mar 3 2012
Quando eu achei que finalmente daria um tempo, eles me puxam de volta!

Eu achei que fosse chorar, me emocionar de verdade, mas nem… Assassin’s Creed Revelations veio só para dizer que no fim das contas o Ezio foi só mais uma peça na caçada pelas respostas que o Desmond ainda precisa recolher. Mas nem tudo foi tão broxante assim, ao menos justiça foi feita ao Altair que nunca esteve tão incrível antes na história. Só não falo mais nada sobre isso porque ainda quero escrever a quarta parte do meu repentino diário sobre a franquia e só ainda não o fiz porque esse calor de matar que está fazendo por aqui acaba literalmente com todas as minhas energias.
Quanto à Assassin’s Creed III, confesso que não estava muito animado à princípio. Foi tanto jogo saindo ano após ano que eu estava apenas esperando um deslize feio pra desanimar de vez, o sentimento pode ser outro para muitos, mas pra mim Revelations pareceu uma sequência já cansada, eu não consegui sentir o mesmo brilho daquela Florença agitada, cheia de vilões, personagens apaixonantes e coisa e tal. Em Revelations, o Ezio não deixou de conhecer novas figuras, mas elas nem de longe fizeram frente aos personagens que ainda gostaria de ver se desenvolvendo. E a cidade da Constantinopla? Bem, inesperadamente ela continuou chata, exatamente como no primeiro jogo.
No fim das contas eu acabei sentindo o Ezio mais solitário do que bem acompanhado, foi quase a mesma sensação que tive com o primeiro Assassin’s Creed e agora ela parece que vai se repetir. Na mais recente edição da Game Informer sobre o assunto, a primeira coisa que você deve saber é que o nome do novo assassino é Connor, ele é fruto de uma mistura de índio com inglês e sim, ele vai ser tão solitário quanto um dia foi o lendário Altair.
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By K o n S a m a • Universo Gamer • • Tags: Assassin's Creed, Assassin's Creed III, Game Informer, PC, PlayStation 3, Ubisoft, Xbox 360