Top of the Super Legends | Bate-papo sobre os one-shots de alguns dos mestres dos mangás!

Lembram-se desse post que o Rackor trouxe aqui pro blog? Pois é, com o Top of the Super Legends terminado há alguns dias, surgiu a ideia entre a equipe do blog de fazermos um post comentando sobre nossas impressões dos one-shots desses mestres na arte de fazer mangás. No total, foram seis edições, mas aqui estão apenas as quatro que classificamos como mais relevantes. Na verdade, até teríamos feito das outras duas também, mas traduções na internet são escassas.

“Certo, então isso é uma espécie de Conversa de Mangá conjunto?” Mais ou menos… porque o diferencial foi termos feito tudo em chat. Achamos que algo escrito, ainda mais por três pessoas (Rackor, Hugo e eu), ficaria deveras maçante, e um bate-papo traria uma abordagem interessante. Ficou enorme de qualquer jeito, mas vocês podem ler um de cada vez. E a ideia é que leiam tambéms os one-shots, para compartilhar conosco suas impressões. Se não leram, porém, não evitem o post, vejam se algo chama atenção!

Lugar para leitura, bom, lemos no Manga Stream, nesses links: Bench, Bankara, Moon Walker, Kintoki. Em português não sei de uma fonte bacana, mas tendo indicações, deixe-as nos comentários! E agora… à conversa!

[Bench]

Masashi Kishimoto – Naruto

Dakini: Bora falar de Bench, então.

Rackor: Ok.

Dakini: Bom… o Rackor tinha tido aquela primeira impressão negativa… gostaria de falar sobre isso?

Rackor: Li lááááá no lançamento até a metade e não gostei.

Dakini: Pois é, diga aí por quê. ^^

Rackor: Depois dei uma segunda chance e do meio pro final melhora bastante, mas algo que eu achei que faltou foi simpatia.

Dakini: Por parte dos personagens?

Rackor: Gostei do Ou e do Gordinho. De resto ninguém me chamou a atenção.

Dakini: Hum… eu gostei dos chars. Aquela guria do time D de cabelo preto parece legal também. Esqueci o nome.

Hugo: Eu acho que para um one-shot, é muito difícil criar simpatia nos personagens, mas olha, dos quatro que li, Bench foi o que fez melhor trabalho com isso.

Dakini: Exato, Hugo!

Rackor: *abrindo Bench inteiro no Chrome*

Hugo: Aqui já tá tudo aberto. XD

Dakini: Foi o que mais me prendeu à história. E foi o último que li também, então deu pra comparar legal.

Rackor: Bench é bom do meio pra frente, e pra mim não soube introduzir a história direito. E na Jump isso é crucial. O leitor só para pra ler se de cara se apegar aos personagens, histórias. Vide SWOT.

Dakini: Eu achei a história bem introduzida, sim. Só a de Moon Walker começou melhor imo, mas em Bench foi muito bom o clima de “nenhum do time D presta”, que nos faz achar que os chars terão que ir se superando e tal, pra depois descobrirmos que eles já têm sim grandes habilidades.

Hugo: O que mais me chamou atenção em Bench foi a divina habilidade do Kishimoto de saber como agrupar perfeitamente os quadros.

Dakini: Hum… não notei nenhum trabalho especial no quadros. Como assim, Hugo?

Hugo: Ele sabe exatamente como criar um ambiente só ajeitando os quadros. Esse foi o pior defeito de Moon Walker, por exemplo.

Rackor: Isso é verdade, também acho o trabalho técnico do Kishi demais. Aliás, ele é um grande fã de baseball, então sabe do que está falando.

Dakini: Ah… isso concordo em respeito a Moon. Os quadros foram mal posicionados demais.

Hugo: Uma desarrumação completa. O autor abusou do artifício de colocar o personagem de corpo inteiro no meio dos quadros e não se importava em colocar um enredo muito contínuo.

Dakini: Verdade, me atrapalhei em alguns momentos.

