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Análise | Star Renegades

Disponível para Xbox One, Nintendo Switch & PC

Star Renegades é um jogo de grandes e estratégicos combates, destes que um movimento errado pode colocar tudo a perder. O título foi desenvolvido pelo estúdio Massive Damage Games, e distribuído globalmente pela Raw Fury. Seu lançamento ocorreu em setembro do ano passado no PC e Xbox One, e dentro do catálogo do Xbox Game Pass, logo depois, em novembro, o Nintendo Switch recebeu sua versão. Já o PlayStation 4 também terá uma versão, mas a data segue como um “em breve“… resta aguardar.

Outro aspecto que também está à caminho dos consoles é sua localização em português. Essa atualização de idiomas já se encontra disponível na versão para PC, enquanto a de consoles deve vir muito em breve – já que a aprovação destes patchs nos consoles sempre leva um tempinho maior que no PC. Como esta análise foi feita com base na versão de Xbox, isso explica por as capturas aqui estão em inglês.

Star Renegades é um jogo de batalhas por turnos, com alta pegada tática e estratégica, a qual sua exploração se dá em áreas procedurais, ou seja, geradas aleatoriamente a cada nova partida. O título tem essa vertente roguelike/lite. Perdeu? É preciso recomeçar tudo desde o começo. Não há segundas chances aqui.

Salve a galáxia

A ideia geral de Star Renegades é oferecer uma trama em que um grupo rebeldes estão lutando contra um império do mal que domina os confins da galáxia. O jogador precisa viajar por alguns planetas até que consiga chegar a nave base desse império, nesse meio tempo recrutará novos aliados que irão se juntar a sua causa.

Um elemento interessante dessa narrativa está na forma de fazer coerente o elemento roguelike, de morrer e ter que recomeçar tudo novamente. Para isso o jogo faz uso de um pequeno robô, que no início da história sai do futuro, a qual o império causou uma imensa destruição, para o presente da trama, justamente para impedir tal terror. Sempre que o jogador perde e sofre o Game Over, o jogo recomeça novamente do ponto em que esse robô chega ao presente, como se ele retornasse ao ponto inicial para tentar novamente, de uma nova forma. É uma boa sacada, vai!

Quanto a forma que Star Renegades conta sua história, o único ponto em que fiquei meio decepcionado diz respeito a total ausência de áudio nas falas dos personagens. Não empolga muito acompanhar textos e mais textos de balões de fala, sem que haja voz para estes personagens. Achei que perde um pouco do carisma que eles claramente deveriam ter. Em certo ponto da minha experiência com o jogo, simplesmente parei de me importar com a trama, especialmente porque o gameplay da ação em si estava em um outro nível de excelência.

Combates intensos

O grande atrativo de Star Renegades sem dúvida alguma é seu respeito ao sistema de combate, baseado em RPG por turnos, com elemento tático e estratégico. Apesar de não ser um sistema inédito, estando presentes em tantos outros jogos, esse sistema consegue ser singular e criativo, além de visualmente elegante.

O elemento principal desse combate é a linha do tempo no canto superior da tela, que define o round da batalha. Entendo essa linha, que mostra o tempo de ataque de cada personagem em campo, equipe aliada e equipe inimigo, se tem início movimentos que visam tirar o poder de ataque de seus adversários.

Isso ocorre graças a um sólido sistema de Break, a qual o jogador empurra o inimigo para fora da linha e isso quebra seu movimento dentro da partida. Para isso o título oferece diversas táticas, mas é sempre preciso estar atento ao fato de que seu movimento tem que vir antes do seu adversário, caso contrário de nada adianta quebrar o mesmo para fora da linha.

É muito importante que o jogador tente usar o movimento de break o máximo possível pelo fato de como a barra de saúde funciona nesse jogo. Aqui cada personagem tem duas barras que monitoram sua vida: uma de escudo e uma de vida. Para afetar a vida, é preciso esgotar a barra de escudo. E é aqui que mora o perigo: em meio as batalhas, é impossível restaurar sua barra de vida. Não há cura, não há magia, não há nada que restaure essa barra. Somente o escudo pode ser restaurado, e isso se você tiver em sua equipe certos personagens de suporte que possa fazer isso, ao custo de seu ponto de ação dentro do round. Sendo assim, esse personagem deixa de atacar/empurrar, para restabelecer o escudo de um aliado.

Por isso as batalhas de Star Renegades são extremamente intensas. É basicamente um cabo de guerra para tirar inimigos fora do round, enquanto lida com gerenciamento de dano de escudo, afim de nunca perde HP da sua barra principal de vida. E essa barra de vida restaura ao fim da batalha? Não! Outras batalhas podem se seguir e o jogador mantém o dano causado a essa barra.

