AssistindoJogandoLendoMiscelânea

Nostalgia no Dia das Crianças no Portallos!

Viva a Terra do Nunca!

Com a chegada do Dia das Crianças, nós do Portallos resolvemos, atingindo o ápice da nostalgia, relembrar algumas coisas e situações que marcaram nossas infâncias.

A memória de alguns irá aos poucos sendo irrigada e boas histórias serão lembradas, mas é óbvio que nem tudo será recordado aqui, por isso será divertido a participação de todos neste post e do pessoal nos comentários.

Vamos voltar a vestir aquelas roupinhas dos bichinhos da Parmalat e ver o quão divertido é ser criança novamente.

(Por Senhor Coruja)

Sou da época de Tv Cruj TvColosso, Família Dinossauro, Doug, Beakman, KinderOvo, Hugo (aquele joguinho por telefone), Babuluá, Chiquititas, Blosson, Tazo, VHS, Fita K7.

Desde de bebê eu sempre gostei muito de televisão, era o único meio de me fazer parar de chorar, é claro que não me recordo, mas assistia Rupert, Pequeno Urso, Tintin, Castelo Ra Tim Bum, Ra Tim Bum e tantos outros. Passei a frequentar a escola, na época com 3 anos você entrava no que chamavam de Pré Escola, hoje já não sei como se chama. Ali fiz amizades que até hoje tenho contato, isso mesmo depois de 18 anos.

Os dias eram mais frios e a sempre garoava.

Eu tive a sorte de trocar minha chupeta por um Mega Drive (haha) e o azar de queimar ele em pouco tempo. Tinha muito disso na época, aparelhos queimando, o velho papo de que se jogar demais queima o videogame, o sobro no cartucho, o jogo favorecendo o controle um.

Lembra de Tazos e Tapetazos? Piscinas que a gente montava a noite e quase não dormia pensando em como seria divertido no dia seguinte. E que tal ir visitar o zoológico haha?
Quanta coisa simples que a gente transformava em diversão.

Já levei puxões de orelha por deixar de comer pra ver Bambuluá, não me lembro de muita coisa dessa época. Lembro que corria na saída da escola pra ver Tv Cruj, Super Patos, Tio Patinhas, Tico e TecoA Hora do Recreio, Marsupilami, Pateta e Max.

Eu tive brinquedos que hoje não fariam tanto sucesso. Crocodente, Pega Pirata, Pega Vareta, Vai e Vem. Alguns outros já eram mais funcionais como aqueles Power Rangers que você apertava a fivela do cinto e a cabela entrava no peito e saia a outra já transformada (genial!), um cachorrinho que latia, santava e dava um mortal pra trás (eu chamava de Natasha).

E sempre da pra lembrar dos clássicos Cavaleiros dos Zodíaco, Dragon Ball, Fly – O Pequeno Guerreiro, Shurato, Thundercats, MegaMan, Street Fighter e tantos outros. Existe muito pra se falar aqui, mas vou deixar pro pessoal completar.

Sou uma criança feliz.

Só pra não terminar o texto com tristeza.

“Fly. Fly. Fly. Quer a paz que o inimigo destrói. Fly. Fly. Fly. Um pouco de mago e muito de herói.”

Um dia chegamos ao ponto de precisar recolher nossos legos e colocar no balde, mas isso não nos torna mais rígidos ou adultos, afinal ainda são/somos legos. E peça a peça um dia montamos um dinossauro gigante. =]

(Por Gustavo Grangeiro)

Olá Pessoal, então né, começando meu momento Psicanálise, lembro de quando fui comprar meu primeiro Atari, eu tinha 5 de anos de idade, e tivemos que ir para São Paulo (capital) buscar, pois acho que na minha cidade do interior não tinha, ou era muito caro, sei lá. Algo realmente inesquecível é aquele “cheiro” que senti quando abri a caixa e tirei aquela máquina lá de dentro, isso me acompanha até hoje e toda vez que abro a caixa de algum produto novo e sinto esse cheiro sou remetido a esse celebre momento. Porém, o jogo que acompanhou o console não foi dos melhores, um jogo chamado “Apple & Dolls” (grande decepção), o vendedor havia dito que para minha faixa etária esse jogo era mais viável do que um “Enduro” ou “River Raid”, na verdade acho que esse jogo estava encalhado na prateleira e  ele usou esse artifício da idade para  enganar meus pais.

Mas logo as coisas mudaram, e consegui adquirir jogos mais legais, como os dois já citados acima, o eterno “Pacman” (conhecido na época como “Come-Come”), “H.E.R.O”, e o primeiro jogo com temática medieval, castelos e dragões que eu me lembro, seu nome era “Adventure”. Só que de todos os jogos de Atari, aquele que mais fazia minha cabeça era o “Frostbite”, eu alucinava nesse jogo, passava muitas horas jogando sem poder parar pra comer, beber água, ou fazer xixi. Não posso deixar de citar os revolucionários “Cartuchos de 4 jogos”. Uma informação  que era de conhecimento de todos, era que em caso de algum problema técnico, era só “Assoprar a Fita” (!).

