Bakuman, o final – Sonhos e Realidade! (Opinião)

Porque até nos finais os sonhos e a realidade não correspondem…

Bakuman carrega um peso e tanto. Tsugumi Ohba e Takeshi Obata trazem consigo um mangá chamado Death Note, que em pouco tempo virou um dos maiores sucessos da revista, e não só por alcançar o seu público de costume que a Shonen Jump tem. Alcançou uma gama de leitores fora deste universo, que, talvez por causa dele, passaram a ver a indústria até de outra forma.

Death Note tinha uma temática muito forte e dicotômica para um shonen, em minha opinião. Mortes eram feitas ao montes, o protagonista estava sempre caminhando em uma linha tênue entre o bem e o mal. Com viradas épicas, e algumas características que fizeram o seu sucesso, tivemos cerca de 7 volumes genialmente produzidos. Mas os mangás são um produto. E todo produto tem de extrair a maior quantidade de dinheiro de seus consumidores. Assim foi Death Note que teve um certo recomeço, que nem de longe foi à altura do primeiro. Bem feito, mas não teve a essência, talvez a pegada que o primeiro teve. Negócios.

Finalizada a obra, eis que tempos depois é lançado na mesma revista o Bakuman que é o ponto central deste texto. Depois do sucesso de Death Note e a premissa de Bakuman, era certa que viria um mangá bom, ao menos, da dupla. E no geral foi mesmo.

Bakuman apresentou alguns conceitos que muitas vezes eram mais nebulosos a grande parte leitora, e proporcionou uma metalinguagem (com toques de ficção) a todo meio do mangá. Mas uma hora, essa informação interessante, e lado metalinguístico foi se esvaindo e ficamos com um shonen, cada vez mais passando a focar nas batalhas de rankings, vendas e a busca de um anime pela dupla, que era a esta altura do campeonato o ponto crucial do mangá, e também seu objetivo final.

Tendo como objetivo isto, Ohba parece ter se utilizado de todos os artifícios de narrativa que lhe cabia, afinal o mangá tinha que durar, e o mesmo ainda era publicado na Shonen Jump, a maior do meio (em vendas) e famosa por estender suas séries o máximo. Então com isso tivemos momentos memoráveis.

Os primeiros rascunhos e primeira publicação. Doenças e Sonhos. Falhas e Caminhos errados. Comédia que não traz felicidade e Crimes do bem. Bem e Mal.

É interessante ver que a prática de estender o mangá talvez tenha trazido os melhores e piores arcos da série toda. Cada um tem suas preferências, Muitos por exemplo, odeiam o arco do Nanamine, eu já gosto muito do primeiro, já que fez bom uso de personagens antigos e ainda me lembrou Death Note em certos momentos. Já a segunda parte também achei um pouco forçado, porém,   como Ohba não dá ponto sem nó, tivemos correlações com o passado (no caso o assistente do Tio do Mashiro), que no final adicionou uma boa dose de emoção a coisa toda. Além de mostrar uma forma diferente de produzir mangás, e os prós e contras dela.

Bakuman teve seus altos e baixos internos. Decisões aparentemente forçadas para estender o mangá que mesmo assim geraram bons frutos em sua totalidade. E essa característica de alguns arcos resume meio o que foi Bakuman ao todo. Da arte de Obata, que  vocês devem ter percebido que com o tempo foi se mutando ao formato do mangá, perdendo o tom mais sério, e sóbrio do início, para dar lugar a caretas e faces mais escrachadas, além de um toque geral mais leve. Ao roteiro de Ohba, que foi agregando personagens, e com eles piadas, situações amorosas (quem diria hein Hiramaru?), mas nem por isso deixou de emocionar em certos momentos. Quando um soco era desferido neste mangá, podem ter certeza que valia o mesmo que uma Genki Dama, Gear 2nd ou qualquer Bankai.

Não era pra ser épico. Era pra ser divertido, era para emocionar, e acima de tudo: divertir. Isso também se reflete no fim do mesmo. Vi muitos falando do final isso, de conteúdo aquilo. A minha opinião sobre isso é que os dois autores tinham uma decisão a tomar: fechar no 176, vol. 20 ou continuar até  fechar o próximo volume?

A decisão, eles nos contaram semanas antes de ser tomada, por capítulos em que, pareciam conversar com si mesmos e com os seus leitores, principalmente aqueles que tinham acompanhado Death Note entre sua ascensão e queda. Parece que transcreveram o debate entre si mesmos sobre ir a frente ou terminar até aonde achavam que podiam ir sem decair a qualidade como um todo. Provavelmente, isso que aconteceriam se ocorresse um final mais explicadinho, culminando em algo mais arrastado.

O penúltimo capítulo foi com cara de feito às pressas? Sim. Eu gostaria de ver mais piadinhas com o Hiramaru, arrumando as coisas para casamento? Sim. Mas eu entendo que talvez, o mangá ficasse com mais cara de arrastado por talvez precisar preencher mais 8 capítulos para formar um novo volume. Coisa que aliás já vinha a poucos arcos atrás, em que existiam momentos bons sim, mas ideias que no geral pareciam extremamente enrrolonas.

