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MAR – Vol. 6 | A volta de Alan, a revanche de Jack, Babbo versão 4 e o que aguarda Alviss!

Bem atrasado, mas vamos lá, da última vez, que conferimos MAR, Dorothy estava prestes a terminar o trabalho e dar a vitória ao time, já que Nanashi fez corpo mole no último instante ev perdeu a luta, vamos ver o que rolou no 6º volume.

Dorothy vs Maira

Quando o volume 5 terminou achei mesmo que a Dorothy iria pegar uma páreo duríssimo, mas foi o total contrário do que eu estava imaginando, a luta foi bem morna no fim das contas e deixou aquele sensação de “já sabia que isso ia acontecer”, a verdade é que estas lutas ainda são um aperitivo para demonstrar um pouco da forcas de cada um, então espero que a coisa comece a esquentar o quanto antes, no mais, gostei do Toto dando um fim no Maira, que estava todo falante e acabou virando almoço do cachorrinho, bem feito pra ele.

Fim da luta e todos foram repousar, gostei do papo do pessoal relembrando os tempos em que Danna estava com eles, só não curti ver a cara dele nas lembranças, tirou todo o meu prazer em achar que ele e o Phamtom tem alguma ligação, agora, já não sei mais, sei lá, pela foto já não parece tanto quanto antes, os cabelos são parecidos, mas nem tanto assim, e se lembramos que o Phamtom já mostrou a cara, perco as esperanças no que poderia ser uma das maiores reviravoltas da trama, enfim, só o tempo vai explicar tudo isso. Achei hilariante a cena da turma bebendo, o Ginta foi impagável, caindo logo após o primeiro gole, mas a cara da Snow falando bobagem e o Ed reclamando foi de matar de rir, também adorei ver o Babbo falando de novo, fazia já um tempinho que ele só fazia transformação e nem abria a boca para nada (e isso porque ele é um dos mais engraçados do elenco), MAR é um dos poucos mangás que me provoca risos gostosos assim no meio da leitura, muito bom. E já no no dia seguinte dando seguimento as lutas, uma surpresa e tanto, volta  Alan e o Ed vai para escanteio mais uma vez, aliás, que falta faz o Alan  de forma permanente no time, a luta relâmpago dele foi a maior prova disso.

Alan vs Alibaba

Nem há muito o que falar desta luta, o Alan entrou, provocou e quebrou o gênio da lâmpada em menos de um minuto, a cena dele só erguendo um dos punho e causando aquela explosão me lembrou o Barba Branca e aquele soco que ele dá no ar e faz distorcer tudo a sua volta, como se não bastasse o veterano ainda deu uma lição no novato, uma rápida aula sobre a sincronia entre o usuário e seu ARM, algo que pesou bastante na luta da Snow, mas eu já chego lá.

Jack vs Pano [A Revanche]

Essa foi a melhor parte (de novo) deste volume, quando li no sumário que o Jack iria ter sua revanche contra a Pano eu já comecei a dar risada antes mesmo de chegar a hora, e por fim não deu outra, apesar de ter se fortalecido com o velho Gaira, Jack não perde o jeito brincalhão de levar uma luta adiante, mesmo quando pretende ser sério. Mais uma vez ele prova que vai usar mais da inteligência do que da força bruta para vencer seus oponentes, como já estava bem claro que ele tinha mais truques com plantas escondidos na manga, só restava mesmo saber o que ele iria armar desta vez, e o final mais uma vez foi hilariante só para variar, o efeito da planta alucinógena além de fazer o inimigo se render ainda deixou o rapaz com fama de galã, sério, eu ri demais com essa luta, grande Jack.

Enquanto isso nos bastidores, a fila de valentões querendo pegar o Ginta na esquina e descer o braço nele sem dó vai aumentando, Gillom que achei que tinha fugido com o rabo entre as pernas depois de encarar o Gargoyle, ainda está querendo revanche, também tem o Ian que sumiu e provavelmente está treinando para voltar ainda mais sinistro (mais sinistro do que nunca foi) e agora apareceu o Galon, peça de xadrez que tem patente de cavaleiro, faz o tipo bobo, mas com certeza esconde algo, apesar do Alviss estar na mira dele, tenho a leve impressão de que o Ginta ainda vai confrontá-lo.

Snow vs Mr. Hook

Pois é falei ali em cima do lance da sincronia entre o ARM e seu dono explicado pelo Alan antes dele ferver o Aliababa e seus tapetes, como sensei Nobuyuki não é bobo, ele tratou de dar mais ênfase a este fato usando a Snow e sua habilidade com neve. Como o campo era uma área vulcânica, a princesa ficou em desvantagem e perdeu a luta, já que seu ARM enfraquecia pelo excesso de calor, fazendo com que ela perdesse as energias ao mesmo tempo. A verdade é que as lutas da Snow são as mais chatas, se ela ficasse só de fundo fazendo piadinha ia ficar bem melhor, ela sempre que vai lutar tem que provar alguma coisa, que está mais forte ou se não está atrapalhando ninguém, enfim, vamos dar uma folga para ela, se não, ai sim ela vai mesmo comecar a atrapalhar de verdade.

Ginta vs Kanocchi

Essa luta também foi um saco, não achei nada interessante, nem mesmo a mais nova habilidade que o Ginta criou e que foi conveniente demais, pois num dia eles adicionaram mais uma pedra mágica e pensaram numa nova habilidade e no outro ela já caiu como uma luva para quebrar a maldição do inimigo, acho que só lendo trocentas histórias e RPG’s para pode pensar em todos esses detalhes, até porque não é só atacando que se ganha uma luta de magia, então até que dá para dar uma desconto (mas que foi chato, foi), estranhei demais a aparência do ARM, achei que iria aparecer uma mulher barbada e tal (sério mesmo), o final foi broxante também, mas nem lembrava que os ARM’s e magia negra estabeleciam condições assim aos seus usuários, no fim ainda estou esperando por um  grande baque em cima do protagonista, está tudo indo muito bem, mas quero ver o circo pegar fogo um pouco também, afinal, não é só de vitórias que vive um herói.

E assim terminou o 6º volume, o Alviss jogou o Ginta pra cima do Kanocchi e agora vai acabar pegando o oponente mais difícil (eu disse o mesmo no MdQ passado sobre a Dorothy e acabei me ferrando), só quero ver, vai ser uma luta e tanto (espero não queimar a língua) e duvido que o Alviss saia vitorioso, o Galon tem cara de ser mais um daqueles vilões que ainda vai figurar por um bom tempo na trama, apesar de nem cara vilão ele ter direito.

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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