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Never Dead e as vantagens e desvantagens de ser um morto vivo! [PS3/X360]

Dragon Ball Z já nos ensinou que para se matar um ser imortal devemos destruí-lo por completo, mais precisamente até o último fio de sua existência. Mas Never Dead da Konami resolveu não seguir tais regras e para matar o protagonista tudo o que os monstrinhos precisam fazer é destruir a sua cabeça, que mesmo fora do corpo ainda cordena muito bem as duas mãos, o suficiente para encher de balas qualquer um que chegue perto antes de você se regenerar. E por falar em balas, o lado shooter do game não me chamou muito a atenção, a primeira vista não tem muita emoção e é tudo muito parecido com o que já vimos por aí. Mas achei bacana a opção de atirar em determinados pontos do cenários destrutivos para atrasar os inimigos. Provavelmente nem todos serão assim, mas ao menos em situações chave a regra deverá ser utilizar tudo o que estiver ao seu redor, inclusive fogo ou eletricidade, como demonstra um dos vídeos de gameplay.

Fora o par de pistolas, ainda temos uma espada para cortar os bichanos e como todo bom game neste estilo, ela deve sofrer upgrades a medida em que se avança no jogo. Uma coisa que parece clara depois desse gameplay é que o protagonista não possui nenhuma habilidade de outro mundo com exceção da sua condição de imortal, pois ele se movimenta como um ser normal e segue dependente somente do seu armamento ou das partes de seu próprio corpo para atacar os inimigos. No mais, acho que não há do que reclamar, parece um game de ação pronto para agradar a maioria. Mas se mesmo assim você nao for com a cara de Never Dead, não tem problema, ele ainda poderá ser facilmente perdoado quando você descobrir que os responsáveis pela trilha do game são nada menos que o pessoal da banda de heavy metal Megadeath. Uma excelente pedida para as horas mais frenéticas de Never Dead, que segue sem data definida para lançamento.

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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