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Mirror’s Edge Catalyst | Corra nas alturas pela busca da verdade! (Impressões)

UPDATE 08.Jul2016 – Agora sim! As impressões de Mirror’s Edge Exordium!

Após terminar Mirror’ Edge Catalyst, neste final de semana, fiquei pensando no fato de muitos reviews lá fora terem criticado game, alegando que esta nova versão veio cheio de equívocos e inesperados problemas. Será mesmo?

Uma coisa tenho que admitir: eu não me lembro tanto assim da versão do game de 2008 quanto achei que iria me lembrar ao jogar Catalyst. Aqui, no reboot da série, acabei encontrando um game com identidade própria, com aquele frescor de algo novo, porém com um universo ainda em crescimento, sem que a história apresentasse totalmente suas cartas.

Só acho estranho a DICE e EA terem decidido começar a história do game através de uma história em quadrinhos, que está sendo lançado aqui no Brasil pela Pixel. Me refiro ao Mirror’s Edge Exordium, que narra os eventos de como Faith acabou sendo presa por alguns meses. O game começa com ela saindo da prisão, sem achar necessário explicar como e porque ela foi parar lá.

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De fato o game demora a pegar ritmo por conta desse início em outra mídia. Faith acaba sendo introduzida a um mundo na qual ela já fazia parte, na qual ela já conhecia muitas pessoas e que aqui precisam ser apresentavas aos jogadores que não conhecem sua história, que presumo estar nos quadrinhos, dando essa impressão aos jogadores que sua origem está no game anterior, quando na verdade o game de 2008 não tem muito a ver com esta nova versão.

Claro que estes detalhes não estragam a experiência do game como um todo, mas acredito que por conta disso cada um acabe tendo seu próprio tempo para assimilar o universo e os personagens presentes ao longo da campanha de Mirror’s Edge Catalyst. Acaba sendo um game cheio de detalhes e curiosidades que estão pelas bordas, escondidos ou disfarçados para os jogadores que não se interessem por saber mais.

O momento ideal para o playground

Um outro ponto de Mirror’s Edge Catalyst que me despertou a atenção é a forma como ele foi vendido, como um sandbox, com um mundo aberto aonde o jogador poderia explorar, ir e vir, para onde bem entendesse, executando dezenas de missões e tarefas secundárias. Afinal, uma das críticas do game de 2008 dizia justamente a respeito de sua linearidade. Bem, em partes o game dá sim certa liberdade ao jogador, mas é preciso entender um pouco como usar tal recurso, sem tornar Catalyst enfadonho ou cansativo.

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O caso é que quando penso em um game sandbox, penso naquele típico game onde eu quero fazer de tudo, exceto continuar jogando a campanha para terminá-la. O único problema é que com Catalyst eu quis continuar a campanha ao invés de ficar me aventurando ou perdendo tempo pelos arranha-céus de Glass, a cidade do game. Há realmente mais para se fazer nesse game do que em sua versão anterior, mas elas pouco acrescentam a história (a princípio, especialmente no começo) e são um tanto quanto repetitivas, especialmente se você pensar que elas acontecem justamente por trechos e trilhas da área aberta do game, enquanto na campanha o jogador se aventuras por áreas e momentos mais peculiares, onde o level design da proposta de Mirror’s Edge Catalyst brilha perfeitamente.

No começo de tudo até tentei fazer algumas missões paralelas, correr daqui pra lá e de lá para cá, mas no fim, achei que isso estava engordurando a trama principal do game, e acabei reduzindo a quantidade de objetivos paralelos que gostaria de fazer até encerrar a campanha. E posso dizer algo? Após terminar o game com aproximadamente 10 horas de gameplay, sinto que agora sim estou disposto a correr e ver mais de Glass pelos objetivos secundários que existem na proposta do mundo aberto.

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Então, a minha recomendação é que não vá explorar Glass no começo do game, pois o jogo realmente fica mais enfadonho ao fazer isso. Deixe para explorá-lo ao fim, até porque existem habilidades que só são destravadas próximos ao final da campanha e que ajudam a mobilidade pelas áreas livres do game.