Rackor: A passagem de Moon era horrível, e você se perde entre uma página e outra e fica com a cara de WTF.

Hugo: Mas, bem, deixa pra depois.

Dakini: Voltando a Bench! Potencial para série? Em que direções a história poderia seguir?

Hugo: Sinceramente. É uma boa, mas não me prenderia.

Dakini: Acho que o que mais pensei no final do one-shot foi que o time A ia acabar se juntando com os outros, todo mundo junto contra alguma outra coisa… mas também não entendo muito. Sei lá, me lembrou o Sasuke o ace do time A. XD

Rackor: Bench pra mim não pegaria na Jump, não é algo que se possa inventar muito como tennis, futebol, é um jogo paradão.

Hugo: Definitivamente, não é a série que eu escolheria para continuar, mas como one-shot foi muito bom sim.

Rackor: Bench funciona como one-shot, falou tudo Hugo. Nada mais. Seria uma série que acabaria com uns 5~10 volumes.

Dakini: Hum… então Bench só como one-shot. Eu não sei… acho que continuaria lendo se tivesse continuação enfim, mas a história teria que seguir de forma diferente da de como foi feito… não tem muito como evoluir a partir disso. Diferentemente de Kintoki.

Rackor: Uma coisa que me irritou foram aqueles narizes. Achei feio demais protofalei.

Dakini: Não impliquei com os narizes! Vi gente criticando, mas sei lá, deu uma caracterização diferente. XD

Hugo: Eu odiei os narizes. Quando os personagens apareciam de perfil e eles ficavam com aquele nariz de palhaço, me deixava com um pouco de raiva, sim.

Dakini: Hahaha, só eu não me incomodei com eles, então.

Rackor: XD

Dakini: O que não gostei foi do cabelo do Ou… Mas o do Atom é muito legal. XD Astro Boy ftw.

Rackor: Eu gostei do do Ou. XD Os desenhos dos personagens em geral para mim foram ótimos.

Dakini: Verdade, gostei dos traços e da personalidade atribuída por eles. Em especial aquele guri que se caga no início (MUITO cômico esse momento aliás), achei muito legal o personagem.

Rackor: As referências do Kishimoto ficaram legaizinhas também. A escolha dos nomes foi um ponto positivo pra mim. Ou = King foi WIN.

Dakini: Lembrei de One Piece com essa coisa de “Ou”. XD

Rackor: Considerações finais então?

Hugo: O enredo em si é aquela turma dos excluídos que se levantam para desafiar os bonzões. Tudo meio passado mas não estragou o mangá não. Achei bom, mesmo não sendo o meu estilo de mangá, conseguiu me conquistar o bastante para que eu achasse um dos melhores.

Rackor: Bench foi bom e só. Não é nenhuma maravilha mas serve como série de segundo escalão, que se mantém no meio dos rankings eventualmente sendo cancelada. Para virar série precisa de mais, apelo foi muito baixo para tal.

Dakini: Bom… eu gostei de tudo nele. Personagens, premissa da história, traço, ambientação… e achei as situações bastante convincentes. O aremesso de direita do Ou me deixou apreensiva pelo que poderia acontecer, e ver o Atom rebatendo a bola do carinha tendo visto só o momento do aremesso foi muito foda. As emoções também estavam presentes, principalmente a raiva, e a cara do Atom na briga no banheiro foi ótima.

Rackor: Mas fica difícil imaginar como continuaria ,não?

Dakini: E Hugo, tu não acha que tem algo de diferente aqui? Em relação a esse clichê de “a turma dos perdedores”. Quer dizer, eles até ganharam a aposta, o que eu não tava achando que ia acontecer.

Hugo: Sim, sim, justamente esse toque dos perdedores serem na verdade os vencedores foi o que fez o mangá não cair do clichê, mesmo o enredo principal sendo batido.

Dakini: É, foi por esse lado que encarei.

Hugo: Só eu achei a menina de cabelo preto uma Konan mirim?

