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Indie Games | Onze títulos para se conhecer ou ficar de olho!

Vem ficando cada vez mais claro que está sendo quase impossível conseguir tempo e disposição para jogar em tempo hábil tantos e tantos indie games que estão sendo lançados nesta geração, ou que já foram lançados há algum tempo e somente agora estão chegando a novas plataformas.

Tenho feito um enorme esforço para conseguir apresentar a maior quantidade possível destes títulos aqui no site. Seja em reviews com as minhas impressões, seja em postagens como essa (ou esta) com trailers e links para os sites oficiais, seja também liberando pequenos clipes em vídeos dos mesmos lá no Instagram e na galeria de vídeos lá na página do Facebook do site.

Para essa rodada selecionei quase uma dúzia de indie games, uns já lançados, outros ainda em desenvolvimentos e que se mostram promissoramente interessantes. Porém não vou me alongar demais sobre cada um. Na medida do possível tentarei – quando for o momento certo – jogar e escrever impressões a respeito de cada um.

O primeiro da lista é um game em desenvolvimento e que deve ser lançado – caso não sofra atrasos – em abril de 2017, a princípio para PC & PlayStation 4, mas não fique surpreso se alguns meses depois também o ver em plataformas como o Xbox One.

Knights and Bikes é um destes indie games que representam bem a produção dos atuais indie games do momento e tudo que eles representam de bom. Não é um game de gráficos hyper realistas, apostando mais em um estilo gráfico animado e original, mais artístico. Se inspira em antigos games, tem aquele apelo nostálgico e se preocupa em não ser vazio narrativamente.

Me agrada a ideia dele proporcionar uma experiência cooperativa para dois jogadores, ainda que também já esteja confirmado que poderá ser jogado com apenas um jogador. E foi apadrinhado pela Double Fine, que será responsável pela distribuição do game.

Então, veja só. Full Throttle hoje em dia é considerado um clássico dos videogames. Lançado inicialmente para PC em 1995, sobre o selo de ser uma produção LucasArt & Double Fine, com aquele dedinho mágico do game designer Tim Schafer. E agora um remake está em desenvolvimento para ser lançado no próximo ano.

Não se sabe muito mais a respeito dessa nova versão, exceto pelo teaser acima, que demonstra que graficamente o game deve estar ficando inacreditável. Resta saber se esse não é um daqueles casos em que a memória irá enganar os jogadores e Full Throttle precisará provar que ele ainda tem espaço nesse mercado com Indie Games tão expressivos e divertidos.

Já eu admito que nunca joguei o game de 1995, apenas o conheço por sua fama e alguns vídeos de gameplay via You Tube. Porém se tiver a oportunidade, gastaria de testar a Remastered no próximo ano. Por fim, se puder, assista o making off de 10 minutos da versão remaster do game. Vale a pena!

Shantae é um título que conheci mais a fundo no começo deste ano, quando pude escrever as impressões do game Shantae and the Pirate’s Curse em seu lançamento para a plataforma do Xbox One. E este mês está sendo lançado o mais novo título da franquia, agora remodelado com novos gráficos 2D animados.

Não nego que acho charmoso os gráficos em pixelart dos games anteriores, mas mudar e evoluir também é importante em algumas situações. Parece que a jogabilidade está fluida neste novo título e me agrada muito o retorno das transformações da Shantae neste título, já que este recurso presente nos primeiros games da personagem ficou de fora de Pirate’s Curse.

Shantae também me remete aos clássicos games de plataforma da era de ouro do Super Nintendo. Acho excelente que tenha se tornado uma franquia que tem valor e sucesso suficiente para novas sequências de tempos em tempos.

Bem, não tenho muito o que dizer a respeito desse título. Apenas recebi seu release alguns dias atrás e fiquei curioso. Afinal não é todo dia que um game de surf é lançado. É uma proposta diferente. Gostaria de testar o game se possível.

Tento em vista que estou escrevendo as impressões de Steep (a ser publicado aqui no site ainda esta semana), ainda que ele não seja um indie game, é um jogo diferente (esportes radicais de inverno). Também acabei me lembrando de Wave Race 64, que também não tem nada a ver com surf, mas era um game de corrida em Jet Ski que adorava nos meus bons tempos de Nintendo 64.

Enfim, o que talvez esteja tentando dizer é que as vezes estes games com uma proposta diferente acabam surpreendendo a gente. É legal as vezes olhar para alguns títulos fora da bolha.

Mais um título da Double Fine! Este já foi lançado há alguns meses, porém chegou recentemente ao Xbox One. É um daqueles projetos que só é possível ser desenvolvido e lançado hoje a diversas plataformas graças a possibilidade da existência dos indie games no atual mercado de games.

Esse posso dizer que está na minha enorme lista (e fila) de indies para review aqui no site. Devo começá-lo em breve e espero escrever a respeito já no próximo mês. Antes disso deve rolar alguns clipes dele nas redes sociais do site (dê uma força seguindo a gente).