Abrigos e Outdoors

Há dois tipos de missões secundárias que achei bem divertido no game: hackear outdoors e hackear gridNotes para abrir abrigos para o recurso de viagem rápida que presentes no game. E esse foi um recurso que usei a exaustão. As missões principais de Mirror’s Edge Catalyst são bem distantes entre si, o que talvez os desenvolvedores tenham optado por isso justamente para que o jogador vá fazendo coisas entre o trajeto entre as missões principais. Porém logo qualquer um percebe que está sempre correndo nos mesmos corredores e que boa parte dos itens coletáveis da área já foram recolhidos. Eu não tenho vergonha alguma ao dizer que acelerei bastante a campanha utilizando o viajem rápida, indo para abrigos mais próximos possíveis das missões principais.

Fora que realmente gostei das missões que abrem estes abrigos, que consistem em subir em grandes “poços” dentro de enormes prédios para chegar a um terminal que fica no alto destas construções cheia de armadilhas e grandes quedas. Um dos últimos abrigos do game foi um desafio que me tomou quase uma hora para vencê-lo, e acabou sendo um dos melhores desafios de todo o game. Especialmente porque nestes locais, não há a trilha que auxilia o jogador a decidir por onde ir. É preciso intuição e observação para enxergar o caminho em alguns destes locais.

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Já as missões de outdoor, estas ficam nas áreas externas de Glass e também requerem um pouco mais de observação do jogador, para ver como e aonde pular, subir e se agarrar até chegar a uma destas telas gigantes do game. Só que há um porém aqui: sabe a imagem e o logo que aparecem nestes terminais e que o game diz que é possível editar para que o jogador deixe como quiser? Isso não acontece dentro do game!

É preciso acessar o app oficial ou o site do game para poder entrar no seu perfil e mexer nessa customização. O que particularmente achei pouco prático. Segundo o jogo ao hackear o outdoor, isso o torna visível a outros jogadores amigos online, porém durante todo o tempo em que fiquei jogando o game, não topei com nenhum outdoor hackeado por um outro colega de jogo. Que pena.

O princípio de uma interatividade online

Aliás, falando em jogador, esta é uma oportunidade para mencionar o sistema online e “multiplayer” (sim, com aspas) de Mirror’s Edge Catalyst, que consiste basicamente em criar e compartilhar percursos para que outros amigos de sua lista online tentem bater seu recorde. Apesar de ser algo interessante, na prática não é lá algo tão legal assim.

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Fiquei pensando como seria mais legal se Mirror’s Edge Catalyst pudesse se influenciar de sistemas como Dark Souls, por exemplo. O jogo tem toda essa coisa de customizar o “eco” do do jogador (Faith). E se eu eventualmente pudesse ver o eco de outros jogadores andando pelas áreas abertas do game? E se eu pudesse invocar algum amigo para correr comigo pelo game? Seriam recursos bem mais interessantes do que ter um mundo aberto vazio, sem jogadores, onde estes apenas marcam pontos ou trilhas para outros. É como disse, é interessante, mas está bem distante do que outros games já fazem muito melhor, como o próprio Dark Souls. Falta essa sensação do mundo estar sempre online, com pessoas andando nele ao mesmo tempo em que eu estou andando.

Acaba sendo um sistema frio apenas, que não me incentivou tanto a explora-lo quanto eu gostaria. Até mesmo os trajes de Faith achei que ao longo do game poderia customizá-los, por conta dos kits de corredores que a todo momento são entregues no abrigo principal, mas não. Estes kits servem apenas para customizar as imagens dos hacks de outdoor e o eco de Faith. Aqui há até uma justificativa: o traje não pode mudar provavelmente por causa das CGs do game, que não poderiam mudar de acordo com o traje que estivesse usando em Faith.

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A minha torcida aqui é que a DICE tenha aprendido um pouco mais com estas críticas em torno dos recursos online e que na eventualidade de uma sequência – porque precisa sim ter mais um Mirror’s Edge – ela pense em como aprimorar estes elementos do jogo, que possuem tal potencial para serem bem melhores. Porém pense que nada disso existia no game de 2008. Fora boas implementações, por mais que ainda precisem serem aprimoradas.

Pule, corra, suba, vire, salte e repita!

Independente dos pontos dos elementos extras terem ou não funcionado como esperado, ainda acredito que Mirror’s Edge Catalyst tenha se saído muito melhor que sua versão anterior. Especialmente em termos de jogabilidade.