O final, final, 176 foi com mais cara de epílogo do que o seu anterior. Naquele sim, já víamos personagens ajeitando (ou não) suas vidinhas e seguindo em frente. A página dupla com Eiji talvez, tenha sido o final verdadeiro que muitos queriam. A rivalidade vai continuar, Eiji vai passar Ashirogi Muto mas eles farão algo melhor e ultrapassarão, e repita em loop. Bakuman estava na hora de acabar, havia divertido, emocionado. Feito Ohba crescer em relação a Death Note já que lidou com situações muito diversas. Obata  mostrou que possui uma habilidade que poucos tem, de ter versatilidade em seus desenhos e ilustrar de shoujo, à gag, em menos de 2 páginas, além de adaptar seu traço a algo que não lhe era costumeiro, mas que se adequava mais à obra.

O fim foi mais algo “poético” e “solto”, na minha opinião, do que ser propriamente um final. Foi construído um paralelo bacaninha com eventos passados, e alguns símbolos que apareceram ao longo da série. É até um pouco cômico que o inovador Bakuman tenha terminado de maneira um tanto clichê, com um beijo do príncipe com sua amada.

Mas depois de passada leitura do último capítulo o que sobra? Batalhas épicas, que mesmo sem nenhum soco, empolgaram, e fizeram cada um de nós continuar lendo este mangá até que viesse seu fim. E Bakuman termina assim, não talvez no seu auge, mas longe de ser cancelado, ou estar mal em vendas. Bakuman termina pois seu propósito foi alcançado, e seus autores, repito, dentro de uma Shonen Jump em que várias obras não tem um fim natural, tiveram a atitude (porque não ousada? Em um tempo aonde os pilares da revista se desgastam por tempo demais em publicação?) de colocar, assim como no seu título, um ponto final digno, para uma série que na minha opinião, teve mais altos que baixos.

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45 Comentários

  1. Bakuman foi com certeza uma das melhores séries que já li e na minha opinião teve o final que eu esperava que tivesse, sem mais delongas e enrolações, Ohba e Obata já tinha dado mais do que sinais de que o final seria dessa forma. Mesmo com altos e baixos a série termina com um saldo muito positivo merecendo seu lugar na história da JUMP assim como Death Note o fez. Enfim, não tenho muito a dizer, já discuti o final de Bakuman tantas vezes nos ultimos dias e o Rackor já disse tudo.
    Muita gente disse que se decepcionou com o final, que queria ver o casamento e outras coisas mais, mas pra mim isso seria desnecessário e só enrolaria o final e não traria nada de novo e isso envolveria várias outros fatores (como ter que fazer mais capitulos para fazer outro volume) que acabriam por criar outros capitulos sem necessitade comprometendo o final. Portanto, achei o final ótimo, com o Mashiro e Azuki finalmente realizando seus sonhos (e finalmente o beijo o/ ), o que vem a seguir podemos imaginar por nós mesmos. 😀
    Agora só o que resta é comprar todos os volumes lançados pela JBC e colocar esse mangá épico completo na minha estante.

    1.  @Leoat12 Pois é. Seria fácil, fácil fazer mais alguns capítulos e mostrar alguns detalhes, como o casamento de Mashiro e Azuki, por exemplo. Entretanto, isso pode ser considerado desnecessário, pois seria apenas para ocupar espaço. 
       
      Apesar de um mangá longo, diga-se de passagem, Bakuman acabou no momento certo, sem deixar pontas soltas. E ous autores merecem crédito, por isso.

  2. Estou satisfeito com o final de Bakuman, pois foi justamente o que eu e alguns leitores esperávamos: um final subentendido. E também digo que valeu a pena acompanhar o mangá até o fim, pois Ohba e Obata conseguiram fazer um trabalho único e prazeroso de se acompanhar, e com certeza o mangá da dupla merece entrar para as obras primas da Jump, pelo menos pra mim.

  3. Achei ótimo o final. Às vezes as coisas ficam melhores na imaginação… Quem tanto se emocionou com este belíssimo mangá, pode criar seu próprio desfecho…

  4. O que me incomodou no final de Bakuman foi a frieza dos acontecimentos. De certo que os dois ficariam juntos, mas e o sonho do mangaka? Afinal, é um mangá sobre sonhos, sobretudo o sonho de um desenhista. No capítulo final isso se perde, dando a impressão de que Mashiro só queria se casar com a garota e nada mais.De todo jeito, Ohba e Obata fizeram um ótimo trabalho e aguardo ansioso por novos.

    1.  @JeanPierre1 Acho que o sonho dele como mangaká já tinha sido realizado no capitulo anterior: Ter o seu mangá como o mais popular da JUMP em nos questionários e nas vendas de encadernados e principalmente ultrapassar definitivamente o rival deles, o Eiji. Então, com isso tudo terminado no penultimo capitulo, o ultimo capitulo ficou por conta do sonho do Mashiro e da Azuki.

      1.  @Leoat12 Sim, sim, eu entendo. Apenas acho que isso devia ter sido trabalhado em conjunto, já que Mashiro, quando resolve encarar a carreira de mangaká, engata também o noivado com a Azuki. Ou seja, uma coisa vai puxando a outra até o fim (lembremos, por exemplo, daquela linda cena dels no hospital). A Shonen Jump bem que podia largar a mão de ser fresca e dar umas 25 ou 30 páginas pro desfecho, assim conciliaria tudo num mesmo capítulo rs

  5. pulei o texto pra nao pegar spoilers, xD.
     
    mas vou deixar esse post nos meus favoritos, pois quando o anime terminar (sim só acompanho bakuman pelo anime), voltarei aqui para dizer o que achei, então fuiz =D~.