Pude presenciar o advento das revistas de videogames no Brasil, assim que os consoles de 8 Bits começaram a aparecer por aqui, adorava folhear cada “Ação Games” (a revista do Fera!!) e babar em cada lançamento, pois Internet era coisa de ficção.

A minha primeira lembrança de historias em quadrinhos (gibi) é da Turma da Mônica, antes de aprender a ler, eu ficava folheando aquelas páginas e imaginando o que era dito em cada quadrinho, depois que aprendi a ler, passei a colecionar essas historias, principalmente quando chegavam as férias e podia comprar o tão glorioso “Almanacão de Férias da Turma da Mônica”.

Sempre tive muitos brinquedos legais na minha infância, época em que a “Estrela” dominava o mercado, adorava jogar “O Jogo da Vida” e demais jogos de tabuleiro. Mas, de todos os brinquedos, o mais legal era um veículo chamado “Dragão” 16×16 que “enfrentava qualquer obstáculo”. Porém, uma decepção é nunca ter ganho um carrinho de controle remoto 🙁

Gostoso crescer e saber que os videogames também cresceram, e um presente que eu queria nesse dia das crianças, é um novo brinquedinho de adulto, chamado Nintendo WII U, mesmo sabendo que ainda falta um mês para ser lançado. Então, creio que o presente ficará para o Natal!! Pois aprendi que tudo tem seu tempo certo para acontecer, além disso, aprendi que agora sou eu mesmo que preciso comprar os meus presentes!!

Para fechar gostaria de citar uma música do primeiro programa de televisão que me recordo, “A Turma do Balão Mágico”, programa de crianças feito para crianças, onde a pureza e inocência imperavam, além de algumas lições que me acompanham até hoje:

“Nós queremos viver, brincar, deitar e rolar,

Queremos uma festa que dure a noite inteira

E que a vida tenha um pouco mais de brincadeira

Vem cá, meu coração, esqueça já da hora

Me dê a sua mão não vá embora”

Grande abraço a todas as crianças que nasceram nos anos 80!!!

 
(Por Mauri Link)

O Dia das Crianças pode ser um momento de nostalgia para alguns, mas para mim é só mais um dia em que eu celebro os primeiros anos da minha vida, coisa que faço diariamente, bem como as demais fases como adolescência e vida adulta, e farei também com a velhice.

Todavia, é claro que a infância tem aquele gostinho mais especial, e é em momentos como esse que eu fico chateado por não ter uma memória que pudesse guardar realmente tudo o que já aconteceu comigo. Aliás, recentemente fui fuçar em álbuns de fotos antigas e encontrei essa foto abaixo, onde eu, membro honorário secreto do Quarteto Fantástico, enfrento um espectro da Zona Negativa…

Já falei sobre minha infância em 3 posts aqui no Portallos, na coluna “Mauri a 88mph“, então quem acompanha o blog já sabe de alguns momentos marcantes meus. Mas vamos abrir mais uma vez e falar sobre em especial esse 12 de Outubro.

Na minha época, eu só ganhava algum brinquedo em datas especiais como essa. Raramente fugia disso. E teve uma vez em que eu descobri o embrulho que continha meu presente de Dia das Crianças, umas duas semanas antes da data. Morrendo de curiosidade, lá fui eu mexer no pacote, doido para descobrir o que tinha dentro.

Abri o embrulho com todo o cuidado, vi o que era: um carrinho a fricção temático do seriado Duro na Queda. Achei legal e tratei de embrulhar de novo e devolver ao local em que estava. Mas, quando chegou a data, minha mãe percebeu que o que eu havia feito e resolveu me dar um castigo, não me dando o carrinho. Fiquei muito triste naquele dia e nos próximos, até que minha mãe resolveu que eu já havia aprendido a lição e finalmente me deu o presente!

E com o passar dos anos, vieram tantos outros momentos legais nesse Dia das Crianças. Adorava quando ganhava um Transfomers ou um Comandos em Ação pela manhã, e na Sessão da Tarde passava o desenho animado deles. Dois ícones muito fortes da minha infância. Hoje em dia, somente Transformers continua uma paixão forte.

Outras paixões infantis eram seriados, como Àguia de Fogo, Super Máquina, Moto Laser, Trovão Azul, Automan. Outros momentos muito aguardados era quando passavam a reprise dos filmes do Superman ou Guerra nas Estrelas, era praticamente um evento, sempre alvo de comentários na escola.

Eu lia muito HQ da Disney, coisa que hoje já não consigo fazer mais. Mas meu outro gênero preferido, Super-Heróis, esse vingou e está super-forte até hoje. De vez em quando, até um Tex e Zagor rolavam. E olha só, eu adorava completar a arte-final nas revistas, ou ficar horas desenhando minhas próprias histórias.

É muita lembrança para pouco espaço, mas elas virão em posts futuros, na minha coluna ou em especiais como esse. Vamos celebrar!

(Por Pedro Ivo Maximino)

Infância, querida infância. Embora entre em contato com ela praticamente todos os dias (o Buzz Lightyear na prateleira do meu quarto não me deixa mentir), impossível não se deixar levar pela nostalgia quando chega o Dia das Crianças. Aqueles pequenos projetos de gente passeando nas ruas e nos shoppings com seus brinquedos novos, os olhos brilhando de ansiedade trazem imediatamente à memória momentos como esses, tão marcantes na minha vida.

