Jogando

A espera terminou!

Aí está o port on rail que faltava no seu PlayStation Move!

O anúncio desse jogo vai para a sessão “dessa eu já sabia”. Quando o Move foi lançado e dúzias de ports dos jogos do Wii começaram a pipocar na plataforma da Sony, ficou claro que uma versão remasterizada dos jogos on rails (sob trilhos) de Resident Evil iam pintar na plataforma mais cedo ou mais tarde. Bom pra quem ficou curioso o bastante para comprar o acessório, mas muito provavelmente nada significativo para a popularidade já não muito alta do Move. O marketing da Sony em cima dele passa longe de ser aquela propaganda massiva que a Microsoft faz com o Kinect e sinceramente não sei o que fez a Sony pensar que o irmão atrasado do Wiimote conseguiria fazer a diferença quando nem mesmo o acessório da BigN era mais uma novidade.

Acho que foi a oferta de unir a diversão, quase um sinônimo quando falamos de jogos por controles de movimento aos gráficos HD foi o carro chefe das expectativas dos executivos da empresa, muito embora isso não tenha ficado claro pra mim. E o pior da história não é isso, enquanto os gráficos continuaram impressionantes, dos títulos não pudemos dizer o mesmo. Fora os ports o único game exclusivo da Sony pensado desde o início para o aparelho e que me chamou a atenção foi Sorcerer e mesmo assim não foi por muito tempo. Bastou apenas uma apresentação na E3 para provar que ali não tinha diversão e sim apenas repetição (mas deve malhar o braço que é uma beleza). Será que um dia Sony consegue dar um sentido maior ao Move ou ele vai para o hall dos acessórios de games não muito bem sucedidos?

Esses dias saiu a notícia de que Ninja Gaiden III ganhou um pacote especial com o acessório. E a divulgação? Tentei achar algo no YouTube e só consegui concluir que é mais fácil achar um vídeo do joguinho tosco de Star Wars para Kinect do que algo recente do  Move. E é assim que a Sony quer vender? Sei não, a geração não terminou ainda, mas a escassez de títulos interessantes e a exploração do acessório pelo caminho mais óbvio parece denunciar que a segunda opção é a mais viável.

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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