos melhores dentre os atuais jogos da Ubisoft. É simples, intuitivo e muito funcional. Fenyx tem uma espada para ataques leves, um machado para ataque pesado e um arco para atirar flechas de longe. Causar dano em inimigos permitem restaurar a barra de vigor, e esta barra é utilizado para usar potentes golpes especiais, dentre uma investida de escudo, uma marretada gigante no chão, um pulo que invoca lanças que saem da terra e outro em que faz sua fenix (a ave mitológica) atacar inimigos. Combos com seus ataques podem atribuir alguns bônus ao jogo, como ataques mais potentes ou até mesmo restaurar parte da barra de saúde ou de vigor, mais isso mediante o uso de certos equipamentos – e daqui a pouco chego a este ponto.

Quanto aos inimigos, todos possuem uma barra de quebra de defesa, ou seja, quando mais você os atacar, mais essa barra se enche, até atordoar o inimigo por completo, deixando-o totalmente indefeso. É uma mecânica muito satisfatória dentro do combate, que instiga o jogador a descobrir os melhores movimentos que fazem essa quebra acontecer mais rapidamente. Para isso o jogo também conta com uma esquiva, se que realizada na hora certo, desacelera o tempo por alguns rápidos segundos, assim como um movimento de parry (investida que barra o ataque inimigo se utilizado na hora certo). Esse parry é bem generoso e pode ser usado em diversas situações. Gosto, por exemplo, quando o parry devolve os projéteis em que certos inimigos podem arremessar.

A ação é bem livre nesse sentido, sem aquele combate pesado ou um contra um que existe em outros gêneros de jogos. Aqui é muito semelhante ao Zelda. Múltiplos inimigos lhe cerca, ficam te atacando sem dó, e cabe ao jogador ser ágil, esquivar ou até mesmo se afasta do tumulto para planejar melhor o que fazer. Fica sem a barra de vigor lhe deixa muito lento para fugir e atacar, ainda que seja possível continuar se esquivando.

Claro que há inimigos mais fortes em certas regiões em detrimento de outros. Inclusive alguns bem grandões que ficam andando pelo mundo. Há uma variedade condizente, por sinal, desde os pequenos guerreiros de Tifão com espada e escudo, para as voadoras Harpias ou Grifos, ou enormes Ciclopes, dentre outros que nem sei o nome, como uma enorme criatura de seis braços com cara de aranha (bem fortinha por sinal), para touros e Minotauros, cachorros de três cabeças (em alusão ao Cérbero), para até mesmo ferozes leões e ursos. E o jogo se esforça para criar situações em que todas estas criaturas vão se misturar e se aliarem para te atacar.

É muito bom que o jogo não fique colocando uma numeração na cabeça desses inimigos, como alguns dos últimos Assassin’s Creed fizeram. Não fica aquela clara explícita de um RPG, ainda que o jogo namore de uma forma bem simples isso. No começo os inimigos tem um design em que o vermelho ressalta sua cor, mas conforme o jogo progride e você claramente fica mais forte, irá encontrar com estes mesmo inimigos em uma variação azul e logo fica claro que são versões mais fortes do que você conheceu inicialmente.

Fiquei de mencionar os equipamentos e estava quase me esquecendo. Bem o jogo divide estes em elmo, armadura de peito e asas. Cada equipamento dá ao jogador diferentes tipos de bônus em jogo, seja relacionado a combate ou para restaurar suas barras ao executar certas ações. Tenho, por exemplo, um peitoral que restaura um ponto de saúde sempre que finalizo um inimigo com um combo. Super útil. Mas há também outro que me dá 40% de dano crítico quando esta mesma barra está completamente cheia.

Um aspecto muito legal do título, todos os equipamentos e armas podem ser aprimorados, ganhando mais atributos bônus ou causando mais dano (no caso das armas), assim como lhe deixar com uma defesa maior (no caso dos equipamentos). Mas esse upgrade tem um aspecto geral, ou seja, melhorou seu peitoral? Isso quer dizer que você aprimorou todos os peitorais que possui, assim como os que ainda nem encontrou. O mesmo vale para as armas. Você aprimora o slot da espada, isso vai valer para todas as espadas do jogo inteiro. Essa é uma sacada excelente, pois não te prende a uma arma ou equipamento específico somente porque o aprimorou além dos demais que encontrar por aí.

Ah, e não gostou do visual de um peitoral ou elmo, mas o atributo dele é realmente o que você quer usar? O jogo te dá a liberdade de equipar estes equipamentos e de poder escolher o visual de outro que possua para ficar apenas como visual estético. E claro, é possível equipar o elmo, mas não deixá-lo visível. Armas também possuem diferentes visuais que podem ser encontradas pelo mundo. É um aspecto bem inteligente em termos de deixar o jogador criar seu visual, sem amarrar isso aos atributos de cada item visual.

Considerações finais

Antes de ir para as considerações finais, acredito que existam outros pontos menores que devo destacar em relação a Immortals Fenyx Rising. Uns bons, outros apenas medianos, mas nada que realmente estrague o impacto que o título entrega. Uma coisa que fiquei muito admirado foi o fato do meu filho pequeno, de 8 anos, ter amado o título. No momento em que estou finalizando esse texto, ele já conta com 15 horas de campanha, ainda muito longe de terminar o título, mas se divertindo muito explorando o mundo e sempre fazendo coisas diferentes nele.