Dakini: Hahaha, também me lembrei dela!

Rackor: É muito difícil um autor “bater” em seus personagens principais logo no primeiro capítulo, tem que ter culhões pra fazer isso. No geral em um one-shot você tem que conquistar o leitor nas primeiras 20 páginas, senão ele folheia a revista e vai ler algum Naruto da vida. XD E foi nisso que Bench pecou para mim, tanto que larguei de mão na primeira vez…

Dakini: Ah, sei lá, eu não largaria de mão depois de começar a ler. Bankara foi o que mais deu essa vontade, porém.

Hugo: Ai, ai, Bankara…

Rackor: Mas tem que pensar como um leitor da Jump se portaria tendo grandes nomes ao lado de algo que está começando. Os fãs leem, mas a grande parte não.

Dakini: É, eu sei, mas aqui é uma análise nossa, certo? =]

Rackor: Sim, mas estou tocando no ponto “serialização”. XD

Dakini: Aliás, isso me lembra que muitas vezes acho a gente, ocidentais que curtem mangás, muito mais aficcionados do que os japoneses. No sentido de ler tudo, etc.

Hugo: Ah, agora que vi que me perguntaram sobre os quadros. Tip, o Kishimoto consegue usar aqueles quadros vazios sem parecer encheção de linguiça, além de usar o artifício de quadro gigante na hora certa. Ele consegue transmitir a emoção das cenas substituindo a trilha sonora e efeitos do anime só com a arrumação dos quadros. Pelo menos essa é a impressão que eu tenho quando leio. Não reparem os gritantes erros de português. XD

Dakini: Sem problemas, depois arrumo tudo no post. XD E entendi agora. Mas não reparei na hora que li. o.o Só mesmo em Moon, porque aí me incomodou.

Hugo: Bem, eu li Bench por último, talvez por ter sofrido tanto com Moon Walker e Bankara que eu tenha percebido isso…

Dakini: Também li por último Bench.

Rackor: Lendo os extras da edição nacional de Naruto, vê-se que o Kishimoto é um cara que trabalhou muito a sua parte técnica, viu filmes, aperfeiçoou seus desenhos.

Conclusão por Partes

Traço

Dakini: Naruto com narizes de batata. É a melhor definição! Acho lindo o traço do Kishimoto, e apesar dos outros não terem gostado, os narizes deram um charme, na minha opinião. Toriyama é Toriyama, mas Bench pra mim foi o melhor nesse quesito.

Hugo: Bom. O traço bem conhecido de Kishimoto. Um personagem inclusive me lembrou a Konan de Naruto. Embora os narizes tenham prejudicado na beleza, deu um certo estilo próprio para o mangá.

Rackor: Bom. Mas com um porém, narizes feiosos, pra mim estragaram o ótimo trabalho de caracterização dos personagens.

Enredo

Dakini: Gostei muito. Não entendo de baseball nada além do mais básico, mas gostei dos personagens e do fechamento do one-shot.

Hugo: Muito bom. Um dos mais animadores desses one-shots, conseguiu me segurar até o final e me deixou com aquela sensação de “já acabou?”.

Rackor: Quase ótima. De um início morno, temos um meio e final de tirar o folêgo. Faltou fisgar o leitor no início. Inconsistente, portanto.

Estrutura

Dakini: Excelente utilização dos quadros, e gostei muito da reviravolta na história com a revelação das habilidades dos integrantes do time D. Começa devagar, mas até dessa parte eu gostei.

Hugo: Perfeita. Kishimoto deveria dar aula de estruturação de quadros e falas em mangás. Na arte de saber usar os artifícios de quadros certos na hora certa, não há ninguém melhor que ele.

Rackor: Perfeita. Não há o que dizer sobre a técnica do Kishi, o cara realmente trabalhou muito nisso, e beira a perfeição.

Ambientação

Dakini: Bonita. Cenários que me lembraram até Konoha, mas um mundo bem pequeno. Toda a história se passa no clube de baseball.

