Jogando

Um minutinho de The Last Of Us!

Mas só um minutinho? Aaaaah…

Não é porque sou fã de carteirinha da Naughty Dog (e não é por conta de Uncharted não, isso vem desde a época do Crash Bandicoot no PlayStation) que eu tenha deixado de achar que a idéia de hypar um game sem nem antes ter visto no que consiste o seu gameplay seja algo arriscado. Mas quando eu coloco os meus olhos nas imagens de The Last Of Us e me lembro de pedaços e mais pedaços das promessas que podem fazer deste outro jogaço da empresa, eu realmente começo a considerá-lo uma exceção.

Hoje soltaram um trailer curtinho só pra adoçar a boca mesmo, como já havia de se esperar. A E3 vem logo ali, virando a esquina e eu tenho certeza de que o prato principal só vai dar as caras em meio à apresentação da Sony por lá. Mas que trailer hein? A vista caótica de como ficou a cidade já não me surpreende tanto, afinal tudo isso ficou bem estampado nas páginas da Game Informer. Surpresa com essa parte do jogo agora só vai rolar com ele ao vivo na minha televisão, então espero que as próximas migalhas nos mostrem outros lugares, outros exemplos de como a vida na Terra se tornou essa selva.

Aliás, é exatamente essa selva o que mais me chama a atenção sempre que penso nesse jogo. Um plot envolvendo dois estranhos tentando sobreviver num mundo pós-apocalípse não é algo lá muito original, tampouco pessoas sendo infectadas por um super vírus e por consequência criando um legião de… zumbis (?) é. Portanto o ponto alto, o que eu mais quero mesmo, é um trabalho impecável no desenvolvimento desses personagens.

Independente de uma trama ser completamente batida ou algo totalmente inovador, ela não é nada sem figuras verdadeiramente apaixonantes. Aquelas que te fazem lembrar meses, anos depois o porquê daquela história ser digna de fazer parte das suas  recordações. Sem falar que por mais manjado que seja determinado tema, experienciá-lo com a interatividade que um game oferece é algo totalmente diferente na minha opinião, diria que é um passo adiante quando pensamos nas ficções do cinema.

E quando eu vejo esse mundo caótico, essas pessoas querendo matar umas às outras, buscando prazer na velha lei do mais forte, eu consigo pensar em “N” possibilidades. Tanto as mais estarrecedoras, as mais abomináveis possíveis… quanto as mais simplórias. E a cada detalhe novo desse jogo eu só desejo mais e mais poder ver todas elas reunidas no mesmo.

Enfim, eu espero não cair desse cavalo, porque confesso que acabei de subir nele.

PS: Certeza de que ia rolar gameplay logo após o corte dessa cutcene… SHIT!

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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