A DICE soube expandir as ferramentas propostas pela franquia. Até mesmo no que diz respeito a movimentação de Faith, pelo mundo de Glass, parece ter melhorado consideravelmente com as adições da mobilidade por cordas e as habilidades de sabotagem. Apenas achei desnecessários que alguns destes recursos estivessem travados por meio de um sistema de árvore de habilidades, além da demora em si que o game leva para destravá-los. A impressão que tive é que a árvore de habilidade não funciona como deveria, sendo que uma opção bem mais lógica seria simplesmente se tivessem optado por um sistema de progressão de level como um RPG mesmo (+dano, +foco, +agilidade, +vida), deixando todos os movimentos da personagem habilitados desde o começo do game.

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Isso só não ocorre para que o jogador não tenha acesso a certas áreas no começo do game. O que me pareceu bem óbvio quando cheguei em um ponto do mapa na qual existia um abrigo e não me foi permitido fazer a missão de hack que habilitaria esse abrigo para o viagem rápida. Foi o game me dizendo que eu não deveria estar ali ainda.

Porém, no geral, gostei da performance criada para Catalyst. Consegui correr, pular, manter a barra de focus (que mantém a minha saúde no máximo) por todo o game, sendo ágil, e rápido, tal qual o game propõe que o que jogador seja. Porém as coisas ficam bem mais legais mesmo quando a corda MAG é liberada. As missões finais do game, com um prédio desabando em sua cabeça, chão de vidro, ou grandes hélices de geradores de energia eólica que precisam ser agarradas são realmente épicas, que fazem a campanha do game valer a pena ser experimentada até o fim.

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Também vale um destaque especial em uma missão quando Faith precisa derrubar um pêndulo enorme dentro de um prédio na zona de construção. Essa missão também é incrível, com a personagem andando em uma altura maluca e com o game criando a sensação de ventania que me deixou arrepiado, com a impressão de que Faith a qualquer momento seria derrubada de tal altura.

Quanto a parte do combate, muito criticado também, não vi maiores problemas. Entrar em conflito quase sempre não é obrigatório e nas poucas vezes em que isso acontece, o game ainda cria áreas e mecanismos para o jogador ser engenhoso. Correr ou lutar? Corra, sempre! Eu defendo a ideia de Faith não usar armas neste game, pois isso quebraria suas mecânicas de combate, já que aí o jogador iria sempre em cima do cara armado, pegando sua arma para matar todos os demais atirando. Mirror’s Edge Catalyst não é um shooter, ainda que sinta que muitos ainda faça tal confusão por causa da câmera em primeira pessoa.

Melhor próximo ao fim!

Achei bom o fato de que Mirror’s Edge Catalyst tem um sistema progressivo em relação a sua campanha. O game fica melhor conforme a história progride, até porque o meu problema com games que começam bom demais e não conseguem manter o pique ao longo de sua campanha é muito maior. Fico contente que Catalyst não sofra desse mal.

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Até mesmo gostei do plot, o que parece também ter sofrido algumas críticas por aí. Sim, algumas coisas não são explicadas, o contexto de alguns detalhes nunca surgem, tal como disse no começo da matéria, porém no plano principal, a ideia do game em si é interessante. O fato é que o mundo de Mirror’s Edge Catalyst não é preto no branco. Não me pareceu existir somente mocinhos e bandidos de cada lado, todo mundo tem um ponto a defender aqui, tirando o grupo original de Faith, que eram tipo chapa branca, “não somos submissos, mas não nos rebelamos demais“. Todos os outros grupos que surgem no game possuem intenções questionáveis. Todo mundo quer um mundo melhor, mas sempre naquela de que os meios justificam o fim.

A última missão e área do game mostra um pouco dessa dualidade do vilão. O cara é mesmo vilão quando tenta salvar uma personagem que em tese, ele deveria estar associado por puro interesse (ou culpa)? O prédio com as árvores mostra muito mais do mundo de Mirror’s Edge que o jogador ainda desconhece. A tal injeção de  “Reflexão” é jogada no fim como uma faca de dois cumes, assim como tudo no game, podendo ser uma ferramenta de cura, mas também de submissão. A “massa”, o povo alienado da cidade de Glass quer mesmo descobrir a verdade? Me parece que o game é uma grande crítica a nossa sociedade nesse sentido. As pessoas querem continuar na ignorância. A verdade não é algo que as pessoas almejam, não verdadeiramente.

