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Rurouni Kenshin | Longa vida ao retalhador!

Como dar vida nova a um personagem? Talvez esse filme possa nos ensinar!

Ainda não vi o filme (na verdade não veremos tão cedo) e pouco ando fazendo para saber a quantas anda a produção e divulgação do mesmo lá no Japão. De todos os assuntos que eu costumo acompanhar e que podem gerar um hype absurdo em mim, cinema acaba ficando nas últimas posições. Claro que eu curto pacas ver um filme, ir ao cinema, isso é outra história e agora que assinei o Netflix vou poder ver muita coisa que a minha preguiça e grana curta não me deixaram em anos passados (só para vocês sentirem o drama, eu fui ver o primeiro Piratas do Caribe no domingo). Também estou me esforçando para ir ao cinema mais vezes, ano passado perdi O Homem do Futuro, Tim Tim e em janeiro esqueci que As Aventuras de Agamenon já tinha estreado. Mega FAIL pra mim, e o pior não é nada. Quando finalmente decido ir, nem sei direito o que assistir e acabo por ver A Filha do Mal, que não é um filme ruim, até que empolga (porque medo… nem) por mostrar o clichezão do exorcismo de uma forma mais realista por assim dizer. Tipo A Bruxa de Blair. O único problema é que quando o negócio fica realmente interessante o filme acaba sem mais nem menos. E bem… nem 2 horas de duração ele teve. Broxei total.

Mas independente do meu presente descaso com o cinema, não pude deixar de vir aqui postar depois de ver esse trailer aí em cima. Fui mesmo obrigado a dar um tempo na minha um tanto estressante rotina dessa semana só para dizer que até o dado momento achei tudo o que foi mostrado de Rurouni Kenshin nos telões de muito bom gosto. Oxalá todo anime pudesse receber um tratamento aparentemente maduro e sem sair muito dos trilhos como está sendo feito nesse filme. Considerando deixar de fora algumas exceções que pra mim não dão uma boa dose de realidade (Dragon Ball, cof cof… Naruto, cof cof.. Bleach…), todas as empreitadas das grandes produtoras que insistem em chupar o conteúdo oriental e americanizar a coisa toda deviam mais era investir em quem mais entende do assunto como a Warner está fazendo. Uma pena esse tipo de material continuar nas sombras da internet e não poder ser prestigiado como se deve: numa sala de cinema com pipoca amanteigada e uma boa companhia do lado.

Oh well…

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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