Opinião | O que há com os games de hoje?

Eis a questão…

Comecei este post com o intuito de falar de League of Legends, então logo vi que o texto cresceu para algo maior. Comecei a falar do mercado de games de hoje, então expandiu mais ainda para uma comparação entre os games de hoje e os de antigamente. E como se isso fosse possível, ainda acabei sem querer abordando as diferenças entre os games online e os singleplayer.

Acabou por tudo ser uma grande divagação, mas mostrando o meu ponto de vista sobre diversos aspectos dos games contemporâneos, desde a minha indignação sobre achievements até a nostalgia de falar de alguns dos jogos que fazem falta hoje em dia.

Quem quiser ou tiver paciência de ler

Quem acompanha meus posts já percebeu que eu mencionei, vez ou outra, que o mercado de games cada vez mais vêm concentrando seu foco em dois estilos que vêm crescendo muito nos últimos anos: FPS, com nomes como Call of Duty e Battlefield e MOBA com Dota 2 e League of Legends. Há quem diga que os gamers saem ganhando com essa disputa, mas acontece que não é bem por aí não.

Como eu disse no post de Age of Empires 2, semana passada, está faltando games de certos estilos no mercado que já está saturado com os mesmos gêneros se desgastando ano após ano. Sim, o gênero FPS já está aí há décadas, com precursores como Duke Nukem (o antigo) e Half-Life, por exemplo. Mas aqueles foram tempos saudáveis.

Sinto falta de estilos hoje esquecidos, que fizeram a nossa infância, e não vou nem citar Age, que como exemplo, já está mais que saturado. Lembro que jogava muito um game que quando bati o olho pensei que fosse algum spin-off da série Age (claro, na época não fazia idéia do que era a terminologia da palavra spin-off, mas sabia o conceito), o Fate of Dragon. Teve uma época que eu saía das provas e ia para casa de um amigo para ficar revezando partidas no mesmo computador de 64 mb de ram. Como ele tinha o jogo em sua casa, ele já tinha as manhas e demorava muito pra perder. Enquanto eu… Bom, vamos pular esta parte!

Era bom perder horas do nosso tempo livre abundante da infância com aqueles jogos de simulador. Nossa, perdi a conta de quantos títulos eu joguei! Só da linha Sim foi: SimAnt, Simcity 2000, SimEarth, SimFarm e claro The Sims, o ápice da Maxis. Perdi muito tempo nos “lags” de Zoo Tycoon 2 por causa da minha máquina lenta. Mas Ah! Quem liga? Ainda tinha os geniais games de construção da Sierra, entre eles o grande Caesar III…

“Cidadão, esta cidade precisa de mais trabalhadores!”

Já tinha perdido a conta de quantas vezes havia ouvido esta frase enquanto os prédios clamavam por mão de obra. Me divertia muito tentando impedir as cidades de quebrarem, tentando fazer Caesar feliz ou repelir as hordas de elefantes ferozes. Cara, eu passava tardes nisso… Lembro que demorei dias para passar desta missão que contava sobre as Guerras Púnicas.

Deixando estas divagações que surgiram de lado (não foi a intenção), digo que antigamente víamos uma geração mais saudável, onde não havia essa “doença” de ficar horas e horas jogando online para liberar achievements. Era uma geração que só se importava em sentar no sofá (ou na cadeira, como é o meu caso) e curtir as horas de falhas e acertos afim de zerar um jogo, seja ele na raça, ou consultando um detonado ali numa revista ou mesmo num site, dependendo da época que falamos.

Sério, eu não consigo ver diversão em ficar horas procurando liberar um valor booleano numa variável qualquer (leia-se achievements, quem é programador entendeu). Se eu pego num jogo, geralmente é para curtir o que a história e o gameplay dele tem a oferecer, não é ficar me torturando tentando passar 100 vezes da mesma fase ou perder horas de sono para pegar level máximo com todos os personagens.

Hoje, essa juventude sai de casa (aliás, nem sai, olha o Steam ai) para comprar um Call of Duty da vida e já corre para jogar o multiplayer sem nem ao menos dar a mínima de experimentação da campanha. Ou ainda tem aqueles que vão tentar zerar o jogo o mais rápido possível só para postar no Twitter que ele conseguiu zerar o jogo antes de todo mundo. E então, simplesmente, ele joga de novo para pegar os botões coloridos.

E isso fica num ciclo vicioso. Sai Call of Duty todo ano. Sai Assassins Creed todo ano. E os jogos “únicos”, daqueles que você sabe que são especiais só de bater o olho sempre ficam ali na espreita, saindo de vez em quando, vez ou outra.

Alan Wake é um exemplo bom disso.

É um game que eu só via o nome, e nem sabia do que se tratava, até que certo dia me bateu a curiosidade e resolvi testá-lo. Não me arrependi, zerei, curti cada momento da história, da construção dos personagens e dos momentos tensos sem munição. Longe daquela algazarra chata que os jogos online se tornaram hoje em dia.

E por falar nisso, hoje em dia não consigo me ver mais jogando um MMORPG. Joguei muito Tibia no passado, que para mim foi o melhor game do gênero. Foi. Não sei se continua sendo. Já migrei para outros tantos jogos, Conquer, Wyd, mas todos chatos e mais do mesmo, matar monstro, matar monstro, matar monstro.

Ainda bem que nunca me rendi aos desencantos de World of Warcraft, e até hoje não sei que cor é o jogo, senão provavelmente estaria viciado. Mas olhando de fora assim, é tudo tão mecânico, tão vazio e tão… Pensando bem, as cores dele são preto e branco mesmo.

Se antes eu sentia emoção em ficar com um personagem atacando mob’s em cavernas ou florestas, hoje não vejo mais muito interesse na repetitiva tarefa com o único intuito de “upar” níveis e mais níveis ou pegar equipamentos melhores. Foram bons tempos no passado e grandes histórias, mas ficam por lá mesmo.

E aliás, é nisso que os MOBA se baseiam, repetição e mais repetição nas tarefas. Mas em outro grau, já que há mais estratégia envolvida. MOBA é quase um esporte, só que eletrônico. Joguei muito, mas muito aquele Dota do Warcraft 3. E hoje em dia tenho jogado League of Legends e convivido com uma boa parte podre da sociedade gamística, por assim dizer. Gente sem educação, trolls, egocêntricos e arrogantes.

Jogo LoL para relaxar, coisa que nem sempre consigo quando pego alguns destes sujeitos em partidas casuais. O que está me afastando cada vez mais do game. Quando saio de uma partida, vitorioso ou não, mas contente de ter feito minha parte no jogo por um bom time, é uma sensação legal, mas ao mesmo tempo de que de alguma forma estou perdendo meu tempo naquilo.

Um amigo meu uma vez disse que se você faz tudo que um game online tem a oferecer, você zera ele. Eu discordei sumariamente. Há N argumentos contra isso. O máximo que você atinge ao fazer tudo que um MMORPG, por exemplo, tem a oferecer é sensação que você deve ter gastado uns 4 anos de sua vida a toa.

Se você zera um jogo, você atinge a experiência de toda uma jornada planejada pelos programadores, sendo ela de jogabilidade e/ou história. Você passa pelo que o protagonista passou, você sofre com medo que aquele coadjuvante tão carismático saia do jogo. Nada disso existe em jogos online, aliás a experiência é bem diferente.