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Mirror’s Edge Catalyst tem toda essa dualidade, de uma cidade toda branca, limpa, mas comandada por pessoas estranhas, as vezes sombrias, por um mundo onde a tecnologia pode ser muito mais ameaçadora do que aparenta, de grupos que são considerados a escória de Glass, vivendo no esgoto, tomando vidas sem se importarem com consequências. Faith, assim como seu nome faz a brincadeira, é o pilar de fé nas mãos do jogador, é o arquétipo do herói perdido em um mundo que se perdeu em seus valores, tentando restaurar algo que talvez as pessoas não queiram mais.

E nem tudo que Faith quer, ela vai conseguir. Ela não é a heroína que vai salvar o mundo no final do dia. Nem mesmo seus aliados estão a salvo. O vilão diz uma verdade inquestionável na personagem próximo ao fim: “todos que estão próximos a você morrem, como alguém poderia ficar ao seu lado?“.

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Eu realmente gostei da história do game, em particular da metade para o fim. Gostei do final, achei corajoso, sem aquela coisa de fim perfeito, todos vivendo felizes para sempre. Ainda que tenha achado arriscado um final aberto para uma sequência. Especialmente se a Eletronic Arts não permitir que a DICE faça tal sequência, porque pra mim Catalyst é só a ponta do iceberg. Há muito o que explorar desse universo.

Superando a antiga versão!

Realmente saio bem satisfeito de Mirror’s Edge Catalyst. Houve sim alguns problemas e elementos do game que ainda precisavam de melhor refinamento, mas a minha impressão particular é que mecanicamente o jogo se sai bem melhor que sua antiga versão.

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Existe um problema claro do game não redirecionar o ritmo de forma ideal, jogando essa responsabilidade ao jogador, que nem sempre vai conseguir entender isso, porém me parece passageiro. Conforme a campanha cresce, o jogador passa a perceber isso mais claramente.

Senti que a versão do Xbox One apresentou dois elementos que me incomodaram bastante: primeiro os loadings sempre que Faith cai de uma altura (as vezes altura que nem é muito grande), que levam severos segundos para que o game me devolvesse o controle do jogo. A boa é que o game sempre me devolveu no exato ponto onde cai, sem precisar refazer os muitos passos do lugar. O segundo ponto foram o carregamento de texturas e pontos onde isso era mal carregado. E é estranho, porque visualmente Mirror’s Edge Catalyst não me parece a coisa mais linda dessa geração, ainda que tenha curtido bastante o fato do game ter sua história apresentada por meio de belíssimas CGs.

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Também é preciso criticar a decisão da Eletronic Arts de localizar o título aqui no Brasil apenas com legendas em português. O ideal seria que o jogo fosse realmente dublado, pois há muitas diálogos e conversas que acontecem durante o gameplay, enquanto o jogador está indo para as missões ou até mesmo durante delas. Conversas importantes. Eu me peguei várias vezes parando de jogar, esperando o diálogo acabar, pois não é fácil me concentrar no diálogo e na precisão dos movimentos ao mesmo tempo. Seria muito melhor se Mirror’s Edge Catalyst tivesse sido dublado, ainda que legendas seja muito melhor do que não ter localizado nada, que isso fique bem claro.

Acho que é uma franquia diferente, original e criativa, e que vale ser jogada. Senão agora em seu lançamento, já que os preços dos games no Brasil estão em um patamar bem alto para boa parte dos jogadores, ao menos jogue quando puder o adquirir em uma promoção por aí. Deixe-o anotado em sua listinha, especialmente aqueles que não puderam conferir a versão de 2008 da franquia.

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É um título que rende boas horas de jogo, tem um bom material extra para verificar após estar bem avançado ou até após ter terminado a campanha principal, e que apresenta esse playground para o jogador que gosta de experimentar, de explorar e vagar por uma grande área aberta atrás de desafios e colecionáveis.

Se Mirror’s Edge Catalyst se perde um pouco por oferecer muito mais do que precisaria, eu não consigo ver isso como algo ruim. Ao menos é um game que ao terminá-lo, sigo com vontade de continuar jogando-o. Acaba sendo um título que fica ali, sempre como uma opção para brincar um pouco naqueles dias em que der saudade de seu universo. Ao menos até que uma nova sequência seja confirmada e comece a ser desenvolvida.

Mais Imagens!

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Excelente campanha, que melhora conforme a história progride
Mundo aberto fica melhor se jogado perto do fim
Modo online e "multiplayer" ainda longe do ideial
Loadings em quedas e problemas com textura nos consoles
Sistema de combate OK, faltou mais movimentos
Movimentação pelo ambiente do jogo está bem melhor
Localização legendada, porém o melhor seria dublado

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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