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Minipost | Rebobine em The Disney Afternoon Collection (2)

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Darkwing Duck (1992)

O jogo de Darkwing Duck pode ser considerado uma raridade nos dias de hoje. Primeiro porque ele nunca esteve em muitas plataformas. Originalmente foi lançamento em 1992 para NES e além desse console, o game ganhou um port para o Game Boy em 1993. E só!

O título não saiu em nenhuma outra plataforma, nunca ganhou um remake ou port para futuros consoles. Permaneceu esquecido no tempo até ser resgatado nesta nova coletânea de clássicas da Capcom. Sensacional, não?

Sinceramente não tenho memória de jogar Darkwing Duck nos meus tempos de criança. Adorava o desenho (não tanto quanto adorava DuckTales), mas acho que nem sabia que existia um game na época.Testando-o agora, o título segue algumas bases dos outros games que estão nessa coleção, como a possibilidade de escolher a fase por onde começar a aventura.

Todo game dessa fase parece ter uma pegada própria. DuckTales tem a bengala, Tico e Teco tem o cooperativo local para dois jogadores e suas mecânicas de pegar objetos, TaleSpin é um game de avião e Darkwing Duck é um game de agarrar. DW se engancha em qualquer plataforma, o que permite uma certa mobilidade de escalada interessante.

No geral o título lembra muito as mecânicas dos games de Mega Man dessa época noventista. DW atira nos inimigos, pula em plataformas e os chefes de fases podem oferecer um desafio bem interessante.

É um ótimo título para tirar do limbo do esquecimento, sem dúvida alguma.

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Museu

Voltando a mencionar os extras de The Disney Afternoon Collection; melhor do que a galeria de Soundtrack dos antigos games é o Museu de artes e história de bastidores desses seis games que compõe a coleção.

A galeria contém artes e storyboards originais da época de produção desses títulos. O mais legal é a galeria apresenta explicações, contextualizando os jogadores a respeito de como estes títulos foram produzidos no passado.

Apesar dos games, por serem antigos e estarem representando a fidelidade da época (são ports que respeito até mesmo seus bugs e defeitos), a parte de extras, nesse museu, apresentam os textos todos em português. Um toque que certamente faz uma diferença ao público brasileiro. Parabéns a Capcom por ter tido esse cuidado.

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Rebobinando e TaleSpin (1991)

Eu sei que o vídeo é uma tortura de se assistir, mas o fiz justamente para apresentar um recurso bacana que se faz presente em todos os título da coleção: o poder de rebobinar o game em tempo real!

Basta segurar o LB (no caso do Xbox One) que o game começa a rebobinar qualquer um dos games, impedindo que o jogador cometa certas falhas que o faça perder vida ou até mesmo dar Game Over.

E há um motivo para esse recurso existir nesse tipo de coleção. Os games antigos eram feitos para torturar os jogadores. Era feitos para impedir que o jogador os terminassem rapidamente, afinal era curtinhos devido as limitações de espaço da época. Então eles eram difíceis, em um nível infernal as vezes.

Pegue o exemplo desse chefe de TaleSpin (não é o primeiro, esse deve ser o terceiro ou o quarto). Eu nunca joguei esse game quando criança, mas não me vejo conseguindo matar esse maldito chefe sem poder rebobinar. Há algum padrão de ataque que não consegui pegar. Talvez depois de enfrentá-lo umas 50 vezes conseguisse perceber… porque meio que era assim que os jogos antigos funcionavam.

Muita gente lembra com carinho de certos clássicos, e em especial de suas primeiras fases. Isso porque era muito raro jogar estes games e passar muito tempo em suas fases finais. Normalmente os jogos prendiam os jogadores em suas primeiras fases, tornando os finais do game um evento digno de celebração.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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