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Rise of the Tomb Raider | Infiltração & fuga na prisão soviética! (+Impressões)

Cá estou! De volta na jornada pela busca da imortalidade, ou talvez seja pela redenção do nome do meu pai, ou ambos. Talvez Lara Croft apenas não consiga parar de arriscar o seu pescoço. Talvez esta seja a sua vida, quem ela realmente é. Onda estava na última vez que conversamos sobre Rise of the Tomb Raider?

Foi um texto inicial, comentando um pouco a respeito das primeiras horas do game, sobre as primeiras tumbas, sobre o Hub Space, sobre o começo de uma nova jornada e o que ela diferenciava inicialmente do game anterior. Perdeu o post? Ele está a um pequeno clique de distância.

E por que voltar a falar mais de Rise of the Tomb Raider neste formato de relatos de jogo, ao invés de ir logo para o review completo do game? Bem, primeiro porque ainda estou jogando-o e segundo porque eu realmente gosto destes diários de jogo, e vejo que há muitos leitores começando a gostar desse formato que estou aplicando aqui no site e é meio diferente do tradicional review.

O segundo motivo, e mais provável, ocorre porque eu cheguei nesse segundo ato da campanha de Rise of the Tomb Raider onde tudo muda um pouco e reviravoltas ocorrem. Não, não se preocupe, ainda continuarei não dando spoilers a respeito da história da campanha. Apenas continuarei relatando momentos e atos da minha experiência em game.

Me recordo que no texto anterior me gabei de não ter jogado uma vez sequer com a pistola do game, fazendo a Lara ser totalmente sorrateira e apenas finalizando inimigos no bom e sempre em mãos arco & flecha. Bem, vai chegar um momento em que isso não será mais possível e vivenciei isso. Porém calma que eu chego lá.

De fato após o primeiro contato com a Base Soviética e com algumas locações e tumbas opcionais, o game meio que me mandou continuar a campanha. Fazer 100% da área do Hub do game só é possível com equipamentos que a campanha vai me destravando aos poucos, então não adianta muito ficar de papo pro ar no Hub. Pegue o que puder e vá continuar a história. E foi o que fiz.

Rise of the Tomb Raider (12)

Alias é no topo desse segundo ato, a caminho da prisão que descobri o barracão das comprinhas. Onde é possível adquirir itens com os parafusos encontrados ao longo do game e que são a moeda local do game. Meu primeiro ato foi comprar uma nova roupa para Lara, um uniforme militar! E quem diz que eu tive coragem de usar? A roupa é sem mangas! Caraca, como que eu vou deixar a Lara no pico de uma montanha gelada com uma vestimenta militar sem mangas! Tudo bem, o game deixa eu usar a vestimenta que quiser, independente do ambiente, mas achei que isso me quebraria imersão. Como sou bobão…

Passado isso o game te dá a primeira e chocante reviravolta da história. Eu não esperava por isso. De fato achei que esse seria o momento em que a Lara iria apanhar da mesma forma que levou uns tombos e surras no primeiro game. Tenho a impressão que o pessoal da Crystal Dynamics levou a sério a crítica de que a Lara era muito saco de pancadas no primeiro game, as vezes até de forma gratuita. Aqui neste segundo game, justificando o amadurecimento da personagem, ela se machuca e toma bem menos sopapos. Apesar de que mais a frente neste ato, eu tomei uma morte e foi meio violenta, nos moldes do primeiro game. Mas sendo justo, fazia jus ao momento, na qual envolvia um helicóptero com metralhadoras e balas de alto calibre e águas congeladas.

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Indo para a parte da prisão, na qual a infiltração obviamente não dá muito certo, aqui o game apresenta um novo personagem. Espero, sendo sincero, que ela não sirva como par amoroso para a Lara. Eu realmente espero que no fim, ela perceba que o amigão dela do começo do game é gamado nela. Mas esse sou eu, torcendo por algo que nem tem importância no game. E sim, eu suspeitei inicialmente desse Jacob. Desde Lost eu sempre suspeito de todos os Jacobs que surgem nas histórias. Hahaha

É bem tenso essa parte da fuga. E demorada pra caramba. No bom sentido. É interessante como game te deixa aflito a todo momento, sem que realmente haja conflitos com guardas e mercenários ocorrendo a cada 5 segundos. É um script criado para te deixar tenso e funciona muito bem.

