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Gears of War 3 BETA: um pouco de tudo que você tem curiosidade em saber!

Para quem acompanha o twitter do Portallos deve ter sido inevitável tomar conhecimento no meu desespero para conseguir entrar no bendido BETA de Gears of War 3. Foram quase 8 dias de plantão no twitter, torcendo por um “VIP Code”, com a página para renderizar o código na Xbox Live aberta o dia todo. Reclamei, chorei e resmunguei direto por lá. Gamer e fã é assim mesmo certo? Felizmente, na sexta-feira passada, lá pela 2h da madrugada, graças a uma dica do Dadah sobre uma conta do twitter que estaria dando códigos, acabei conseguindo finalmente um válido. Alegria, ansiedade e muito vício. Foram 2 dias realmente intensos de Gears of War 3, 81 partidas para ser exato.  Me desliguei quase que completamente da internet nestes 2 dias.

Mas hora de voltar a realidade. Hora de voltar a postar. Porém, deixando um pouco de lado os posts que estão em atraso (CdM, é um bom exemplo), acho que o mais saudável a fazer, é escrever logo um impressões sobre o beta, e desabafar tudo que tenho a dizer sobre as mudanças que a Epic Games fez no game, assim como a própria política do estúdio como vem tratando o beta. Erros, acertos, mudanças, nostalgias. Tem de tudo nesse período de teste. Após o continue, mais detalhes:

Sobre a política de participação no Beta…

Como participar do Beta de Gears of War? Para quem ainda está meio perdido, existe três maneiros de entrar no Bega de GoW3: 1 – Ter comprado Bulletstorm, game do mesmo estúdio e que habilitou o beta a partir de 18/04. 2 – Ter reservado a pré-venda de Gears of War 3 nas lojas, lá nos EUA, da Gamestop. Estes entram no Beta hoje, 25/04 3 – Conseguir um VIP Code no twitter, pelos desenvolvedores do game, ou lojas ou outras personalidades do mundo dos games que conseguiram códigos pela Epic Games e estão distribuindo via twitter e até mesmo facebook. Os que conseguiram um VIP foram habilidados a entrar no Beta em 15/04.

Aqui cabe uma reclamação. Na minha opnião a Epic Games está sendo extremamente sacana e me revolta saber que a Microsoft permitiu toda essa zona que está sendo para entrar no Beta do game. Não acho errado o estúdio abrir o Beta PRIMEIRAMENTE para gamers que apoiam o estúdio, seja comprando Bulltstorm ou fazendo a pré-venda do game, tudo bem, eles merecem entrar no beta mesmo, talvez até num período “extra”, como a galera que está jogando desde 18 de abril.

Mas é revoltante pagar  a Live Gold, para ter acesso exatamente a estes tipos de privilégios de um sistema pago e ficar de fora de um dos betas mais importantes da franquia Gears e até mesmo do X360. O Beta deveria ser liberado também aos usuários que pagam pela Live, mesmo que fosse por menos tempo do que o pessoal que comprou Bulletstorm ou GoW3.

Eu não comprei Bulletstorm, não porque o game é ruim, mas não sou fã de FPS, e não queria pagar o preço de um lançamento por ele, muito menos comprar um game só para ter acesso a um beta de apenas 30 dias. Agora com certeza vou comprar Gears of War 3, mas no Brasil não tem a rede de lojas Gamestop. A Epic mais uma vez privilegiou os americanos e deu uma banana pro resto dos países que tem a Live oficial. Aqui no Brasil, nem a data de lançamento, preço ou quando começam as pré-vendas do game foram anunciadas. O beta deveria ter um cunho mais global, para que o estúdio pudesse ter uma ideia de como seus sistema de multiplayer vai funcionar a nível mundial.

Tem quem acredita que o beta vai ser habilidade para todo mundo bem no finzinho. Torçam para isso, mas ainda assim, acho uma baita sacanagem não tornarem essa informação (se verdadeira) oficial.

Sobre o Beta, as novidades e gameplay…

Agora deixe-me falar sobre a jogabilidade em si. Algumas coisas mudaram, e para melhor. Vou separar por categorias, para ficar mais didático e organizado.

1 – Sistema de Busca por partidas online!