Outros jogos da Ubisoft, como Ghost Recon, Assassin’s Creed e Watch Dogs não são apropriados para sua idade e sequer chamar a sua atenção. Não tanto quanto esse. A minha impressão é que a imersão dele aqui é até maior do que quando o vi jogando Super Mario Odyssey, por exemplo. Em Immortals ele quer explorar cada canto, enquanto que no Super Mario ele só quer chegar até a estrela da missão. Outro grande mérito está no fato da Ubisoft ter localizado o título com uma incrível dublagem em português. É o que sempre digo aqui, dublagem em nosso idioma entrega uma acessibilidade e imersão incrível para o público mais novinho. E tenho certeza que isso foi um dos fatores que fez meu pequeno se dedicar tanto ao título.

Quanto as críticas que possam ser feitas ao jogo, especialmente quando se faz um escopo com um público mais adulto e exigente, posso apontar que muitos puzzles dentro do repertório do jogo tentem a se repetir após um tempo. Empurrar bolas, colocar caixotes em interruptores no chão e coisas assim. Boa parte desse repertório é um tanto óbvio e simples, sem uma margem para inventar ou trapacear demais (algo que Zelda Breath of the Wild faz genialmente e propositalmente). Porém, mesmo com essa impressão, com tantas atividades diferentes, não senti que isso causa alguma ruptura na dinâmica do jogo. Fora que alguns destes puzzles me fizeram parar e pensar por alguns segundos. Nem todos são ruins, apensas são muitos e a qualidade em geral é prejudicada por conta da quantidade.

Também não me impressionei com o sistema de criação do protagonista do jogo. As opções são realmente muito básico, sem a menor complexidade que existem em outros jogos, em particular de grandes RPGs. Você escolhe se o personagem é masculino ou feminino, cores de olhos e cabelos, barba no caso do homem e nada mais que dê alguma diferenciação. Não que isso seja um problema, mas claramente quem curte criar um personagem super detalhado, não vai conseguir ir muito longe. A minha versão da Fenyx seguiu um modelo bem padrão das artes do jogo em si e não me incomodou em nada. Mas se o estúdio estava disposto a entregar tal sistema, talvez o mesmo devesse ter permitido maiores variações de customização. Um mero detalhe para alguns, nem tanto para outros.

Outro ponto que talvez seja importante abordar diz respeito a minha experiência com o título na plataforma a qual utilizei para escrever esta análise: o Xbox Series S. Nesta plataforma o jogo está rodando lindamente, sem nenhum problema com loadings ou com saves. O título salva certos momentos de forma automática, porém também permite que o jogador crie um save manual – bem diferente da minha experiência com Watch Dogs 2, lá em novembro (que agora já foi solucionado diga-se de passagem).

Immortals Fenyx Rising é um jogo que está sendo lançado entre gerações, então imagino que ele rode um pouco menos fluido nos consoles da geração passada, o PS4 e o Xbox One, ao menos com loadings mais demorados. Essa tela inclusive tem cristais que podem ser coletados, mas no Series S nunca vi mais do que um único cristal vindo em minha direção, de tão rápido que esse carregamento é. Texturas, sombra e luz, tudo isso carrega muito antes de perceber que carregou. O resultado é incrível na nova geração. Vale a pena tal experiência. É de fato outro nível de detalhamento para imersão.

Por fim, para finalmente encerrar esta análise, devo dizer que fiquei muito surpresa com este lançamento. A Ubisoft mandou muito bem, lançado um produto muito diferente do que vinha lançando nestes últimos anos. Com uma proposta sim, semelhante a Zelda, mas com um aspecto e carisma muito próprio. É um título que espero mesmo que as pessoas joguem, indiquem a seus amigos e que faça sucesso, porque merece e muito que siga com novas sequências, repensando agora como fazer para a fórmula funcionar em franquia, sem tornar o tema batido demais. Imagino que exista meios de se fazer algo assim. Posso dizer que não me impressionava com um jogo de fantasia da Ubisoft da forma como me aconteceu aqui, talvez desde os jogos de Prince of Persia. Isso talvez sirva para dar a dimensão de quão bem vindo é este lançamento e o quão fora da curva é, em comparação com os demais jogos que a empresa tem lançado ano a ano. Vale (e muito) conferir!

Galeria

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Dando uma nota

Narrativa entre Zeus e Prometeu dá um charme singular a trama, bem criativo o recurso - 10
Mundo aberto repleto de (boas) atividades secundárias para dar longevidade a experiência - 9
Consiso sistema de armas e equipamentos, que combina com a aventura proposta, sem complicar demais - 8.9
Sólido combate, muitas opções para se testar e ótimos golpes especiais - 8.9
Acessível a qualquer idade, divertido para público jovem e muito bem dublado em nosso idioma - 10
Puzzles e alguns desafios repetem certa fórmula após um tempo, talvez cansem alguns jogadores - 7.9
Se inspirar em Breath of the Wild não deve ser um demérito, é justamente o contrário - 8.5

9

Fantástico

Immortal Fenyx Rising empresta sim muita inspiração de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mas não deixe isso lhe contaminar de forma negativa. Afinal, este Zelda é um dos melhores jogos da década. A Ubisoft entrega aqui uma fantasia muito divertida, narrativamente bem humorada, com dublagem em português, super acessível a diferentes audiências e com um mundo rico em detalhes, super divertido de explorar, com toneladas de coisas a se descobrir, bons desafios e um combate digno de títulos de ação e aventura, de forma leve, mas profunda o suficiente para os mais exigentes. É um dos melhores jogos das Ubisoft dos últimos anos.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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