  6.     Bakuman acabo…. isso parece ser muito nostalgico porque eu adorava muito esse mangá,o tema em si divertio muito,eu adorei o mangá do inicio ao fim mesmo com seus pontos baixos caso da segunda parte da saga do Nanamine.O Final foi lindo,mais se tivesse pelo menos mais um capitulo monstrando o futuro,explicando mais as coisas até porque eu tava muito afim de ver mais sobre o relacionamento da Aoki eo Hiramura.
         O capitulo final pode não ter sido épico,ou memoravel,pode até ser que o Ohba teve que fazer uma escolha entre fechar no 176 (Vol20) ou continuar até  fechar o volume seguinte,mais oq importa mesmo é que esse mangá foi incrivel,eu até fico surpreso pelo Ohba ter feito um mangá nesse estilo na Jump e consegui estender a historia por 176 capitulos super divertidos.
         Agora não adianta chorar ou ficar bolado com o final,eu sei que o final não foi lá tão bom,mais vamos nos convencer de que tbm não foi horrivel ao ponto da pessoa se desapontar com o Ohba.eu gostei.
         E agora a unica coisa que eu quero do Ohba e do grande desenhista Obata é que eles continuem com essa parceria que já nos presentio com 2 historias magnificas(Death note & Bakuman) e façam uma terceira historia magnifica XD,quem sabe eles não fazem um legitimo Shonen ao estilo Naruto,Bleach e OP,quem não iria gostar?,acho que ninguem. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  7. Bakumanfoi um bom mangá!! Nem de longe é uma obra prima como death note! Mas foi um mangá bom que apresentou o universo por tras das folhas que lemos! Muita coisa é ficção e muitos foram os que se acham experts em avaliar mercado e obras, não ta escrito…A trama romantica nunca foi o que me prendeu e sim o universo dos mangás. A historia teve altos e baixos, mas foi umbom mangá! Terminou bem, queria ver mashiro casando, tendo filhos, essas coisas, mas acima de tudo queria ver mais de eiji vs ashirogi!!!! Queria vermais mangás deles, mais lutas, mas ai seria mais do mesmo, porem queria ver mesmo assim!!!!

    1. outra coisa que esquici de mencionar,o pessoal fala como se o mangá tivesse terminado sem enrolações, o que não é vdd, a dupla estendeu o mangá como qualquer outra obra da jump, nao teve nenhuma ousadia em encerrar agora!!!

  8. " Bakuman termina pois seu propósito foi alcançado, e seus autores, repito, dentro de uma Shonen Jump em que várias obras não tem um fim natural, tiveram a atitude (porque não ousada? Em um tempo aonde os pilares da revista se desgastam por tempo demais em publicação?) "
     
    Quer exemplo mais genial do que a questão dos personagens de terminar ou não sua série? Os anseios dos personagens são representados pelos anseios dos autores. Mas tanto na história do mangá, quanto na obra em si, Ahirogi, Tsugumi Ohba e Takeshi Obata decidiram terminar a sua história no ápice, sem enrolação.
    Simplesmente perfeito.

  9.  @Renato Romano Não? Pois eu acho muita ousadia terminar agora, sem ser tragado por mais enrolações. Eles mesmos devem ter percebido o desgaste atual da obra e decidiram terminar. Diferentemente de um Bleach por exemplo.

    1.  @Rackor Não achei, teveduas sagas nanamine, acho que é esseo nome, tivemos erros muito fracos cometidos pelos dois parate render capitulos, então a enrolação que toda serie tem na jump é meio que obrigada a ter, bakuman teve. Bakuman teve isso nesses capitulos, claro que com competencia,mas nao deixou de ser enrolação!

    2.  @Renato Romano Mas o que você não parece estar entendendo é o ponto da questão do mérito de terminar agora. Bakuman teve enrolação? Teve, falei isso no texto. O mérito foi principalmente em ver que isso iria desgastar cada vez mais a obra e provavelmente levou a decisão de terminar antes que ocorresse uma maior deterioração.
       
      Então, você duvida que eles poderiam estender mais uns 5 volumes fácil? Que a Shueisha não queria isso?
       
      Mas contra isso eles foram lá e falaram que não dava mais e terminaram. Quantos na Shonen Jump recente fizeram isso? Isso não é ser ousado?

  10.  @Renato Romano Comparado com o que já vimos em mangás da JUMP quando se trata de enrolar a história nem podemos chamar o que teve em Bakuman de enrolação. O que teve foi pouco e bem trabalhado.

    1.  @Leoat12  Bom, não querendo impor opiniões, mas não, bakuman teve muita coisa ruim e nada de pouco ou bem trabalhado. Sinceramente, pessoas inteligentes como agito e mashiro não precisavam de sagas como a do danto ou situações extremamentes romantizadas como naname e seus métodos. Bakuman tem merito pelo tema de background de mangás, só isso. Ficou longe da genialidade de death note, mas foi um bom mangá!

  11. O texto que estava esperando. Adorei. 8D
     
    Discutir Bakuman é meio complicado. Às vezes o mangá é super-valorizado demais, como se fosse a mais perfeita obra que a humanidade já produziu (lol), outras vezes é desvalorizado demais, sendo reduzido a uma estorinha clichê com um romance bobinho.
     