A minha infância foi mais ou menos igual a da maioria das pessoas que nasceu e cresceu na década de noventa. Não brinquei muito na rua, pois sempre morei em cidade grande e o medo da violência não deixava. Mas as idas às casas de amigos e familiares para brincar eram constantes, assim como os dias assistindo Sessão da Tarde (as tardes em que passavam Power Rangers O Filme ou O Gênio do Videogame eram sagradas!), já indicando o futuro cinéfilo no qual me tornaria. Na leitura, creio ter feito a mesma coisa que muitos aqui: muitas HQ’s da Turma da Mônica e Disney, embora hoje as tenha abandonado.

                                                      Meu primeiro videogame!

Os games tiveram uma participação peculiar na minha infância. Embora tenha nascido quase no início da era PlayStation, tive meu primeiro contato com os jogos virtuais com um Master System 3. Aliás, esse foi meu primeiro console! Seguido de um Mega Drive que ganhei no Dia das Crianças de 2003 – sim, eu era muito atrasado. Mas creio que isso tenha sido uma coisa boa. Hoje, a maioria dos meus amigos na minha idade que cresceram jogando PS1 e N64 tem dificuldade em jogar games 2D, encarando-os como jogos “velhos e feios”. Coitados, jamais apreciarão a beleza de um Yoshi’s Island.

As décadas vão passar, a tecnologia vai evoluir, você vai envelhecer. Mas se eu estivesse frente a frente com você e pudesse lhe deixar um conselho, um único conselho, seria esse: não deixe morrer a criança que existe em você. O mundo já é sério demais, cinza demais. Não precisamos de mais gente séria e sem graça, cujos sonhos não vão além do teto. Precisamos de gente que sonhe alto, que enxergue um mundo sem limites assim como as crianças fazem. Não existe nem nunca existiu um ser humano perfeito, mas acredito que esse seja o caminho para nos tornarmos pessoas melhores.

(Por Andreanekacs)

Infância é a fase da vida que todo mundo diz ser a melhor, mas você nunca acredita enquanto é criança e, quando percebe que é verdade, já cresceu. Uma das maiores ironias da vida, não? Não tive uma infância espetacular, mas ela foi divertida na maior parte das vezes. Brincar com os primos na casa do avô, ir para praias e igarapés nas férias, brincar e brigar com os colegas na escola, nada muito diferente. Se bem que algumas das coisas que me marcaram bastante estavam relacionadas com séries e desenhos.

Antes de ter TV a cabo em casa (só a tive a partir de 2007), o ponto alto da semana era o domingo, que passava maratona de séries no SBT. Lembro de “Um maluco no pedaço”,” Dose Dupla”, “Três é demais”,” Coisas que odeio em você”, “Os pesadelos de Molly” e outras, e depois imitar os trejeitos dos personagens. Sem falar, é óbvio, de Chapolin e Chaves, os eternos ícones do SBT.

Lembro também que nos anos 90 estava havendo uma ascensão de desenhos japoneses . Embora nove em cada dez pessoas afirmem que seus animes favoritos são CDZ e DBZ, o meu era Digimon. E essa paixão dura até hoje. E claro que alguns de meus passatempos favoritos era conversar com meus amigos sobre Digimon, brincar de Digimon e inventar estórias sobre Digimon (eu não sabia que o nome disso era fanfiction). Também gostava de Bucky, El Hazard, Fly, Pokémon (leia-se Equipe Rocket) e o que mais passasse naquela época. Era muito divertido, apesar de minha mãe e minha irmã insistentemente implicarem comigo e me disserem para ver “coisas de menina”. O que é nada a ver. É ridículo dizer do que alguém deveria gostar com base no gênero da pessoa, se fosse assim, meninos não poderiam ver Sakura Card Captors, e os da minha sala até imprimiam as cartas Clow para jogarem com elas (e eu jogava com eles). Eu gostava de desenhos norte-americanos também, como Tom & Jerry, Papa-léguas, Piu-piu e Frajola, Donald, A Turma do Pateta e o que mais passasse na TV Cruj.  Tinha desenhos da Globo que eu adorava, sobretudo Caverna do Dragão, que tinha um clima sombrio muito legal. Fato interessante é que eu quase sempre torcia pelos vilões… acho que continuo fazendo isso até hoje.

Bem, para quem ainda for criança (incluindo a gente), feliz dia 12/10. XD

Isso também pode lhe interessar

Senhor Coruja

Adoro cinema e não consigo escolher o filme da minha vida. Me tornei viciado em séries quando conheci Friends, já bem tarde. Leitor esporádico de mangás, hqs e livros. Sou ligado a tecnologia, tal qual Lain. E se existe algo entre Old School e Tempos Atuais, esse sou eu.Tempos Modernos, talvez.
Botão Voltar ao topo

Adblock detectado

Dê uma ajuda ao site simplesmente desabilitando seu Adblock para nosso endereço.