Hoje, tenho orgulho em dizer que tive uma boa infância jogando games dos que já citei acima e tantos outros que me melhoraram como gamer e pessoa. Seja aprendendo um pouquinho de raciocínio ali com um Agezinho, ou aprendendo o meu inglês com alguns RPG’s do SNES. Bem… Se há uma coisa que eu aprendi foi deixar os outros fazerem o que querem, se elas não estão me fazendo nada. Se querem ficar na sua rotina excitante nos joguinhos de tiro online… Ótimo! Eu prefiro ficar aqui com meus RPG’s mesmo. Mas é inevitável que fica uma pergunta no ar… O que as pessoas aprendem hoje?

Isso também pode lhe interessar

75 Comentários

  1. Gostei do texto. Me identifiquei com ele em várias partes. Apesar de gostar de alguns jogos “modais” como Assassin’s Creed, também estou sofrendo um pouco com a saturação do mercado de jogos, a falta de objetivo de alguns games ( por causa dos achievements )  e a “onlinezação” ( palavra derivada do on-line que acabei de inventar). Recentemente decidi jogar alguns clássicos do Mega Drive a qual nunca tive a oportubidade, como Ristar, Beyond Oasis ou Myckey: Castle of Illusion e estou me divertindo muito. Existem jogos bem diferentes uns dos outros, porém, ambos muito bons e divertidos, capazes de te fazer perder horas fácil fácil. Também existem muitos jogos mais atuais excelentes, entretanto, a quantidade é pouca, se comparada aos trocentos FPS existentes no mercado.

    1.  @Mark de Souza Ah, esses jogos de plataforma fazem mt falta… Ristar é tão legal, bem inovador pra época. Pois é, nessa época havia uma diversidade bem maior, vide o próprio mega drive que tinha desde shooters ate rts.

  2. Você praticamente detalhou toda a série Pokémon no texto. Já desisti do “Gotta catch’em all” faz tempo, só quero pegar os primeiros Pokémon e ser feliz com eles e zerar o jogo. Mas a galera que joga competitivamente, até assusta. Muito.

    1.  @FanPower Pokémon é um jogo que eu nunca achei divertido sob o aspecto de ser um “Ace Trainer”. Ficar breedando pra ter melhores UVs, EV training, tudo isso, sabe. Mas é um jogo que eu ADORO tentar pegar todos. Não fico treinando meus poks pra competição. Posso ter todo o time principal lvl 100 que uns amigos meus me ganham com os lvl 50 deles. Ficar montando estratégia de golpes também.
       
      Pokémon pra mim é… cara, eu me afeiçoo a uns no jogo e são eles que vão comigo até o fim. Se tiverem a pior nature possível paciência. Se for um Pokémon ruim, foda-se. E realmente gosto de pegar todos, deixar o PC todo cheinho. ^^ Pra isso eu me presto, ficar numa cave eternamente pra pegar todos os Unown, ou pescar por eras no laguinho específico que ALGUMA HORA há de te dar um Feebas. Isso eu gosto muito em Pokémon!! Mas Battle Tower, essas coisas… meh. Mas acho divertido algumas modalidades de lá, só a Batter Tower em si que eu não curto muito, justamente porque é pro pessoal que curte o jogo por esse outro lado.
       
      E acho FODA como Pokémon pode ser mega divertido de diversas maneiras diferentes pra cada pessoa. ^^

    2.  @FanPower Nos games de Pokémon mesmo, eu nem me preocupo muito com essas coisas de EV e Breed, escolho meu time para aquela versão e zero. O que faço de extra, vou fazendo durante a jornada no jogo, tipo capturar todos os pokés que vejo e também participando dos conquests.
       
      O lado competitivo eu gosto de jogar usando o Pokémon Online, que é um programinha que você monta seu time do jeito que você quiser, acho que já falei dele no Portallos tem um tempo, pelo menos nele você não desperdiça seu tempo treinando muito e dá pra fazre batalhas épicas.

      1.  @Meltoh Eu também faço como você /o/ Jogo, não nego, pego os que puder *aff, sério que eu escrevi isso?* Acho que o que me desestimulou na saga Unova foi o fato de eu não conseguir sentir empatia nenhuma pelos Pokémon que me foram empurrados goela abaixo.
         
        Hoje em dia não é possível ter todos os existentes em um jogo só, tem que trocar, importar das versões anteriores, pegar pelo Global Link (alguém usa? deixei o meu de lado faz tempo), esperar eventos pra pegar os lendários… Acho que eu sou meio traumatizado por iniciar nos jogos sem nunca ter conhecido ninguém que jogasse, e sem poder pegar os lendários exclusivos em eventos. Nem agora que tenho Wi-Fi e gente conhecida eu gosto, só baixo os lendários e deixo guardados porque não tem graça ganhá-los sem a emoção da luta. Trocar via internet, nunca.
         
        Ops, divaguei.

  3. Meltoh, grande post. Na verdade, só com “Cidadão, esta cidade precisa de mais trabalhadores!” tu já teria me ganhado. Caesar III, que jogo!! Os prédios pegando fogo do nada e os carinhas saindo com balde da prefeitura. A emoção da descoberta de que aquedutos evoluíam a cidade de um jeito absurdo, os prédios que se juntavam, ou só a gente assistindo os carinhas irem das fazendas de oliveiras até a refinaria fazer azeite. Ou clicar nas pessoas e elas dizerem que era muito agradável morar ali. Ou fazer soldados e lutar contra invasores. Ou investir no comércio exterior… QUE JOGO!!!
     
    Ai, ai. Ainda assim, eu sou totalmente a favor de trophies. =] Acho divertido ir atrás deles e também muitas vezes é uma recompensazinha simbólica por eu ter feito 100% em algo que eu nem ia poder mostrar pra ninguém. Zelda TP, Okami, Super Mario World ou tantos outros. Jogos que eu gostei tanto que deixei de jogar alguma outra coisa pra ficar ali jogando mais e mais até fazer TUDO. E não dá pra mostrar isso pra ninguém. Então acho os trophies legais por isso. ^^ Principalmente RPGs enormes, acho foda ver que a maioria termina a história e larga, porque se quisesse trophies pegava um jogo tipo Assassin’s Creed e era muito mais fácil que jogar 100h a mais além das 50h que levou pra terminar, só pra ganhar uns 5 trophies de prata/ouro e uma platina. Mas que GOSTA REALMENTE de um jogo e curte fazer 100% nas coisas, tem nos trophies uma forma legal de recompensa e de mostrar pros outros que é fã de algo. ^^
     
    Mas claro que isso é uma visão bem pessoal, e na verdade a maioria das pessoas nem quer saber e tal, mas não ligo. Tipo, problema delas. o.o … Ou não, já que aí motiva isso que tu falou dos jogos iguais. Mas sei lá. Eu ainda não acho que seja esse o vilão. Acho que muito antes disso vêm os altos custos de produção de games hoje em dia e o risco que é criar uma IP nova por conta disso. Entre outras coisas, né.

    1.  @Dakini Obrigado Dak! 😀
       
      Ah, Caesar III é sensacional, tem essa e outras frases que nunca saem de nossas cabeças…. E nossa, eu fazia do jeito que você tá dizendo aí, ficava observando o movimento das carroças e das pessoas para ver se tava tudo certo. Antes disso quando eu era noob eu empacava ainda na segunda missão ficando no vermelho em denaris… haha, bons tempos. E ah, essa parte da descoberta dos aquedutos é sensacional mesmo. Ver aquelas barracas evoluindo para choupanas e tudo o mais. Esses dias eu tava jogando o IV. Mas sinceramente nem se compara ao III…
       
      Olhando por esse lado você está certa Dakini, mas ai entra aquela questão do prazer seu em obter aquelas conquistas, mas tem gente que se tortura para obter conquistas, justamente pelo fato de que já está acostumado com aquilo em todos os jogos por qual passa e simplesmente não consegue mais largar este hábito ou então, ou então por questão de status, já que se os amigos dele fazem isso, porque ele não vai fazer?
       