Categoria essencial para jogadores brasileiros, depois do fiasco de Gears of war 2 nesse quesito. Um dos motivos que mais me preocupava e que mais queria testar pessoalmente no beta. Todo mundo sabe que a Epic Games fracassou no sistema usado em GoW2. Bloqueando regiões do mundo e impedindo jogadores de aproveitar o multiplayer.

Parece que a lição foi feita. Servidores dedicados retornam em Gears of War 3. Mas melhor do que isso, agora o sistema de multiplayer funciona! O beta disponibiliza dois meios para se jogar: Public e Ranked. O primeiro funciona como o modo Social de GoW2, você entra numa sala e fica lá perpetuamente, jogando com as mesmas pessoas, fazendo rodizios de mapas, um de cada vez. Podendo qualquer um sair em qualquer tempo da sala, sem ser penalizado. E outras pessoas acabam que entrando quase que automaticamente se alguém sair, nunca deixando por muito tempo, as partidas com times vagas sendo preenchidas com bots. A Ranked é aquela que todo mundo conhece, porém a cada término de partida, você retorna para a tela de busca para achar uma nova partida com novos jogadores.

Já dá para perceber que a Public leva vantagem sobre a Ranked. Primeiro porque evita toda hora ficar voltando no sistema de procura de partidas. Perde-se muito tempo buscando partida por partida, sem mencionar que não pode sair dela a qualquer momento, sobre penalidade de XP (que determina o seu level no game). Tanto a Public quanto a Ranked dão medalhas, ribbons (vou falar de tudo isso logo) e pontos de experiências, os XPs, que sobem seu personagem de level. Os levels são apenas categorias vazias. Ao menos não beta. Você não fica mais forte ou ganha novas habilidades subindo seu level, ao menos no beta. Novos itens são destravados sim, mas através de objetivos ao longo de partidas e até mesmo pela quantidade de partidas, mas nada disso é determinado pelo level. Cria-se apenas um status mesmo.

Mas está demorado achar partidas? Não está instântaneo, mas dificilmente o sistema não consegue encontrar. A rankeada é o que mais demora, levando-se consideráveis minutos. O curioso é que se ela achar uma partida, pode ter certeza, caso você esteja no Brasil, que irá jogar contra brasileiros. O sistema de multiplayer parece que agora funciona regionalmente, de forma bem eficiente. Nada de entrar em partidas nos EUA e ficar lagando a sala. Por isso muita gente anda elogiando a falta de lags no beta. É interessante isso, mas como tem muito menos brasileiro com acesso ao beta do que os americanos, é meio óbvio que o sistema demora alguns minutos para conectar a uma partida. No sábado pela manhã, horário que poucos jogam, levou um tempão para conectar, foi tanto tempo que depois que ela acabou, fui jogar no público mesmo, que funciona de forma mais rápida graças a um sistema que ainda não sei dizer se é bug.

[Dica Marota] Quem não quiser perder tempo buscando partidas, ou jogar sozinho caso o modo público não ache alguma sala brasileira, existe um sistema para achar partidas públicas de forma instantânea. Faça assim: escolha o modo Public e coloque para procurar partidas. Se achar, beleza, deve ser uma sala brasileira, basta sair jogando. Se não achar, o sistema vai procurar salas num sistema numérico, de 0 a 25 tentativas (isso aparece na tela). Ele vai fazer isso várias vezes, sendo que de vez em quando ele abaixa esse numero de 25 tentativas. Chega um ponto desse busca, depois de uns 2 minutos, que ele vai procurar numa tentativa de 0 a 50. Quando isso acontecer, o sistema ao terminar estas tentativas, cria uma sala com você como host e a partida começa contigo numa sala cheia de bots. Outras pessoas podem entrar depois disso, mas demora um tempo. Não quer isso? Então quando o sistema de busca chegar a 0/50 tentativas, cancela a busca. Vai dar um loading de cancelamento e você retornará a tela anterior para começar uma nova busca ou mudar sua opção de partida. Retornando a tela anterior, recomeça a busca imediatamente. Cancelou, voltou, recomeçou. São alguns segundos, seja ágil. Fazendo isso, sabe-se lá porque, o sistema começa novamente a busca, mas conecta quase que instantaneamente a uma partida, em geral a primeira que ele encontrar. Não leva nem 20 segundos. Genial, não? Porém, essa sala quase nunca é brasileiro. Pelo que percebi são salas americanas, apesar de que acho que alguns brasileiros já sacaram essa malandragem do sistema e estão jogando com os americanos mesmo. Dá lag? Não em 80% das vezes, e quando dá, não dá nem pra se comparar com os games anteriores da franquia quando tinham lag. A frequencia é muito baixa mesmo fazendo isso, dá para matar e morrer sem ficar transtornado e não conseguir dar um passo no game, assim como dá para correr e saltar barreiras sem aquele glitch infernal de saltar e voltar para onde estava. Isso porque as armas do game estão mais equilibradas e os servidores estão mais eficazes no combate as lags. Não tem segundos de desvantagens.

