#PdR – Mais ágil do que uma tartaruga…

…Mais forte do que um rato! Era exatamente o que eu ia dizer.

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(Por adreanekacs)

Provavelmente todas as pessoas, seja em sua infância, adolescência ou vida adulta tiveram ou têm um herói favorito. Há aqueles que prefiram os paladinos da DC, outros gostam mais dos demasiado humanos heróis da Marvel. Não se pode também olvidar dos fãs de heróis orientais, sejam personagens de mangás, animes, tokusatus, live actions, etc. A Literatura tradicional também é ricamente povoada por grandes heróis, assim como filmes e séries. Heróis românticos, dúbios, sombrios, mitológicos e anti-heróis vêm combatendo inimigos assustadores e/ou carismáticos há séculos, em todas as culturas, servindo de inspiração para incontáveis gerações: homens e mulheres que em algum momento sonharam em ter grande força física, poderes especiais, grande inteligência ou armas poderosas para combater o Mal e salvar o mundo.

No entanto, como já dizia uma coadjuvante de uma estória que li, os heróis podem ser divididos entre aqueles que você admira e aqueles com que você se identifica. E a identificação não precisa residir apenas em características psicológicas ou história de vida. Refiro-me aqui aos heróis que nos são identificáveis justamente por possuírem muitas falhas, por não serem mais fortes ou inteligentes do que a média da população, por não serem especialmente corajosos ou bonitos. Uma pessoa tão ordinária que, se você topasse com ela na rua, pensaria “quem é esse mané?”

É sobre um herói assim que esse texto tratará.

Cervantes escreveu Dom Quixote como uma crítica às novelas de cavalaria e, guardadas as devidas proporções, eu criei o Chapolin como o anti-herói latino-americano em resposta ao excesso de super-heróis norte-americanos.

- Roberto Gómez Bolaños Continue Lendo      

#PdR – O livro no Terceiro Milênio

Quem morreu? Quem matou? Quem sucederá?

(Por Gustavo Grangeiro)

Sempre tive um fascínio por sebos, pela quantidade histórica de cultura escondida naqueles corredores escuros, pela facilidade de encontrar coleções completas com preços mais acessíveis, pelas raridades e pelas surpresas que aquelas prateleiras empoeiradas nos reservam. Na minha cidade existe uma coisa curiosa, pois lado a lado encontram-se um sebo e uma loja de tecnologia, a loja vende e aluga games e filmes e também vende vídeo games e gadgets em geral, bem diferente do sebo, parece que temos a Mesopotâmia lado a lado com Tókio. O contraste é gritante, desde o tamanho do edifício, as cores (falta em um, excesso no outro), outdoor, e principalmente pela quantidade de frequentadores, enquanto o sebo sempre está praticamente vazio, a quantidade de pessoas entrando e saindo da loja com sacolas na mão é muito grande. Continue Lendo      

#PdR – Homestuck

Como uma história (aparentemente) simples pode ser tornar um épico!

(Por Miguel José Ferreira Silva)

Melhor começar explicando uma base sobre o que é Homestuck.
Homestuck é uma webcomic publicada no site mspaintadventures.com desde 2009, ela é praticamente inteira em gifs, recebe muitos updates diários e é conhecida como a webcomic mais longa da internet. É muito conhecida e cultuada pela sua Fandom nos EUA, já no Brasil não é tão conhecida, mas está se ganhando cada vez mais fans, tanto é que passando pelo Kodama, um conhecido evento de animes e tal aqui de Brasília, eu vi algumas referencias à série. Se eu tivesse que fazer uma comparação eu compararia com uma mistura de Scott Pilgrim com Earthbound, o que não é nem um pouco preciso, mas dá mais ou menos uma idéia. Continue Lendo      

#PdR – Precisava atirar mais nessa geração?

Parece até a metralhadora do Rambo essa Activision!

(Por Edson Dingee)

Este que vos escreve é fã de carteirinha da franquia Call of Duty desde o jogo Cod – MW2, quando tive o prazer de jogar pela primeira vez essa série. Por este motivo venho compartilhar da minha preocupação com os lançamentos anuais da franquia, explico: Desde o lançamento de CoD – Black Ops eu não vejo uma evolução tão significativa que justifique o lançamento de um novo game a cada ano, mesmo por que o modo Single Player é muito curto, pouco mais de 5 horas de jogo e geralmente possui uma história rasa que serve apenas de pretexto para o tiroteio frenético e muitos headshots (aliás no final é isso que importa!), e isso acaba deixando a tarefa de prolongar a vida útil do game com o modo multiplayer (diga-se de passagem é sensacional, proporcionando horas e mais horas de jogatina em batalhas de tirar o fôlego!), que continua a todo vapor sendo constantemente revigorado com DLCs que incluem novos armamentos ou novos mapas, em algumas ocasiões os DLCs são lançados até mesmo para o modo Single Player, mesmo que em freqüência muito menor.

