Conversa de Mangá: Bakuman 174 – How It Should Be and How It Should End

How It Should Be and How It Should End é o título da semana!

Lido no mangareader. Spoilers à frente!

Essa semana algumas coisas me impressionaram. A primeira delas foi a concisão de Ohba ao contar os fatos até o final já decidido de Reversi. Não tivemos uma enrolação que poderia ter se extendido por uns dois capítulos. No clima dos protagonistas, tudo foi mostrado, explicado e “terminado” essa semana. Tivemos aquela citação bacana do Hattori, uma visão dos leitores, e a consagração total de Ashirogi. Confesso que adorei a cara do Eiji, lendo o mangá, coisa que há um tempo já não via.

E se do lado Ohba tivemos uma show, do Obata tivemos seus melhores quadros em tempos. Eu adoro Obata ser tão eclético (já deram uma comparada no traço inicial, ainda bem real, bem Death Note, e como ele deixou a coisa mais leve para condizer com o clima de Bakuman?), mostrando nesse meio tempo vários estilos de traços, dentro do seu mesmo estilo.  As duas páginas duplas que ele desenhou de Reversi foram de cair o queixo. Eu fiquei muito boquiaberto, até porque Bakuman não tem o costume de por si próprio, proporcionar imagens tão complexas e geniais. Mas Obata consegue deixar sua marca em momentos como esse, momentos que só um verdadeiro gênio como ele poderia tirar da cartola algo tão bonito e bacana, mesmo sem nem mesmo termos um mangá por trás. Digo termos lido o mangá em questão para além de apreciarmos as páginas, bater aquele tom de epicidade da coisa.

Agora nos resta a estréia do anime e o casamento. Seria um bom momento para terminar a série, mas se Ohba decidir continuar acho que estará em boas mãos, já que capítulos atrás ele já nos mandou a mensagem nas entrelinhas: “Se a segunda parte não for superar a primeira, não a faça”. Espero que ele siga isto à risca.

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