Dia do Jogo Justo – Fase II: A difícil tarefa de criar um mercado de games no Brasil! – Eu Fui!

Como já dizia o tributarista e advogado da ACI Games, Marcos Chien. Acordar cedo num dia de sábado não é mole não, mas como a causa era mais do que justa, eu e meu amigo Alex nos encontramos na Fecomércio em São Paulo para colocar a conversa em dia sem as limitações da internet e conferir o evento organizado por Moacyr Alvez Jr. e demais afiliados à causa. Quer saber o que de importante rolou por lá? Então sigam-me os bons, logo após o continue.

No dia em que todos os membros do Portallos puderem se reunir para uma confraternização provavelmente será o fim do mundo. Porém alguns velhos malucos, discípulos de Nostradamus pensaram que isso ia acontecer ontem em pleno dia de sábado, mas como compareceram somente dois membros ao encontro, o fim da nossa terrinha foi adiado. Portanto relaxem.

Voltando ao que interessa, conheci o Alex e a esposa dele, um casal gamer muito bonito diga-se de passagem, algo raro de se ver pelas bandas onde moro. Ás 08:00hs o espaço para um cafézinho foi liberado e como sai de casa apressado com medo de perder a hora não poupei o pão de queijo. Não demorou muito e lá estava o Moacyr chegando e cumprimentando os mais conhecidos. É um cara realmente carismático e que sabe bem da importância dos blogs, sites e revistas de games ali presentes.

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Para enfeitar um pouco o lugar, haviam várias caixinhas muito bonitas de PES 2011, Castlevania: Lords Of Shadow, Fallout: New Vegas e os cartazes com toda a programação do evento, que até contou com a presença de um pessoal da ESPN Brasil, estavam espalhadas pelo lugar. Chegamos até a dar entrevistas, mas toda vez que me lembro da minha brilhante performance frente às câmeras desejo do fundo do meu coração que tenham me editado por completo da matéria.

E para quem não notou, o alien magrelo de preto sou eu e como sempre ainda não aprendi a tirar os óculos antes de bater uma foto. Ah, e como o flash me adora…

Jogo Justo – Fase II: O que vem por aí?

Terminada a boquinha livre, tivemos início às apresentações dos membros da ACI Games e um rápido retrospecto mostrando como foi o crescimento do projeto Jogo Justo desde a sua criação. Além de um considerável aumento no número de vendas em relação à edição anterior do evento, tambem impressiona um pouco ver como a ACI Games está bem articulada com representantes de governo da Espanha, Canadá e Coréia.

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Daí partimos para os planos que o projeto seguirá daqui para frente. A velha idéia de simplesmente baixar os preços dos jogos tomou dimensões ainda maiores do que pensávamos. Já não se trata mais de somente ter jogos a preços justos, mas sim de levantar uma indústria adormecida no país que precisa acordar e mostrar o seu potencial, algo que as nossas leis retrógradas não permitem. Alem de levar os números que representam as vendas e a vontade desse mercado crescer para esfregar na cara dos nossos governantes, a ACI Games também quer somar forças com instituições de ensino para formar profissionais aqui no nosso país oferecendo cursos gratuitos, legalizar lojistas que queiram se afiliar à causa, acionar tanto o Ministério da Justiça quanto a Receita Federal, trazendo-os para o projeto e muitas coisas mais. Pelo jeito, não deve soar clichê se eu disser que somente da união de todos é que mostraremos força frente ao governo.

Impostos e muito bom humor com Marcos Chien

Antes de falarmos sobre impostos com Marcos Chien, um sujeito de aparência séria, mas que sabe como divertir, Moacyr interrompeu um pouquinho para nos atualizar sobre o que acontecia, dizendo que a cada 02 segundos um game era vendido enquanto o evento mal havia começado. Com a palestra seguindo adiante, não me surpreendi com nada do que foi dito. Tudo apenas reforçou ainda mais a minha revolta por saber que tanto consoles quanto games continuam sendo comparados a máquinas de caça-níquel e jogos de azar. Uma lei de décadas atrás foi criada para desestimular a compra desses materiais e hoje os games é que sofrem com taxações absurdas que fazem você pagar mais imposto do que o produto em si.

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Pior mesmo é constatarmos que vídeogames (mais caros) e computadores (mais baratos) não estão tão longe assim um do outro. Ambos processam dados, recebem mídias de armazenamento, possuem milhões de circuitos trabalhando e por ai vai, mas por obra de uma lei mal aplicada ambos os produtos, que são tão parecidos, acabam se tornando bem diferentes para o nosso bolso.

DEJUS, o órgão que pode acabar com a festa de quem quer denegrir a imagem do vídeogame no Brasil

Logo após isso, os representantes do Ministério da Justiça tomaram a palavra, mas antes veio o Moacyr de novo, desta vez nos dizendo que Marvel Vs Capcom 3 já havia se esgotado, algumas lágrimas rolaram naquele instante, pois mesmo sem um tustão furado eu estava interessado no jogo. Terminada minha tristeza, seguimos com a demonstração de como a classificação indicativa pode ajudar e muito os games no país. Numa apresentação descontraida, onde reinaram absolutas as piadinhas de Mortal Kombat, descobrimos que ela pode proteger a integridade e a boa fama do material quando jornalistas “muito bem gabaritados” resolvem falar sobre vídeogames em portais de notícia ou pior… na TV.

