Jogando

Na esperança de um novo Baten Kaitos? Talvez nosso desejo se torne realidade!

Ao menos é no que eu gostaria de acreditar depois de ler parte de uma entrevista feita com Yasuyuki Honne, o diretor da série. A Monolith Soft tem feito entrevistas com seus funcionários bem no estilo das Iwata Asks feitas com o pessoal da Nintendo, mas tendo Hirohide Sugiura no lugar de Satoru Iwata. Com o iminente lançamento japonês de Xenoblade, o foco das entrevistas são os responsáveis pelo jogo, entre eles, Honne. Veja o trecho que motivou esse post:

Honne: Fui diretor de arte de Xenosaga Episode 1, que foi também meu primeiro projeto na Monolith Soft. Fui diretor e diretor de arte de Baten Kaitos e Baten Kaitos II. Para o a-ser-lançado-em-breve Xenoblade, fiz as artes conceituais. Além disso, quando pegamos trabalhos de outras companhias relacionados a arte, assumo o papel de diretor. Falando nisso, estou atualmente…

Sugiura: Ah, isso ainda é…

Honne: Estou trabalhando em algo secreto. (risos)

É, eu sei, vago demais para assumir qualquer coisa, mas os fãs da série pedem por uma sequência há tanto tempo! Ela ficou exclusiva do GameCube na geração passada, então os milhares de donos de PlayStation 2 não puderam experimentá-la (até porque o PS2 estava cheio de RPGs de qualidade, então não havia um interesse real por parte deles), o que é uma pena, já que com certeza ela teria mais seguidores.

Sobre os jogos, Eternal Wings, pra mim, é melhor que Origins, que teve o sistema de batalha bem aliviado em relação ao primeiro, já que é, de fato, bem complexo, mas isso é parte da diversão! Depois de dominado, cada batalha é prazeirosamente enfrentada, ainda mais com a incrível soundtrack do jogo tocando ao fundo. Quem jogou sabe, as músicas The True Mirror e Chaotic Dance nunca mais sairão de nossas mentes (fiz upload delas, cliquem nos nomes para baixar). Além disso, a história tem um dos plot twists mais imprevisíveis que já vi. Não digo um dos melhores, mas acho que ninguém imaginou que aquilo aconteceria.

A direção de arte de ambos os jogos também é bastante única. Os inimigos são especialmente inspirados, mas o que mais brilha são os cenários, lindíssimos para o padrão GameCube. De negativo, o aspecto mais criticado desses jogos é a dublagem em inglês (a japonesa tem o padrão de qualidade de sempre), que é mesmo um tanto boba, mas sinceramente, depois de ter lido tanta gente xingando isso, fui jogar e, nossa, como exageram. Pode soar como fanboyismo, mas acreditem se quiser, não é ruim, principalmente a de Origins.

Que mais posso dizer… bom, ambos foram desenvolvidos pela parceria tri-Crescendo (de Valkyrie Profile 1 e 2, Star Ocean 3, Eternal Sonata, etc) e Monolith Soft (da série Xenosaga, de Soma Bringer e até de participação no desenvolvimento de Super Smash Bros. Brawl, entre outras coisas), o que certamente já dá a eles certos status positivo. Já os créditos da excelente trilha sonora vão para Motoi Sakuraba, de séries como Mario Golf, Mario Tennis, Golden Sun, Star Ocean, Valkyrie Profile e Tales of, além de jogos como Eternal Sonata, Super Smash Bros. Melee e Brawl.

Pra finalizar, abaixo as aberturas dos dois jogos. Se quiserem ver gameplay, recorram a isso e isso. Tem também um preview em vídeo de Origins feito pelo site GameTrailers, cliquem aqui para vê-lo.

E então, quem mais ficaria empolgado pelo anúncio de um terceiro Baten Kaitos?

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Dakini

Viciada em RPGs, sejam eles Final Fantasy e Tales of ou Mass Effect e The Elder Scrolls! Fã incondicional de animês e mangás, e ousem criticar meus favoritos sem bons argumentos! Fora isso, podem me chamar de “a dama dos wallpapers”, hahaha.
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