      Mas se há prazer, então não há problema. Eu fui meio específico no post quando falei em por exemplo passar 100 vezes da mesma fase. Mas tem coisa que eu faço durante o jogo que não atrapalha em nada minha jogatina e que serve também como “colecionaveis”, como foi o caso de AW, que enquanto passavap elo modo história, sempre que podia pegava os programas de rádio por exemplo. Era uma coisa que nãoi barrava o meu jogo, por assim dizer, e que não estava ali como um mero troféu, ele recompensava você com linhas de texto.

      1.  @Meltoh  @Dakini Falando em tortura, lembrei de quando eu jogava Final Fantasy X e tinha que capturar 10 monstros de cada espécie existente no jogo, sempre com as mesmas armas de captura, e ao mesmo tempo eu tinha que roubar 3 intens de cada monstro que eu via (cada roubo é mais difícil que o outro) e ainda usar todos os personagens em uma mesma luta pra todos ganharem AP. CARA, foram tempos terríveis! eahuehauheuah Até hoje ainda não terminei, nem tenho mais PS2, e estou com pena de assistir o final no YouTube. Ai ai, meus esforços em vão.

        1.  @Dakini  @FanPower  @Meltoh Meu maior motivo de querer cofrar um Vita… mal posso esperar… seria legal se lançassem o 7, 8 e 9 também, mesmo que não fosse em HD…

        2.  @FanPower kkk essas armas algumas foram difíceis msm, tanto que a arma do Tidus eu deixei pra la não aguentava mas aquele correr com aquele chocobo… e por míseros 2segundos foi o fim

        3. @Rafael Gaara @Dakini @Meltoh Eu acho que não poderei comprar um Vita nem tão cedo, está caro demais pra eu comprar só por um jogo. Talvez com um “incentivo” da Sony, quem sabe ^-^

  4. Concordo muito com o post!!!!!!!!!!!!!!
    Muito bom, mesmo.
     
    Me lembrei de Roller Coaster Tycoon  lendo. xD Nossa, como eu adorava esse jogo. HAHAHAHAHA Me divertia demais!
    Eu acho que já disse isso aqui, mas vou dizer de novo: não tenho como dar uma opinião com embasamento sobre trophies ou archievements por que ainda não tenho um console que tenha isso. xD Mas eu não os vejo como problema. Pega quem quer, e se alguém pega por obrigação… bem, problema dela. HAHAHA
     
    E falaram de Pokémon aí em baixo e to vendo que sou o único que nunca, em nenhum jogo de pokémon, teve o interesse de pegar todos. HAHAHAHAHA Só capturo os que me dá vontade mesmo, e os que vou usar obviamente. Nunca fui de sair procurando todos. Acho que perdi grande parte dos jogos por isso, mas não ligo. xD

    1.  @lucassssst Roller Coaster… Esqueci de falar dele, mas passava horas jogando aquilo. Sensacional!
       
      Tem games para pc que ainda tem isso de troféu. Mas tanto faz, to jogando pra zerar mesmo e curtir a experiência.

      1.  @Meltoh  @lucassssst Eu ia sugerir um post sobre roller coater mesmo. Que jogo!Quem nunca ficou horas fazendo uma montanha russa para no fim, os visitantes ficarem com medo e tu ver que gastou dinheiro à toa. E quando tinha muita gente vomitando no parque, eu criava um lugar cercado e sempre que via alguém enjoado eu colocava a pessoa lá. heheheTem muitas histórias legais do roller coaster. Eu joguei muito o 1 e o 2. O 3 eu achei muito legal, por causa daquela camera em primeira pessoa que os brinquedos tinham, mas não me acostumei com o resto do jogo.Deu até uma vontade de jogar aqui.

  5. Nunca compraria um jogo no qual o foco é jogar online. Prefiro viver a experiencia do protagonista a jogar esses FPSs “sem alma”.
     
    Alias, ta faltando bons RPGs e JRPGs nessa geração de consoles, q sao os jogos single q oferecem experiencias mais imersivas.

    1.  @MelkeArikis esses FPS “sem alma” ficam bem piores quando tem sistema de achievements  do tipo, matar 100 vezes com tiro de tal arma na cabeça, matar 100 vezes com granada, matar 3 pessoas com 1 granada sei la quantas vezes. Pois ficam vários players jogando sem se importar com o time, simplesmente buscando o achievement dele, e nem ai se o time vai ganhar ou perder.
       
      Prefiro mais o single player mesmo, online só modos cooperativos, que em alguns jogos são bem interessantes.

  6. Acho que o excesso de competição que os jogos onlines trouxeram tirou um pouco da graça da coisa, acontece muito no League of Legends, as pessoas estão tão competitivas que transformam aquilo em uma guerrinha, se ganham tentam humilhar o outro time na base do xingamento, se perdem xingam a mãe do outro do mesmo jeito. Os troféus são bacanas, até certo ponto, eu gosto de fazer todos se eu curtir muito o jogo, mas se o jogo não me atrair, eu zero e largo de mão. Acabo tentando pegar troféus mais em RPGs. Eu lembro do FIFA de PC que tinha umas medalhas para destravar, tinha medalha até de sair perdendo de 1 a 0 e empatar com um gol no último minuto do jogo, o cúmulo de sem graça.
     
    Quanto a MMORPGS, pelo menos pra mim já deu o que tinha que dar, principalmente os FREE, pois quando o jogo é FREE com sistema de Cash, o jogo tende a ser programado de modo que ou você compra cash ou fica repetindo infinitamente num rate absurdamente pequeno até conseguir algo. No final é um ciclo vicioso que te força a gastar dinheiro. Já nos Pagos a coisa é mais suave, mas mesmo assim acaba sendo repetitivo demais, é estranho, pois RPG deveria ser uma história, ter um desenvolvimento do personagem, e num MMORPG isso é perdido.
     
    Sobre o League of Legends que você citou, comecei a jogar ele e fiquei bem empolgado, jogava Dota uns 4 anos atrás e tava com saudade do gênero. mas depois de um tempo comecei a pegar muitos desses trolls, agora veio a update que permite desligar o chat all, assim pelo menos não vê os trolls do outro time, mas quando o troll cai no seu é uma merda.
     
    Acabei falando mais do que queria, mas só pra finalizar, joguei por cerca de 5 anos um MMO de corrida online, Drift City, na época o jogo era muito divertido, altas missões na cidade, varias cidades para andar, acho que foi o primeiro MMO a usar os conceitos criados pelo NFSU2, e eu achava isso super divertido. Veio uma update e adicionou o Torneio por Equipes, e junto com ela veio a falta de educação e brigas sem sentidos entre os players, do tipo “meu time owna, o seu é uma merda só tem noob”. mas ainda sim eu suportava pois jogava com vários amigos, depois veio um sistema de medalhas, tipo fazer 1000 missões, e tal, mas era bacana, pois você ganhava um salário mensal para cada medalha que você acumulava, Então não era aquela sensação de esforço em vão, pois elas acabavam te ajudando depois. Logo em seguida veio a Ruína do jogo, o maldito Ranking, que mostrava quem era o “melhor” piloto e, perdoem-me o termo, FODEU o jogo, pois os players queria ficar escolhendo contra quem corria, não podia correr contra alguém muito bom pois prejudicaria sua posição no rank se perdesse muito, e não ajudavam mais os novatos, pois ter um novato na sua equipe prejudicava o rank. e por ai vai. Acho que falta Planejamento das empresas que gerenciam os MMOs.