    Fugindo dos extremos, eu considero Bakuman uma estória ótima com momentos ruins. Não se pode exigir realismo de uma obra só por se passar no mundo real (se não, como ficaria o stickman Bossun de Sket Dance? XD), e Bakuman nunca se comprometeu a ser realista.
     
    Pelo contrário, o idealismo foi levado às últimas consequências. Os autores não tiveram medo de ousar e criaram algo que ao ser lido nos remete um pouco a estórias clássicas do herói que vence todos os obstáculos para ficar com a heroína no fim. Com diferenças, claro. Aqui, Azuki é uma heroína que luta por seus objetivos e quer vencer por mérito, em vez de esperar ser salva. Ela é determinada e forte sem precisar ser tsundere ou espancar os outros para impor respeito, e eu adoro isso nela.
     
    Mashiro também não é o herói perfeito e musculoso que mata o dragão (tampouco há dragões aqui, mas pessoas que criam laços de rivalidade e amizade), ele é tímido e romântico, mas tem arroubos de personalidade e uma persistência admirável. Acho isso cativante nele.
     
    O último capítulo não foi épico, não houve uma festança de casamento que convidou toda a Jump e foi transmitida para todo o Japão. Não houve um "eu te amo" gritado para o mundo inteiro por um personagem chorando um rio de lágrimas. Ao contrário, o final foi extraordinariamente simples (com excessão da Ferrari XD). Foi um capítulo de fechamento de uma jornada de dez anos em que pudemos ver o diálogo com o passado por meio de imagens quase fantasmagóricas. Mashiro repetiu sua proposta de casamento (no exato mesmo local da primeira) e Miho correu até o portão para beijá-lo. Talvez ela quisesse ter feito aquilo no começo da estória, mas foi impedida pela timidez ou insegurança. Azuki também teve uma longa jornada na qual descobriu o quanto podia ser forte e se realizou pessoalmente e profissionalmente. Correr para o amado sem hesitação após plenamente atingir seus objetivos foi uma clara demonstração de evolução dela, que se tornou mais segura e destemida.
     
    Será que um final mais épico com uma grande festa e a reafirmação de tudo o que já sabíamos seria mais belo e simbólico do que esse final? Particularmente, penso que não. 🙂

  12. PS: A declaração/pedido de casamento do Hiramaru para a Aoki teve uma tonelada de sentimento e força a mais que essa entre o Mashiro e a Azuki. E tenho dito XD

    1.  @JeanPierre1 Isso é verdade… MAs acaba que o pedido do Mashiro para a Azuki foi um ponto final de uma coisa que durou 10 anos, enquanto do Hiramaru foi um com a Aoki foi uma explosão de sentimentos guardados em um único momento…

      1.  @MichaelSilveiraThebaldi  Mas aí é que tá: DEZ ANOS SEM TOQUE, BEIJOS E/OU ABRAÇOS! DEIZÃO! rs Merecia uma explosão também, uma biribinha no mínimo xD

  13. Bakuman começou como um ótimo mangá, com um tema inusitado e falando sobre um universo que qualquer um que goste de mangá se interessaria, coisas que as pessoas não faze, idéia de como funcionam e quão "escravizante", Togashi sofreu muito com isso e sofreu sequelas depois de YuYu Hakusho, Toriyama não quis mais saber de séries semanais e assim vai. Mas passado os primeiros volumes o mangá perdeu a força, o ritmo e sinceramente, nunca mais se recuperou, teve muitos momentos forçados e ruins, com no máximo um ou outro momento OK, apenas. Apesar de ser interessante a conversa entre a história e o que estava acontecendo fora dela, na realidade, entre os próprios autores de Bakuman, isso não se traduziu em uma história, apenas uma conversa e de um mangá, eu realmente espero uma história.
     
    E isso torna ainda mais frustrante depois disso já ter acontecido com Death Note, que claramente deveria ter terminado bem antes da pausa. Eu sie que se trata de um negócio e que provavelmente tanto os autores quanto os editores fizeram o máximo para que tanto Death Note quanto Bakuman pudessem ter um sobrevida decente, mas isso vale para qualquer mangá, não acho signo nivelar por baixo só para criar algum mérito que não existe. E com certeza Reversi era uma referência direta ao Death Note, que deveria ter terminado no seu ponto alto e teria sido um dos melhores mangás que eu já li, mas aí veio todo o resto e infelizmente já não posso mais dizer isso. 
     
    Não posso dizer se faltou planejamento por parte dos autores ou se a pressão editorial forçou a barra, mas como é segunda vez, acho que os dois autores já sabem como a Jump funciona e que não vão simplesmente conseguir terminar uma série assim. Mais do que isso tanto os autores quanto os editores sabem que eles são capazes de criar boas histórias, ou seja, o planejamento de até onde a história vai devia ter sido feito já pensando em possíveis arcos e não de uma forma que faça o mangá ficar com cara de band-aid, pois é essa a sensação que ele passou. Não houve fluidez, não houve organicidade, em certos arcos coisas importantes como a relação do Mashiro e da Azuki ficavam totalmente jogadas num canto qualquer, por longos períodos parecia que a Azuki tinha simplesmente desaparecido do mangá, quando inicialmente ela estava sempre presente e fazia parte do core da história.
     
