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Jogando… The Division 2

Dedo no gatilho para retomar Washington!!!

Sabe quando você vê o trailer de um filme, curte bastante, e finalmente vai ao cinema devidamente munido daquele baldão de pipoca e refri com o gás no talo? Foi exatamente assim que me senti jogando a versão do The Division 2. Tudo aquilo que eu já tinha gostado durante o beta ficou melhor em sua forma final, obrigado Ubisoft!

Inclusive um dos quesitos que mais me preocupava era a narrativa e isso melhorou muito, o ritmo de jogo até ganhou um pouco mais de agilidade, consegui sentir que o meu progresso foi mais suave e mais nítido, sem a impressão de aparecer algo que ficasse me “segurando” como no beta. Talvez essa impressão ruim se deva ao fato do beta ser bastante limitado em alguns aspectos, ainda que de de maneira proposital, e inclusive tudo melhorou quando o “endgame” foi liberado, e pude sentir um gostinho de como é jogar nos níveis mais altos de progresso. Toda aquela vibe é mais presente já desde os primeiros momentos de TD2.

Pois bem, tendo passado algumas semanas me divertindo com o game, tudo aquilo que eu esperava foi se confirmando, o que foi algo ótimo em tempos atuais onde muitos jogos erram a mão, e acabam não se saindo tão bem quando finalmente chegam nas mãos dos consumidores. TD2 realmente não reinventa a roda do gênero, mas consegue manter a velocidade e algumas vezes até mesmo acelerar um pouco esse ritmo, reafirmando The Division e sua sequência de agora como uma das melhores opções do gênero.

A Casa Branca

Podendo explorar mais de Washington, a qualidade do jogo ficou mais perceptível para mim. O beta dava bons indícios de que valeria a pena sair por aí explorando o mapa, e durante as minhas partidas, várias vezes deixei de usar o fast travel para poder continuar explorando a área da icônica cidade. A ambientação em Washington é realmente mais interessante do que a Nova Iorque do jogo anterior, com prédios de variados tamanhos e formas, ruas largas, estreitas, ou becos escondidos. Sem contar a área verde e campos abertos, que na minha opinião é o maior destaque. E claro, poder entrar na Casa Branca sempre é legal!

Controlar as zonas de Washington dá aquela sensação boa de progresso, e novamente elas são divididas por em níveis de força inimiga, e se tem uma coisa que gosto é tentar atravessar as zonas de níveis mais altos que o meu. Bom, pelo menos até encontrar algum inimigo apelão como os blindados ou mesmo equipados de motosserra, que realmente são desafiadores. A boa notícia é que bolar estratégias para superar os inimigos fortes é interessante, e vale a pena gastar um minutos ponderando sobre como usar os seus equipamentos.

Seja um explorador

É nítido o quanto o ambiente de jogo é mais vivo aqui, com efeitos climáticos sensacionais, que vão de nevoeiros até tempestades! Até mesmo a vida animal é melhor notada, e constantemente encontrar NPCs aliados ou não, afasta aquela impressão de agente solitário que eu tinha no TD1. Com as gangues também mais variadas e inclusive introduzidas de maneira bem distinguíveis, a exploração é algo legal de se fazer. Obviamente depois de algum tempo as atividades de repetem, mas é assim que são os videogames. Como escolhemos qual atividade damos prioridade, é possível evitar um pouco aquelas que não nos agradam tanto, como a da “propaganda” no meu caso.

Fiquei muito tempo apenas andando de um lado para outro, apenas para poder ver novos lugares, o que considero essencial nesse tipo de jogo, que tem a proposta de apresentar um recorte de um mundo ao jogador. Principalmente em um jogo de tiro, a variedade de estruturas e sua disposição permitem que jogadores diferentes tracem estratégias diferentes, o que fica mais evidente quando se joga em modo cooperativo/competitivo. Nesse quesito eu realmente curti muito a proposta do game.

Combater com o bom combate

E se tem uma coisa que me mantinha ligado no TD1 é o sistema de combate, em conjunto com a variedade de armas e equipamentos do loot, que possuem atributos diferentes e aleatórios, e nessa continuação a coisa toda ficou ainda mais robusta, dando ao jogador mais liberdade e variedade, e montar um arsenal ao seu gosto é mais satisfatório.

Realmente o jogo instiga a querer avançar os níveis, fazer as quests difíceis, encarar a Dark Zone e as Raids, tudo em busca daquela build de personagem perfeita. Eu gosto muito disso em jogos de videogame.

 

De maneira geral, essa segunda aventura melhora mais o padrão deixado pelo jogo anterior, que ficou melhor a cada nova expansão. The Division 2 já chegou com esse alto nível, e os produtores estão confiantes de que os conteúdos que virão vão deixar tudo ainda melhor. Veremos novidades sendo reveladas na E3 2019, e mal posso esperar para saber o que vão implementar, cruzando os dedos aqui para que a minha estadia em Washington dure muito tempo ainda, e em breve voltaremos a conversar sobre o jogo aqui no blog!

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Mauri Link

Um gamer inveterado desde a primeira geração de consoles, aficcionado por histórias em quadrinhos, nerd de carteirinha, e super-herói nas horas vagas!
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