E aí chega em uma área de objetivo. Preciso alcançar um painel e abrir um portão. Só que a área está coberta de guardas. Lá vou eu tentar ser sorrateiro nesse momento. Precisei de umas seis ou sete tentativas até acertar o compasso. Senti falta nessa hora da habilidade de disparar duas flechas simultaneamente. Talvez fique essa dica para quem ainda não chegou nesta parte: destrave a habilidade de atirar duas flechas em inimigos diferentes simultaneamente antes de se infiltrar na prisão. Certamente teria sido uma mão na roda. Outra dica, não se esqueça do cara no teto da casa consertando a antena. Eu só não fiz 100% sorrateiro porque esqueci do maldito lá no teto.

Se tem um momento que gosto muito neste novo Tomb Raider são os momentos de velocidade, de correr como uma maluco tal qual Crash Bandicoot – OK, talvez esse não seja um bom exemplo – na qual tudo começa a ser destruído a sua volta, ou tem alguma ameaça correndo atrás de ti etc. O jogo meio que possui outros 2 grandes momentos assim antes de chegar a base soviética, mas me alegro de ter feito mais um momento assim, com o coração na boca.

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E é mais ou menos nesse ponto que vem a parte em que me vez voltar a escrever um pouco mais sobre o game antes de ir pensar em um review. A parte em que ele me deu um fuzil de assalto para sobreviver a horda de mercenários que estavam em meio caminho para fugir de onde estava. Tenho a impressão que essa parte talvez pudesse ser passado com o arco, porém eu estava tão tenso e os inimigos já sabiam de mim que não fazia sentido usar o arco. Lara Croft não é o Legolas afinal de contas. Em todo caso achei bem impressionante ela ter aprendido a fazer granadas usando latas velhas e um mineral que funciona como pólvora para a explosão. Use isso, ajuda pra caramba.

Foi também o primeiro contato com soldados de armadura, ou quase isso. Ele são meio agressivos. Não ficam escondido esperando você atirar ou jogar algo neles. São adversários que parte pra cima. Eu levei umas três mortes até acertar o tempo de combate desse trecho.

Apesar de não ter achado ruim, e de ter sido um momento com um ritmo bem diferente do que o game estava me apresentando, o que me entreteve,  ainda me pergunto se estes momentos são realmente importantes para o novo Tomb Raider. Eu realmente teria apreciado mais se em algum momento o game me deixasse me esconder e novamente pudesse escapar de forma sorrateira da prisão. Enfim, é apenas uma questão de perspectiva no fim. Vendo gameplays no You Tube, percebo que a galera mais jovem hoje em dia curte jogar assim, metendo o pé na porta e metralhando tudo. Eu tentei ao máximo fazer o que Lara faria. Me escondendo em caixotes, pegando uma a um, jogando granadas e tentando o máximo não sair como um louco pelo cenário.

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Sei que depois de toda essa tensão, a corrida, a fuga, a reviravolta na trama, eu retorno ao hub do game. Agora com novas habilidades, tal como a corda para o arco e flecha, igual o primeiro game, o que me destrava uma tumba na qual não tinha acesso antes. E tem um novo desafio opcional, novos itens para coletar e novamente faço uma pausa na campanha para fazer outras coisas.

Quanto progresso de game já fiz? 25% diz o menu principal. Wow… e eu achando que seria muito mais! Mas é bom quando o game rende dessa forma, não? Em breve essa história continua por aqui! E eu finalmente estava olhando o modo expedição e… bem, isso ou vou deixar para comentar em uma próxima vez. Prometo!

Rise of the Tomb Raider (11)

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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