E3 2019Jogando

As várias facetas da morte!

Quando acabou o vídeo tocou ”Mamãe Eu Quero” aqui ao lado!

Minha súbita paixão por cenários desérticos já não está mais sozinha, hoje ela ganhou uma nova companhia. São esses cenários hyper coloridos e repletos de detalhes de um típico bairro japonês. Foi basicamente esse o primeiro gancho que me nocauteou e fez com que eu me interessasse por Sleeping Dogs e agora vendo uma das passagens liberadas de Hitman Absolution onde o carequinha 47 anda por Chinatown eu voltei a babar que nem uma criança na mamadeira.

E o que dizer do gameplay? Eu confesso que o meu (também) súbito interesse pelo agente 47 só aconteceu pelo nível gráfico e esse fodástico clima de cinema. Mas essa demonstração do jogo ampliou as minhas idéias, porque mesmo tendo assistido a vídeos dos jogos anteriores eu ainda não sabia o que esperar direito desse último. E bem, eu gostei demais do que vi aí.

Se naquele outro trailer dele tentando escapar de um prédio cheio de policiais eu decidi que quebraria mais de uma vez as regras de um assassino silencioso para prosseguir no jogo, nesse aqui eu já fiquei mais animado a testar o lado stealth do personagem, dado o tamanho da liberdade de escolha que esse jogo dá.

E é simples: o alvo está ali a poucos metros de você e toda ação transcorre como se realmente fosse real, como se não existisse um script pronto para cada movimento, tanto dos NPC’s quanto dos personagens realmente ativos. E você escolhe: quer chegar atirando em Deus e o mundo? Pode. Quer seguir o alvo até um local mais reservado e só então concluir o serviço? Pode. Eliminou um alvo, mas ainda não se sente satisfeito e quer eliminar também as provas? P O D E.

Eu realmente não sei se haverá um tutorial ou algo que deixe claro ao jogador com quais objetos de um determinado cenário ele pode interagir (porque você olha à primeira vista e não aposta que o jogo tenha cenários destrutíveis por exemplo) como acontece no último exemplo do vídeo ou mesmo na cena do carro estacionado que vai pelos ares junto com o corpo escondido no latão de lixo. Mas seja lá como as coisas vão acontecer já fiquei muito empolgado com esse que será o meu primeiro Hitman.

Não é aquele tipo de liberdade de escolha que vai mudar o futuro do protagonista lá na frente e que em muitos casos acaba não fazendo nada do prometido (como bradaram aos quatro cantos os fãs de Mass Effect esse ano), mas acho que é aqui que está a graça da coisa toda. Esse sim é um título que merece ser chamado de algo inovador. pois é um jogo que mesmo tendo um enredo linear, vai dispor de uma jogabilidade amplamente aberta.

Enfim, enquanto o meu lado ”pão duro” só de pensar nas minhas economias no fim do ano já chora as pitangas, o meu lado gamer como sempre agradece. Ah… e de brinde segue um outro trailer que eu quase postei antes desse aí de cima. Mas esse é mais explorando o lado cinematográfico do jogo.

O dia em que o agente 47 viu deusas, santos, anjos… ah sei lá.

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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