O beta então nos apresenta um sistema sólido de multiplayer, pela primeira vez na franquia. Partidas regionais sendo encontradas facilmente (Halo Reach também faz isso alias), sem as terríveis lags que causavam uma desvantagem ridícula nas partidas, sem jogadores host quase que invencíveis e, o melhor e o melhor, sem um sistema de busca eterno (maldito GoW2).

2 – Melhorias e novas armas!

Uma das grandes surpresas do beta são as armas novas, a Retro Lancer e a Sawed-off. Todas as armas, sejam elas novas ou velhas, tem prós e contra bem definidos e distintos. A Lancer continua sendo a arma básica e equilibrada. Mira e tiros de metralhadoras a distancia, e no combate corpo a corpo, a serra elétrica imbutica em seu corpo é extremamente útil. Já a Retro Lancer, é bem uma versão mais antiga da Lancer. Sai a serra elétrica e entra em cena uma espécia de lança. O jogador pode sair correndo de uma larga distancia entre o mesmo e o inimigo e fincá-lo na barriga com a lança da Retro, matando-o instantaneamente. Claro que tem o contra, a corrida precisa pegar impulso, então se você estiver muito próximo, a lança apenas causará um pequeno dano, e também precisa tomar cuidado, pois se o inimigo o vir e pular para o lado, você simplesmente passará reto, deixando uma enorme abertura para ser atacado por ele. Arma como a Sawed-off também pode lhe explodir, mesmo que esteja correndo com a Retro Lancer, basta que o oponente deixe-o chegar perto o bastante para detoná-lo. Já quando a Retro estiver sendo usado como metralhadora, seus tiros causam muito mais dano do que a Lancer normal. Basta alguns poucos tiros para derrobar o oponente, mas controlar ela é trabalhoso, pois o recuo dela é absurdo de forte, e a mira sai do controle sempre. Mas ainda assim, é a arma mais divertida das metralhadoras,

A Sawed-off é a shotgun onipotente. Um tiro dela perto do inimigo o explode em mil pedaços. Ela é ridicularmente poderosa. Mas antes de que você ache isso sacanagem, já lhe digo qual o problema desta arma: você começa a partida com apenas 4 balas e a recarga da munição é feito bala a bala. Um tiro por vez apenas. E a recarga dela leva uma eternidade, mesmo usando o recarregamento rápido (clique certeiro na hora de carregar), ainda assim leva pesados minutos que fazem toda a diferença na partida. Se posicionou e atirou com a Sawed-off assim que o inimigo se aproximou… e errou (!), saia correndo, porque se marcar, você morre até mesmo de pistola, já que o inimigo está armado e você tem que esperar a Sawed-off carregar. Uma arma poderosa, mas com uma baita desvantagem. Não se sobrevive uma partida inteira apenas com ela, mas ótima para reviravoltas nas partidas.

A Gnasher, a shotgun dos games anteriores, também marca presença. Tão equilibradas quanto GoW1, já que em GoW2 ela quase que foram inutilizadas, de tão ridídulo que ficaram. Os duelos de shotgun estão de volta. A Gnasher tem uma vantagem boa sobre as metralhadoras nos combates próximos, e também levam vantagem se o inimigo atirar com a Sawed-off e errar. A Gnasher está melhor do que os games anteriores.

Uma arma que nunca gostei é a Hammerburst. Poderosa também, e a mira dela entra em modo FPS (primeira pessoa) ao ser utilizada, igual games como Call of Duty. Bacana, mas sempre foi uma arma que nunca me agradou, então nem sei dizer se ficou melhor ou pior que os games anteriores, mas devido a esta mira, muitos estão jogando com ela.