É um daqueles games malucos que tem a total cara da Double Fine. Um plataforma puzzle na qual o jogador controle a cabeça de um astronauta, podendo mudar para diferentes tipos de corpos com diferentes habilidades e encontrando-se nas mais insanas e improváveis situações e encontrando aqueles personagens tão malucos quanto a premissa do game. Meu tipo de game sem dúvida!

Posso pular esse game? Na verdade não quero falar muito sobre Furi porque estou em vias de publicar seu review aqui no site. Apenas achei que seria legal deixá-lo aqui na lista. O título chegou a ser dado de graça no programa da PlayStation Plus há alguns meses e este mês ele chegou a ser lançado no Xbox One (com um novo chefe adicional).

É um game de batalha de chefes, com apresentação narrativa fantástica e mecânicas de jogabilidade que viciam rapidinho o jogador e… espera, parei por aqui. Segura aí que terá as impressões completa no site ainda esta semana se nada me atrasar! Enquanto isso já tem três clipes e algumas palavrinhas extras a respeito do game no Instagram (aqui, aqui e aqui).

Esse parece ser um dos indie games mais badalados do ano. Foi muito bem elogiado em diversos reviews internacionais e é um dos outros títulos que chegou esse mês ao Xbox One (e é por isso que estou tomando conhecimento dele).

Foi bem elogiado no pequeno grupo de leitores aqui do site mantido no Facebook (sim, nós temos um grupo para bate papo, sinta-se a vontade para se juntar a nós se quiser). Tenho esperanças de poder jogá-lo em breve.

O que impressiona no título e que pode ser sentido no trailer acima é a quantidade de atividades e coisas que pode ser feito dentro do game. Ele me lembra jogos como Harvest Moon e Animal Crossing, mas a complexidade de mecânicas, ambientes e atividades parece bem superior aos títulos mencionados. Não é à toa que tem feito muito sucesso, especialmente com a galera do PC.

Voltando a títulos em desenvolvimento, há Unit 4, que tem previsão para ser lançado no primeiro semestre de 2017. Já faz alguns meses que tomei conhecimento desse título. Suspeito até que já tenha mostrado um trailer dele em algun post de rapidinhas aqui no site. Porém na dúvida, resolvi postar mais um.

Agora meio que já é possível ter uma ideia de seu gameplay, envolvendo os diversos personagens que estarão disponíveis na campanha. Parece um título que invoca um modelo mais multiplayer e cooperativo e jogo, ainda que não esteja totalmente certo como todas as suas mecânicas irão funcionar. Continuo de olho.

Fora que é mais um daqueles indie games que apostam no charme dos gráficos pixelart, que acabam sendo ganhando a minha atenção.

Notou como venho mostrando diversos tipos e gêneros diferentes de indie games nessa postagem? Isso porque há realmente títulos de tudo quanto é jeito. Pensando nisso faz tempo que não falo sobre Pinball FX 2 por aqui. Estou devendo um texto sobre algumas mesas de pinball da Marvel, sendo que andei disputando com o Mauri Link (que anda me ajudando em alguns reviews caso você ainda não esteja sabendo) pontuação e recordes na mesa do Homem-Formiga.

Em todo caso, a Zen Studios ainda é um desenvolvedora de pequeno/médio porte, e não é porque ela conseguiu autorização com a Bethesda para mesas baseadas em games de sucesso da empresa que isso faz com que Bethesda Pinball seja um título grande. Ainda o enquadraria como indie game (que cada vez mais vem se tornando um título que abraça muito mais categorias do que talvez devesse, incluindo games de médio porte, na falta de uma categorização mais específica ou as vezes divergentes).

Estou para testar estas mesas e também escrever a respeito aqui no site o quanto antes. Mas já fica aqui essa pequena divulgação dentro da janela de seu lançamento.

Outro título que foi lançado há algum tempo no PC e só tomei conhecimento agora com o lançamento na plataforma do Xbox One. Não tenho muito o que dizer aqui, apenas que fiquei instigado a jogar. Me lembrou de títulos como Ikaruga. Gosto destes games de nave com a tela avançando de baixo para cima. Nem sempre estes games possuem algo original ou interessante, mas no caso deste aqui, ao menos visualmente me despertou a atenção. Pretendo jogá-lo.

Tal como o primeiro game dessa lista, Silence é um outro ótimo representante da atual geração de indie games. Tem a liberdade criativa que somente estes games menores parecem conseguir entregar aos jogadores atuais. É um game de aventura e fantasia, mais preocupado em entregar uma boa e imersiva história do que em ser um título de ação. Na verdade me parece ser meio point & click apostando em narrativa. Enfim, devo testá-lo em breve e irei falar mais a respeito aqui no site.

E todos estes títulos são apenas a ponta do iceberg. Cada semana novos e novos indie games são lançados. Nem todos ganham destaque logo de cara, mas o grande barato é que se o game é competente, eventualmente uma grande parte da comunidade acaba conhecendo-o, seja por meio de sites como o Portallos, seja por fórum, seja pelo bom e velho boca e boca. Para esta rodada encerro por aqui, mas nós duvide que mais postagens assim serão realizadas por aqui.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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