    O final pareceu vir de sopetão, quase como se o final em si já existia desde o começo, só que enrolaram até chegar lá. Acho que a história tava começando a achar um eixo quando ela terminou. Acho que o casamento entre Mashiro e Azuki foi levada ao extremo, não precisava ter sido algo tão importante, acho que a motivação de se tornar o melhor mangaká do mundo deveria ter sido a motivação principal. Dava muito bem para eles terem se casado antes e a história seguido numa boa, a batalha entre os mangakás era muito mais interessante e relevante do que esse romance, que pouquíssimas vezes foi o ponto central do mangá e das poucas vezes que foi, muitas vezes foi forçado. É até legal ver os personagens não dando uma de "chearters" e cumprir a promessa como ela era, mas isso foi levado para extremos a ponto de parecer que os personagens estava dando desculpas para não ficar juntos.

    1. Novamente, não tiro o mérito que o mangá teve, a originalidade da história, a premissa, as curiosidades desse universo e tudo mais, mas acho que o mérito tem que ser dado para as partes que mereceram, as outras, precisam ser encaradas como elas realmente foram e foram muito abaixo, permeado com alguns momentos OK. Se eu tivesse desde o começo seguindo a história acompanhando os lançamentos japoneses, não sei se teria tido a paciência de esperar semana a semana os capítulos quando a série começou a engasgar sem sinais de que ia melhorar. Como tb já disse, sei de td que tá por trás de fazer um mangá continuar existindo, vendendo e td mais, mas usar isso como argumento é pura desculpa e consolo, pq tds os mangás passam por isso. Naruto e Bleach, outros dois mangás que começaram muito bem e se perderam, não chegaram a passar o perrengue do Bakuman, tiveram arcos até interessante, mas já não havia coerência com a história como um todo e a medida que iam estendendo a história, mais e mais contradições iam aparecendo. Bleach segurou bem até o final do arco para salvar a Rukia e Naruto até a parte dos Sennins/Akatsuki, depois disso as medições de força, os detalhes da história se perderam. Alguém lembra de como as lutas e a histórias de Naruto eram super planejadas? Tinham várias reviravoltas, coisas que você só se dava conta lá pra frente, referências que vinham lá de trás, vários "segredos", mas dps tudo isso se perdeu e a história foi se tornando cada vez mais e mais ordinária, conseguindo apenas carregar e manter o sucesso alcançado.
       
      E nessas horas que você olha para mangás como One Piece e HxH e fala "caramba, esses caras são bons". One Piece faz um tempo que eu não acompanho porque lá atrás eu ainda tinha esperanças do mangá voltar a ser publicado e não quis ler muita coisa a mais, senão eu ia ler até alcançar a publicação japonesa, por isso não posso falar como está agora, mas só de ver personagens como o avô dele, saber quem ele é e descobrir que ele aparecia nas capas dos primeiros capítulos do mangá, isso já te faz pensar "que foda…". HxH tem os negativos dos longos hiatos, tudo bem, mas a história é uma das mais fodas, com uma complexidade enorme, os personagens então, personagens teoricamente "secundários" conseguiam carregar um arco inteiro fazendo você até esquecer dos protagonistas ou mesmo do eixo principal da história. Personagens complexos, todos com um background cheio de subplots, cada um com suas motivações e personalidades. HxH tem muito mais do que isso, mas algo que me chamou a atenção é de como a complexidade do sistema de NEN foi o que possibilitou o mangá passar do volume 20 sem você ainda conhecer o real poder dos protagonistas, e isso td sem a necessidade de forçar a barra, inventar coisas só pra dar um jeito deles ficarem mais fortes. Aliás, você chega ao final do arco das formigas e se dá conta de como o universo de HxH ainda tem muito chão pra ser explorado, em um mangá shonen de batalha, não sei se tem algum outro que tenha conseguido esse feito e se tiver, por favor me falem que eu preciso ler esse mangá.
       
      No mais, Bakuman teve um ótimo começo, um meio muito questionável e um final no máximo OK, mas espero que tudo isso sirva para que o próximo mangá da dupla não passe pelos mesmos erros, pq td mundo sabe que eles são capazes, tanto Death Note qndo Bakuman tem uma temática diferente e histórias inicialmente complexas, só precisam dar um jeito de não deixar a peteca cair, os fãs de boas histórias agradecem.

      1.  @renatosetoue Eu vejo o pessoal falar muito de One Piece. Eu li/vi interinho e uma das coisas que o Oda melhor faz é enrolar. Skypea foi uma enrolação até chegar ao ponto crucial, Thriller Bark foi um pouco assim, Alabasta então. Recentemente o Arco dos Tritões teve um vai e vem desgraçado até chegar novamente ao X da questão e nas batalhas. Todo mangá Shonen basicamente tem isso. O conceito das revistas do gênero no geral é esse mesmo, estabelecer uma meta e tantar prolongar sua chegada até ela. Dificilmente um mangá Shonen escapa disso.
         
        Então não entendo esse mimimimi todo (em geral, não é só com você) em cima de Bakuman por ter feito isso. E na minha opinião fez bem até, em vários momentos.