    1.  @Jonatas P Mattos MMORPG free to play é um caso complicado mesmo… Eles meio que estimulam a pessoa a ficar gastando dinheiro aos poucos. Tipo sugando mesmo. Antes eles fazerem o cara comprar o jogo do que irem arracando o money aos poucos…
       
      Tibia eu acho que é um bom exemplo de jogo que é Free, mas que de tanto ter terra livre, você não sente tanto (pelo menos no início) que está perdendo coisa premiun.
       
      Sobre o LoL, eu fico cogitando seriamente em usar muted naqueles trolls chatos, mas aí fico pensando que isso atrapalha totalmente o gameplay em team. Mas tem gente tão má educada que não tem o que fazer

  7. Foi essa saturação e “desinteresse” das próprias produtoras que fizeram surgir os chamados jogos indies.
     
    Me parece que as Grandes estão com medo de arriscar e inovar. Mas não entenda o motivo. O jogos indies estão aí pra provar que nós queremos muito mais que um outro Call of Duty.

  8.  É por razões como essa que eu nunca fui chegado a MMORPGs,pois é uma perda de tempo(e grande).Gosto de jogos simples e com boas histórias.Recentemewnte finalizei dois jogos assim:Chrono Trigger e Final fantasy XIII(esse último é muito criticado,mas eu amei).
     Concordo quando você diz que os games de hoje faltam criatividade(a maioria dos jogos hoje é uma sequência).A primeira vez que eu vi Age of empires eu pensei “Que diabos é isso?!O.O”,pois era algo inovador para mim.Nunca mais tive uma sensação como essa…mais ainda existe esperança,veja portal por exemplo.

    1.  @IsraelArraes Chrono Trigger… Ah… Ó minha foto ali < XD
       
      Pois é, falta muita criatividade, por isso que joguinhos como Plants vs. Zombies fazem sucesso. Pegar o que há de bom no Tower Defense e aplicar numa interface legal e amigável… Sai muito daquele nicho ao qual estamos acostumados.
       
      Sim, enquanto houver visionários, há esperança!

      1.  @Meltoh  @IsraelArraes Tinha um projeto da Npluto (coreana) de  um  jogo baseado em tower defence, porem totalmente refeito, Lembro que joguei o Beta e fiquei encantado pelos conceitos que eles criaram, mas infelizmente, depois do beta o servidor americano sumiu,  e agora só tem o Coreano. O Nome Americano no beta era Soul Master, o servidor coreano é Battle Corogi se não me engano da uma olhada nos vídeos abaixo se quizer:
         
        First Look:

         
        Gameplay:

         
        Tinha seus defeitos, sim, mas era um MMO completamente diferente do que vi até agora.
         
         

  9. Err… Não leva a mal, mas eu não tenho certeza se concordo com algumas coisas que você disse.
     
    Não acho que a nossa geração seja mais “saudável” que a atual. Você disse que antigamente os gamers só se importavam em sentar no sofá e “e curtir as horas de falhas e acertos afim de zerar um jogo”… Bem, não é como se nós tivéssemos escolha, né? O que eu quero dizer é que se naquela época existisse um sistema de achievements como o atual, existiriam gamers “doentes” como os que existem hoje. Esse não é um problema só de quem tem menos de 20 anos.
     
    Eu também não vejo graça em “liberar um valor booleano numa variável qualquer” (Obs.: Não precisa ser programador pra entender isso, álgebra booleana é matéria de ensino médio, acho que todo mundo já viu um pouco disso – acho), mas acredite em mim, eu conheço muita gente com mais de 23, que jogou muito SNES, que passa horas e horas pra conseguir mais achievements. As mesmas pessoas que se encantaram com os jogos de antigamente hoje “perdem tempo” nisso – novamente, não é um problema dessa geração.
     
    “Hoje, essa juventude sai de casa (aliás, nem sai, olha o Steam ai)”. Pera ai, qual o problema do Steam? Você ta insinuando que essa geração tá tão “estragada” que eles nem mesmo saem na rua pra comprar um jogo (lol)? Será que se o Steam existisse a 10 ou 15 anos atrás alguém sairia?
     
    Também não acho que tenha algo de errado em terminar o jogo rápido pra “postar no Twitter” ou seilá o que. Você mesmo disse que os jogos “únicos” saem “de vez em quando, vez ou outra”, então não é como se esses games – que foram zerados rápido – fossem algo que valesse ser “apreciado” aos poucos, né? E mesmo que fossem, mesmo que fosse um Age, se é assim que a pessoa se diverte com o jogo, qual o problema?
     
    “O máximo que você atinge ao fazer tudo que um MMORPG, por exemplo, tem a oferecer é sensação que você deve ter gastado uns 4 anos de sua vida a toa.”. Perae cara, também não é assim. Esse é um assunto bem mais extenso, mas MMO pode (eu disse PODE) oferecer muito mais do que um jogo offline – quando bem jogado. Quem nunca curtiu logar junto com 5 ou 6 amigos pra fazer uma quest ou simplesmente “upar” juntos? Inclusive um dos meus melhores amigos eu conheci enquanto jogava um MMORPG.
     
    “O que as pessoas aprendem hoje?”. Aprendem a competir, acho eu. Se é bom? Não sei, mas com certeza é necessário no mundo de hoje. Por mais absurda que as competições de “quem acaba primeiro” possam parecer (alguém acompanha as corridas no D3? Pois é), não são piores do que a competição que existe no “mundo dos adultos” – e isso só que já não é dessa geração pode confirmar.
     
    Eu entendo o que você quer dizer, mas acho que você ta sendo um pouco saudosista demais ao atacar a nova geração desse jeito. A nossa geração só teve uma experiência diferente porque nós nascemos numa época diferente, sem internet ou achievements, quando só existia o controle, o console e o cartucho. Essa geração já surgiu conhecendo a internet, MMO’s e um mar FPS’s. Não é como se eles tivessem culpa por “se importar” em conseguir achievements ou sentirem prazer em “gastar” seu tempo em um MMO genérico (como nós gastávamos nos nossos games de antigamente). Nó fim das contas, eu acredito que a única coisa que diferencia a nossa geração da atual é sorte. Nós tivemos sorte por conhecer vários dos maiores clássicos já feitos, eles, infelizmente, nem tanto.

    1.  @SadMask Bom… Vamos lá que você interpretou muita coisa que eu disse errado:
       
       
      1- Você bateu num ponto em que você perguntou “Bem, não é como se nós tivéssemos escolha, né? O que eu quero dizer é que se naquela época existisse um sistema de achievements como o atual, existiriam gamers “doentes” como os que existem hoje.”
       
      Aí é que tá, isso você reforçou o que eu disse no texto, as empresas mudaram, os jogos mudaram e deu no que deu.
       
      2- Sobre a parte booleana, então devem ensinar isso ou não me ensinaram na época, porquê isso eu só fui aprender mesmo na faculdade, não foi minha culpa. As pessoas podem se “encantar” pelos achievements, não estou dizendo que não podem, de certa forma eu critiquei uma boa fatia dos games do nosso tempo que de certa forma não tem muito a oferecer do que uma proposta de oferecer achievements para ocupar as suas horas vagas. Há quem goste? Fazer o quê? Como eu deixei claro no final do post, faz o que quer quem quiser, entende? Mas que causa um pouco de indignação o quanto a indústria de games – e preocupação também – está se esquecendo da pluraridade de games isso causa.]
       
      3- Opa, pera lá. Alerta de má-interpretação? Sou nem doido de falar mal do Steam, ótimo serviço e tal. O que coloquei entre parênteses foi mais para dar continuidade à idéia do texto sem atrapalhar muito a leitura, um artifício que uso vez ou outra, sendo irônico ou não. E não, não fui irônico dessa vez… Erro de interpretação mesmo.
       
