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Dark Souls III | Sopa de Caranguejo na Estrada dos Sacrifícios! (Relato da Área)

Voltei! A jornada por Dark Souls III retorna depois de duas semanas de descanso! Chegou o momento de relatar um pouco do que vi e vivi na Estrada dos Sacrifícios, quarta área jogada na minha jornada pelo mundo das cinzas, em busca dos quatro Lordes das Cinzas!

Conforme avisei na parte três deste diário, agora serei um pouco mais sucinto, já tendo explicado e comentado boa parte das mecânicas e aprendizados básicos do game nos primeiros diários. A Estrada dos Sacrifícios, por exemplo, marca o ponto onde não tive que parar para ficar aprendendo como o mundo de Dark Souls III funciona. Apesar de algumas visitas pontuais a página do Wikia do game só para curiosidade em algumas situações.

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Avancei, batalhei, morri quando deveria morrer, fiquei estupefato com algumas coisa e segui adiante, até o chefe da área e derrotá-lo, para logo encontrar dois caminhos a serem seguidos. Mas me deixe ir por partes, ok? A começar indicando para quem está chegando agora e quiser ler os diários anteriores: os links estão organizados aí embaixo.

Diário da jornada por Dark Souls III

Os muitos ambientes da Estrada dos Sacrifícios!

Nova área, novos desafios. Uma das coisas que mais me chamou a atenção na Estrada dos Sacrifícios foi a diversidade de seus ambientes. Fiquei com a impressão de que é uma área mais linear do que a área anterior, o Assentamento dos Mortos Vivos, mas o ambiente, agora mais florestal, vai mudando conforme o jogador avança.

Não achei ela maior do que as áreas anteriores, porém nem por isso ela não seja interessante. Na verdade é uma área tensa, porque com o ambiente mudando, os inimigos vão mudando e tive que ir me adaptando a estas mudanças até chegar ao final da área.

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Alias havia comentando no diário anterior que iria voltar a usar uma espada de esgrima (perfurante) nessa área, pois os primeiros inimigos da área eram mais fáceis de ser combatidos com uma arma de saque rápido. Porém foi só aí mesmo, contra as tais criaturas aladas. Chegando ao pântano, uma área meio manguezal, voltei para a “pau para toda obra” Claymore, espada que se encontra na área em que o dragão fica cuspindo fogo no castelo de Lothric (vide parte 1 do diário).

Como o tempo de ataque dos inimigos ficou mais lento nessa área, pude voltar a usar a Claymore, que também possui um tempo de resposta demorado. E como eles aparecem em maior quantidade, as vezes reunidos, o balanço horizontal e desajeitado da Claymore funciona bem melhor com múltiplos inimigos.

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Infelizmente como a Claymore tem um status de peso enorme, isso me obrigou eventualmente a não usar o pesado capacete de Catarina, que comecei a usar ao final do Assentamento dos Mortos Vivos em homenagem ao cavaleiro suspiro, que morreu na quest extra por vacilo meu (vide parte 3 do diário). Não lhe esquecerei Sir Suspiro, mesmo que não possa usar seu capacete no momento.

A Estrada dos Sacrifícios é uma área diferente, que requer do jogador adaptação. Há inimigos alados, inimigos carregando troncos pontudos enormes, insetos, zumbis magos e zumbis de escudos e espadas, e até mesmo inimigos que emulam os NPCs briguentos, tal como o espadachim que existe ao lado esquerdo do Santuário de Fogo no início do game. Múltiplos ambientes, múltiplos tipos de inimigos.  Mas o mais legal de tudo são os caranguejos gigantes!

Sopa de siri na fogueira!

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Talvez a principal área da Estrada dos Sacrifícios seja o local onde se encontram os tais caranguejos gigantes. O legal é que como eles não são chefões, mesmo que o jogador mate um, basta ir descansar em uma fogueira para que os caranguejos retornem a área!

Eu levei um bom tempo até conseguir matar o primeiro deles. Sem mencionar o medo inicial de sequer chegar perto de um. Há dois nessa área, e dependendo de onde você arrastar a luta contra um, o outro acaba também entrando na batalha. É preciso tomar cuidado.

Depois que se pega o jeito, acaba sendo fácil derrotar os caranguejos. E mesmo quando se morre algumas vezes, é bem tranquilo reaver as almas. Fiquei apenas atendo para não engatar o confronto no local onde eles ficam descansando, pois aí fica meio complicado pegar a alma embaixo de onde eles estão, sem tomar dano ou morrer sem ter resgatado as almas.

Dá fogueira que fica na colina acima de um destes caranguejos, o atraia mais para a esquerda desse ambiente e batalhe com ele ali. O segredo para derrotar é ter paciência. Gire ao redor dele e espere os momentos de ataque, principalmente aquele momento em que ele para para cuspir um jato de água. Gire sempre no sentido da garra que fica abaixada, pois a garra que ele mantém na vertical, em pé, é a garra mais ágil.

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Um destes caranguejos derruba um anel (este aqui) que melhora técnicas de piromancia, caso você já esteja usado técnicas assim é bem útil. No meu caso, apesar de já ter aprendido um pouco de piromancia, ainda não uso-a com muita frequência. Talvez eu veja isso mais a frente, mas no momento meus novos níveis estão aprimorando o peso de equipamento, destreza e minha energia (stamina). Pois caso contrário estou preso no mesmo tipo de equipamento até o final do game. Meu limite de peso está bem próximo de 65% (com 70% estoura o pulo, e o personagem manda mal nas cambalhotas com isso).

