ago 7 2012
#PdR – Mais ágil do que uma tartaruga…
…Mais forte do que um rato! Era exatamente o que eu ia dizer.

(Por adreanekacs)
Provavelmente todas as pessoas, seja em sua infância, adolescência ou vida adulta tiveram ou têm um herói favorito. Há aqueles que prefiram os paladinos da DC, outros gostam mais dos demasiado humanos heróis da Marvel. Não se pode também olvidar dos fãs de heróis orientais, sejam personagens de mangás, animes, tokusatus, live actions, etc. A Literatura tradicional também é ricamente povoada por grandes heróis, assim como filmes e séries. Heróis românticos, dúbios, sombrios, mitológicos e anti-heróis vêm combatendo inimigos assustadores e/ou carismáticos há séculos, em todas as culturas, servindo de inspiração para incontáveis gerações: homens e mulheres que em algum momento sonharam em ter grande força física, poderes especiais, grande inteligência ou armas poderosas para combater o Mal e salvar o mundo.
No entanto, como já dizia uma coadjuvante de uma estória que li, os heróis podem ser divididos entre aqueles que você admira e aqueles com que você se identifica. E a identificação não precisa residir apenas em características psicológicas ou história de vida. Refiro-me aqui aos heróis que nos são identificáveis justamente por possuírem muitas falhas, por não serem mais fortes ou inteligentes do que a média da população, por não serem especialmente corajosos ou bonitos. Uma pessoa tão ordinária que, se você topasse com ela na rua, pensaria “quem é esse mané?”
É sobre um herói assim que esse texto tratará.
Cervantes escreveu Dom Quixote como uma crítica às novelas de cavalaria e, guardadas as devidas proporções, eu criei o Chapolin como o anti-herói latino-americano em resposta ao excesso de super-heróis norte-americanos.
- Roberto Gómez Bolaños Continue Lendo





