        1.  @Rackor De fato o One Piece tem momentos bem cansativos, na verdade o One Piece é meio denso, tem bastante falas, detalhes nas cenas, easter eggs, etc. Se bem que os mangás escritos pelo Ohba-sensei tb tem bastante falas e tramas, não que isso seja bom ou ruim, existem vários tps de histórias. Mas eu tenho menos problema com enrolação do que com inconsistência de história. Bakuman se perdeu, ficou meio sem rumo, depois se achou um pouco, mas insistiu demais em coisas que não eram importantes, oscilou demais, saiu muito da proposta bacana do começo.
           
          E isso nada tem a ver com ser shonen mangá ou não, história é história, vale pra qqr meio, seja seriado, cinema, animação, o que for, eu gosto de histórias bem contadas, só isso. Eu sei como funciona o mercado de mangás e shonens, tanto que eu dei o exemplo do Naruto e Bleach, que também faltou história e começou a virar emendo, mas não chegou a oscilar tanto qnto Bakuman, mas também foram mangás que eu parei de ler por um tempo. Quando a história cai de qualidade, fica difícil acompanhar com a mesma vontade. Eu nem cheguei a ler ou pesquisar nada do que falam por aí, mas eu sei que os leitores japoneses prezam muito a história, o enredo, mais do que a arte em si, veja a Rumiko Takahashi, por ex. Então eu imagino que por lá devem ter falado bastante sobre essas inconsistências da história.
           
          E isso tá longe de ser mimimi, não faz sentido fazer mimimi, não tenho nada de pessoal contra os autores nem nada disso, pelo contrário, gostei muito do começo dos dois mangás e justamente por isso fiquei frustrado com a queda de qualidade, isso é no mínimo uma crítica construtiva. Agora, se o seu olhar é de apenas um fã, aí obviamente qqr crítica vai virar chiado e mimimi, mas aí também não tem nem o que discutir, pq discussão com fã não faz sentido. É como eu disse, não precisa levar a minha opinião ou crítica ao mangá como se eu tivesse te ofendendo pessoalmente, não precisa concordar comigo, mas se for pra me fazer repensar algo, é só mostrar argumentos falando que não rolou tanta inconsistência. Pq se vc gostou do Bakuman como um todo, ótimo, vc curtiu mais o mangá do que eu e a gente não precisa concordar um com o outro ou gostar das mesmas coisas, mas no quesito história, enredo, o Bakuman se perdeu.

        2.  @renatosetoue Parece que o pessoal também é meio tomado pelo começo do mangá que é cheio de descobertas, informações legais, coisas a serem ditas, e depois quando sobra o mangá mesmo, o pessoal acha que a história se perdeu.
           
          Eu não acho que se perdeu, como qualquer outro shonen de batalha as batalhas continuaram os inimigos apareceram, foram derrotados, tivemos desenvolvimentos dos secundários
           
          E não quis muito tachar seu comentário como mimimi, desculpa se entendeu errado, este comentário foi em torno da coisa que Bakuman se perdeu na história/enrolou demais.
           
          Gostei de Bakuman como um todo, provavelmente curti mais do que você, mas estou olhando a obra seriamente, não com olhar de um fã.
           
          Bakuman fez a mesma coisa em quase todos os seus arcos, a diferença é que nos primeiros tudo é novidade demais, informação demais, aí realmente, se for comparar com os outros fica parecendo que faltou conteúdo, ou a história caiu de qualidade, quando na verdade muitos arcos aforam até mais semelhantes do que deveriam com os primeiros e não foram tão bacanas. Porque? Talvez pela falta deste vislumbramento do "mundo dos mangás" que a coisa tinha no início. Alguns devem ter pensado que isso se estenderia por toda obra, o que fatalmente seria difícil de acontecer. Então quando sobrou o mangá puro, sem as informações bacanudas ou o "novo" talvez tenha ficado a impressão de queda de qualidade.
           
          PS.: Não sei se está acostumado a comentar por aqui mas não levamos nada pro lado pessoal, nem nada do tipo. Aqui debatemos as coisas. Então fique tranquilo e vamos ao papo ;D

        3.  @Rackor  @renatosetoue Bakuman na verdade até enrolou pouco se formos ver! Só achei muita enrolação o segundo arco do Nanamine, de resto foi bem coerente…

      2.  @renatosetoue Aliás essa coisa de
        "mas algo que me chamou a atenção é de como a complexidade do sistema de NEN foi o que possibilitou o mangá passar do volume 20 sem você ainda conhecer o real poder dos protagonistas, e isso td sem a necessidade de forçar a barra, inventar coisas só pra dar um jeito deles ficarem mais fortes"
         
        Pra você ver como tudo é enrolação. O autor cria propositalmente coisas com buracos para preenchê-los na frente. Coisas abrangentes para dar margem a  novas invenções no decorrer da coisa. Oda é um que faz isso muito bem, Togashi idem. Ou alguém acha que o Oda já sabia/sabe o que vai acontecer quando os Ponegrifos acabarem?
         
        Shonen é tudo enrolação, só muda-se a maneira e a qualidade com que é feita. 
         
        Alguns não conseguem fazer essa margem bem e acabam tendo que ultrapassá-la, como temos vários exemplos, como o famoso Kishimoto No Jutsu XD

        1.  @Renato Romano  @renatosetoue Talvez, mas duvido que ele já saiba respostas para todos os seus ganchos. OU só eu acho uma cagada fenomenal o Shanks espantar aquele monstro que atacou o Lyffy e láááááááá´na frente descobrimos que foi Haki? Ele pode ter uma ideia, mas saber definitivamente duvido.