Analisando esses fatos eu me pergunto, será que não está na hora do pessoal da Activison colocar o pé no freio e repensar alguns aspectos desta franquia? Seria necessário um novo título ainda para essa geração? É necessário lançar um jogo por ano com tão poucas mudanças? COD é uma série consagrada e não precisa de um lançamento anual para ser lembrada e nem muito menos para sustentar o seu posto de n° 1 na categoria FPS. Nos últimos 3 anos, não houve uma melhoria notável nos gráficos (acredito que essa mudança ocorrerá apenas na próxima geração), e na minha opinião colocar uma temática futurista não é suficiente para justificar mais um game da franquia e a aquisição de mais um jogo que todos nós sabemos que não é nada barato.

Acho que o Cod – MW3 poderia ter sido lançado este ano, e fechado com série de ouro a participação da franquia na atual geração de consoles. O lançamento anual dessas franquias já consagradas, acaba prejudicando outros games, que apesar de ter potencial acabam passando despercebidos perto de Blockbusters como CoD e tantos outros.

#PdR – O Ciclo que nunca termina…

Para onde caminha a evolução dos consoles?

(Por GabeKhronos)

O atual ciclo de consoles está se acabando… A era dos Xbox 360, Playstation 3 e Wii está se acabando. O poder tanto gráfico quanto de processamento da atual geração já está mais do que defasado, sendo facilmente ultrapassado por PCs que nem precisam estar muito atualizados. E antes que alguém venha reclamar que os consoles não precisam ser tão poderosos quanto os PCs atuais, lembrem-se de que o X360 e o PS3 mal possuem 512MB de memória ram, sendo que smartphones e tablets possuem, algumas vezes, mais que o dobro disso. Ainda esse ano um desenvolvedor comentou que a próxima geração deveria ter pelo menos 4GB, ou seja, oito vezes mais do que os atuais consoles. Continue Lendo      

The Walking Dead: Episode 1 & Episode 2

Grátis hoje para os assinantes Plus

Eis os jogos que serão dados gratuitamente aos assinantes da PSN Plus nesta terça-feira, o que se tudo der certo acontece já no final da tarde, pois na última semana eram 18h e já estava no ar à atualização. Eu tentei jogar o demo quando saiu na PSN algum tempo atrás, mas não curti, mesmo sendo mais um game da Telltale Games, clássica por ser games episódicos como o “De volta para o Futuro”, Sam & Max entre outros. Sei lá, achei a mecânica meio travada, ao contrário do que os outros jogos que estava jogando no momento. Mas como irei receber os dois episódios gratuitamente, vou acabar dando uma segunda chance e talvez acabe gostando, pois algumas vezes os demos são meio genéricos e não condizem exatamente com o resultado final, espero que este tenha sido o caso. The Walking Dead acabou se tornando um nome famoso e mesmo não acompanhando a serie sei de sua importância para o público e critica.

Quem for assinante Plus de uma conferida e depois deixe sua opinião aqui, tenho certeza de que não serei o único a baixar os 2 episódios hoje a noite.

A necessidade ilusória de uma nova geração…

Novos videogames pra que? Essa geração já deu tudo o que tinha que dar?

É uma questão até simples: precisa que se produza novos aparelhos para se produzir novos e fantásticos games? E quem paga (muito mais) por isso não somos nós? Então por melhores games temos que gastar mais?

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#PdR – Naruto: Uma relação de amor e ódio!

Uma história sobre ninjas e OH WAIT!

(Por Lucas Tillwitz)

Ao contrário de muitos, meu desgosto por Naruto começou após o Arco Pain, mais precisamente durante o Arco da Reunião dos Kages. Foi ali que a mão do japonês se perdeu de vez, me fazendo quase desistir de acompanhar Naruto. O estopim foi ver uma Sakura se acovardando e um Sasuke perdendo de vez a sanidade por um ideal turvo e completamente imbecil. É claro que até chegar neste momento, vários fatores foram acumulando-se.

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