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A classificação seria a mesma que é vista na televisão e ajudaria muito a discenir produto pirata de produto original, bem como servir de orientação para os pais que hoje não tem uma devida verificação de faixa etária presente na embalagem dos jogos, já que na maioria das vezes eles são importados. Nos EUA temos a ESRB, na Europa temos a PEGI, no Japão temos a CERO, enquanto aqui no Brasil teriamos a DEJUS cuidando disso. Uma coisa que eu não sabia é que há algum tempo foi aberta uma votação online sobre os termos que deveriam ser utilizados para jogos. Não só porque queriam a opinião do povo, mas porque os termos antigos já haviam caído em desuso há muito tempo, “cartucho” era um deles. Ainda foi dito que a votação nesse quesito foi a que mais recebeu votos.

E o melhor da festa passou voando, a sessão de debates

A manhã passou como um relâmpago e quando menos percebemos já estávamos finalizando a primeira parte do evento, com o Moacyr agradecendo a presença de todos e ressaltando que somente a união com lojistas, produtoras de games e afiliados não é o suficiente. É preciso que os jornalistas também se unam à causa, e deixou abertas as portas da sede do Jogo Justo a quem quiser acompanhar o trabalho que está sendo feito. E nesse ponto da conversa, eu realmente senti mais firmeza para acreditar nesse projeto, que não está nas mãos de somente empresários visando puro lucro, mas de homens que carregam o espírito jovem dentro de si e querem muito mudar essa situação. Só quem estava lá sabe como foi bom participar de algo tão descontraído e ao mesmo tempo tão sério.

E assim chegamos então à sessão de debates, infelizmente eu não tinha nenhuma pergunta na ponta da língua para fazer, então só observei bem como os outros veículos de comunicação agiriam. O Moacyr chegou a pedir que não perguntassem somente sobre o mercado, mas que dirigissemos as perguntas também aos membros do Ministério da Justiça e lojistas ali presentes, mas o tempo foi tão escasso que nem houve oportunidade para todas as questões serem debatidas. Nosso amigo Alex inclusive foi o último a perguntar, mas teve sua questão respondida pela metade, pois a essa altura do campeonato o tempo já era curto. Durante a tarde também ocorreram mais palestras, mas não ficamos para vê-las, o ideal seria que o tempo para os debates fosse maior, mas talvez a disponibilidade dos presentes na bancada não fosse das melhores naquele dia.

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Entre perguntas e algumas observações importantes, vale destacar a seguinte questão: o que raios Nintendo, Microsoft e Sony estão fazendo no meio dessa história toda? Segundo Moacyr, todas as empresas da trindade toda poderosa foram convidadas a conhecer e se afiliarem ao projeto. Duas delas fizeram um belo sinal de OK, com dedinho de “joinha” e tudo, mas nenhuma entrou de cabeça pela causa ainda. “Todas elas preferem esperar para ver no que vai dar”, disse ele, ressaltando que independente disso a ACI Games continuará suas ações.

A bancada também foi questionada sobre os fundos da associação e o porque deles não serem divulgados ao público, algo que deve mudar a medida em que o site da ACI Games for crescendo. Felipe Neto também virou pauta da discussão, exatamente pelo seu vídeo de protesto do Preço Justo. A ACI Games não estuda nenhuma parceria com o vlogger, mas diz que se ele obtiver sucesso em suas ações com certeza será apoiado, desde que lave a boquinha com muito sabão antes disso, né?

Concluindo

O Jogo Justo cresceu muito de lá pra cá e eu vou me repetir mais uma vez dizendo que o foco agora é ainda maior do que era antes. Não se trata somente de pagar mais barato pelo próximo lançamento, mas de criar profissionais para trabalhar em nosso país, fazer com que as grandes do entretenimento eletrônico se sintam a vontade e saibam o que estão perdendo ao não investirem num mercado que só tende a crescer, alertar os órgãos competentes sobre como é importante preservar a idéia de que os games não incitam violência alguma e de que a violência na verdade está no ser humano, mostrar aos nossos governantes que queremos sim pagar pelo produto original, mas por culpa deles não podemos, e por que não fazer dos games também uma cultura na República das Bananas.

É uma tarefa árdua e extremamente ambiciosa que ainda vai levar muito tempo para gerar frutos. Em 1 ou 2 anos teremos algo? Difícil saber, só para realizar os dois eventos do Dia do Jogo Justo já foi um desgaste enorme e não se sabe se haverá um terceiro tão cedo, segundo palavras do próprio Moacyr. Muitos, ávidos por mudanças, provavelmente não entenderão, dirão que o projeto perdeu o foco, que a ACI Games está lucrando com isso e aquilo e que os lojistas não estão abrindo mão de nada ao venderem jogos sem impostos. Mas se analisarmos bem e pararmos para pensar: quando foi que uma mobilização dessas já aconteceu aqui? Quando alguém resolveu chamar uma responsabilidade dessas pra si antes? Ninguém, ninguém realmente influente apareceu para levantar uma bandeira por essa causa e depois de tudo o que o projeto conquistou o mínimo que podemos fazer é apoiar com o que pudermos e esperar por mudanças, que não acontecem da noite para o dia e muitas vezes exigem uma enorme paciência.

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O caso do Brasil é um daqueles bem complicados e que vai exigir muito disso. Você quer apressar as coisas? Quer resultados o quanto antes? Então ajude o Jogo Justo, faça barulho comprando sem impostos nas lojas, não fique ai parado só colocando defeito nas coisas. Faça a sua parte e quem sabe quando menos esperarmos algo não tenha mudado? O pouco que temos hoje, pode ser muito amanhã, sem falar que o mundo ainda não acabou (e a equipe ainda não se reuniu fora da rede), creio que ainda temos tempo para fazer a diferença.