        2.  @Rackor  @Renato Romano mas esse não é o ponto, saber ou não saber td, isso não me importa, como eu disse, nd tem a ver com ter ou não enrolação, o problema é ser inconsistente com a história, ficar contraditório com a proposta. É que daria muito trabalho, mas eu poderia mostrar tds os pontos que eu achei que a história se perdeu e porque e até mostrar como eu acho que seria melhor.
           
          Por ex, o relacionamento dos dois era uma motivação, mas o fim era outro, era eles se tornarem mangakás fodas, mas dps o relacionamento, casamento, sei lá o que virou uma obsessão, deixou de ser uma motivação extra, passou a ser das coisas principais e aí vc tem que começar a inventar desculpas pros dois não ficarem juntos antes do final – que por sinal veio meio do nd e só reforçou isso de como o mangá acabou centrado nisso. O romance dos dois nunca fez realmente parte do core que movimentava a história, tanto que se fosse, Bakuman teria um carater romantico ao longo da história. Mas no meio do caminho, eles resolveram que isso ia ser o motor de um dos arcos e dps acabou virando o motor da história, só pra um mangá que nunca foi um mangá sobre romance, ficou uma coisa meio bizarra, super idealizada, exageradamente puro ou infantil.
           
          A história tava muito boa quando eles ainda estava sabendo usar os personagens secundários direito – o que inclui a Myho – e de repente eles viraram apenas peças pra ser encaixadas em arcos de história, mas só o suficiente pra gente não esquecer deles. Eram bons personagens, o mangaká lá que faz de td pra não precisar desenhar era muito engraçado, só que não dá pra insistir na msm piada, mas tds esses personagens tinham mais pra dar, só que acabaram ficando de lado. O que é compreensível, já que é difícil manter uma história boa na base de remendos, arcos pequenos e ainda conseguir fazer bom uso dos personagens. Só que isso deixou bem claro que eles não tinham mais história e pior que isso, perderam o fio que puxava a história.
           
          Sempre que vc se perde ou não consegue criar coisas totalmente originais, ainda rola de voltar pro objetivo maior dos protagonistas, que não era o casamento! Provavelmente eles não conseguiram pensar em nada que permitisse que a história fosse puxava pelos dois se tornarem os maiores mangakás, o que tb é compreensível pq o tema não permite vc criar tantas histórias fantásticas e intrigantes, existe um limite, pq se vc pensar bem, quantas coisas vc pode fazer pra manter uma história sobre mangakás emocionante sem apelar pra coisas muito absurdas? Sem contar que vir com idéias de mangás pra aparecer dentro do mangá e ter um plot que te convença de que é realmente interessante e não só pq os personagens tão falando é algo complicado. O que eles fizeram então, recorreram para o cliché do romance entre os dois e foi isso que aconteceu. Tanto que se eles quisessem, ainda dava pra continuar a história independente desse casamento, dava pra eles pensarem num próximo mangá pros dois que finalmente os colocassem no topo, ou de repente algo que desse um novo ar pra série. Só que a gente volta pro msm ponto, eles escolheram um tema complicado, que exige mta criatividade, pq afinal é um mangá falando sobre mangás, em muitos momentos era qse como se eles tivessem criando vários mangás msm. Ou seja, eles pegaram um tema complicado por ter mutias limitações e não tiveram a visão ou não acharam que ia fazer muito sucesso, pq dps de Death Note, eles já deveriam saber disso. Vamos ver o que rola num próximo mangá.

        3. @Rackor@Renato Romano
          Agora, essa sua comparação com One Piece e HxH é bem sem sentido ou parâmetro e esse tp de comentário tem mta cara de comentário de fã. Pq eu posso estar criticando Bakuman, mas sempre falo das coisas que eu realmente achei que tinha de bom e ao msm tempo que aponto pontos positivos de outros mangás, eu tb pondero e critico outros pontos. Já você, continua insistindo em uma visão bem unilateral, a sensação é de dar desculpas pelas falhas de Bakuman tentando justificar com algo levemente semelhante em outros, mas que não se concretiza. Tentar justificar com falhas dos outros, msm que fossem realmente parecidas, já mostra que algo tá errado. Falhas, ou vc aceita e faz algo a respeito ou não são falhas e vc mostra que não são, usar falhas pra explicar falhas é só um contra-argumento na vdd.
           
          Bakuman se perdeu lá pelo capítulo 100 e pouco, eu imagino, One Piece tem qse 700 capítulos! E no capítulo 100, ou msm 200, ele tava longe de qqr inconsistência de enredo. O que me incomodou em One Piece foi quando ele inventou aquele novo poder pro Luffy, aquilo eu achei bem forçado, mas era mais pq o personagem ainda precisava ficar mais forte, só que a linha central da história, continuava lá, ainda cheia de mistérios e coisas pra serem descobertas. Você lia e sabia que tinha muita coisa do universo de One Piece pela frente e isso definitivamente não aconteceu com Bakuman.
           
