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Skelattack convoca héroi esquelético para salvar o pós-vida

Já disponível para todos os consoles da geração e PC

Skelattack chegou anteontem, 2 de junho, aos atuais consoles da geração (PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch) e também ao PC, via Steam. Título desenvolvido pelo estúdio Uzuka, localizado nos Estados Unidos, e que despertou a atenção por ter a Konami como a distribuidora global (publisher) do indie game.

Inclusive um artigo (em inglês) no GameDaily aborta com maiores detalhes esse detalhe da Konami se tornando publisher de um jogo independente de um estúdio pequeno, algo a qual a empresa não tem o hábito de fazer. O artigo menciona a intenção da Konami de diversificar seu portfólio e justamente fazer uma tentativa de aproximação na área dos indie games. Não significa que já existam outras iniciativas assim, mas deu certo com a Uzuka, e desde o começo a Konami adorou a ideia do projeto, a qual deram total liberdade aos desenvolvedores para seguirem com sua visão, além de feedback em meio a experiência do estúdio, assim como o suporte financeiro necessário para que o pequeno estúdio pudesse chegar a este momento de lançamento. Bem legal, não?

Skelattack é um plataforma side-scrooling com diversas masmorras a serem desbravadas. O jogador controla um pequeno esqueleto tentando salvar o mundo no além vida, a qual nós humanos estamos tentando destruir (o que nós não destruímos, afinal?). Skully, o esqueleto, tem uma boa mobilidade; corra, retalhe inimigos, pule e escale paredes afim de atingir seus objetivos. Há também uma pequena morceguinha, Imber, a qual acompanhará o pequeno esqueleto, e que também pode ser controlada pelo jogador em algumas ocasiões.

Além de possuir um belo visual, quase um desenho animado, com um filtro que dá um toque um pouco mais sombrio, que certamente combina com sua ambientação, Skelattack também segue com uma progressão mais tradicional, com o jogador indo com mais calma, porém também foi planejado para aqueles jogadores que curtem speedrun (bater o tempo de avanço no relógio). O título também parece honrar bastante a ideia de plataforma, com vários desafios que exigem passar por obstáculos complexos para conseguir chegar ao outro ponto do estágio.

Para saber e ver um pouco mais de Skelattack, o ticket do submundo está nesta página do site oficial.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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