As únicas formas de restaurar a barra de vida se dá por meio dos acampamentos ou um ponto fixo do modo exploração, dois elementos que falarei mais a frente. Mas são dois momentos específicos da progressão, não é algo que o jogador possa interromper certos embates para forças estas ocasiões.

Outros aspecto muito inteligente do combate de Star Renegades diz respeito a forma como é apresentado os dados dentro da batalha. Antes de escolher um movimento, o jogo lhe dá todos os dados do mesmo: quanto de dano vai causar, se algum inimigo irá te contra atacar por fazer isso, o quanto você empurrará o inimigo, o momento da linha do tempo em que seu ataque ocorrerá e até mesmo se você matará o inimigo ou se você irá morrer ao executar tal ação!

O mesmo vale para os inimigos. É possível selecionar um inimigo e entender todo o potencial de seu ataque, caso você não faça nada. Quem ele vai atacar, quanto dano causará e afins. É muito importante, nas batalhas mais próximas do fim, entender analisar o que cada inimigo irá fazer e conseguir impedir tomar todo o dano que todos eles planejam.

Além de tudo isso, o sistema trabalha com diversos outros movimentos. Desde atordoamento, que também quebra o movimento do personagem atordoado durante o round, assim como outros efeitos de atributos, como sangramento e enfraquecimento da defesa. Existe ataques que são mais fortes, enquanto outros podem enfurecer o inimigo e torná-lo mais agressivo. E tudo isso é alertado pelo sistema que descrevi acima.

O jogador muitas vezes precisa ser engenhoso para saber como lidar com situações que parecem impossíveis de serem amenizadas. Um bom exemplo, mais a frente da progressão, é oriunda de um tipo de inimigo que fica invisível por um round, impossibilitando que o jogador o ataque, para logo em seguido, no round seguinte, esse inimigo ataque primeiro com um ataque devastador. Bem, há um jeito de impedir isso. Há um personagem que sabota esse tipo de ataque, mas você precisa armar essa estratégia antes que esse inimigo passe a usar tal ataque. No caso são minas plantadas no campo de batalha, que são acionadas quando você bem entender. Essa alias também é uma ótima tática para quebrar movimentos ou escudo de alguns chefões do jogo.

Com tudo isso, as batalhas de Star Renegades vai muito além de um simples RPG por turno, que nos modelos mais tradicionais podem ser bem tediosos, com você sempre usando uma mesma tática, um mesmo movimento. Lhe garanto que não é o caso aqui. Cada batalha é única, com muitas táticas diferentes e muitos movimentos diferentes que causam consequências diferentes na hora da pancadaria. É muito impressionante o quão tenso se fica nos combates.

Peso de uma boa equipe

Inicialmente o jogador não vai ter uma grande opção de personagens, mas conforme se progride pela aventura, e se ganha meios para destravar novos personagens, a escolha de uma boa equipe vai se tornando cada vez mais importante para conseguir conquistar o topo do jogo.

Isso se dá por meio de um consistente e sólido sistema de classe de personagens. Todos realmente únicos em suas habilidades, que não se repetem entre nenhum, o que torna ainda mais difícil abandonar uma habilidade por outra. Por exemplo, expliquei que a barra de escudo é um dos elementos mais importantes do jogo, certo? Bem, há um personagem que tem a capacidade de restaurar escudos, e simplesmente não consigo ceder o lugar desse personagem de suporte para colocar qualquer outro em seu lugar. Não se que quiser ir até o fim do jogo, no começo até consigo me virar com algum outro, mas conforme o jogo avança, inimigo vão quebrar seu escudo eventualmente, e sem alguém para reparar, fica complicado.

Há uma personagem que teoricamente pode substituir esse personagem, pois ela é da classe justamente para refletir ataques e restaurar seu próprio escudo. E ela também pode colocar seu escudo em outro personagem e assumir pra si todo o dano que esse outro personagem assumiria. Parece uma excelente personagem, né? E é. Mas se acostumar a ela no front, tomando muito dano, é complicado. O problema é que se seu escudo não for restaurado a tempo, ela morre e seu equipe fica completamente desprotegida. Se bem que, no caso do outro personagem acima, que restaura escudos, se ele morrer também é um problema…

E aí há outras classes, como um personagem mais tanque, que alias é a protagonista da trama, que aguenta uma quantidade absurda de dano e também tem grandes ataques, ainda que sejam lentos e quase sempre após o ataque dos inimigos (e por isso vive com o escudo recebendo dano). Há o personagem que é sabotador, que coloca minas nos inimigos (sim, falei dele mais acima) e que também causa break a um inimigo por rodada de forma instantânea (mas não pode fazer isso duas vezes em sequência com o mesmo inimigo).

Um outro também bem interessante é o de classe de atirador de elite, sniper, que consegue acertar qualquer inimigo dentro do jogo, causando grande dano, mas que pode ficar vulnerável quando em postura de ataque. É um personagem que também pode ficar em alerta, e somente atacar quando um inimigo atacar alguém da equipe.

