JogandoReflexões & Opiniões

MEME: Eleição Social Blogueira dos Melhores Games de 2008!

Aproveitando o finzinho desde domingo, vendo o final da sétima temporada de Arquivo X em DVD, resolvi que já era hora de fazer minha colaboração ao blog Continue e a seu MEME promissor a respeito do melhor e do pior de 2008 no mundo dos games!

Para saber mais sobre o que este MEME trata, basta clicar aqui.

A tarefa é bem simples, cada colaborador do blog pode votar, não precisa ser apenas 1 voto por blog, então este post é sobre o meu voto, os outros participantes daqui fiquem à vontade para darem seus votos em novos posts. 🙂

JOGO DO ANO: Pois é, apesar de ainda não ter jogado Prince of Persia e Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, devido a nossa adorável alfândega brasileira que retém e perde pacotes, joguei a maioria dos lançamentos de 2008. Difícil acreditar que exista outro game em 2008 que tenha se saido melhor. GoW 2 é tudo que os gamers esperavam. Modo campanha extremamente viciante, com um aprofundamento do universo do game bem mais centrado, com um multiplayer também gigantemente melhorado, com muito mais opções para todos os lados. Defeitos? Há, mas são ofuscados pelas enormes qualidades. É uma das raras regras onde a continuação dá aquela sensação de se um jogo completamente novo e chuta a bunda do primeiro game. E olha que Gears of War 1 já era sensasional. Não adianta, melhor do ano e há mais de 3 milhões de gamers para comprovar isso. E olha que o game saiu faz pouco mais de 1 mês apenas.

DECEPÇÃO DO ANO: Infelizmente GTA IV terá meu voto esse ano. Ouvi muitos gamers falarem do quanto fenomenal seria o GTA da nova geração. Meu hype na época do lançamento era o máximo, mas a minha queda foi gigantesca. A Rockstar fez realmente um belo game, mas não superou as expectativas que eu tinha sobre ele. É um game centrado, com todos seus aspectos certinhos demais. No fim das contas eu me diverti mais com as bizarrices e superpoderes de Crackdown do que com as mesmas missões repetidas de GTA IV. Vai de um ponto a outro de carro, mata todo mundo e volta. O game se resume a isso. É tão chato que mesmo voltando vez ou outra, ainda não tive pique para terminá-lo. Quanto ao multiplayer, joguei algumas vezes, mas sinceramente não tem a empolgação que outros games tem. Uma cidade gigante demais para 16 pessoas brincarem. Faltou aquele brilho que tantos queriam que tivesse. Não é um game ruim, mas está longe de ser o que esperavam. Me decepcionou e ponto.

NOTÍCIA DO ANO PARA O MERCADO BRASILEIRO DE GAMES: Aqui meu voto é nulo. Sinto muito, mas não acredito que 2008 tenha tido alguma notícia realmente relevante ao mercado brasileiro de games. Pelo contrário, tivemos mais um ano de enrolações no Congresso Federal, onde leis de incentivo ao mercado estão em banho-maria. Nintendo e Microsoft, ainda que oficialmente aqui, sem tomar nenhuma atitude agressiva para aumentar mercado, quanto a Microsoft a coisa foi mais feia ainda, com lançamentos com atraso, com games tendo a possibilidade de serem legendados e não sendo, com o problema dos códigos de Gears of War 2 e Fable II sendo capados e bloqueados. Fraca iniciativa de inclusão no mercado. Ambas deveria de atuar de forma mais agressiva. Muito se fala, em vários sites e blogs quando algo de bom acontece no mercado brasilero, que estamos dando “um passo”, pequeno mas estamos andando. Sinceramente, não estamos andando, passos de formiga em meio a passos de elefentes num mercado global que vem crescendo a cada minutos não significam nada. Zeboo da Tectoy? Se não fosse verdade, eu diria que seria o 1º de Abril do ano. Na velocidade que estamos, talvez daqui a 500 anos, o Brasil chegue a algum lugar com o mercado de games. Hoje? Somos lagartixas andando no meio dos dinossauros. Voto Nulo. Se fosse melhor notícia internacional, diria que a quebra da exclusividade de Final Fantasy foi algo que pode mudar a competição ao mercado global nos próximos anos. Isso com apenas 1 quebra de exclusividade do que talvez seja a franquia de produtora terceirizada mais importante do mundo dos games.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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