      4- Já respondi que a pessoa faz o que quer, se achar que plantar bananeira é um bom hobby, então tá de boa. Aquela história, eu posso não concordar com o que as pessoas fazem, mas deixa elas lá fazendo! O que é bom e nunca devemos deixar de fazer é levantar uma reflexão de o porquê que aquilo está acontecendo. Se fosse assim, ainda estaríamos no tempo das cavernas, executando atividades mecânicas e pensando pouco.
       
      5- MMORPG… Taí um bom assunto. Bom cara… é aquele negócio, eu também já joguei aventuras épicas com amigos, caçadas em lugares perigosos em tibia, mas eu fazia isso visando a diversão, tinha o maior prejuízo em termos financeiros no jogo. É o mesmo que acontece hoje, como você e eu já citamos aqui, no Age 2, sabemos que aquela partida não vai levar a lugar nenhum, mas mesmo assim a gente vai lá e joga, porquê sabemos que vamos nos divertir. Divertir! Agora passar quatro anos brigando para ser o Top Level de um servidor ou de um jogo… Sem comentários
       
      UM MMORPG realmente pode oferecer bastante, mas depende de duas coisas fundamentais. Primeiro, ele precisa ser bem jogado e aproveitar do fator que é multiplayer, jogar com amigos e etc. E segundo, um MMORPG precisa saber inovar para conquistar. Pow… O que não falta hoje é cópia de WOW ou desses RPG’s Asiáticos totalmente genéricos.
       
      Pelo menos no tempo que eu jogava tibia, já havia muita gente que não sabia aproveitar. Teve aquela onda dos bots. Putz, absurdo isso! Se o cara chega a esse ponto de NÃO jogar só para deixar um personagem forte, é o cúmulo.
       
      Mas é como eu disse, hoje não me vejo jogando um MMORPG, não nenhum desses que tem ai. E ao que tudo indica até Elder Scrolls vai ser mais do mesmo, lamentável. Mas fazer o quê? É o mercado né? E há quem goste… Muita gente. Mas isso é assunto para outra ocasião ^^.
       
      E só para ressaltar, para mim, pelo menos para mim, um jogo singleplayer possui uma experiência bem mais completa do que um MMORPG. Questão de opinião mesmo…
       
      6- Aprender a competir. Ótimo! Mas isso já se aprendia desde os games das gerações passadas. Vale ressaltar que existe uma boa diferença entre o bom competidor e o mau competidor, muita dessa comunidade gamística que presenciei no LoL, e que mencionei se encaixa na segunda categoria. O que há de bom em competir de forma má educada, as vezes desonesta (o caso de muitos hacks de jogos online)? Competição, quando é no sentido bom do termo, é uma coisa maravilhosa, eu mesmo amo participar de torneios de amigos, zoar com eles e tudo mais. Isso porquê aprendemos a competir de outra forma.
       
      Realmente, não vejo… Não há lógica, não entra na minha cabeça. Alguém que vai jogar um jogo, e trapaceia. Cara, tu tá jogando aquilo é pra se divertir… Tipo, o que tá acontecendo? E isso já existia desde tempos antigos dos games mas estou falando mais especificamente do tópico competir mesmo.
       
       
      7 – Eu mesmo disse que fui meio nostálgico no texto. É notável e lamentável que os tempos da indústria de games são outros. Mas hoje, há a escolha de você pegar uma partida online de CoD (sempre que eu falo de CoD, tenho medo que vocês entendam que eu não gosto do jogo, gosto da campanha!) ou ir ali jogar um game como FF por exemplo. É difícil, é raro isso acontecer, mas há quem tenha uma mentalidade diferente e corra atrás do que marcou antes desse tempo. Como eu disse ants, fficar preso as mesmas idéias, imutavelmente, é uma coisa complicada…
       
      Anyway, obrigado por postar

      1.  @Meltoh  @SadMask só quero comentar essa parte que você disse:
        “E só para ressaltar, para mim, pelo menos para mim, um jogo singleplayer possui uma experiência bem mais completa do que um MMORPG. Questão de opinião mesmo…”
         
        Concordo plenamente, nos MMORPG o problema é que eles quiseram criar um mundo tão aberto, com possibilidades infinitas de desenvolvimento do personagem, que acabou deixando sem desenvolvimento, você simplesmente fica upando de lvl, matando o monstro que quiser e quando não está nesse Grind, está fazendo Quests atrás de itens ou dinheiro. O Problema é que nesse sistema as Side Quests (que não alteram o desenvolvimento da história) se tornaram as Quests e as Verdadeiras Quests que deveriam servir para desenvolver o seu personagem, a história dele, a vida dele, não existem! o máximo que existe é uma ou outra quest para mudar de classe. E o problema é que é Justamente essa a Mágica dos RPGS, no fim os MMOs RPGS acabam por não ser RPGS, e sim um mundo de monstros, com vários Players caçando items, ganhando novos poderes, Mas sem um Objetivo, sem um rumo, simplesmente juntando itens por juntar e ficar mais forte para ganhar de outros players sem motivo aparente para isso.

      2.  @Meltoh  
         
        Eu entendi a até concordo, em parte. Eu só acho – e foi esse o motivo do meu comentário – que você não deveria ter atacando tanto a geração atual de gamers, mas sim a geração atual de games. Os gamers que existiam antigamente também existem hoje, tanto os ruins quanto os bons, nada mudou.
         
        “Era uma geração que só se importava em sentar no sofá…”.
        “Hoje, essa juventude sai de casa…”.
        “O que as pessoas aprendem hoje?”.
         
        Esse é o tipo de frase que faz parecer que o seu problema é com os jogadores atuais, e não com os jogos – como se os jogadores de antigamente fossem, de alguma forma, diferentes do que a gente vê hoje por ai.

        1.  @SadMask
           
          Olhando por um lado, já existiram maus jogadores também no passado, mas olhando assim, era mais cada um no seu canto, não tinha esse negócio de online.
           
          O multijogador que tinha era com seus amigos, a maioria gente fina e tal. Nessa geração, onde a pessoa pode estar a léguas, se sentem a vontade para xingar, faltar com o respeito, trollar, essas coisas…
           
          Tirando a parcela irritante de alguns jogadores online que citei no post, e que existe de fato,  não estou criticando os gamers que preferem perder o se tempo fazendo o que bem entenderem, mas sim mesmo o conceito que há por trás da geração.
           
          Geração essa que continua incentivando esses atos.
           
          Mas estou falando mais dos games mesmo, por isso o título do post.
           
          Mas eu agradeço o seu post, é bom a gente saber porque as vezes fica uma coisa mal-entendida e tal, e é bom discutir idéias ^^
           
           

  10. O “problema” (notem as aspas) é que as empresas se importam muito com os jogadores, com feedback e backlash, e adicionam coisas inúteis como conquistas, tentando justificar um meta-jogo forçado e sem função. Antes os jogos conseguiam obter uma maior variação em estilos e temáticas pois os designers tinham muito mais liberdade. Estou lendo The Ultimate History of Videogames e ficou mais fácil perceber isso desde que comecei a ler o livro e traçar paralelos com a realidade atual. Antigamente quando um jogo era projetado, era criado sobretudo a base da intuição do designer, que invariavelmente buscava fazer com que o jogador apenas se divertisse e quisesse jogar várias vezes o jogo. Hoje em dia os designers ficam tão presos a regras do negócio, eles tem que atender a uma série de requisitos que deixa a criatividade sufocada, e por isso vemos designers como o Keiji Inafune ou o Yoshiki Okamoto reclamando e alguns deles pulando fora do barco das grandes empresas para tocarem projetos mais pessoais. Um dos poucos que se salva é o Miyamoto, e não é a toa que ele voltou a se dedicar a jogos menos mainstreams, ele com certeza quer poder extrapolar essas amarras e deixar sua imaginação fluir como ele fazia antigamente, coisa que vemos hoje geralmente em jogos indie.

