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Minipost | Pirataria espacial com Flinthook

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Introdução

Aumente o som e ouça um trechinho da bela abertura de Flinthook, um adorável indie game que está chegando hoje ao Xbox One, PlayStation 4 e Steam! Game desenvolvido pela Tribute Games, lá de Montréal no Canadá!

Esse é o primeiro título do estúdio a aportar no Xbox One. Fundado em 2011 a Tribute já tem alguns títulos divertidos em seu catálogo, como Mercenary Kings e Curses & Chaos, presentes nas plataformas do PlayStation e Steam.

Torço para que Flinthook seja uma porta de entrada que os alguns outros títulos da Tribute possam acabar vindo para o Xbox One eventualmente.

Quanto a Flinthook, vou deixar para falar um pouco mais no próximo clip. Aqui o que eu queria mostrar é a excelente trilha 8-bit e apenas um pedacinho da abertura.

É chegado a hora de caçar tesouros, recompensas e piratas espaciais!

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Tutorial

Um trechinho da fase inicial, ainda aprendendo alguns dos movimentos do pequeno protagonista do game. Flinthook é um caçador de recompensas que vive de invadir e saquear navios de piratas espaciais!

O jogo tem toda essa direção em pixel art que remete aos tempos mais antigos da história dos videogames, mas não se deixe enganar, achando que suas mecânicas também acabem sendo antiquadas, pois não são.

Há muita coisa moderna nesse indie game. O conceito de fases (calabouços) gerados de forma procedural, a locomoção por ganchos que dá uma mobilidade altamente livre, a imensa quantidade de itens em tela, os desafios que hora se mistura com plataformas, em outros momentos em arenas de combate. E sempre com a surpresa de que o jogador nunca vai saber onde está a saída da fase ou o que há na próxima sala a ser explorada.

O jogo tem ainda elementos de RPG, tem itens de lore colecionáveis (arquivos de dados que contextualizam o universo do game), perks de aprimoramento de personagem entre outros aspectos a ser discutido quando for escrever as impressões completas no site. É um indie game impressionante!

https://www.facebook.com/Portallos/videos/1292364210849266/

Gameplay

Repare no canto superior à direita. O mapa do calabouço (que na verdade é um navio espacial). O jogador não sabe o que já após cada porta até o momento em que a abre.

Se for uma sala de combate, as portas se fecham e não abrem novamente até que algumas ondas de inimigos sejam todos aniquilados. Há também salas de vendas de itens e desafios em plataforma.

Todo o gameplay é baseado em ganhar tesouros e moedas que vão ser gastas adquirindo novos itens permanentes e temporários ao personagem. Fazendo suas mecânicas se expandirem conforme o game avança e novas, maiores e mais difíceis dungeons forem surgindo.

Acho legal apontar que o alcance do tiro da arma de Flinthook tem um certo limite (ao menos no começo), além do fato dela não ultrapassar o cenário. Já os inimigos não possuem tal limitação. Um aspecto que faz com que o jogador precise se movimentar pelo cenário, muitas vezes apertado, enquanto os inimigos podem ficar parados.

É acima de tudo um game de plataforma, mas que mistura muitos elementos de roguelike e arcade. Tem um encantador visual, até mesmo impressionantemente detalhado e uma trilha sonora em bit music que domina facilmente a energia do jogador.

Aguarde que em breve trago mais de Flinthook por aqui!

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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