Enfim, como dá para perceber, o título entrega personagens bem diferentes entre si, com habilidades tão diferentes que se faz necessário pensar taticamente qual o time mais efetivo para sua forma de atacar. Vale dizer que você começa na primeira área do jogo com três personagens e a cada mundo vencido, um aliado aleatório vai se juntar no seu time. Ao fim, sua equipe terá cinco destes personagens de classes distintas.

Estes personagens possuem sistema de nível, indo até o level 10. Só que eles não sobem simplesmente de level. O jogador ganha ao finalizar batalhas pontos de DNA, que podem ser aplicados em quem você quiser. Sendo assim, nem todo mundo sobe igual. E a cada nível, algum bônus lhe é dado, seja passivo ou ativo, incluindo aí novos movimentos de ataque e habilidades especiais. O jogo também tem um sistema de armas, armaduras e acessórios para os personagens, que adquirem estes equipamentos de forma aleatória nas partidas, ou ao finalizar um mundo, se gasta as moedas em uma loja com estes itens.

Contagem regressiva para explorar

Agora que explanei sobre os combates, é chegado o momento de detalhar melhor outros elementos da jogabilidade do título, com ênfase na exploração de seu mundo, a qual lhe dará acesso a estes combates.

E como já mencionado, Star Renegades é um RPG Tático Roguelike, ou seja, há elementos procedurais e se você morrer, o jogo é reiniciado desde o início. E parte destes elementos aleatórios estão na construção do mundo a qual será explorado pelo jogador afim de alcançar os combates.

Ao todo são 4 mundos a serem vencidos para que se consiga finalizar sua campanha, três planetas e uma nave base inimiga gigante. Cada planeta é fragmentado em pequenas áreas, como um tabuleiro. Há múltiplos caminhos, que levam a diferentes bônus e segredos, mas você tem um limite de movimentos para entrar em cada área, antes que o dia se encerre. Ao final de três dias, o chefe do mundo chega e o jogador deve enfrentá-lo.

Ou seja, é impossível explorar todo o tabuleiro desse mundo. Não dá para enfrentar todos os inimigos que ficam em todas as casas, e nem conseguir todos os bônus nesse mapa. E o mapa é construido aleatoriamente, ou seja, a cada nova partida após uma derrota, a construção destas áreas, posição de inimigos chaves e bônus de áreas, mudam de posição. E tem mais: diversas áreas são trancadas, tornando inacessíveis, após um certo número de movimentos que o jogador realizar.

E batalhar é importante nesse momento de exploração do mundo. Isso lhe rende XP para conseguir subir os personagens de nível. Então procurar inimigos mais fortes, contanto que você consiga lidar com eles, se torna parte da estratégia para conseguir subir mais rapidamente de nível.

Interromper o ciclo do dia também é possível, mas estrategicamente só é recomendado se você for realmente confiante que pode lidar com inimigos com um level maior do que o seu, especialmente os chefes. A única lógica nessa tática é se você ficar entre dois possíveis caminhos que apresentem inimigos muito mais forte do que você ou se sua barra de vida estiver perigosamente baixa. Aí você encerra o ciclo do dia e vai para o acampamento noturno se curar e recuperar.

Quanto ao acampamento, uma espécie de intervalo entre uma série de batalhas, aqui o jogo apresenta um novo elemento de jogabilidade: um sistema de pontos por meio de cartas conquistadas explorando o mundo ou habilitado pelo uso de certos personagens, que ganham novas cartas ao subir de nível.

Funciona assim, o jogador tem um certo número de pontos para se usar, e cada carta gasta certo número de pontos. Além destes pontos, cartas podem ser trocadas entre membros da equipe, e assim o ponto de uso se gasta, mas também se atribui um ponto de afinidade entre aqueles que trocaram estas cartas.

Todos os personagens possuem três níveis de afinidade. Ao trocar carta até estes níveis, atributos bônus são liberados a estes personagens e no segundo nível, um movimento especial, tipo combo, é habilidade para estes dois personagens. Esse é um movimento altamente poderoso, que pode virar uma partida que esteja indo para uma possível derrota. Claro que seu uso é condicionado a certos pontos obtidos enquanto se batalha, ou seja, seu uso é limitado.

As cartas servem para aumentar os bônus dos personagens, assim como podem restaurar a parte da barra de vida de um personagem, ou aplicar pontos de armadura, ou criar efeitos que tornam o ataque de certo personagem mais ágil na linha do tempo do round. Ou seja, elas são extremamente úteis. E são atributos permanentes da partida, que ficam com o jogador até o final do jogo ou sua derrota. Ou seja, a cada acampamento, a cada ciclo de dia, melhor seus personagens também vão ficando, se utilizado as cartas certas.

