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Just Cause 3 | No céu e no mar, a zoeira não para! (Afazeres Paralelos)

30 minutos! Esse era o limite que me sobrara ontem para jogar algo no Xbox One, antes de ir pra cama, e assim ter uma noite “ok” de sono, sem precisar ligar o modo “zumbi” ao longo do dia de hoje. “Hum, Just Cause 3 parece uma ótima opção, faço uma ou duas missões paralelas, evito a campanha e daqui a pouco vou dormir” – Parecia lógico na hora. Não era bem um gameplay que iria virar mais um diário no site. Até que duas horas se passaram e me dei conta que era madrugada e já tinha perdido a hora de dormir há 1h30 atrás! Rá!

No fim acabei fazendo um monte de coisas legais, fiz algumas capturas de tela e bem, acabou gerando conteúdo para falar mais um pouco desse começo do game por aqui. E pra quem perdeu, a primeira parte das impressões de Just Cause 3 pode ser acessado a partir daqui.

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Nesta rodada tentei aprender e fazer mais coisas alternativas que o game apresenta. Da última vez havia parado justamente ao abrir a opção da Garagem do Mario, que é um ponto onde você pode levar qualquer veículo do game até a garagem e assim esse veículo será disponibilizado para o jogador no inventário do game. Com isso, em qualquer lugar, em qualquer hora, o Rico pode solicitar esse veículo, além de qualquer armas já utilizada no game e um contêiner gigante despencará do céu e lhe entregará tudo, com direito até a explosão de confeites coloridos no momento em que o contêiner se abrir. Alias o contêiner não parece se importar muito com civis, já que o que pedi ontem arremessou pra longe um pedestre. Hahaha.

Tudo bem que não é como se esse tipo de coisa nunca tivesse sido feito em outros games, porém é divertido que tenha aqui também. Apesar de que graças ao sistema de gancho, planador e paraquedas o jogo meio que quase nunca te estimula a solicitar veículos ou até mesmo a usar um carro. Não faz sentido correr no asfalto quando se pode praticamente voar! Talvez mais a frente essa opção seja mais importante.

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Porém o legal da Garagem do Mario é que qualquer veículo pode ser clonado, e aí vai muito além de carros normais. Eu perdi muito tempo caçando as embarcações da baia de Manaea (a primeira área do game). Isso porque voar em terra é fácil, enquanto que no mar nem tanto, já que não há lugar – exceto barcos próximos – para usar o gancho e ganhar impulso. Então corri para adicionar na garagem tudo que encontrei na baia próximo a garagem, tal como jet ski, iate, lancha e até o absurdo de um barco pesqueiro gigante, que estava bem afastado da costa e sabe-se lá porque cargas d’água estava sendo navegado por uma freira. Admito que foi engraçado e bizarro roubar um pesqueiro em alto mar de uma freira que saiu gritando e pulou no mar aberto em que embarquei. Rá!

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Depois de brincar um pouco de entupir a garagem com embarcações fui fazer algumas missões secundárias do game. A de planar é de dar frio na barriga. Já na primeira o Rico sobre em um helicóptero até uma altura considerável e pula lá de cima e cabe ao jogador passar pelos aros no meio do céu aberto. O trajeto tinha no meio um trecho onde tinha que planar entrando em um túnel. Eu admito que demorei para pegar o jeito de como fazer. Mas consegui! Pena que fiquei com a impressão que os loadings para ficar repetindo as missões são um pouco cansativos.

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Também testei uma missão de corrida, porém como não tenho muitos carros malucos, não curti muito. São missões onde você vai de um ponto a outro do mapa, em caminho irregulares – você sai da pista, sobe morros, entra no meio do mato, etc – passando pelos aros de checkpoints até chegar ao destino da prova. O tempo do percurso diz se você foi bem ou mal.

Isso porque todas as provas secundárias não são meramente tarefas extras. Elas possuem importantes e interessantes recompensas. Todas estas missões são qualificadas com níveis de engrenagens, podendo ganhar até 5 delas. Estas engrenagens destravam habilidades específicas de cada categoria de missões.

Nessa brincadeira conseguir de missões acabei destravando: um melhor impulso com planador, todos os carros agora possuem turbo e mais a frente consegui em uma missão de helicóptero frenético a habilidade de granada de vidro, ou seja, ela explode ao encostar no chão, inimigo ou objeto. O que é excelente, por que quem precisa de timer na granada, certo?

