Tem tanta coisa nas bancas que você nem sabe por onde começar?
Eu acompanho Disney há mais de uma década. Sei de cor e salteado quais os títulos atuais, qual a periodicidade e qual o foco e propósito de cada um. Mas imagino que o leitor novato deve se sentir confuso e perdido no mar de lançamentos atuais. Por isso resolvi fazer um Checklist um pouco diferente esse mês.
Quem entender melhor como funcionam as publicações nacionais? Como as revistas se diferem, qual o público-alvo de cada uma, qual o preço, periodicidade e títulos atuais? Por onde começar? O que vale colecionar? E para ler regularmente ou casualmente? Tudo após o continue…
Não restam mais dúvidas de que essa palavra resume o novo Tomb Raider!
Eu (Deus e o mundo) já sabia que a Lara tinha sido rebootada, mas sem uma demonstração mais clara de tudo isso eu continuava sem saber o que esperar de verdade. A primeira demonstração do jogo que rolou na E3 do ano passado dentro da conferência da Microsoft foi bem elucidativa, mas ela foi a única e depois de passar tanto tempo esperando mais novidades que nunca chegavam ela acabou perdendo qualquer efeito sobre mim, ainda que eu a visse novamente.
O que a Crystal Dynamics mostrou nessa E3 de 2012 foi muito mais chamativo sem dúvida alguma e deixou claro que o tom é de reinvenção em todos os sentidos. Mesmo eu que nunca fui lá grande fã da série fico de boca aberta em ver essa Lara Croft tão desconfiada, tão desamparada, inocente por diversas vezes. Porque mesmo não tendo jogado a fundo nenhum game da série, qualquer um que se preze um gamer sabe da fama de mulher destemida, um ser quase indomável que é essa personagem.
Mas o mais incrível dessa história toda é sentir empatia por ela sem nem sequer ter jogado nada relacionado a esse novo título. Quando eu olho pra ela e as suas reações eu inevitavelmente me coloco no lugar dela, como por exemplo pensar no que eu faria na cena em que ela mata um animal com um enorme pesar na consciência pra ter o que comer.
A exploração é outro aspecto que tá muito foda, eu não consigo saber se o novo Tomb Raider é um jogo de mundo aberto, linear ou uma mescla dos dois. É muito provável que a resposta seja a última, seguindo até o exemplo do novo Hitman que vai fazer o mesmo com muita classe. Acho que o segundo sentimento inevitável a despertar em mim vendo essa demo é a vontade de ignorar o roteiro todo por alguns minutos e explorar essa floresta, ver o que esses animais fazem, o quão lindo deve ser esse rio correndo ladeira abaixo. Aproveitar essa arte toda.
E por fim, o velho espírito de aventureira que é a marca maior da série. Se a Lara nunca se enfiou em lugares tão podres como o que é mostrado na demo então obviamente esse aspecto também foi reinventado. Aliás um lado do meu cérebro diz que eu sinto uma dó tremenda de ver a Lara nesse estado deplorável, toda suja e machucada desse jeito. Mas enquanto isso o outro, um pouco mais malvado e até meio non sense diz que eu vou comprar esse jogo só pra ver isso.
E bem… depois de constatar pelas cutcenes que a Crystal Dynamics sabe como atiçar a imaginação de um rapaz (mas eu vou ficar só na imaginação mesmo) eu vou ter que concordar com ambas as partes.
Mas… isso é um outro assunto. Pra quem quiser ver mais pedaços da demo apresentada na E3 desse ano é só clicar no continue lendo ou dar uma olhada nesse link da demo na íntegra só que comentado. O que tira um pouco da graça em ouvir o que se passa do ambiente e a voz da Lara nas mais diferentes situações.
A pé o Sonic levaria bem menos tempo, mas tudo bem. O jogo continua divertido!
Eu já me conformei com o fato de que não vou pegar nem metade das referências aos vários personagens da Sega nesse jogo, mas e daí? As pistas continuam lindas e o drift que é a maior graça do jogo continua lá, mas o mais foda da história toda é que esse vídeo da demo na E3 me fez lembrar o saudoso Diddy Kong Racing com esse carro multi tarefa do ouriço.
Assim como no próximo jogo de corrida do Sonic, o jogo da Nintendo tinha 3 tipos de veículo e eu me lembro bem do quanto eu detestava as pistas que te obrigavam a usar aquela bóia tosca e totalmente incontrolável. Acho que o único momento de nostalgia que me faz lembrar dela no meio de tanta coisa mais divertida deve ser aquela fase onde você bate um racha com o mala do Octopus. Mesmo hoje, depois de tanto tempo sem jogar aquilo eu com certeza pastaria bonito até chegar em primeiro lugar sem ser pego por alguma bolha, explosivo, ou simplesmente ficar preso naquelas toras malditas.
Já os aviões eram bem mais empolgantes, eles não faziam esses barrel rolls que o Sonic vai poder fazer nesse jogo, mas como a dinâmica estava toda nas pistas e no turbo era impossível se cansar deles. Lembro com saudades da corrida contra o Smokey Dragon, tinha tanta armadilha naquela corrida que eu tive de perder muito até decorar todo o trajeto. Dava raiva, mas mal sabia eu que era exatamente essa a graça do jogo.