          Chamar o NEN de enrolação não faz sentido algum, na vdd nunca vi ninguém usar esse argumento pra falar sobre HxH e de NEN, sinceramente, é quase um atestado de mimimi. O NEN podia parecer meio aberto no começo, mas a divisão de forças entre os tipos, a forma como havia equilíbrio, como vc controlava, eram muitas coisas e nenhuma delas parecia inconsistente, muito pelo contrário a cada detalhe que você descobria vc via o quão bem pensado e coerente era o sistema. Como eu disse, não lembro de nenhum desses sistemas de medir "poder" tão complexo e equilibrado qnto o NEN. E aí chegar e falar que é simplesmente enrolação, vira msm um contra-argumento.
           
          Deixar coisas em aberto pra preencher lá pra frente sim é um recurso usado em tds as histórias, Lost era cheio disso e era mto bom – até perderem uns roteiristas e a história ir pro caralho, ficando td em aberto, inconsistente. Não sei se vc não tá lendo direito, mas eu insisto que meu problema nd tem a ver com enrolação! Enrolar, acontece, mas se dps conseguir dar pontos nos nós, tá ótimo, manteve a história coerente apesar de um ou outro escorregão. Outra coisa é perder o fio da meada, tp o seriado Heroes, eles perderam a mão e sei lá o que aconteceu com a história. Certos arcos separados de Bakuman até podem ter sido bem feitos, mas eu vejo a história como uma coisa só, não leio por arco, leio pelo td.
           
          Se eu já tô tendo que repetir uma explicação, eu sinto que essa conversa não vai a lugar algum, então se nd mudar, eu vou parar por aqui, não tá sendo muito produtivo na vdd tá sendo muito trabalhoso pra pouca produtividade. No mais, valeu pelas respostas.
           

        4.  @Rackor rackor, nada a ver com o assunto aqui, leu a ação magazine 2? pretende fazer um comentário sobre as historias?
          To achando tudo muito fraco, narrativa das histórias ta fraquissima, madenka que seria o carro chefe é bem fraquinho, os dialogos não tem continuidade e sentido, enfim, esperar pra comentar quando e se vc fizer um post sobre!

        5.  @RenatoRoman_o Cara, eu desisti da publicação. Apareceu faz duas semanas na bacna de jornal e ainda tinha estampado na capa Outubro de 2011… Não dá, tentei ter boa vontade mas enquanto isso não se acertar nem compro… E como tu disse achei a primeira já bem fraquinha anyway…

        6.  @Rackor pior que é, e lá eles tratam como se cada edição fosse mensal rsrs a primeira que era pra sair em setembro saiu em dezembro e essa em abril!

  14. Meldels lendo seu texto e vendo que Bakuman acabou eu tô quase chorando.
    eu ainda tô na parte do começo do PCP, mas lendo o texto do Rackor eu quase chorei
    THIS IS PORTALLOS!

  15. Esse mangá foi muito bom, nossa. Achei o final ótimo, a obra excelente mas ainda não consigo aceitar que bakuman acabou.. ç_Ç pela primeira vez eu to quase chorando por causa de um mangá épico, maravilhoso, emocionante. Amei o fato da Aoki ter ficado com o Hiramaru que pra mim foi o melhor personagem do mangá. Foi muito perfeito, nem tenho palavras pra descrever. *_*

  16. Esse mangá foi muito bom, nossa. PQP Achei o final ótimo, a obra excelente mas ainda não consigo aceitar que bakuman acabou.. ç_Ç pela primeira vez eu to quase chorando por causa de um mangá épico, maravilhoso, emocionante. Amei o fato da Aoki ter ficado com o Hiramaru que pra mim foi o melhor personagem do mangá. Foi muito perfeito, nem tenho palavras pra descrever. Vou comprar todos os volumes que saírem pela JBC. *_*

  17. Agora que Bakuman acabou, volto a ler. =D
    Não li o texto pq fiquei com uma certa preguiça e pra não tomar spoilers do meio da história. O final já dei uma olhada por curiosidade e não esperava algo muito diferente(tanto que não me importei de ver o último capítulo). Pessoas reclamarão e outros não mas é aquilo finais nunca conseguem agradar a todos.
     
    Deixo aqui  ótimos textos que o Gyaboo,  Mbbanikenkai e o Maximum Cosmo(esse último acabei de ler e admito ter sido meu preferido) fez sobre esse final de Bakuman e assim ajudarem a refletir melhor:  http://gyabbo.wordpress.com/2012/04/20/o-final-de
      http://www.mbbanikenkai.com/
      http://www.interney.net/blogs/maximumcosmo/2012/0

  18. Muito legal o comentario e realmente algo pra ser levado em cosideração seria a atitude ousada e inovadora… afinal a obra ficou com um gostinho de quero mais porém de certa forma satisfatória se não aparecer mais nada de lá

  19. Valeu a pena cada semana pela espera de um capítulo de Bakuman. Quando li o último capítulo fiquei com aquela sensação de "nããããoooooo! O que vou fazer da minha vida agora!", mas depois de reler o primeiro capítulo, fica claro que o objetivo do mangá foi alcançado. Se eles quisessem, com certeza poderiam enrolar, até o casamento realmente acontecer… Mas essa tinha que ser a última página. Gostei, gostei mesmo! O lance da Ferrari foi bem bolado e só fiquei um pouco curioso em saber se a irmã da Aoki existe ou não… hehe!
    Esperando ansiosamente a próxima obra. Vou recomendar Bakuman para todas as pessoas que esqueceram dos seus sonhos ou estão depressivas sem saber um rumo para dar na vida.

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