    1.  @Mauri LinkEssa coisa de “regras” é que deixa tudo complicado. As empresas ficam presas a elas, e esquecem que por fora existe a criatividade. Ainda bem que temos visionários como ele…

    2.  @Mauri Link 
       
      Desenvolvedores de jogos também precisam pagar impostos. =x
       
      Não é todo mundo que pode arriscar nadar contra a corrente, e isso não é uma questão de “ganância” por parte das empresas, é só que hoje em dia existe uma concorrência muito forte nessa área e um investimento mal feito atrasa qualquer um na corrida por um lugar ao sol – isso se não acabar de vez com a empresa.
       
      Lembre-se de que muitos dos programadores e designers que trabalham nesses jogos cresceram jogando Mario e Zelda, eles são gamers como nós – provavelmente até mais apaixonados. Acredito que a grande maioria deles desejaria sim trabalhar num jogo diferente, só que o “mundo dos adultos” é um pouco mais preto e branco do que isso. 

      1.  @SadMask Eu sei disso há pelo menos uns 25 anos, não me leve a mal. É exatamente por isso que entendo perfeitamente os motivos que fazem a Nintendo, por exemplo, fazer o que faz há décadas.

  11. Muito boa a matéria! Gosto de ler as matérias do portallos que são grandes assim, não sei porque!!!
    Tenho sofrido também com essa geração de games sem muita criatividade! Mas tem um game desta geração que fez valer a pena ter cofrado meu PS3: Heavy Rain! Um jogo que revolucionou o modo de se jogar! História muito boa, te prende do começo ao fim pela apreensão de descobri quem é o assassino! Nossa passei muitas horas jogando! Ainda não platinei, em breve farei isso! Falando em achivments, apesar de muitos serem impossíveis de serem feitos, ainda sim me agrada muito ter que consegui-los, me sinto muito mais recompensado em jogar um game que eu terei aqueles troféus “na prateleira”!
    Pois é, nessa geração esse foi um dos únicos games que me impressionaram de verdade. Antigamente 10 games te impressionavam de verdade, hoje se tiver 1 é muito… Isso não quer dizer que não há prazer em jogar os games dessa geração, pois eu tenho me divertido e muito com muitos games como Uncharted, Final Fantasy XIII e XIII-2, sem falar em Metal Gear Solid 4 que joguei mesmo sem a possibilidade de ganhar troféus!!! Mas as vezes me pego jogando Super Mario Bros 3, Donkey Kong e Chrono Trigger, mesmo com meus FPSs e Assassin’s na prateleira pegando poeira (Em breve jogarei)!
    Não podemos esquecer de citar aqui a modinha estilo God of War que anda saindo por ai que nem água! Até Castlevania se vendeu a esse estilo! Pior é que isso rende verdinhas para as produtoras, infelizmente, acho que quem dita as regras de que tipo de jogo sai ou não é o consumidor, e infelizmente, o gosto deles não é o mesmo que o meu Snifff!!! Pelo menos me contento com esses poucos jogos que me faz feliz de verdade, fazer o que né!

    1.  @Rodrigo Luna  Acho que vocês estão exagerando,eu joguei jogos da antiga e nova geração e essa geração não está perdida!Tem muito jogo bom!Como você citou Heavy Rain!Mas não é só isso:Portal 1 e 2,The jorney,Alan Wake e provavelmente Beyond Two souls.Realmente não são muitos,mas eles são provas vivas de que essa geração não está perdida.

      1.  @IsraelArraes Concordo plenamente! Mas como vc disse, há poucos, antigamente eram muito mais, e isso é fato!  Ainda não joguei Portal e nem Journey! Pretendo jogá-los em breve, em especial Journey que me chamou muita a atenção! Alan Wake! Ahh! Dá vontade de comprar um X-Box só pra joga-lo! Pois é, Beyond Two Souls, esse meu Hype tá lá em cima! Apreensivo pra jogar! Devo lembrar que tem Final Fantasy Versus XIII vindo por ai, esse parece que vai ser muito bom, até o Tetsuya Nomura diz estar sentindo como se estivesse fazendo um novo Final Fantasy VII !!! Pena que faz 6 anos desde o anúncio e ainda nada nem de data de lançamento!

        1.  @Rodrigo Luna  @IsraelArraes Pra mim, Portal foi um dos jogos mais interessantes, criativos e divertidos desta geração de consoles. Não é a toa que ele ganhou do aclamado Gears of War 3 para entrar na competição de melhor jogo de 2011. Vale muito a pena jogá-lo. 😉

      2.  @IsraelArraes  @Rodrigo Luna Não é bem geração perdida que eu quis dizer, mas sim alguns games que estão bem perdidões aí. A sorte é que nem todas as empresas surtaram e por isso temos excelentes jogos que fogem à regra. Mas são poucos.
         
        Por exemplo, zerei Pokémon Conquest agora e estou sem jogo para jogar, tá faltando algo que me desperte a atenção…

  12. Concordo, só jogo online o Fifa 12.
    Nunca fui muito de jogar on, nunca gostei, sou adepto dos bons jogos single player.
     
    Mas ainda tem alguns bons jogos nessa geração, só procurar que acha.
    Terminei White Knight Chronicles do PS3 e gostei, agora vou começar Tales of Grace F.
     

    1.  @FelipeCalv Tava pensando em jogar  White Knight Chronicles também, agora que vc disse que é bom me interessei um pouco mais! 

  13. Entendo completamente seu sentimento, pois joguei absolutamente todos esse jogos que você citou. Mas discordo em alguns pontos.  Acho que apelar para a nostalgia é tocar no ponto fraco da gente. Isso não vale. Mas falando sério, Achievements, “atinge” quem quer. Lembro de vários jogos (todas as plataformas) em que vc tem pegar itens e mais itens (lembra de Donkey kong 2 onde vc pegava Kremcoins para liberar outra área e um final e aingir 102%? Tá que que é um final novo, mas lembra do podium onde vc ficava com o yoshi, mario e uma lata de lixo com a bota do sonic, etc. Não fiz 102%, mas vi os dois finais, que para mim era o que importava. Não coleciono troféis, mas qual a diferença de um trofeu real de um virtual. Um em poieira e outro não…São só um símbolo.
    E FPS sempre fez a cabeça da galera, não adiante falar. Quantos dias passei jogando Shadow Warrior, doom e lá vai pedrinha.
    A jogatina online está acompanhando o comportamento humano, que cada vez mais se isola, tornando os relacionamentos insossos e impessoais. Prefiro jogar Mortal Kombat com amigos – Dar um fatalitie e ver a cara do seu amigo chorando não tem preço.
    No meu caso, a história do jogo (exceto jogos de luta), jogabilidade e cenários maravilhosos é que importam.
    Chamam ( não especificamente você) de geração chata, geração sem criatividade, gananciosa, egoísta e bla, bla, bla. Mas essa geração foi marcada por uma revolução gigantesca na indústria (mesmo que seja pelo oportunidade de lucro), elevou os games a um patamar nunca antes visto. Voltei a comprar jogo em português (Só comprava no Master System), Vejo gráficos lindos, vejo a tentativa de novas franquias, jogo com pessoas do mundo todo, compro jogos online a preço de banana, tenho remakes, posso jogar os clássicos a qualquer momento sem ter ligar outro vedeogame, (pirataria -tenho acesso a qualquer jogo a qualquer hora – Só baixar)e por ai vai. 
    Sinto saudade por exemplo de Dragon Quest VIII, mas NI NO KUNI está chegando ai. Nasci em 82, procuro aproveitar o máximo de cada geração, o máximo mesmo, creio que cabe a cada um aproveitar o que lhe convém.