Hugo: O clássico clima de esportes. Não há muito do que colocar ali a não ser os personagens e os campeonatos, e bem… o autor conhece muito bem o assunto.

Rackor: Comum. Mas não há nada que possa se fazer diferente quanto a isso, é um mangá de baseball, então o que se espera ver?

Potencial de Serialização

Dakini: Não creio que possa virar série, ao menos não da forma como foi introduzido. Mesmo assim, foi o one-shot que mais gostei, e com certeza continuaria lendo!

Hugo: Digo que sobreviveria sem dificuldades. Não é o estilo da grande maioria mas vê-se que o autor faz o mangá com prazer, o que resulta numa obra que diverte até mesmo aos não fãs do esporte.

Rackor: Médio para alto. Acho que não duraria mais do que Buso Renkin durou por exemplo, uns 10 volumes. Mas quem sabe se prolongaria com a imaginação do autor. Mangá de esportes é difícil de prever.

[Bankara]

Sorachi Hideaki – Gintama

Rackor: Vamos para Bankara então?

Dakini: Bora.

Hugo: Confesso que sofri lendo. Tive que ler a primeira metade ontem e a segunda hoje, porque de uma vez eu não aguentei. O autor tentou enfiar uma história gigante dentro de 50 páginas, e não funcionou.

Rackor: Bankara erra no que se propõe a ser, uma história de comédia não pode forçar o leitor a pensar muito, a ler muito, é para relaxar, mesmo que este seja o estilo do autor…

Dakini: Bom, três coisas: não gostei dessa coisa de “robotizar” o corpo… achei meio forçado e com cara de “de volta para o futuro”, sabe? Aquelas visões bizarras de como seria o futuro; gostei dos personagens, mas essa coisa de uma forma criança sem poderes e uma adulta forte… bah, me cansei disso já, achei ponto negativo; por último… QUANTO TEXTO, algumas vezes olhei pro número de páginas pra ver se já tava no fim… muito ruim isso.

Rackor: Me arrisco a dizer que Bankara tem mais falas que Death note, como pode isso?

Dakini: Verdade, Rackor… Death Note tinha muita fala, mas não me cansava.

Hugo: Olhem, se vocês tiverem com o manga aberto aí, vão para a página 33.

Rackor: Ok.

Dakini: Que que tem ela?

Hugo: Metade da página não tem balões. Mas a outra metade tem 16!!!

Dakini: Hahaha, mais balões do que desenhos. XD

Hugo: 16 balões em metade de uma página!

Dakini: Bem tenso mesmo. Letrinhas miúdas até, e olha q a scan tá grande! Imagina ler isso com o mangá na mão.

Hugo: Sempre que eu passava a página eu virava os olhos de preguiça para ler tudo, até porque a história não prende.

Rackor: Eu admito que pulei algumas falas inúteis, parece que o autor colocou tudo mesmo, até aquele “Como vai o tempo?” do elevador, sabem? Ruim demais, mas apesar que o plot inicial não achei muito ruim não. E achei o design dos personagens até bem feito.

Dakini: Eu não curto muito o traço do autor… Gintama também não me atrai por isso, e achei a guria parecida com a de Beelzebub.

Hugo: Questão de traço, achei o melhor dos one-shots por sinal. Pena que as imagens ficam escondidas entre os balões…

Dakini: Hauhauhauahua, olha as divergências! XD Achou o traço melhor que o de Bench, Hugo? Que tenso. XD

Hugo: Achei, sim. XD Apenar de eu ter odiados os robôs também.

Rackor: O design do Bancho é o melhor de todos.

Dakini: Adulto, né…

Rackor: Sim, aquele colorido. Quando escrevi aquele post quando ia começar o Top of Super Legends me animei demais só com o desenho do Bancho.

