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Call of Duty | Precisava atirar mais nessa geração?

Parece até a metralhadora do Rambo essa Activision!

(Por Edson Dingee)

Este que vos escreve é fã de carteirinha da franquia Call of Duty desde o jogo Cod – MW2, quando tive o prazer de jogar pela primeira vez essa série. Por este motivo venho compartilhar da minha preocupação com os lançamentos anuais da franquia, explico: Desde o lançamento de CoD – Black Ops eu não vejo uma evolução tão significativa que justifique o lançamento de um novo game a cada ano, mesmo por que o modo Single Player é muito curto, pouco mais de 5 horas de jogo e geralmente possui uma história rasa que serve apenas de pretexto para o tiroteio frenético e muitos headshots (aliás no final é isso que importa!), e isso acaba deixando a tarefa de prolongar a vida útil do game com o modo multiplayer (diga-se de passagem é sensacional, proporcionando horas e mais horas de jogatina em batalhas de tirar o fôlego!), que continua a todo vapor sendo constantemente revigorado com DLCs que incluem novos armamentos ou novos mapas, em algumas ocasiões os DLCs são lançados até mesmo para o modo Single Player, mesmo que em freqüência muito menor.

Analisando esses fatos eu me pergunto, será que não está na hora do pessoal da Activison colocar o pé no freio e repensar alguns aspectos desta franquia? Seria necessário um novo título ainda para essa geração? É necessário lançar um jogo por ano com tão poucas mudanças? COD é uma série consagrada e não precisa de um lançamento anual para ser lembrada e nem muito menos para sustentar o seu posto de n° 1 na categoria FPS. Nos últimos 3 anos, não houve uma melhoria notável nos gráficos (acredito que essa mudança ocorrerá apenas na próxima geração), e na minha opinião colocar uma temática futurista não é suficiente para justificar mais um game da franquia e a aquisição de mais um jogo que todos nós sabemos que não é nada barato.

Acho que o Cod – MW3 poderia ter sido lançado este ano, e fechado com série de ouro a participação da franquia na atual geração de consoles. O lançamento anual dessas franquias já consagradas, acaba prejudicando outros games, que apesar de ter potencial acabam passando despercebidos perto de Blockbusters como CoD e tantos outros.

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Rackor

Gamer de fliperamas aos consoles, passando pelo saudoso GB Color e seu Pokémon Yellow. Leitor de mangás, e dou preferência a estes ao invés de animes. Mais recentemente descobri as HQs, e desde então sou fã da trajetória de Geoff Johns em Laterna Verde, entre outros clássicos como Watchmen.
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