    1.  @guilhermeprotzner 
       
      Pois é cara:
       
      “Porque Angry Birds é um jogo tão viciante? De acordo com o Professor de psicologia Mel Joseph Ciena, da Universidade de San Francisco, o jogo dos passarinhos irados vicia porque combina repetição com uma ‘falsa impressão de que você está competindo e conquistando algo’. Ah, por favor, é claro que estamos conquistando algo! Nós estamos salvando ovos!”
       
      Matéria completa aqui: http://www.kotaku.com.br/professor-de-psicologia-explica-porque-angry-birds-e-tao-viciante/
       
      Agora imagina o que um achievement não faz com a cabeça de alguém?
       
      Concordo com o que você falou sobre os FPS’s. Apesar de o mercado já estar saturado, ninguém é louco de produzir um jogo que vai dar prejuízo. Enquanto houver um comprador vai haver um produto, e se os FPS’s ainda estão com essa força toda é porque tem muito comprador – e quem somos nós pra julgar o gosto alheio?

      1.  @SadMask Pessoal reclama dessa geração mas esquece do trauma que foi “jogos de 2° guerra mundial” na geração passada. Pessoal esquece dos infinitos Marios e por ai vai… 

        1.  @guilhermeprotzner 
           
          Normal. A gente tem a tendência de guardar apenas as boas lembranças de uma época distante (se bem que 10/15 anos não pode ser considerada uma “época distante”).
           
          Espera mais 10 anos pra ver o que nós vamos estar falando dessa geração. =)

      2.  @SadMask  @guilhermeprotzner aí é que tá, não há certeza que vai dar prejuízo. Vide os indies que em geral são um sucesso e são bem diversificados?

        1.  @Meltoh  @guilhermeprotzner 
           
          Foi mal, acho que eu não me expressei muito bem. Quando eu disse:
           
          “Apesar de o mercado já estar saturado, ninguém é louco de produzir um jogo que vai dar prejuízo.”.
           
          Eu estava me referindo aos FPS’s. Queria dizer que se alguém produz um FPS genérico, é porque sabe (ou melhor, espera) que ele dê lucro.

        2.  @SadMask Nem tanto, olha o jogo Syndicate. É bem mais ou menos….e não vendeu bem – Fonte Kotatku. 
          Cara zerei Dark souls e Demon Souls (nesta ordem). Chegava o limite de eu mandar o desgraçado do chefão para pqp…Isso, somente seguindo a história, agora imagina platinar, ahhh para né…. Aí não é vitória, é masoquismo….

    2.  @guilhermeprotzner Sobre a nostalgia, eu disse que divaguei, não foi bem o que queria mas acabou que entrou como argumento.
       
      Assim… Hoje em dia falar de qualquer coisa sem levantar um paralelo do que aconteceu atrás é complicado. A gente estuda História no Ensino Médio justamente por isso para poder estudar o que acontecia antes e comparar com o mundo que vivemos hoje.
       
      Quanto aos games, são épocas diferentes sim, mas acho que cabem sim alguns relacionamentos.
       
      Eu critico os achievements que estão ali somente por estar, por uma conquista que não fazem nada. Cito novamente AW que possui colecionáveis muito interessantes como os programas de rádio e de TV que vc vai achando no decorrer do jogo, sem “barrar” em nada a sua jogabilidade, só aumentando a imersão.
       
      Mas como eu disse também, cada um faz o que quer. É legal ter alguns troféus e tal, mas sinceramente ficar se torturando para isso nem é tão divertido.
       
      Pois é, tem gente que acha que a geração é chata e tal. Eu já não vejo assim. É mais culpa do mercado fechado dos jogos. Mas tem títulos bons que se salvam e até por causa de algumas características que você citou.
       
      Mas há falta de diversidade, isso é um problema.

      1.  @Meltoh  Você já jogou Myth: the fallen lords e Soulblighter??? Daria meu PS3 para um remake (não remasterização) desse jogo com gráficos atuais, mecânicas atuais e principalmente ver as tripas dos thralls (não me lembro se era esse o nome) ao vivo e a cores. Como eu adorava quando a garrafinha dos anõezinhos rolava morro a baixo e explodia tudo… Sinto falta de jogos assim.

        1.  @guilhermeprotzner joguei o primeiro. Eu lembro que eu tinha um pouco do medo do jogo, pois era meio criança na época, mas aí eu ficava altas horas jogando. Exemplo de jogos deste tipo que faltam, e é uma pena que a franquia tenha sido descontinuada.

      2.  @Meltoh  @guilhermeprotzner 
         
        “Eu critico os achievements que estão ali somente por estar, por uma conquista que não fazem nada.”. Pois é, a questão é que “achievements” existem desde sempre – claro que não com esse nome – e não é a toa que os desenvolvedores os adicionam aos seus jogos.
         
        Já que você citou a história que é estudada no ensino médio, olha ai um exemplo: antigamente os títulos de nobreza (os “achievements” da época) eram usados pelos reis/senhores feudas (principalmente por aqueles cujos reinos/feudos passavam por alguma crise financeira) para garantir a lealdade dos seus súditos – principalmente a daqueles com algum poder militar. Qual o valor real de um título? Nenhum. Quanto as pessoas estavam dispostas a pagar por um? Muito – mas muito mesmo. Isso era mais do que o suficiente pra garantir que um recém nomeado duque não fosse virar suas armas contra o rei.
         
        E isso acontece até hoje, em qualquer lugar, em qualquer cultura. Quem nunca ouviu falar de alguém que escolhe determinado carro, casa ou roupa, por exemplo, pensando somente em impressionar uma outra pessoa? Isso também é um tipo de medalha – só que um pouco grande demais pra sair por ai com ela no pescoço.
         
        Não digo que é errado (pelo contrário, concordo com você), só que “brigar” com o conceito de achievements é quase como brigar com um valor que é intrinsecamente humano. 

  14. Excelente post!!!
     
    Também não ligo para trophies e dificilmente me darei o trabalho algum dia de completar um jogo 100%, mas acho que foi uma adição interessante aos games, pois não é obrigatório para zerar o jogo, tudo que vem a somar acho válido…
     
    Sobre a criatividade de antigamente e a atual para produção de jogos, o problema provavelmente é o modelo de negócio atual, as empresas lançam os Call of Duty, Fifas e Assassin Creeds anuais, deixando grande parte de suas equipes responsáveis pelos jogos de lucro garantido e movem uma pequena parte dos programadores para criar novos jogos, que justamente por não serem prioridade, saem pouquissimos por ano…
     
    A verdade é que até mesmo a Nintendo que sempre tentou ser criativa tem esse modelo de negócios, todo ano temos um Mario e seus inúmeros spin offs que vendem bem, Zeldas (alguns vão dizer que Zelda não sai anualmente, mas peguem as versões para DS e Wii e verão que é praticamente anual), Pokémons, etc… Quando sai um jogo mais criativo como Pikmin e o mesmo tem sucesso, logo vira uma nova franquia com várias sequências… É um ciclo mais que normal, pois qualquer empresa visa lucro, mesmo que os desenvolvedores tentem fazer por amor à profissão (o que não é todos é claro).
     