Hugo: Enfim, história horrível, arrastada durante 50 páginas de puro texto enrolado. Se o autor pelo menos trabalhasse na organização do texto. Mas nem isso. Tinha vez que eu não sabia quem estava falando o quê…

Dakini: Não achei o conceito ruim, mas ficou tudo muito “socado” nesse one-shot. E não curti MESMO a coisa dos robôs, como disse lá em cima.

Rackor: Mas não é de todo para se jogar fora, gostei de algumas relações de personagens, Bancho, Chair-lady e o vilão.

Dakini: Enfim. Esse eu muito provavelmente não continuaria lendo se virasse série.

Rackor: Não dava mesmo, ia ter que parar 1h por semana para ler um capítulo? Não rola…

Hugo: A única coisa que salvou mesmo foram os personagens principais, justamente os menos robotizados.

Dakini: Gostei dos dois principais, mas o terceiro, sei lá. Só o achei legal na cena em que tava vestido de guria colegial. XD E odiei o Bancho virar criança.

Hugo: Mesmo com um humor bom, o autor estragou em todo o resto… Dakini, minha reação quando vi o cara vestido de menina foi “WTF!?” Quando foi que isso aconteceu que eu não vi? Não teve nenhuma explicação lógica!

Dakini: Hauhauahuahuahauhauahuaha, mas euri! XD

Rackor: Hauhauahuahuahauhauahuaha, mas euri! XD [2] O autor tentou puxar algo parecido com Gintama, que tem lá sua coisa futurista, mas o legal de Gintama são os personagens do passado no futuro, e as referências, mesmo existindo foram fracas…

Dakini: Ah, lendo agora, tem explicação sim. XD Ele tava tentando fazer o Bancho dormir, que nem a chair-lady fazia, não? É que o bancho queria ouvir a música, certo, e ele diz ali “cante como se fosse uma colegial!!!” Talvez fosse pra incorporar o personagem. XD Mas não é lógico, de qualquer forma. E ri muito dele tendo uma conversa séria com a guria tando vestido daquele jeito.

Hugo: Mas por que ele tava vestido de colegial no final também?

Dakini: No final?

Hugo: Sim, quando ele coloca a música na rádio da escola.

Rackor: Isso é também meio que estilo do autor, ele coloca algumas coisas non-sense mesmo…

Dakini: Bom, não conheço Gintama. XD Mas acho que era pra repetir a piada, sei lá.

Hugo: Foi engraçado sim, mas bem, achei tudo meio desorganizado…

Dakini: Nossa, “desorganizado” é a palavra. XD Bankara foi uma bagunça.

Rackor: Mas o prêmio vai para o megazord cavalo!

Dakini: XDDD

Hugo: Que coisa nada a ver.

Rackor: Aquilo valeu o mangá, euri litros. XD

Hugo: Quando ele apareceu, eu desejei não ter visto… Tava gostando tanto do traço do mangá…

Dakini: Eu achei forçado… não curti, não. Mas a personalidade dele era legal até. Enfim… moving on?

Rackor: Ok, Bankara, tchau! Descanse em paz!

Hugo: Só pra terminar. O autor exagerou na comédia nonsense. Essa é minha opinião =]

Rackor: Saravá!

Dakini: Talvez seja o estilo dele, isso que o rackor tava falando de Gintama.

Rackor: O autor exagerou em tudo, até naquelas citações sem muito sentido…

Hugo: Bem, Moon Walker agora?

Rackor: Vamo Moon.

Dakini: Ah, melhor momento: troca de socos. Receber um do cara 90% mecanizado e depois fazê-lo voar longe foi o mais legal pra mim. XD Pronto. Bankara finish.

Rackor: asuhasuh

Conclusão por Partes

Traço

Dakini: Não gosto muito do estilo do autor, mas o Bancho e a guria principal foram de meu agrado. Os robôs, porém, são uma tortura aos olhos, detestei essa parte.

Hugo: Ótimo. Realmente gostei do traço de Bankara. Se não fosse o problema dos balões de fala praticamente cobrirem todo o desenho, daria para apreciar mais essa parte do mangá.