Essa missão de Helicóptero Frenético consistia em pegar um helicóptero próprio para a tarefa, na qual ele possui uma metralhadora de alto calibre com munição infinita e a tarefa é destruir uma fábrica, criando combo de caos, em menos de 1 minutos e 30 segundos. É realmente uma missão divertida, pena que refazer ela é preciso encarar um loading ferrado de lento.

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Nisso acabei me empolgando. Percebi que havia destruído uma instalação elétrica que na verdade era uma missão principal. Disso, uma missão de campanha se abriu em uma outra área do game, na qual eu precisaria atravessar o mar. Opa, uma área nova? Lá fui, despreocupado com o fato de que possivelmente já havia passado mais de uma hora dos 30 minutos iniciais que separado para brincar com o game.

Ilha nova e novas descobertas! É possível descobrir zonas de assalto, onde uma pequena base inimiga pode ser derrubada e assim criar uma base de acampamento dos rebeldes, os aliados do Rico.

Continuo em frente e chega a missão onde preciso destruir três tanques de guerra! Não antes é claro de roubar um e sair destruindo os pontos de domínio de uma cidade na qual os tanques estavam detonando.

Essa missão é bem intensa porque em certo momento o Mario, aliado do Rico, precisa escapar dessa cidade de carro e eu fico na caçamba, enganchando carros e helicópteros para que eles não detonassem nosso carro. Até o momento que em vez de enganchar o helicóptero no chão, sou eu que acabo indo para o helicóptero! Usei o gancho errado! Socorro!

Ah, ok, vou roubá-lo e dar cobertura do céu, então.” – Teria dado certo se um míssil de sei lá de onde não tivesse me acertado e detonado o helicóptero! Aí lá vou tentar chegar ao carro do Mario de novo, voando, planando, e enganchando os carros que estavam no encalço do Mario. E um novo helicóptero surge! Ahhh que loucura! Chegou um ponto em que era impossível me aproximar do Mario. Eu simplesmente parei e fiquei puxando todo mundo! Só sei que nunca cheguei a subir novamente em cima do carro do Mario até ele parar por completo e a missão se completar. Mas o jogo conseguiu me deixar sem ar, correndo a pé atrás de jipes e helicópteros atrás do meu companheiro que não sabe se defender direito.

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Depois disso percebi a hora e pausei novamente o game. Logo eu volto a jogar mais. Em todo caso continuo satisfeito e impressionado com Just Cause 3. Ele me provou que as missões secundárias são interessantes, enquanto ainda me fez seguir com a campanha sem nem sequer ter me dado conta. E a ideia de ficar colecionando os veículos do jogo é muito bom! Ao menos os veículos aquáticos e aéreos.

Alias é impressionante a extensão de mar do game. Eu naveguei uma distancia suficiente para mal ver o ponto na qual deveria voltar para a terra. Admito que me deu uma agonia ficar em um mar enorme apenas com água em volta! OK, o Rico sabe nadar, mas voltar todo o trajeto que fiz apenas nadando ia demorar horrores! E as vezes um barco maior pode bater no barco menor e explodi-lo! Sei disso porque lá no começo, quando peguei o pesqueiro, o mesmo detonou várias lanchas até chegar a garagem do Mario.

E esse foi mais um dia normal, de explosões, caos, barcos e helicópteros na vida de Rico Rodrigues em sua revolução e libertação do arquipélago de Medici!

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Just Cause 3 BoxartOnde encontrar:
Xbox One | Just Cause 3* – SubmarinoAmericanasPonto FrioExtraLivraria CulturaSaraiva – Ricardo Eletro – Casas BahiaWalmartShoptimeMagazine LuizaFNAC *vem com o Just Cause 2 (via retrocompatibilidade)
PlayStation 4 | Just Cause 3 – SubmarinoAmericanasPonto FrioExtraLivraria CulturaSaraiva – Ricardo Eletro – Casas BahiaWalmartShoptimeMagazine LuizaFNAC
PC | Just Cause 3 – SubmarinoAmericanasPonto FrioExtra – Livraria Cultura – Saraiva – Ricardo Eletro – Casas BahiaWalmartShoptime – Magazine Luiza – FNAC
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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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