2º Dia do Jogo Justo na Internet: Deu certo?

Claro que num post sobre mais um dia do Jogo Justo não poderia faltar os relatos de quem acompanhou a comoção por jogos mais baratos pela internet. Por isso enquanto enxugávamos as lágrimas pelos estoques estarem se esvaziando a passos largos, nosso chefe estava de plantão no PC, navegando pela web, procurando por bons preços de clique em clique. Vejamos se ele obteve sucesso em seu segundo dia do evento.

Por T_thiago

Ao contrário do Alex e do Kon não pude comparecer em São Paulo para ver as agitações do Jogo Justo por lá. Acabei testemunhando um pouco do evento pela internet, assim como foi com o 1º Dia do JJ em Janeiro. Na internet, tudo se resumia a consertar o mico que foi no evento anterior. Felizmente pelo que pude ver, os organizadores e lojas responsáveis pelo JJ se sairam muito melhor desta vez.

Em Janeiro, só havia basicamente uma loja participando das vendas online, o Walmart.com. O resultado disso foi meio catastrófico, o site não deu conta, passando horas e horas fora do ar e o estoque dos três títulos em ocasião que celebrava a data não durou poucos minutos. Frustou uma porrada de gamers, afinal, não tinham tantas lojas físicas participando do Jogo Justo na ocasião e nem tantos estados quanto foi desta vez (vocês viram todas as cidades e estados participantes? Foi um número que me impressionou).

Nesta nova rodada o número de lojas físicas e online aumentou consideravelmente. Posso dizer que conheci algumas lojas online de games que nem sabia que existiam. E o número de lojas famosas aumentou. A Saraiva.com afiliou-se ao programa oficialmente, o Ponto Frio.com desta vez participou no dia certo (e não fazendo saldão de queima de estoque como fez perto do Natal) e o Walmart.com desta vez não ficou fora do ar por nenhum minuto sequer. Até mesmo a Datishop.com pareceu uma excelente opção de compra dentro do que havia para se escolher quando as coisas começaram a acabar (só não curti o frete deles, quase todo mundo das lojas grandes estavam com frete grátis).

As lojinhas menores, que possuiam lojas virtuais, foram a salvação de muitos gamers, ao longo do sábado. Era de se esperar que os melhores games da lista oficial não iriam durar muito mesmo. CoD Black Ops, Fallout New Vegas e Marvel vs Capcom 3 foram os primeiros a sumirem das lojas online logo após o inicio oficial das vendas as 10h da manhã de sábado. Mesmo assim, pesquisando em muitas destas lojas virtuais pequenas afiliadas ao programa, ainda se conseguia estes games.

Achei meio exagerado os organizadores mencionarem que o Dia do Jogo Justo iria durar 3 dias, porque ao meio-dia, já não tinha muita opções de compras da lista oficial nas lojas online. Tudo estava meio esgotado. O estoque dos games deveria ter sido dividido e liberado em três remessas, uma para cada um destes dias e não queimado tudo no sábado. Me pergunto se nem mesmo os idealizadores do projeto imaginaram que iriam vender quase tudo logo no primeiro dia…

Vale mencionar que outras lojas que ainda não se afiliaram oficialmente ao Jogo Justo aproveitaram o final de semana dos gamers para colocar os mesmos jogos (e alguns outros) no mesmo preço que o Jogo Justo estava oferecendo. Submarino.com, Americanas.com e Shoptime.com foram as principais que se “aproveitaram” da data para vender o que tinham em estoque da lista oficial do JJ. Existe um lado bom e um lado ruim nisso, o bom é porque o dia careceu mesmo de mais oferta, porque a demanda era grande. Bom porque quem ficou com medo de não conseguir comprar oficialmente, correu nas lojas que tinham o game, independente de ser “oficial” ou não do evento. Ruim porque todas estas lojas poderiam muito bem ter se afiliado ao programa, vendido e fornecido os numeros de vendas dos games à ACIGAMES para que tais dados sirvam para fortalecer o programa. Ficam de charme que não querem se aliar, mas quando rolam as vendas, inventam um plágio de “jogo justo”? Me parece muita sacanagem. O Moacyr disse numa entrevista na Uol algumas semanas atrás sobre a questão da falta de união, e são momentos como este que você vê a falta disso e de quem acaba se aproveitando da comoção (o que do lado do gamer, isso acaba sendo algo positivo). Isso tudo mostra ao menos o real interesse do mercado, lojas querem vender, gamers querem comprar, só falta o preço dos games por aqui serem realmente mais justos. É preciso acabar com essa cara de pau do governo e dos impostos encarecendo esse segmento do mercado.

Na galera do twitter também rolou bastante desinformação, mostrando que talvez o Jogo Justo devesse ter deixado um “organizador” online, dizendo quais eram lojas online participantes, onde esgotou certo título ou ainda qual jogo ainda dava para achar. Também me assustei com gente dizendo ao longo de todo o dia: “putz, esqueci que hoje era o dia do JJ”. Quer dizer, você toma conhecimento da data, conhece a lista oficial, acha bacana os preços, mas não consegue aparecer no dia certo pra participar do evento? Sei lá, eu acho estranho. Ao menos os comentários de gente indignada e frustada por não ter conseguido um game foi consideravelmente menor do que no primeiro dia. E foi bem mais calmo este segundo dia de Jogo Justo, o que não sei dizer se é algo positivo ou negativo.