As últimas pistas também eram uma boa dose pra cabeça, mas nem isso me impediu de correr com o reloginho depois do jogo já ter sido salvo só pra registrar os melhores tempos. E as musiquinhas então?
Oh tempo bom que não volta mais.
Ops… no fim o post nem foi tanto pra falar do novo Sonic & All Stars Racing Transformed (um verdadeiro palavrão), mas é isso aí mesmo. Já que a RARE ao lado da Microsoft não consegue ser um décimo do que foi ao lado da Nintendo, o jeito é apostar as fichas nessa sequência descaradamente chupada da BigN que a Sega fez e que mesmo assim consegue ser extremamente divertida.
Então vamos lá Sega.
Eu quero pistas ensolaradas, pistas noturnas, pistas no deserto também caem bem e não se esqueçam das pistas com neve, neve não pode faltar. E coloquem um chefão final bem FDP que também tá valendo. Tudo pra reviver o gostinho de um jogo clássico em outro é pouco. Melhor que isso só mesmo uma volta do original mesmo.
Seria o excesso de cutcenes o mais novo vilão do survival horror?
Teve uma dúzia de vídeos captados na E3 sobre Resident Evil 6 circulando pela rede nessa ultima semana que passou. Depois da extrema exposição que Assassin’s Creed III sofreu durante as conferências da Ubisoft, Sony e até um pouquinho na da Nintendo acho que no quesito “nesse ritmo vocês vão acabar mostrando o jogo todo antes da hora” ele abocanha pelo menos o segundo lugar.
Mas enfim, queria só destacar esse aí de cima que andei vendo hoje. De todos os que pude conferir até então acredito que essa parte seja a que mais se aproxima dos jogos antigos, mas não totalmente. Essa cena do campus teve uma boa dose de suspense, o que já deixa claro que um modo co-op não vai estragar as expectativas dos fãs mais xiitas. O único porém ao meu ver é que o excesso de cutcenes parece atrapalhar o fator surpresa, aquilo que realmente te provoca um susto num jogo da série.
Com exceção da cena em que a menina aparece do nada no corredor, todas as seguintes vieram acompanhadas de uma aparentemente cena não jogável, mesmo que por poucos segundos. Posso estar perfeitamente errado, mas na base do achismo (meu único meio no momento) a impressão que tive foi de algo um tanto previsível.
Acho que se as aparições súbitas dos zumbis acontecessem no in-game mesmo seria algo mais bacana, mais imersivo e teríamos mais momentos que de fato lembrassem porque essa franquia não muito anos antes já nos fez borrar as calças (sim, aos 08;50 de novo, porque isso foi realmente inesquecível pra mim). E Não, isso não é a famosa birra do tipo “mais uma vez esse jogo vai decepcionar”, eu apenas acho que manter quase 10 minutos de suspense pra depois meter uma cutcene no meio afim de inserir o terror no jogo é uma bela maneira de quebrar a tensão que você está sentindo naquele exato momento.
Mas isso foi só uma impressão minha e um vídeo apenas é muito pouco para uma conclusão. Estou longe de julgar o produto final apenas com isso e espero que boa parte do gameplay nos reserve mais surpresas de verdade no que foca o terror. Tornar a trama mais cinematográfica foi uma grata surpresa, mas na minha opinião é preciso dosar as coisas, do contrário o survivor horror vai ficar só no nome de novo.
No mais, gostei do dinamismo na movimentação, até o cara que estava testando os controles parece ter ficado surpreso em ver o Leon deslizando pra escapar dos zumbis. E também achei engraçado ele tropeçar nos corpos já caídos, achei esses detalhes na física muito bem vindos.
E enfim, quando eu cofrar Dragon’s Dogma vou ter uma idéia melhor de como esse jogo está ficando com a demo que vem inclusa. Mas até lá, só caçando mais vídeos inéditos da E3 mesmo pra saber o que esperar.
… tirei um tempinho pra ler mangás! Nacionais, I mean. Cavaleiros do Zodíaco #5 em que agora finalmente apareceram os cavaleiros de prata! Shaka também teve seu tempinho de glória e, enfim… tô gostando bastante, sabe, gente. Nunca tinha lido, pra quem não sabe. Mas esse volume li voando, né. Demorei mais foi lendo Dragon Ball #1 no excelente trabalho da Panini! Esse é outro que a história eu conhecia porque ao menos o animê eu vi (CDZ não, apenas passagens…), mas o mangá não tinha lido. E caramba, o mestre Toriyama é realmente mestre. Tanto Dr. Slump quanto DB são geniais! Pena que depois disso, mais nada né.
Mas enfim. Ah, e quanto a Sly, também nunca joguei. Mas uma hora pego a HD Collection pra PS3 e resolvo isso, com certeza. Clique com o botão direito do mouse na resolução desejada e selecione “salvar link como”!
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