Entre outras novidades, estão a granada incediária, que se for acertada em cheio no inimigo mata na hora, e a Digger launcher, que é uma granada toupeira, que percorre por baixo do cenário, ultrapassando qualquer obstáculo, pegando o mais distante dos inimigos, e mega poderosa, podendo levar multiplos oponentes se estiverem próximos. As granadas também estão mais eficientes no beta, por exemplo, as granadas de fumaça se acertadas em cheio, não derrubam o oponente (como era no começo de GoW2), mas faz o personagem cobrir o rosto, e nisso, fica por minimos segundos sem atirar, dando uma abertura para o inimigo atacar. Boa para defesa e ataque. Granadas como de gás venenoso e a incendária, marcam o chão da fase por alguns minutos, cusando dano se o inimigo ficar parado sobre elas.

Outra arma interessante é a One Shot, que fica no mapa Trenches, que basta um tiro para matar o inimigo. Usada lá de cima de um morro, atravessa o mapa inteiro. Arma dificil de usar, deixando o inimigo vulnerável a não perceber quem chegar perto do mesmo, já que a visão da mira da arma foca longe demais de onde você está com ela. É quase uma super sniper, e bem mais potente.

Por último, o jogador pode configurar antes das partidas começarem, quais das 3 metralhadoras e 2 shotguns começar. Mas o melhor é que ao logo das partidas, durante os respawn (momento em que você está aguardando voltar ao jogo porque morreu) é possível mudar a suas armas para assim que voltar ao game. A Sawed-off não está boa para o time oponente? Troque para Gnasher, sem precisar esperar a partida acabar. Isso cria um equilibrio interessante, onde o time se adapta aos ataques do time oponente e vice e versa. A cada round ou vida perdida, você pode começar com novas armas básicas. Um dinamismo muito bom.

3 – Modos de game e mapas do beta!

Até o momento apenas dois modos de games foram habilitados para os jogadores brincarem no beta: Team Deathmatch e King of the Hill. Na próxima semana será habilitado o modo Capture the Leader. Quanto aos mapas, ao longo do beta serão disponibilizados 4 mapas que estarão presentes na versão final do game: Thrashball, Checkout, Trenches e Old Town.

Em relação aos modos de game, a novidade fica por conta de Team Deathmatch (TD). Uma variação muito interessante e divertida de Warzone e Execution dos games anteriores (não sei dizer se estes ainda estarão presentes na versão completa do game, mas acredito que sim). Em TD o time, formado por 5 jogadores, tem 15 repawns, ou seja 15 vidas compartilhadas. Morreu? Aparece o contador de alguns segundos e você retorna a partida, usando 1 vida das 15 que seu time tem. A cada morte, essa contagem vai chegando ao zero. Quando chegar a zero, todo mundo fica com 1 vida, aí se morrer, não retorna mais. Vence o time que zerar primeiro todas as 15 vidas do time adversário e que ainda matar todos as últimas 5 vidas individuais de cada oponente. Isso tornam as partidas bem equilibradas, onde um jogador ruim pode colocar em risco a vitória de seu time. Por isso é importante o trabalho em equipe e o suporte aos membros do time. Não deixar ninguem morrer a toa, se for possível impedir a morte e com isso economizar vidas do contador do grupo. Achei melhor e mais divertido que Warzone. As partidas duram mais e as disputas são acirradas mesmo. Reviravoltas também são possíveis, basta trabalho em grupo.

Quanto a King of the Hill. Brinquei muito pouco, já que foi habilitada hoje. Joguei duas partidas rápidas no almoço. Não parece muito diferente da versão de GoW2. Você precisa dominar uma área do mapa, deixar o contador zerar e aí a área a ser conquistada muda novamente. É um modo de game com vidas infinitas. Vence quem chegar a 170 segundos de área conquistada. Um modo de jogo que dá muitos pontos de experiência. Terminei a segunda partida com quase 5.000 pontos. Por último, Capture the Leader, só saberemos se tem novidades na próxima semana. Nunca gostei desse modo de game, prefiro Guardian.