Devido a um compromisso particular tive que sair sábado de manhã e cheguei em casa às 11h, uma hora depois da venda oficial online. Estava meio sem esperança de encontrar games a venda online ainda, mas basicamente achei as ofertas que queria, no caso Naruto Storm 2. Se tivesse Marvel vs Capcom 3 do X360 na lista oficial, provavelmente teria ficado a ver navios, pois o do PS3 não durou até as 11h. Naruto já foi tenso, pois fui olhar primeiro na Walmart e no Ponto Frio e estavam esgotados. Aí lembrei da Saraiva, que felizmente ainda tinha e, com um cupom de desconto (que se acha facilmente no Orkut), acabou me custando só R$ 84. Ótimo Preço.

Para finalizar, o 2º Dia do Jogo Justo foi bem melhor organizado online. Teve suas ofertas, teve lojas de fora se aproveitando da data, teve bastante games e opções para todo mundo. A lista oficial podia ser melhor? Podia, mas ainda assim não foram títulos de se jogar fora. O Wii se saiu muito melhor do que no primeiro dia do JJ, desta vez com títulos de verdade a venda. O PS3 parece que foi o favorito da ocasião, muitas lojas com muitos games fora da lista oficial em promoção. Já no X360, achei sacanagem a desatenção dada. Sem Marvel vs Capcom 3, e outros games que estava em promoção do PS3, não tiveram a mesma oportunidade no Xisboca em algumas lojas (AC: Brothehood dava para encontrar a R$ 99, mas só para o PS3, NFS: Hot Pursuit idem). Parece que é realmente difícil equilibrar todas as plataformas nestes eventos, mas as lojas online deveriam se esforçar mais. Vi bastante gamers do Xisboca reclamando no twitter, assim como no primeiro dia o pessoal do Wii hurrou de ódio pelo título disponibilizado (PES 2011). E apesar de tudo, ainda achei que havia gente demais perdida, sem saber onde comprar, quais games estavam participando, e esquecendo da data, o que mostra a falta que faz um porta-voz na internet para direcionar todo mundo que optou pelo apoio online ao Jogo Justo.

2º Dia do Jogo Justo? Muito melhor que o primeiro, mas pode melhorar ainda mais. E apesar dos organizadores comentarem que não pensam em um 3º Dia do Jogo Justo, eu torço para que ocorra. Mas uma dica, este deveria ser um evento de 6 meses. Façam dois ao ano apenas. Janeiro e Julho (sim, achei meio cedo fazerem em Maio). Seriam os meses ideais. Mas espero que eles resolvam continuar fazendo esse evento, pois manter o mercado de originais interessante aos gamers prova para os empresários que existe interesse contínuo dos que apoiam o projeto, além dos dados de vendas servirem de ajuda para provar para o Governo que existe mercado, e que todo mundo quer vê-lo funcionando como se deve.

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53 Comentários

  1. Vou falar em tópicos para ser mais rápido:

    1) Sinceramente acho que começam a perder o foco se estão falando em estimular cursos gratuitos (alguém paga… e quem se beneficia?), formação de profissionais, etc. Questão deveria ser apenas o imposto por enquanto.

    2) Trazer a Receita Federal para que? Espero que não seja para apertar a fiscalização na importação de jogos, e assim “forçar” a compra no mercado nacional (com ou sem imposto justo).

    3) Não gosto da idéia de um órgão ( tal do DEJUS) para classificação dos jogos. Em primeiro lugar, será um órgão do governo (como parece ser) ou não (como é a ERSB)? Não temos cultura nem infraestrutura para classificação de jogos. Isto também não altera em NADA na pirataria, não entendi o “link” dessas coisas.

    4) “A bancada também foi questionada sobre os fundos da associação e o porque deles não serem divulgados ao público”… não vejo nada demais em receberem por esse trabalho, agora acho que deveria ter transparência. Já ouvi eles dizendo que não ganham nada, que a maior vitória seria como gamer, etc… fica chato, contraditório. Quando fizeram essa pergunta (alguém MUITO corajoso por sinal, que deveria ser parabenizado) aposto que o pessoal se ajeitou na cadeira 😛

    Por enquanto eu imito Nintendo, Sony e Nintendo… digo OK, faço sinal de joinha, mas aguardo para ver no que vai dar.

    1. 1 – Se consegue-se mostrar que o mercado como um todo de games é muito mais que algumas crianças que querem jogar seus joguinhos o projeto fica muito mais encorpado, ganha maior visibilidade e faz o governo ver que o alterar a tributação sobre os importados é um primeiro passo para desenvolver toda a indústria de games no país, trazendo produtoras para cá, formando desenvoldedores, etc. Eu acho que isso dá muito mais visibilidade ao projeto por parte do governo.

      2 – A receita é o órgão que fiscaliza e tributa os games, é meio que óbvio que sua participação é importante, por via de regra tudo que entra no país deveria ser tributado, não é unicamente por falta de pessoas para esse trabalho. Isso de aumentar a fiscalização nem se eles quisessem viu.

      3 – Classificação é obrigatório no país e acho que de qualquer produto é regulamentado pelo governo, e sinceramente não vejo isso muito como um grande problema. Isso é muito mais uma classificação indicativa para os pais. A verdade é que crianças de 8 anos querem jogar jogos comoo CS, Mortal Kombat, etc e se revoltam se falam que esses jogos não é para eles, mas é fato que não é para eles mesmo. Apesar que jogava jogos assim quando tinha essa idade.

      4 – Também acho que essa questão de que se os envolvidos ganham com o projeto tinha que ser esclarecida. Eu sou da opinião que se estão trabalhando e empregando seu tempo nisso deveria ganhar mesmo, mas isso tem que ficar claro para o público.