Rackor: Muito bom. Mescla na medida personagens bem trabalhados com bizarrices engraçadas como o famigerado “megazord-cavalo”.

Enredo

Dakini: Fraco. Tem potencial para evolução, mas o conceito básico de um mundo mecanizado e dos banchos do passado… nada grande coisa.

Hugo: Confuso, espremido e sem graça. Realmente não gosto desse estilo de humor do Hideaki. Tentou ser demais e acabou sendo cansativo.

Rackor: Regular. Com uma idéia inicial bacana mas uma execução de dar calafrios, que não demosntra o selo de qualidade SJ.

Estrutura

Dakini: OVERDOSE TEXTUAL. Terrível, parece que estamos lendo um livro e as informações nem são importantes. Péssimo uso dos balões e quadros exageradamente retangulares.

Hugo: Ruim. O problema aqui não foi nem a estrutura dos quadros, mas sim das falas. Quando um autor entala 16 balões de fala em metade de uma página e não repara que tem algo errado, não é um bom sinal.

Rackor: Inexistente. Quadros confusos, balões mal posicionados, progressão horrível. Não vi estrutura alguma…

Ambientação

Dakini: Estragou o que tinha de bom. Já disse, mas repito: horrível a ideia dos robôs (ou ao menos sua execução).

Hugo: O clichê de lutas em escola misturado com um futuro de tecnologia super avançada. Poderia ter sido melhor se não tivesse acabado sendo ridículo.

Rackor: Regular. Nada que encha os olhos, e até chegaria a cumprir seu papel se não fossem os balões de fala na frente…

Potencial de Serialização

Dakini: Não acho mesmo que vá pra frente. É um tipo de mangá que poderia fazer sucesso, mesclando alguma coisa de Reborn! aí, mas com essa quantidade de texto e com as piadas nonsense fora de contexto… eu não leria se continuasse, só se o autor mexesse muito na estrutura.

Hugo: Uma série no mesmo estilo deste one-shot seria extremamente massante de se ler toda semana. A quantidade de texto atrapalhou até mesmo na comédia, que ao invés de divertir, entediou.

Rackor: Nenhum. Bem, é até maldade dizer, mas teve cara de trabalho de amador esse one-shot. Você pararia uma hora da sua semana para ler isso? Acho que não…

[Moon Walker]

Konomi Takeshi – The Prince of Tennis

Hugo: Mesmo com BEM MENOS falas que Bankara, Moon Walker conseguiu ser mais desorganizado que o primeiro.

Rackor: Moon Walker não introduz a história, aliás, como citado acima, o mangá é meio bagunça, não tanto como Bankara, mas a passagem de quadros é horrível, idem para a disposição de balões…

Dakini: Quem aqui lê Claymore!!!! Cara, o traço me lembrou demais. O_O Principalmente no início.

Rackor: Verdade, tem um quê de Claymore, mais adulto o traço, mas acho o traço do Yagi pior…

Hugo: Sério, o autor abusou da bagunça. Principalmente nas falas.

Dakini: É, mas pra mim, foi só isso que achei negativo. Curti os personagens e o climinha mistério… sei lá, achei bacana o one-shot no geral. E o balão no fim foi bem legal! Tipo que o Moon vai viajando por aí… sei lá, me lembrou HunterxHunter também.

Hugo: Uma coisa que me incomodou um pouco também foi a desproporcionalidade do desenho. Sei lá, pode ter sido só impressão minha, mas sempre achava que o personagem tinha sido mal desenhado.

Dakini: Hmmm… de erro de proporção? Eu gostei do traço, só o rosto incomodava um pouco. Achei inferior a The Prince of Tennis.

Hugo: À exceção da mulher que comandava a prisão, é claro.

Rackor: Também achei em alguns quadros. Aqueles braços estavam estranhos demais, e só eu achei estrano aquela mulher gorda, assim do nada, parecendo ser tirada de um filme dos anos 80?