De longe, a área dos caranguejos foi aonde passei a maior parte do tempo na Estrada dos Sacrifícios. Há muitos caminhos e itens para explorar nessa área. E a fogueira no meio de tudo é super útil.

Batalha de chefe, o Sábio de Cristal!

Volto a dizer, parece que Dark Souls III fica mais fácil a cada área destravada. Não tive muitos problemas com o quarto grande chefe do game. Claro que morri por quase uma hora inteira até conseguir derrotar o Sábio de Cristal, mas isso porque quando sua barra de energia está para ser detonada, ele apela pra caramba. Mas nada de suar frio do tipo “nunca conseguirei“.

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O segredo para derrotá-lo é sempre ficar próximo dele. Nada de batalha a longa distância. O mago fica sumindo a todo momento, mas corra e vá para onde ele ressurgir. Quando os clones deles começarem a aparecer, ignore-os, pois quando o mago some, eles somem juntos. Pegue os clones apenas se eles estiverem no seu caminho até o mago. Felizmente a Claymore os derrota com apenas um golpe.

Nessa parte também tive que equipar um escudo que melhorou a minha defesa contra magia, assim o dano dos ataques do sábio quando me atingiam era menor do que o outro escudo que estava empunhando. E mande bala nos frascos de estus. Eu devo ter consumido uns quatro. Fora que o milagre que consegui nos castelos de Lothric continuam funcionando muito bem ao meu estilo de jogo. Me deixa bem menos tenso ter a energia sempre sendo restaurada, ainda que lentamente.

Alias sabe o que me tomou um baita tempo? O caminho antes de se chegar ao chefe. Recheado de mortos vivos. Há muitos dormindo que se acordados pelo vigia ferra tudo. E há os que utilizam magia, tem os que possuem escudos e há uma sala antes da estrada que leva ao chefe que tem um buraco que leva a um poço com um inimigo segurando uma cruz que é uma desgraça para derrotar! Eu cai nesse buraco com mais de 15.000 almas e morri! Putz, foi um suadouro para reaver estas almas, indo pelo mesmo caminho e enfrentando os mesmo inimigos.

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Se isso acontecer contigo, saiba que tem uma entrada pelo manguezal para essa área. Vá por ali! Na hora nem me toquei nisso e fui três ou quatro vezes pelo buraco. O que faz o personagem tomar dano pela queda e o tempo de resposta dele ao primeiro ataque do inimigo com o crucifixo também é comprometido. Mas consegui recuperar as minhas almas e dei uma “farmada” meio que forçada com isso. Subi uns três níveis nessa brincadeira, que também me levou mais de uma hora de jogo.

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O longo caminho até a Catedral das Profundezas!

O que me surpreendeu um pouco foi a grande estrada que existe após derrotar o Sábio de Cristal. Existe um longo caminho até a próxima área, a Catedral das Profundezas. Cheia de itens, mas também repleta de armadilhas e inimigos a espreita.

Aqui há mais inimigos que parecem NPCs, porém que não querem conversar contigo, mas apenas verem suas tripas espalhadas no chão. Há uma espécie de ninja aos topos das escadarias que dá para a catedral que é safado. Ele surge do nada, logo após a fogueira dessa área. Mais há frente há outra área safada, feita para o jogador ficar fulo da vida, com mortos vivos atirando flechas de fogo e cachorros correndo atrás de você. Vá com calma nessa área!

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Ao entrar na área da Catedral, vá para dentro dela e abra a porta! A fogueira está logo ali! Depois disso você pode explorar a área externa da catedral e abrir suas portas com calma. Eu ainda não fiz nada disso, mas ainda que fizesse, isso seria papo para o próximo diário.

Porém antes da Catedral das Profundezas, decidi explorar o Forte de Farron, que fica localizado descendo uma escadaria ali na área dos caranguejos gigantes na Estrada dos Sacrifícios. Essa área também é guardada por dois NPCs apelões. Um eu matei atirando bolas de fogo e facas de cima de uma colina. Não tinha como bater de frente com ele (o que tem uma clava enorme). Já o outro, com uma espada-faca gigante, consegui derrotá-lo com a Claymore, de boa e na primeira tentativa. Na área onde eles ficam, suba a escadaria e ali estará um buraco com uma escada que é a entrada do Forte de Farron e a primeira fogueira da área.

Esta é a área do primeiro dos quatro Lorde das Cinzas que precisam ser vencidos no game. Acabei descobrindo isso vendo sem querer na Wikia do game. Admito que deu um friozinho na barriga saber disso. Mas vamos que vamos! O Forte de Farron é meio assustador. Há lemas que soltam veneno e grandes “troços” pendurados nas árvores. O relato dessa área será a próxima parte deste diário!

Para terminar este relato, acho que já vale dizer que estou no nível  43 e com 22 horas de gameplay. E ainda há muito jogo pela frente! Ao menos olhando a quantidade de áreas que ainda faltam para abrir no game. Sigo bem satisfeito e surpreso com Dark Souls III. Nunca havia jogado Dark Souls antes deste terceiro game e hoje vejo que perdi dois grandes games na geração passada. Certamente tem sido uma experiência bem impressionante e que não esperava encontrar algo assim nos títulos desse primeiro semestre de 2016.

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Mas a jornada ainda não acabou! Há mais por vir!

A seguir…

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E logo depois…

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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