      Eu acho que as 3 grandes são as maiores interessadas nisso tudo e deveriam apoiar mais abertamente o projeto. Principalmente Sony e Microsoft que já estão oficialmente no país e raclamam abertamente da tributação imensa no país. Se reclamam ajudem em tentar mudar isso ué.

      1. 1- Mas até onde eu sei, não era este a linha de raciocínio do projeto. A idéia era mostrar que os impostos são abusivos, e que se o Governo diminui-se um pouco, ainda assim ele acabaria lucrando mais pela quantidade, pois significaria mais vendas “oficiais”. É uma lógica simples e interessante, e não precisa ficar tentando vender mentiras (que temos vários grandes designers, vários centros de excelência, etc).

        3- Eu não abordei a questão sobre o ponto de vista legal, e sim sob o ponto de vista prático. Remédios precisam ser testados e aprovados no País, e não são raros os casos onde por exemplo, os Países da União Européia proíbem a venda, e aqui no Brasil continua sendo permitido por não terem terminados os testes. Essa mania do Brasil se achar importante atrapalha… veja outro exemplo, a imposição de um novo padrão de tomadas.

        Uma criança / adolescente de classe média para cima (que são os jogadores de videogames) no Brasil não é muito diferente de uma criança / adolescente dos EUA. Temos ZILHOES de outros problemas mais urgentes, e gastar tempo e dinheiro classificando jogo de videogame (ainda mais em um país que começa a engatinhar no assunto) é desnecessário. E denovo, ERSB não é controlado pelo Governo, como será aqui?

        (*)E quem garante que elas (Sony, M$ e Nintendo) não trabalham para isso? O Jogo Justo não é a única alternativa, assim como o PreçoJusto também não é. Posso apoiar a causa, sem apoiar estes dois movimentos por exemplo.

        1.  NInguem vai ficar classificando jogos… os jogos já são classificados muito antes de seu lançamento, porém a intenção deste grupo, imagino, é destacar essa classificação. Todo mundo sabe que Mortal Kombat tem classificação de 18 anos, mas pegue uma caixa do jogo e tente identificar essa informação (ter têm, mas é bem apagada).

          1. Errado Shin, não é isto o que fazem atualmente, e nem o que pretendem fazer. Aqui eles classificam efetivamente o produto, e não apenas “traduzem” ou “destacam”. 

        2.  A linha de raciocínio se ampliou e de uma forma que é benéfica para o projeto. Eles não afirmam que aqui é um centro de excelência em games, nem que temos designers nem nada disso. O projeto diz que temos potencial para isso, que basta ser devidamente explorado. Somos a 8ª economia no mundo, estamos entre os 10 mais populosos, potencial tem e de sobra, falta nossos governantes enxergarem esse mercado. O projeto justo está aí para tentar fazer com que eles abram os olhos. E uma forma para isso é mostrar todo o potencial que o Brasil desperdiça nessa área. A questão da tributação e um dos problemas apenas, e querer se focar apenas nesse aspecto as chances de o governo dar a devida atenção são bem menores do que com um projeto muito mais abrangente e estruturado.

          Você falar que o jogador de videogame no Brasil são crianças e adolescentes de classe média é exatamente a mesma visão que os governantes tem e que o jogo justo quer mudar. O mercado não é esse, mesmo com esses impostos abusivos a quantidade de adultos jogando é imensa, se somamos com pirataria é maior ainda e pode ser muito maior.

      1. Não vou te explicar em termos técnicos, mas digamos que a Receita Federal apenas APLICA e COBRA os impostos, quem determina se o mesmo incide, qual será o percentual, enfim estabelece as “regras”, não é ela. 🙂

        Pode ser uma estratégia trazer a Receita para o lado do projeto, mas a última palavra NUNCA será dela. Ou seja, você pode ter a Receita do seu lado e o projeto fracassar, ou não ter a Receita do seu lado e o projeto ser bem sucedido.

        1. Olha o que você falou não procede… provavelmente isto foi tirado de uma aula de direito constitucional, onde tudo é lindo e perfeito, mas na prática é bem diferente.
          Hoje quem manda e desmanda na tributação do país é a Receita Federal, basta editar uma medida provisória que tudo estará resolvido, não precisa de toda a enrolação de um projeto de lei que deve ser votado pelos senadores e deputados, e ainda aprovado por nossa “querida” presidenta… Quem não vai entrar em termos técnicos agora sou eu, eu trabalho com isso, e sei o que estou dizendo.

          1. O Shin está certo, tanto a Previdencia Social quanto a Receita Federal tem poder para criar Instruções Normativas que as vezes valem muito mais do que a lei (não na teoria, mas na pratica mesmo). Receita Federal pode sim dizer que vai reduzir o imposto em um determinado setor, sem precisar de um projeto de lei para tal. Existe sim a autonomia para este órgão nesse sentido. Sem mencionar que a Receita Federal pode pressionar/apressar o Congresso no sentido de criar uma medida provisória ou até mesmo uma lei com base numa instrução normativa que ela criou.

          2. Então uma pergunta para vocês, quem confere o poder para a Receita Federal editar estas instruções normativas? 🙂 Ah sim, é disto que estou falando.

            Pode ser que tenham mudado, mas o foco do projeto não era puxar o saco da Receita para mudar uma IN e assim, temporariamente e provisoriamente ter uma situação melhor, mas sim o caso de se pensar em uma nova lei que desse tratamento adequado aos jogos eletrônico.

            Tanto a discussão era toda voltada para o Legislativo, que divulgavam políticos envolvidos, projetos de leis sendo elaborados…

            Por fim, o próprio texto de vocês se refere a discussão quanto as LEIS: “Tudo apenas reforçou ainda mais a minha revolta por saber que tanto consoles quanto games continuam sendo comparados a máquinas de caça-níquel e jogos de azar”.