Sobre os mapas, eles estão mais parecidos com o estilo de GoW1. Mais fechados e claustofóbicos. Em GoW2 a Epic tentou fazer mapas maiores, mas ficou muito tedioso certas partidas e modos de jogo, pois os jogadores se desencontravam fácilmente e era comum um personagem se esconder e não ser achado, dado o tamanho da área. Os mapas do beta nesse caso são mais apertadinhos, deixando a competitividade mais acirrada. Thrashball e Checkout ficaram perfeitos, o primeiro com uma área aberta ótimo para ataques com a Retro Lancer, um área superior que dá perfeito para o campo aberto (quem domina essa área, tem boas chances de vencer as partidas) e uma área isolada para colher granadas (ótimo para pegar jogadores escondidos). Checkout também tem pontos assim, de conquista, esconderijos e de granadas, e o visual da fase é bem diferente (dentro de uma loja de conveniência abandonada), um mapa mais furtivo-ofensivo.

Trenches é mais chatinho, em parte por causa das armas, o morteiro de GoW2 e do One Shot. Não dá para jogar livremente se o time oponente liderar estas armas e para chegar a tomar estas áreas deles é quase impossível. No geral, um time acaba prendendo o outro na área de respawn e a partida acaba perdendo a graça. Na área onde ficam as granadas, deveriam estar algumas armas mais ofensivas, para poder quebrar essa supremacia de quem prende o time na área de respawn. Por último, tem o mapa Old Town, que infelizmente ainda não pude jogar (foi habilitado hoje).

4- Últimos detalhes! Refinando mais um pouco…

Novos mapas, novos sistema de busca, novos modos de game, novas armas, melhor balanceamento das partidas… o que ainda falta neste beta? As medalhas e ribbons! Na verdade é um sistema muito parecido com o que já existe nos games de Halo. Medalhas ao lado dos levels para identificar o tipo de jogador você é, com direito até a sub-título (como o usado em Street Fighter IV). Um efeito meramente visual pré-partida. As ribbons (não sei como são chamadas por aqui, em nosso idioma) são mini-conquistas dentro das partidas. Matar 3 inimigos sem morrer,  matar um inimigo após estar morto, dar assistência, impedir um ataque fatal, etc. Estes tipos de feitos memoráveis em partidas. As ribbons não dão nada para o perfil do jogador, mas dão bônus de experiência que ajudam a elevar o jogador mais rapidamente. São colecionáveis, mas no beta, o menu que mostra elas, é bem simplório. Nem dá para vê-las num tamanho decente.

Outro detalhe estético que o beta apresenta é a customização do visual das armas do game. Se em GoW2 a Epic apresentou as armas douradas, no terceiro game haverá uma variedade muito mais de skins. Algumas delas serão destraváveis obtendo conquistas dos games anteriores, e alguns só serão disponibilizados para quem jogou o beta. O efeito “flaming” por exemplo, estão sendo destravadas a cada semana de uso do beta, é uma skin onde as armas ficam na parte inferior alaranjadas, como se estivessem em chamas. A Retro Lancer tem a skin dourada, que poderá ser levada para o jogo completo quando for lançado, mas para isso, é necessário jogar 90 partidas de beta e depois matar 100 inimigos com a arma. Ainda tem outras skins, como Urban e Cobre. Não muda a performance da arma, é algo só estético, mas detalhes assim são bacanas.

A roupa de jogador de Trashball de Cole Train também só está disponível no beta. Precisa jogar 50 partidas, e depois usá-la 10 vezes para levá-la para  o jogo completo. Ah, uma coisa que não mencionei, mas é estranho jogar com a Anya ou contra ela. A personagem é magrinha, dá a impressão de que é mais difícil de acertá-la, sem dizer que dá uma sensação estranha um time inteiro de Anyas. XD (mas no beta não estão todos os personagens habilitados).

Por fim, Gears of War 3 parece fenomenal, a Epic Games consertou as inúmeras burradas de Gears 2, que quase que acabou com a franquia. Não é de se admirar que a meta de GoW3 precise ter essa ambição de trazer de voltar os fãs. O beta conseguiu me convencer. Mal posso esperar setembro!

Mais alguém jogando o Beta por aqui?

Obs: Post recheado com vídeos ao invés de imagens do Beta. Isso foi proposital… assistam se puderem (não são obrigatório, mas ajudam bem a entender as diferenças de gameplay para com os games anteriores da franquia).

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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