    Resumindo: chuto que as grandes empresas tem uma estratégia de a cada 10 jogos lançados, 8 são franquias de sucesso visando manter o lucro e estabilidade e 2 jogos são novos e criativos, visando iniciar uma nova franquia, que segurará a onda para algo criativo ser lançado nos próximos anos…
     
     

      1.  @Mauri Link Sem querer parecer deselegante, mas se nesse ponto pode ter uma falha de informação, o que quis passar foi que Zelda, Mario e Pokémon são fontes seguras de renda para a Nintendo, você pegou apenas um ponto que usei para contextualizar o comentário e o transformou em ponto chave… Tanta coisa para responder no meu comentário e foi atacar justo esse ponto, depois não pode reclamar que alguns leitores o chamam de nintendISTA…
         
        De qualquer jeito quero salientar que releia meu comentário e se possível responda a questão central do texto e não um detalhe acessório, pois curto muitos seus posts  e sou fã do seu trabalho no Portallos.

        1.  @Rafael Gaara não é por mal, mas é que esse papo de que a Nintendo solta muitas sequências e poucas novidades é puro bullshit. O teu comentário não tá errado, mas um complemento bacana é pensar “o que há de errado com os jogadores” pois são eles que estimulam jogos anuais e sequências, pouco valorizando as coisas novas.

        2.  @Mauri Link  @Rafael Gaara 
          A culpa é do traficante que vende a droga ou do consumidor que financia o tráfico? Essa discussão vai longe… =)

        3.  @Mauri Link Concordo com isso… os jogadores tem sua parcela de culpa também, pois ficam ávidos por sequências e não valorizam muitas vezes a criatividade e a novidade… Mas note que citei a Nintendo como exemplo de criatividade, e no comentário apenas quis dizer que até mesmo ela tem que lançar seus Marios e Pokémons anuais para sobreviver, já que a maioria dos jogadores esperam por isso…
           
          E a verdade dura é que as pessoas que se dão o trabalho de discutir isso na internet são minoria… A massa que joga videogame quer mais é Fifa e Call of Duty todo ano mesmo… O dia a dia das pessoas é mais corrido atualmente… eu tenho tempo para jogar um “X2” com meus amigos de Fifa no sábado depois da “peladinha”, mas não consigo tempo para zerar meus rpgs do Xbox nem a pau…
           
          Um dado interessante é que meus amigos de faculdade curtem Diablo 3, Skyrim, Final Fantasy e afins… Meus amigos pessoais e de pelada no final de semana jogam Fifa 12, Call of Duty, God of War e afins e esse amigos são em maior número… E o detalhe mais interessante: meus amigos da faculdade que jogam games mais “pensantes”, também jogam Fifa e CoD, mas os meus amigos que jogam games “menos pensantes” NÃO jogam games mais “difíceis”…
           
          Ou seja, é ai que Fifa, PES e CoD saem ganhando e incentivam as produtoras a continuarem investindo em sequências… Apesar de serem “dados” do meu circulo de convivência, os relatos que leio por ai meio que confirmam essa teoria…
           
           
           

    1.  @Rafael Gaara O último Zelda demorou uns cinco anos pra ser feito. CINCO.Se isso é lançar uma versão anual de qualquer jeito, eu não sei o que é caprichar na produção de um game.

  15. Assim conquistas(trophies e archievements)  foi a maior sacada de marketing dessa geração,
    o que antes se os jogos eram baseados em historia e jogabilidade, se fosse ruim simplesmente eram deixados de lado, mas hoje o jogo sendo ruim ou bom, é uma questão de gosto claro, se a pessoa gostou do jogo, ela acaba olhando as possíveis conquistas e procura faze-las aumentando o tempo de contato com o jogo mesmo ele sendo muito ruim, que acaba viciando a pessoa quando realmente termina todas conquistas ela acaba substituindo o jogo por outro e o ciclo se inicia, um ciclo de vicio, se isso traz diversão somente quem gosta pode dizer, isso foi uma mudança enorme no mercado.
    O que traz mais lucro a uma empresa?
    E no que ela se preocupa mais felicidade dos jogadores?
    Se apoiar em jogos ótimos com historias e jogabilidade boa, ou jogos para se jogar e fazer conquistas?
    Bom jogos trazem custos maiores, mas as empresas se apoiam traz lucro que é a onda de “zumbis” de conquistas, que são maioria agora…
     
    Eu não busco completar todas conquistas mas aquelas que me interessa, lembro do Okami um jogo extraordinário que me viciei nele, lembro que existiam conquistas dentro do jogo, mas fiz muito poucas delas pq o que me importava era a historia, e o mesmo é hoje com meu X360 se o jogo é bom eu jogo se vale a pena fazer tal conquista eu tento, mas nada extrapolado…
    Tanto que muitos criticam Fallout3 por ter saido das origens do jogo, mas putz que massa aquele jogo a historia me diverti a beça com ele.

  16. Sobre o FPS é bem isso, está saturado por ser o que melhor se adaptou ao novo estilo de jogo.
     
    o Online, o Rpg se adaptou primeiro, e como voce mesmo disse, já passou. e quem tomou a bola da vez foi o FPS. Veja quantos games de Fps temos por ai, a grande maioria acaba se focando no multiplayer, o formato que o povo anda mais jogando.
     
    por exemplos temos muitos FPS que já nem possuem um modo Historia, e somente o MP (TF2, Tribes.) a gereção agora se acostumou aos tiros e etc, tanto que até os mmorpgs já estão tentando adicionar uma mecanina igual a do fps em seus jogos.
     
     

  17. você falou que buscar archies tem um que de “vazio”,assim como mmorpgs.
     
    mas se pensar como eu entendi o que voce quis dizer, qualquer jogo não passa de “tempo perdido”, como a musica que o EU postou logo aqui em baixo, o que conta e a mememoria, se voce gostou de ter buscado aquele Arch, de ter visto aquela Cutscene de final, voce não vai considerar tempo perdido.
     
    mas se não gostar, conceteza vai ser.

  18. Quando criarem um MMORPG com uma interaçao entre pessoas tão natural e intuitiva quanto Tibia, e com gráficos bacanas, estilo Skyrim, eu volto a jogar MMORPGs.
     
    Quanto ao resto do texto, concordo com o autor. O que acontece também éque os consoles claramente estão ocupando uma fatia muito maior do mercado do que os jogos de PC e os controles de console acabam influenciando os jogos que se darão bem. Os FPS se adaptaram muito bem aos controles de consoles, assim como jogos de corrida e futebol. Agora tente adaptar algum jogo com AoE ou o pouco citado, mas que eu adoro Age of Mythology. Esse gênero, junto com os jogos de simulaçao, do estilo de The Sims e Roller Coaster, que tanto me divertiram são inviáveis nos consoles, a nao ser que alguém pare para pensar el eleborar uam interface intuitiva e prática de ser usada nos consoles. No próprio Skyrim eu acho estranho aqueles itens que se coloca nos favoritos e que quando acessamos o jogo pausa para termos tempo de selecionarmos o que queremos. Nos RPGs no PC nós simplesmente usamos algum atalho do teclado, sem essa chatice dos consoles.Resumindo, acho a grande razão do sumisso de alguns gêneros de jogos é porque hoje as produtoras estão muito mais interessadas em criar jogos para consoles e, enquanto lucrarem com os FPS da vida, não vão parar para pensar em como criar jogos de simulação e estratégia com os recursos disponíveis nos consoles.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Botão Voltar ao topo

Adblock detectado

Dê uma ajuda ao site simplesmente desabilitando seu Adblock para nosso endereço.