Marley & Eu – Eu Fui! Primeiro Post de 2009!


A única coisa que Marley ainda não comeu são os Spoilers. Se não gosta deles, evite ao máximo

É dificil falar deste aqui! Tive a oportunidade de ler o livro pela escola (o único que presta que já li na escola, diga-se de passagem) e realmente adorei! Quando soube que o filme seria rodado fiquei extremamente surpreso, e até com medo, pois não há cachorro como Marley (talvez Amelie, minha sheep dog, tonta…). Mas assim como John Grogan (personagem principal da história, e autor do best-seller) me surpreendi a cada minuto do filme, seja nas horas dramáticas ou nas horas de extremo riso.

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A história começa até meio clichê. John e Jenny Grogan são um casal apaixonado e recém-casado de jornalistas. Quando o instinto paternal dele se apronta, ele observa que sua mulher é carinhosa, mas carinhosa até de mais para ter um filho, ao ponto de matar uma planta por excesso de água. Então, no seu aniversário, ele resolve dar a ela um pequeno cachorrinho, um labrador. Quando os dois chegam na fazenda, onde os cães estavam a venda, um filhotinho corre para o casal, este não por acaso era o filhote mais barato da ninhada. O filme se desenrola partindo desse ponto, com a vida de recém-casado e a primeira “experiência” do casal, quando se trata de um filho.

Bem, tudo avança rapidamente a partir daí, e corre para a primeira tentativa real de um filho. A cena é cômica, quando Owen Wilson (John) começa falando sobre ter um filho mais tarde apenas, e chega Jennifer Aniston avisando que está grávida, depois disso ela chega e fala:
-Vamos começar de novo?

O bom do filme, é que ele nem se arrisca a ser como aqueles filmes de cachorro que joga futebol e essas coisas, muito menos tenta imitar uma visão cachorro. Ele mostra o ponto de vista do autor, falando da sua experiência com o melhor cachorro do mundo. Pois cão bom é cão amigo, e disso não tem como se discutir se falando do Marley.A história da vida da família Grogan é tão naural que você fica triste com as revelações ruins e quando Marley fica doente, assim como ri quando os personagens fazem besteira (a.k.a Marley) e se sente confortável nos momentos de família. Isso se deve a atuação completa e competente de todo o elenco, é um dos filmes que fiquei mais imerso que já ví. O cachorro aliás, é um filme a parte. Realmente não sei como o fizeram fazer tantas coisas, é uma coisa impressionante.

Mas como nem tudo é perfeito, o filme conta com um defeito. uma das partes mais legais não pôde ser incluída, que é quando Marley é convidado para participar de um filme, o que renderia boas risadas. Mas até que tudo bem, pois as bagunças de Marley são abundantes, principalmente na segunda tentativa de gravidez, quando o casal vai para a irlanda, e o labrador fica com uma “babá” especial, que foge na volta da viagem esbravejando horrores do cachorro.

O final, assim como no livro, é bem triste, mas é esperado o suficiente(embora há uma hora em que você pensa que Marley não vai sobreviver, ele sobrevive) e pode até arrancar lágrimas, pois faz você lembrar de tudo o que aconteceu no filme. Talvez isso tenha acontecido pois Marley lembra de mais a minha cadela, abestalhada, temperamental e carinhosa do jeito que é (só não pula na perna dos outros para tentar ter relações sexuais) bem, é um filme muito divertido, que leva uma mensagem de amizade e companheirismo, deixando a pessoa que nào tem um cão, morrendo de vontade de adiquirir um!

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