E3 2019Jogando

Cheirinho de novo em Assassin's Creed III!

E rodando no Wii U, senhores!

A primeira coisa que eu olho e digo ”OMG” é quando vejo o Connor andando por esses novos cenários. Pode parecer uma grande bobagem, mas ver as mecânicas do jogo renovadas e esses detalhes da roupa dele se mexendo a todo instante é a primeira sensação de renovação da série depois de 4 jogos usando a mesma base pra isso. Até o jeito dele correr é mais convincente ou apenas uma marca pessoal dele. Pra mim já parece algo mais desesperado, mais humano talvez.

Gostei dos combates também, mas provavelmente eles vão ser a primeira coisa a cair na rotina, ainda que por enquanto os trailers só me digam que é tudo muito mais dinâmico do que antes. E as árvores, ah… as árvores, estou doido pra subir em uma e acertar a cabeça de uns guardas com esse arco e flecha que eu sinceramente espero não ter que comprar antes em algum lugar pra usar.

A cidade está bonita, mas parece que as reações dos NPC’s a tudo o que rola perto deles continua bem simples. O bom é que agora as opções pra se esconder parecem ter dobrado e mais uma vez achei foda a entrada dele numa das casas e pulando por cima de uma mesa. Isso me lembrou Red Dead Redemption e aqueles tiroteios fodásticos onde o Marston e o xerife geralmente trabalhavam juntos pra pegar uns vagabundos escondidos em algum canto daquelas casas no velho oeste.

A situação em si não é a mesma, mas o clima me pareceu muito igual.

E bem, das coisas que ficaram para trás acho que só vou sentir falta mesmo da boa e velha Florença e dos personagens secundários que tinham tanta se não mais importância que o próprio protagonista (Assassin’s Creed II e Brotherhood). Acho que o Ezio vai deixar saudades por mais tempo do que eu imaginei, mas espero que aquele clima bom, de conjunto e não apenas um personagem solitário de alguma forma volte.

Seria a cereja desse bolo, um bolo com cheirinho e gosto de coisa nova.

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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