            OBS: Shin, Receita Federal não edita medida provisória…

          3. Andre em que sentido vc quer dizer “confere poder”? Porque a Receita Federal (a central, aquela da União), tem poder próprio pra legislar sobre determinados assuntos. Ela não pode mudar algo permanente, mas tem poder para mexer sim na forma como ela tributa certas categorias, tanto é que muitos percentuais de impostos vem de tabelas da receita e não expressas em lei (são raras as leis que dizem expressamente o percentual, devido a defasagem de tempo que existe nesse tipo de sistema). Ela tem poder, ela não precisa ir no congresso e pedir autorização a todo momento. Salvo as exceções e proprias imposições da lei e seus regulamentos.

            Não entendi o que vc quer dizer. Acho que trabalhar com a Receita da União para convencer congressistas que é importante legislar e regulamentar melhor sobre o mercado de games é uma excelente ideia. Pois lembre-se que balancetes que o congresso analisa para ver leis economicas do páis, também vem da receita.

            Sim, seria legal uma lei propria pros games? seria, mas os tramites do processo podem levar decadas, enquanto a receita por encurtar isso para poucos anos. Não vejo a desvantagem que vc está enxergando.

            Acho que a ideia é dar passos, um de cada vez. Não se começa uma corrida pela linha de chegada.

          4. O que eu estou dizendo é que a RF só tem essa autonomia, pois conferiram a ela, e da mesma forma pode ser que daqui a um ano não tenha mais.

            Eu não acho que é ruim o apoio da Receita, só me preocupa a forma como isso será realizado, se for apertando as importações eu acho ruim.

            Brasileiro adora resolver um problema e criar outro.

          5. Vc está pensando na Receita na importação de games que os gamers fazem. Não é nesse sentido que o jogo Justo está querendo com ela. O Moacyr já disse que o que se discute com a receita são os impostos aplicado aos empresários que querem trazem os games para serem vendidos no brasil. Não está se discutindo aquele imposto de importação de 60% que vc ou eu pagamos as vezes para trazer jogos importados…. a discussão é outra. No site do jogo justo deve ter a tabela de impsotos das empresas (que demonstra porque o game encarece), é isso que está se discutindo com a receita atraves do jogo justo.

          6.  Sim Thiago, esta é a minha preocupação, afrouxarem um pouco para os grandes empresários, e em contrapartida prometerem apertar todo o restante. Se a medida for isolada tudo bem, perfeito.

          7. Mas aí vc está procurando problema onde não existe. Hoje em dia o Jogo Justo não discute apertar pra esse lado. nunca se mencionou algo assim. Entendo a sua preocupação, mas não dá pra acusar ou instigar medo nos que apoiam o projeto, com base num medo de que as importações individuais se compliquem.

            Aí é terrorismo virtual. XD

            É não querer o bem de uma coisa, temendo que faz mal a alguma outra coisa. Não dá pra se preocupar com o efeito borboleta em certas situações, se queremos que elas mudem. Se tem tanto medo de mudanças aqui no Brasil que é por isso que vivemos nessa merda. Os governantes tão medo de melhorar a nação com medo de que acabem piorando tudo.

          8. Não pude responder embaixo então vai aqui. Eu não disse que eles fazem isso, apenas disse que é algo que me preocupa, e enquanto não for transparente o acordo realizado, é algo que eu preciso considerar antes de apoiar totalmente o projeto.

            Não se trata de terrorismo, apenas precaução. É uma análise mais abrangente do problema. Quem pensa de outra forma, adota a primeira atitude e depois pensa nas consequências, é uma opção diferente mas também válida.
            Classificar uma postura ou uma opinião como terrorismo virtual é tentar diminuir um posicionamento igualmente válido, fora que abre espaço para este lado contrário dizer por exemplo que, também por este motivo que brasileiro vive na merda, que tem uma visão pequena dos assuntos, se preocupa com o próprio umbigo, é facilmente enganado, e depois sequer percebe o que aconteceu. Afinal os jogadores comemoram a saída da Gradiente no Brasil lembra?Como falei antes, eu apoio a causa, mas não o projeto. A quantidade de gente que questiona demonstra que não estou sozinho, embora eventualmente os questionamentos ou preocupações sejam outros. Se der certo, se não for criar outro problema, estarei lá para agradecer e parabenizar. O que não faço no momento é apoiar algo que para mim é muito cinzento.

          9.  Por tudo o que você falou o que me parece é você teme que o sucesso do projeto atrapalhe você a importar jogos, ou seja, você teme que hoje, pelo fato de faltar mão de obra para fiscalizar tudo que entra no país você consegue importar seus jogos sem pagar os 60% de imposto. E que caso o projeto tenha sucesso, você teme que para fomentar as vendas nacionais a fiscalização das importações se aperte e você não consiga mais comprar jogos sem pagar imposto, é isso mesmo???

          10. Quem edita medida provisória é a presidenta, mas a intenção sempre parte de seus ministros, ou seja, basta o ministro da fazenda querer. Como eu disse, a prática é bem diferente da teoria, não vou me prolongar, não vale a pena, nem agrega nada ao post.

    2. Bem, os outros tópicoas já foram bem explorados então…
      4) Segundo o que foi dito pelo Moacyr tudo o que a ACI Games recebe ainda não foi posto no papel publicamente pelo fato da associação ainda ser muito pequena. Eles tem mais gente querendo se afiliar ao projeto e a medida em que forem fazendo isso vão incrementar o site da associação com essas informações, isso inclui os fundos.
      Acho que essa pergunta eles realmente não esperavam, mas reconheceram que tornar isso público é um dever deles e que será feito. Só resta aguardar.