Hugo: shuahsuahs

Dakini: Hahaha, eu gostei, deu um charme. XD

Hugo: Eu gostei dela.

Rackor: Odiei. XD

Hugo: Pra mim foi o que salvou o one-shot. O enredo em si não convenceu. O policial foi descartável. Enfim, vazio demais.

Dakini: É, não curti muito o policial. Gostaram das roupas? A do Moon achei muito foda. Ele todo amarrado no início também.

Rackor: Só da roupa do Moon.

Hugo: Do vestuário gostei, sim.

Dakini: Concordo que foi vazio, mas curti a leitura. Então, assim, gostei do one-shot. =]

Rackor: O enredo principal é muito bom, algo diferente do que vemos por aí, mas não foi bem trabalhado …

Dakini: Hum… eu não achei, Rackor. Meio sem sentido, pra falar a verdade. XD Por que o cara foi preso, afinal?

Hugo: Concordo com a Dakini.

Dakini: Por que se deixou chegar na prisão? Nem levou tesouro embora… e não era só pra salvar o policial.

Rackor: Não, a história de um inventor-ladrão.

Hugo: Ele não tirou nenhuma relíquia de lá.

Rackor: Mas que ele tava com cara de ladrão tava. XD

Hugo: Deu a impressão que o policial foi só uma coincidência.

Rackor: Sim, divagando um pouco aqui, acho que ele poderia ser usado no futuro por Gaia.

Dakini: É. E no final aparece o chefe dele pedindo pra contatá-lo… fiquei curiosa pelo que poderia surgir daí, e queria ver a tripulação do Moon, mas fora isso, é uma história legal e ponto. Digo, esse one-shot. Ah! E falando em Gaia, curti muito o nome.

Rackor: É, Bench foi melhor nesse quesito, preciso dizer.

Dakini: Qual quesito?

Rackor: Apresentação e linha do tempo da história. Moon Walker tem estilo, mas não convence.

Hugo: A palavra que descreve Moon Walker pra mim é vazio…

Conclusão por Partes

Traço

Dakini: Claymore?! Ok, não é tão parecido, mas me lembrou muito a técnica mais atual de Yagi. Gostei. Há alguns quadros e poses estranhas, mas curti o estilo mais realista.

Hugo: Ruim. Apesar da capa ser muito bem feita, o mangá em si passa a impressão de desleixamento do autor. Personagens desproporcionais e cabeças deformadas podem ser o estilo do autor, mas não me convenceram.

Rackor: Regular. Bons designs no geral mas péssima disposição dos personagens, e proporções estranhas em alguns quadros.

Enredo

Dakini: Meio nonsense. Nada no one-shot fez sentido, mas a narrativa foi bem agradável.

Hugo: Médio. Apesar da ideia principal ser boa, foi desenvolvida de forma péssima. A continuidade dos fatos é confusa e não é criada nenhuma emoção no decorrer do mangá.

Rackor: Regular. É mais uma vez uma ideia inicial aparentemente boa e original, mas que falha miseravelmente na execução.

Estrutura

Dakini: Terrível. Extremamente confusa devido à mania do autor de colocar personagens de corpo inteiro no meio da página ou se não situar o leitor quanto a quem está falando o quê.

Hugo: Péssima. A pior de todas. Takeshi abusa dos elementos para destacar certas cenas e quadros e não se procupa em saber como o leitor vai se virar em entender a bagunça que ele fez ali.

Rackor: Regular. Progressão da história falha, e em muitas vezes me encontrei com uma cara de WTF entre um quadro e outro…

Ambientação

Dakini: Interessante. Mundo atual? Não sei, mas algumas partes, como o balão no final, me lembraram HunterxHunter, e isso é bom.

Hugo: Divertida. O mundo moderno e ao mesmo tempo com detalhes clássicos não é nada inovador mas com certeza tem seu charme.

