jun 10 2012
Wallpaper do dia: DmC!
Like it or not, it’s still Devil May Cry…
Clique com o botão direito do mouse na resolução desejada e selecione “salvar link como”!
1024×768 | 1280×800 | 1280×1024 | 1440×900
Créditos ao site WallpapersWide.
jun 10 2012
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jun 10 2012
RPG de novo? Só se for em dezembro, durante as minhas férias!
VERGONHA. Foi preciso uma semana sem internet pra me fazer dar um seguimento verdadeiramente decente a The Last Story. A coisa estava feia mesmo e minha falta de compromisso com a história na ilha de Lazullis foi fruto da mais pura preguiça, confesso. Os jogos dessa geração em sua grande maioria terminam tão depressa que 10 horas de jogatina já virou um costume pra mim. Mas quando eu me deparei com 15, 20, 25 horas e contando eu… acabei broxando um pouco.
Sei lá, bateu uma sensação maluca de que por alguma razão eu estava perdendo meu precioso (e pouquíssimo) tempo no meio do processo. E o pior da história é que isso muito provavelmente não vai mudar tão cedo, a correria do dia a dia sufoca tanto que quando eu paro pra jogar alguma coisa tudo tem que ser mais objetivo, mais imediato. Do contrário em algum lugar, em algum cantinho da minha cabeça, algo começa a me dizer “você está fazendo isso errado”.
A verdade é que eu tenho a leve impressão de que estou lutando contra a minha própria natureza toda vez que resolvo pôr minhas mãos num RPG. Os Final Fantasy 8/16 bits da velha Squaresoft por exemplo eu nunca joguei. Na época do Super Nintendo, Donkey Kong, Mario, Top Gear, Bomberman, entre outros já faziam a minha festa de tal forma que eu passei toda aquela geração sem nem saber o significado do termo pra começar.
RPG pra mim só rolou mesmo no PlayStation e atribuo a esse fato a minha birra com RPG’s de visão isométrica que perdura até os dias de hoje. Chrono Cross além de ter sido o meu primeiro contato de forma decente com o gênero, também foi um dos poucos casos onde eu consegui chegar ao fim de uma história sem me sentir cansado (tanto que cofrei o jogo esses dias na PSN para relembrar os velhos tempos).
Depois veio a série Final Fantasy, mas eu só entrei nessa porque não aguentava mais ouvir todo mundo ao meu redor falando do assunto e eu de fora sem ter o que comentar. Comecei pelo VIII onde eu logo enpaquei no segundo CD, o que foi uma pena porque apesar de não ter entendido muito da trama por conta do inglês porco eu curtia demais os personagens. E bem, logo após isso eu flertei com outros famosos, tais como Breath Of Fire IV, Vagrant Story, Alundra, Wild Arms… enfim a lista é enorme e eu não me orgulho dela pois não terminei nenhum.
Mesmo com todo o tempo do mundo eu não tinha o menor compromisso quando o assunto era jogar RPG’s. Morrer trocentas vezes na ultima fase do mundo especial em Donkey Kong 2 era mais prazeroso do que passar de uma dungeon por mais meia boca que ela fosse.
Se bem me lembro tempos depois ainda tentei insistir com Final Fantasy X no PS2 e até que inexplicavelmente cheguei longe, mesmo não entendendo patavinas do enredo, também por conta do inglês porcalhão. Muito embora esse seja um título no qual eu realmente penso que seria uma experiência bacana poder jogar uma segunda vez, tanto é que eu me seguro até hoje pra não ver o final dele (mesmo já sabendo por alto o que acontece) com toda a comodidade que o YouTube oferece. Tenho que ser forte.
E o último foi Final Fantasy XIII, que eu já recomecei umas quinhentas vezes e nunca passo do primeiro tutorial de Paradigm Shift. Mas esse último caso é mais má vontade da minha parte do qualquer outra coisa mesmo. Eu só não coloco também a franquia Zelda no meio dessa história porque tenho um carinho muito especial quando penso nela, pois a conheci por intermédio de um grande amigo, numa época onde tudo o que eu joguei no meu falecido já Nintendo 64 foi ou emprestado ou trocado. E enfim, depois de anos de RPG’s não concluídos eu voltei a me dedicar a um jogo do gênero e mais importante: TERMINÁ-LO.
Ou seja, LEVEL UP pra mim!
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