      1.  Se existe esta intenção é um bom sinal. Da mesma forma, eles também foram corajosos em responder a pergunta e reconhecer que isto é um “dever”.

    3. sua resposta so mostra que voce he igual a sao tomé so acredita vendo, 
      muito me adimira ter um vocabulario tao amplo, uma pessoa que parece que estudou, ter esse tipo de comentario.. desculpa.. mais eu nao faço o que fez, e se nao apoio a causa tambem nao fico falando mal, 

  2. Mais um belo post do Portallos e parabéns ao Kon e ao Alex por comparecerem ao evento e trazer informações mais precisas.
    Não tenho muito mais o que comentar além do que foi dito no post, só espero que as coisas não esfriem e acabem não dando em nada, pois tenho certeza que dessa vez as vendas foram muito significativas… No primeiro evento eu mesmo não fiz nada, não acompanhei e nem me mobilizei…

    Já dessa vez além de ter comprado meu Zelda: Spirit Tracks para DS, indiquei meu pai a comprar New Super Mario para Wii para ele e minha irmã menor e ele também se interessou pelo evento e vai apoiar, pois é um gamer nato… Ele até falou que comprou Mario Galaxy 2, Donkey Kong Returns há pouco tempo por um preço alto, o valor de apenas um deles, no dia do JJ ele compraria os dois…

    O que quero dizer com isso tudo é que a medida que vai sendo divulgado o evento, o alcance de pessoas apoiando vai aumentando, por isso se faz necessário um 3º dia e assim sucessivamente, até o governo reconhecer a força dos gamers…

    PS: Só comprei um jogo para o meu DS porque meu X360 é destravado e estou seriamente pensando em comprar um travado ou esperar a próxima geração que está ai… Se esse dia do JJ fizer efeito e os jogos saissem a 99 reais aproximadamente a maioria dos gamers de verdade optaria por um original, eu tento apoiar o mercado com o meu DS (só jogos originais, nada de flashcard), porque meu bolso não suporta lançamentos de X360 a 200 reais… Não tenho saco para importar e nem acho muito legal, assim como não acho legal a pirataria, mas no momento optei pela segunda…

    Eu e minha esposa estamos pensando seriamente em vender meu x360 e seus 40 jogos piratas e comprar o console original ir comprando aos poucos os bons jogos originais, mas o fator preço tá pegando na consciência para quem tem uma filha de 2 anos, como nós…

    1. Rafael, eu tenho 2 Xisbocas, um travado e outro destravado. Tb não pago 200 em games, não consigo. Tenho alguns jgos piratas sim, geralmente uso para testar games, ver se vale o investimento no original. nunca termino meus piratas.

      E compro originais sempre que posso, principalmente importando, onde saem por menos de R$ 90 por muitas vezes, e tb compro aqui no brasil em promoções. Comprei Halo ODST por 67, Crackdown 2 por 58, Assassins Creed II por 84 e Naruto Storm 2 por 84 só este ano. Estou agora visando Hot Pursuit eSplinter Cell Conviction em lojas online, mas para daqui alguns meses. Via importação, comprei Super Street Fighter IV, que saiu por R$ 58 somando frete, game e imposto. Estou visando Batman Arkham e Just cause 2 nesse formato.

      Dá pra comprar originais, mas realmente não dá pra comprar por 200. O Jogo Justo anda lembrando isso nos ultimos tempos, que o mercado aqui pode ser feliz com originais se os preços forem mais amigaveis.

      O fato tb dos consoles desta geração estarem tentando combater a pirataria pela rede online é importante. Hoje em dia eu prefiro ter 5 games pra jogar online do que 40 pra jogar offline, os games online estão levantando uma questão importante nos gamers…

      1. Você tocou em um ponto que só amadureci esse ano, é melhor ter 5 jogos originais que dê para jogar online do que 40 piratas, que não damos o devido valor…

        Cheguei  a essa conclusão porque lembrei de uma época em especial da minha vida: a época do Nintendo 64… Eu tinha cerca de 11 jogos originais e jogava eles até a última “conquista”, me divertia demais com Banjo e Kazooie, Mario 64, Zelda: Ocarina of Time, Star Fox, Diddy Kong Racing, entre outros… Já na era do Play 2 e do X360 eu jogo numa pressa incrivel para começar o próximo da lista…

        Só estou na dúvida se pego um travado agora porque a próxima geração está ai…

    2. A questão de poder gastar com jogos originais é algo realmente importante, no meu caso possuo um nintendo DS desde 2007 e na epoca eu nao tinha  a menor condiçao de comprar jogos originais entao fui salvo pelos flashcards porem hoje que minha situaçao é um pouco melhor consegui alguns jogos que realmente valem a pena o investimento, no fim do ano adquiri um Nintendo Wii e msm q esteja sofrendo para comprar jogos originais sinto q o esforço é valido, quem realmente tem interesse pesquisa, compara, se informa e consegue bons preços como o thiago citou, para mim comprar original seja importado, seja nas lojas duvidosas da sta efigenia tem o msm ‘valor’ q adquirir o jogo original na loja legalizada pq quem procura o jogo original quer algo de qualidade e obviamente pelo melhor preço possivel e se as lojas legalizadas nao podem oferecer isso por motivos obvios resta ao gamer buscar a melhor saida.

