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Cinema: Zohan – O Agente Bom de Corte – Eu fui!

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Warning! Warning!
Risco de Spoiler! Se você é alérgico, não continue!

Tem uma pitada de humor tosco, daqueles que não se vê mais…

Fui ontem ver Zohan com a idéia de que estaria vendo uma comédia sem grandes aprofundamentos. Minha intenção era rir e me divertir. Qualquer outro propósito para ir ver Zohan não iria funcionar.

Antes de mais nada deixa eu fazer uma reclamaçãr em torno do nome em português do filme, argh “O Agente Bom de Corte”? Quem é o imbecil que cria estes nomes toscos pros filmes aqui no Brasil? O original é muito mais bacana “You Don’t Miss With Zohan”, algo como “Ninguém Mexe com Zohan”
. O que é bem mais a cara do filme.

Voltando, o humor do filme não é algo que todos irão gostar. Não é pastelão e babaca como o de filmes como Espartalhões ou Super-Heroi o Filme. O humor é um pouco mais nostalgico, e relembra um pouco filmes da década de 80 como Corra que a Polícia Vem Aí ou Apertem os cintos, o piloto sumiu. Aquele humor tosco, sem noção, mas ainda assim que te faz rir sabe? Nos primeiros minutos de filme, com Zohan na praia já mostra isso com uma cabo de guerra de Zohan contra um touro. Não são piadas escatológicas como algumas comédias são hoje em dia, mas de situações exageradas que por sí só são engraçadas, como citei, as antigas comédias dos anos 80. Quem não se lembra da tosquissima e hilária abertura com a sinere em Corra que a Polícia vem Aí? Um outro exemplo que leva os espectadores a esse gênero é quando ele invade sozinho um esconderijo atrás de seu eterno inimigo.

Não vou nem contar outras situações porque estragaria sua diversão, mas eu gostei muito do humor “nonsense” do filme e das situações ali criadas. Não são piadas que você viu em outro filme, Zohan cria situações interessantes e divertidas.

O único adendo é que em geral os filmes de Adan Sandler costumam passar uma mensagem ao fim, como o “Eu os Declaro, Marido e… Larry”, onde tem uma reflexão bacana em torno da comunidade gay. Em Zohan, Sandler tenta fazer alguma coisa com relação a eterna guerra entre palestinos e israelenses, mas não consegue, o filme é muito zoado e tosco para que qualquer mensagem ao fim funcionasse, ficando apenas aquele fim basico mesmo de qualquer comédia.

Vale a pena ver nos cinemas num dia em que você esteja sem nada para fazer e queira se divertir. Vi alguns reviews de críticos incomodados com Zohan por ele ser meio extravasado e traçar velhinhas, mas não concordo, não tem porque se incomodar. É uma comédia e dentro do contexto que é o personagem de Zohan, faz todo o sentido, de maneira bizarra de ser. XD

Aliás a piada dos pés que você viu nos trailers do filme, funciona mesmo. Não uma e nem duas vezes, mas em todas as vezes que ela aparece no filme. XD

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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