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Claymore | Teresa do Sorriso Aparente! Apareceu pouco, mas deixou saudade… [Personagens que Nós Amamos]

Sempre tem um personagem que fica sendo “o personagem” de uma história. Os principais geralmente são deixados de lado por um momento, quando o público foca suas atenções somente naquele secundário que é simplesmente sensacional!

E é para isso que imaginei essa coluna, sabe? Homenagear essas personagens que fazem o conceito de uma série, filme, animação e que são totalmente irresistíveis! Por isso, toda semana, espero lembrar de mais um e colocá-lo nessa nossa “galeria”. Claro, evidente, óbvio, que suas sugestões são mega bem vindas! Aliás, são necessárias!

Apresentações feitas, podemos seguir com um pequeno perfil de Teresa do Sorriso Aparente, que apareceu pouco (demais) e já faz parte da galeria pessoal de quem já leu Claymore (pelo menos acho que sim – já que nunca conheci alguém que não gostasse da Clare!).

Ela também pode ser chamada de Teresa do Sorriso Enigmático, para aqueles que são mais fiéis ao mangá… Mas, seja onde for, Teresa é uma personagem encantadora: tão forte e tão tranquila em suas batalhas que beira um pouco a ser uma personagem canastrona – daquele tipo invencível e que salva o dia, sempre com tranquilidade e pouco suor…

Embora tenha aprecio em alguns poucos episódios (ou capítulos/ volumes), a personagem foi um gancho principal na história de Clarymore. Sem Teresa, não existiria a Clare que conhecemos, nem mesmo Priscila (a despertada), as desconfianças quanto à organização entre outras coisas.

Se você não leu Claymore, pare por aqui! E, após o Continue Lendo:  os motivos pelo qual Teresa do Sorriso Aparente deve estar na nossa galeria de personagens que amamos! (e pode conter spoilers).


Primeiro encontro entre Teresa e Clare

Mantendo a tradição dos personagens super poderosos, Teresa era solitária, matava à sangue frio, perfeitamente equilibrada e não sentia medo ou mesmo demonstrava algum sentimento: apenas o sorriso raso, com o qual eliminava qualquer adversário – fosse ele Youma ou outra Claymore (quando necessário)…

Após conhecer Clare, Teresa se transformou aos poucos: com a teimosia daquela garota que não conseguia falar de tão traumatizada que estava, a personagem foi criando afeição, retomando alguns sentimentos humanos e, finalmente, achou um outro rumo na vida além de matar para a organização.

Se você é daqueles que procuram uma garota fofinha ou estranhamente doida e “volumosa” como Ikki Tousen, por exemplo, esqueça! Claymore não foca em “atributos” desse modo, inclusive, o corpo parece nojento o suficiente para um grupo de sanguinários criminosos rejeitar…

Mas, voltando: Teresa foi uma das personagens a criar problema com a organização, eliminando um humano (um só ou vários?), ferindo a principal regra, e desertando de vez, para “criar” aquela adorável e amáel criança. Quando assistimos ou lemos Claymore a primeira vez, é impossível não torcer pela personagem: seja quando ela é caçada pelas outras da Organização ou quando enfrente Youmas…

O final da personagem, eu considero meio chulo: ela desiste de matar (e assim se proteger) a Claymore que seria a razão de viver da então pequena Clare: Priscila. Além disso, passa a confiar em palavras e assim foi enganada por Priscila e, literalmente, perdeu a cabeça.

Mas, perdoando o lenga lenga das lições de moral de sempre (embora ver a cabeça decepada da personagem sendo carregada por uma criança não entre na listas de coisas mais amáveis e comuns), Teresa é uma personagem perfeita – do que jeito que foi escrita, para ser forte, implacável, não só inteligente, mas, sábia também. Os traços dela não são lá apaixonantes, já que não se enquadra exatamente nos modelos de mulher que se considera “bonita”. Contudo, não é disso que estou falando afinal…

Estou falando daquele tipo de personagem que aparece pouco, mas, que marca toda um a história e deixa saudade (mesmo que, com o continuar da série, encontremos outros ainda mais fortes e tão apaixonantes como). E esse é o mérito de Teresa do Sorriso Aparente: a gente aceitaria até fillers para vivenciar um pouco mais de sua história… ou um filme (dedicado a ela, quando ainda tinha o cabelão negro, antes de entrar para a Organização)… Bom, não custa nada desejar, né?

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Pedro Duarte

Jornalista apaixonado por todas as coisas que existem. Deve ser isso! Não há nada de novo que não demonstre interesse imediato em conhecer: ler, assistir, escutar, experimentar. Tentando viver um pouquinho de tudo por dia e passar a experiência aos nossos leitores!
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