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DVD Review – A Pequena Sereia 3: A História de Ariel

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Como eu já fui criança um dia, é um tanto óbvio que gosto dos clássicos animados da Disney. Principalmente os da época como Rei Leão, Aladdin, Bela e a Fera e é claro, a Pequena Sereia.

Mesmo sabendo que faz anos que a Disney não faz uma animação 5 estrelas, ainda assim acompanho alguns de seus lançamentos. Ontem pude assistir ao recém lançado A Pequena Sereia 3. O primeiro é claro que é um clássico e obrigatório para qualquer criança assistir, o segundo não chega a ser ruim, eu diria é no máximo ótimo. Mas e o terceiro?

Resumidamente, esse terceiro filme só vale a pena se você já assistiu a Pequena Sereia alguma vez na vida. Mesmo que a premissa da história aqui passe bem antes do primeiro filme. O único propósito desta sequência é divertir os fãs mesmo.

A história é bem simples e não chega a ser uma grande aventura, poderia inclusive, servir de propósito ao um daqueles episódios da série de TV. Mesmo assim ainda há algumas coisas bacanas, como a aparição da Mãe de Ariel, o momento em que Ariel conheceu Linguado e o fáscinio dos habitantes de Atlanta pela música. O caso é que muito pouco do que vismos neste novo filme, reflete ou explico as personalidades dos personagens no clássico animado.

Ariel ainda não tem aquela obsessão pelo mundo dos homens e por seus objetos. Linguado não é tão medroso ou cauteloso, o que deixa o peixinho bem diferente do que conhecemos no clássico.

A grande vilã do filme não é mais Úrsula ou qualquer uma de sua família, e sim a babá das filhas do rei Tritão, que almeja o cargo de Sebastião, que afinal, não está tão diferente do original.

O história vai rodar em torno de uma tragédia, a morte da Mãe de Ariel e como o rei Tritão resolve se expressar diante dessa perda. A música acaba sendo banida de Atlantida porque ela entristece o rei. Sebastião clandestinamente monta um clube de música as escondidas e o resto da história você confere assistindo.

Enfim, não é ruim o filme, mas a vilã não cola, o perigo não é tão perigoso e a música que é o carro-chefe do filme deveria ser muito melhor já que é o que impulsiona toda a trama. O resultado é um filme alegre, mas não memorável. Vale assistir, mas poderia ser muito melhor.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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