Papo Pipoca

Metallica: Death Magnetic Tour – Eu fui

Uma linda noite de lua cheia, abraçado com uma linda garota, e uma trilha sonora impressionante! Foi assim a noite de show do Metallica em São Paulo dia 30 de janeiro, uma noite que marcou São Paulo sem sombra de dúvidas.

Fui ao show com a incerteza do que veria, o Metallica me decepcionou muito com seu penultimo album: “Saint Anger”, e para mim foi decretada a morte da banda, a mudança do baixo, que encarei com certa estranheza. Eis que em 2009 um amigo me diz que o novo album entitulado “Death Magnetic” trazia o Metallica de volta àquilo que conhecimos, ouvi e gostei do que ouvi e um fantasma de uma banda para mim morta estava me acobertando.

Pois neste sábado todas as dúvidas se foram, e senti que realmente era a ressureição daquela que é considerada uma das melhores bandas de Metal de todos os tempos, competindo novamente de igual para igual com outras bandas.

O show não podia ter sido melhor introduzido em São Paulo, e dado o alto valor do ingresso mereciamos uma banda de abertura digna, e o Sepultura presente para tal tarefa não fez feio e pode esquentar os animos de todos os presentes ansiosos pela performance da banda principal, a banda de Andreas Kisser, um dos maiores guitarristas do Brasil mostrou competência no palco.

Após a saída do Sepultura, uma espera de 30 minutos deixava a todos ansiosos, só piorando com os barulhos dos instrumentos sendo testados. Mas quando as luzes do estádio se apagaram e mais um silêncio inquietava 68 mil pessoas no estádio do Morumbi, e de repente começa “The Ecstasy of Gold”, música de introdução do album S&M seguida de Creeping Death! E assim estava oficilamente iniciada a noite espetacular, seguida de tantos outros sucessos da banda.

Clássicos foi o que não faltou neste show, e assim ouvimos músicas como For Whom The Bell Tolls, One, Enter Sandman, Sad But True, Master of Puppets, Nothing Else Matters e tantas outras. Essa é a turnê do album Death Magnetic e quatro músicas do album-retorno da banda foram tocadas: That Was Just Your Life, The end of The Line, e o single The Day That Never Comes em seguida e logo após ouvimos Broken, Beat & Scarred que agitaram o Morumi.

James Hetfield mostrou competência e potência na voz e total atenção ao público que estava ali para ouvi-lo, sinais da idade a parte, o frontman da banda fez bonito e tocou como nunca antes.

Kirk Hammett, o guitarrista mostrou como se toca uma guitarra com graça, como se ela fizesse parte dele, o cara toca muito, uma lição de guitarra, fiquei babando enquanto ele fazia os solos e riffs com maestria.

Lars Ulrich continua com uma sonoridade e velocidade absurdas, e mostra que a idade não pesa ainda.

Robert Trujillo é realmente o músico ideal para a banda, meu preconceito com ele se foi naquela noite e pude conferir de perto aquele monstro enorme tocando e acompanhando muito bem a banda.

One foi introduzida com efeitos pirotécnicos fenomenais. O fogo que  surgiu na lateral do palco aquecia a todos e a 15 metros era possível sentir o calor, e ainda fogos de artifício eram disparados como em comemoração à ótima noite.

Se haviam dúvidas da competência da banda nos dias atuais eles se foram nessa noite. Não tirei fotos acabei esquecendo de carregar a bateria da câmera, mas Elissandro, um colega do trabalho que foi nos dois dias em São Paulo me cedeu as fotos que ele tirou do show do domingo, que vocês podem conferir abaixo.

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Pikachu

Gamer e nerd, meus gêneros favoritos são RPGs e Adventures, e claro que adoro Pokémon. Aprecio uma boa música também, em especial o bom e velho Rock N' Roll e o Metal e suas vertentes.
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