  3.  Para comprar por 80, compro os jogos uns 2 anos e meio depois do lançamento. Para comprar por 60, compro importado (legalmente, com imposto e tudo) um jogo dessa idade. E compro 3 por ano, mais ou menos. C=

    Por que ainda não temos Jogo Justo? POR QUÊ?

  4.  gente sei que isso nao tem nada a ver com o assumto mais nao podia esperar para falar de um grande avanço na industria de animes.
    Strong word vai sair nos cinemas brasileiros legendado isso mesmo quem mora no norte,nordeste,sul,centro-oeste e que nao mora em sao paulo se ferrou(e eu estou encluso nestes ferrados)
    fonte:http://www.pieceproject.xpg.com.br/

    1. Então não vai sair nos cinemas brasileiros… apenas será em exibido em São Paulo, o que é muito triste pois acho que faria sucesso pelo menos em todas capitais…

  5. Há pessoas que se preocupa a parte interna da coisa, ou seja ( o projeto ” Jogo Justo ” ), quem vai ou nao se benificiar do projeto, que mal teria isso ?, o importante é que hoje tem pessoas que estão lidando com algo q ninguem conseguiu fazer nesse País, ja tentaram sim tentaram mas governo deixou lá na gaveta trancada por anos, enfim a varios detalhes que poderia ser comentados aqui mas ia ser muito pronlogada tal assunto, só queria deixar claro que Moacyr fez a diferença, isso já me alegro muito, pq só as lojas lutam por si mesmas nao iam chegar lugar nenhum, mas enfim, parabens ao projeto jogo justo, eu apoio ate o fim.

  6. So me interessa duas coisas:

    – COMPRAR JOGO BARATO EM BONS JOGOS (No dia do jogo justo so tinham jogos antigos e eu ja tinha quase todos os que me interessavam) So espero q consigam fazer com que os juros baixem, pois dar R$ 100,00 num jogo eu ate dou.. mas R$ 199,00 nem muendo!!!!

    – Eu n to nem ai para o restante das coisas… eu so quero jogar e jogos. mas se abrir novos caminhos  para quem se interessa no que foi citado ÓTIMO, contanto que não atrapalhe a baixa dos preços.

    Enquanto nada acotnece… “SHOP.to” na cabeça!

    1. Fala Mave! Eu admito que fiquei muito tentado em comprar o New Vegas, mas é foda, o Fallout 3 me deixou com tédio em suas primeiras horas. Acredito que essa franquia faria um sucesso muito maior no Brasil se tivesse a opção de legendas em PT-BR. Não que eu não entenda inglês, mas leva-se um esforço mental ficar traduzindo de cabeça toda hora falas e textos do games. Hoje em dia parece haver um tentencia grande de dar mais opções de idiomas aos jogos. Espero que algum dia possamos ver nossos amados RPGs com a opção de lingua PT-BR.

      Eu curtiria muito! Halo já é ótimo em portugues, imagine jogos como Fallout.

       

  7. Matéria elogiada pelo próprio Moacyr hein, parabéns Kon e parabéns como um todo ao Portallos. Realmente eu havia até esquecido de elogiar a matéria nos meus comentários, que foi muitíssimo bem feita.

  8. Alguém teve problemas em comprar na Saraiva?
    10 horas em ponto peguei o Marvel X Capcom 3.
    Finalizei a comprei normalmente…bem, meu pedido está simplesmente em análise desde o sábado e nada de nada até hoje.
    Já abri protocolo e não sai disso.
    Antes tivesse comprado na Wallmart. 

    1. Eu comprei Naruto Storm 2 lá e já foi despachado pra mim (no domingo mesmo), mas ainda não recebi (transportadora que a Saraiva usa aqui em Jacareí-SP é lerda pacas).

      “Pendente de Análise”  não significa que o seu pagamento não foi identificado ainda? qual a forma de pagamento escolhida? Vc precisa verificar isso acredito.

    2. Eu comprei Naruto Storm 2 lá e já foi despachado pra mim (no domingo mesmo), mas ainda não recebi (transportadora que a Saraiva usa aqui em Jacareí-SP é lerda pacas).

      “Pendente de Análise”  não significa que o seu pagamento não foi identificado ainda? qual a forma de pagamento escolhida? Vc precisa verificar isso acredito.

      1. Pois é…comprei com o cartão da própria Saraiva, com crédito ainda. Será que meus 5% de desconto no cartão deles está fazendo eles pensarem duas vezes?
        Não é possível…até agora…NADA!
        “Em análise”

        Nem tentaram faturar ainda. 

        Pedido em Análise
        Realizado em: 21/05/2011 às 10:00

        1. com certeza tem a ver com o pagamento do cartão…  lá tem chat, tenta falar com alguem no chat online (fica clicando no link do chat até ele entrar, umas semanas atrás tive que ficar umas 30 vezes clicando até entrar na fila de espera).

          1. Se eu te disser que eu tenho entrado em chat com eles desde segunda feira você não ia acreditar.

            Nada de nada.
            E se cancelar o pedido me lasco pois o preço vira o normal.

            #Fail #saraiva

          2. Isso é bom, significa que o pagamento foi aprovado e agora eles vão pegar o game do estoque (ou solicitar ao fornecedor se não houver mais dele em estoque).

            ao menos a compra tá garantida! o/

      2. Pois é…comprei com o cartão da própria Saraiva, com crédito ainda. Será que meus 5% de desconto no cartão deles está fazendo eles pensarem duas vezes?
        Não é possível…até agora…NADA!
        “Em análise”

        Nem tentaram faturar ainda. 

        Pedido em Análise
        Realizado em: 21/05/2011 às 10:00

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