Outro elemento muito interessante da exploração, é que cada mundo possui áreas secretas. Ao se encontrar tais áreas, o mapa muda e o jogador vai para uma área a qual pode adquirir novos equipamentos ou armas. Por exemplo, os personagens podem entrar em uma área com um prédio no mapa, e um evento de história se ativa, permitindo ao jogador entrar nesse prédio. Aqui não há o limite de movimentos e nem ciclos de dia, o jogador fica prejudicado por explorar essa mini área adicional.

E é assim que funciona Star Renegades. Um sistema de exploração de mapas criados aleatórios, com caminhos distintos, com ciclos de descansos, por meio de um acampamento, com um sistema de cartas para aprimorar e restaurar status perdidos, enquanto o mapa principal tem uma certa contagem regressiva até a chegada do chefe do mundo. E o jogador batalha para se fortalecer afim de aguentar o tranco de inimigos cada vez mais poderosos.

Considerações finais

Star Renegades é uma produção impressionante, isso não tem como negar. A direção de arte do jogo é de se aplaudir, com uma pixelart realmente incrível, com um tom único que dá vida a um mundo de sci-fi belíssimo. A movimentação dos personagens em combate é uma coisa de louco, super fluida, com efeitos, sombras, explosões, reflexos. É impressionante para o estilo aplicado.

A trilha sonora também é envolvente e sabe lhe colocar no clima da aventura. A faixa musical gruda na cabeça, e os pequenos efeitos dão o impacto necessário na hora das batalhas. O único ponto que fica a desejar foi a ausência de voz para os personagens principais. Seria legal se tivessem dado voz para alguns deles.

E esse conjunto, visual, sonoro e jogabilidade entregam um dos jogos mais imersivos que joguei ao longo do último ano. Durante as semanas que fecharam 2020, me paguei sentando para jogar o título logo após o almoço, aproveitando as férias do trabalho, e me vi preso em um momento em que me levava até a noite, preso em uma aventura, em uma mesma partida, afim de conseguir chegar ao fim de uma grande jornada tática de planejar e pensar muito antes de fazer um movimento.

Talvez este inclusive possa ser um ponto que vá intimidar jogadores mais casuais: o tempo em que se leva para completar batalhas, para vencer planetas e finalizar uma campanha. Além disso, pode ser frustrante jogar quatro a cinco horas uma partida para perder ao chegar em um chefe, especialmente ao perceber que você chegou nele mal preparado, com os personagens errados ou o nível de alguns mal pensadas. Tenho como experiência pessoal a finalização de um chefe que me tomou quase uma hora de batalha. A qual estava suando no sofá, com o chefe quase morrendo, mas meu esquadrão na mesma. Um jogo conseguir isso, de forma natural, sem forçar a barra, é muito impressionante.

E os chefes são incríveis. São absurdamente forte, com ataques que causam dano a sua equipe inteira, com táticas que impedem break (empurrar pra fora do round) e que tenta justamente encurralar o jogador. Ao mesmo tempo em que não são batalhas impossíveis de serem vencidas, é muito provável que o jogador perca para eles na primeira vez que os encontrar, afim de justamente entender como são seus ataques.

Para encerrar, só posso dizer que Star Renegades é um título que vale a pena ser experimentado por quem gosta de um desafio e de jogos de estratégia com batalhas por turnos. A versão base, de lançamento, já é impressionante, entretanto o estúdio tem um roadmap a qual promete inserir ainda mais conteúdo ao título ao longo dos próximos meses. Mais ambientes, inimigos, personagens etc. Só vai melhorar ainda mais, e certamente manterá os jogadores curiosos para voltar a cada nova rodada de conteúdo. Por fim, um jogo independente fantástico.

Galeria

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Dando uma nota

Visualmente é um tapa na cara, entregando uma pixel art fantástica - 9.5
Combate imersivo, tenso e desafiador, faz o jogador pensar antes de agir - 10
Exploração pelo mundo é meio simples, porém funcional, com boas ideias sobre limitar a livre exploração - 8.5
Boa trilha sonora e efeitos de som, carente apenas de voz para os personagens - 8.2
Elemento roguelike funciona, ainda que não impressione muito alguns aspectos - 8
Grandes batalhas contra chefes realmente difíceis e únicos - 9
Personagens com classes distintas, todos interessantes, moldam a jogabilidade de acordo com o time escolhido - 9.5

9

Fantástico

Star Renegades é um jogo que impressiona muito por apresentar um sólido sistema de combate, com alto foco em estratégia tática. Oferece um desafio que causa grande satisfação quando vencido. Além disso, na parte técnica, seu visual é incrível, com uma pixel art moderna e muito bem detalhada. O elemento roguelike pode não ser o amor de todo mundo, porém a experiência como um todo acaba sendo muito maior do que o apenas "morra e repita" desse sub-gênero.

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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