Rackor: Muito boa. Os cenários cumprem seu papel , e alguns, em especial o quadro da prisão em paisagem, são muito bem trabalhados.

Potencial de Serialização

Dakini: Talvez engate, mas não acredito que vire uma série semanal, até por ter um estilo mais maduro. Mensal, talvez, para utilizar mais páginas por capítulo, e eu leria, mesmo se não fizesse muito sentido.

Hugo: O personagem principal parece ter uma história interessante, mas infelizmente o autor não soube criar um enredo bom. Com um reset na história talvez alavancasse a série mas o enredo é longe de ser o único problema deste mangá…

Rackor: Regular para médio. Precisa de uma melhor execução, mas o ritmo em si do mangá eu gostei.

[Kintoki]

Akira Toriyama – Dragon Ball

Dakini: Então… Kintoki?

Hugo: Bem, Kintoki.

Rackor: Isso, o melhor.

Hugo: Sim, o melhor.

Rackor: É notável a habilidade do Toriyama.

Hugo: Se eu fosse escolher um para continuar, com certeza seria esse.

Rackor: Os outros, tirando Kishi, parecem novatos perto do one-shot do Toriyama.

Dakini: Hmmm…. hmmm…. Eu achei Bench melhor. XD Mas ok. Na verdade, é que algumas coisas me incomodaram em Kintoki.

Hugo: Olha, eu odeio o traço do Toriyama (taquem as pedras), mas eu adorei o mangá em si. É inegável a semelhança com Dragon Ball.

Dakini: Não relacionei tanto com Dragon Ball, só o Toki mesmo. Mas lembrei de Dragon Quest. XD

Rackor: Ele dosa muito bem a história toda, tem páginas com muitas falas, tem páginas mudas, mescladas, perspectivas diversas.

Dakini: Tipo, pra mim… só o Toki ficou bacana. Não gostei da aparência da guria e o grandalhão, fala sério!

Rackor: Acho o traço do Toriyama forçado, em Kintoki por exemplo pessoas de 17 anos pareciam ter 12.

Hugo: Rackor, acho que isso foi de propósito.

Rackor: Aquele troço na cabeça da garota estranho demais, e achei o gordo bonachão, gostei dele. XD

Dakini: Hahaha, mas achei com cara de bobalhão, isso sim. XD

Rackor: asuhuhasasuh

Hugo: Os personagens em si adorei todos. Não me aguentei de rir quando ele falou que a pintura na cara dele é para parecer mais magro.

Dakini: De personalidade eu gostei do Toki e da guria. Apesar da aparência, dava pra ver que ele tinha mesmo 19 anos… não era abobado, sabe, parecia maduro já mesmo. Tapado, talvez, mas não criança. E a guria me lembrou a Nami quando ajudou na venda lá. XD

Rackor: Toki faz bem o estilo “Goku & Luffy” de ser. Oda copiou bastante de Toriyama, já que é assumidamente seu ídolo e a linha editorial dos dois é muito parecida.

Dakini: Agora, uma coisa que gostei foi das lutas! Nostalgia total. ^^ Nisso o toriyama é sempre muito bom.

Rackor: As lutas brilharam os meus olhos.

Hugo: Foi o mangá que me passou mais premissa. É claro que eles teriam que recomeçar do zero (sem ser continuação do one-shot), mas seria uma boa adição à Shonen Jump.

Rackor: Ainda mais que tirando Enigma que vai bem, todas as estreantes da Jump vão muito mal nas TOCs. Não é como alguns anos que tinhámos Kenshin, YuYu, Shaman King, Prince of Tennis, Tsubasa.

Dakini: É, também acho que teriam que recomeçar. Sabe o que me anima no mangá? Imaginar as transformações do Toki. Estilo super saiyajin, sabe? Ah, e Kintoki é certo que o japas iam gostar… pensem… Dragon Ball + Dragon Quest.

Hugo: Kintoki é quase um Dragon Ball 2. Se passa praticamente no mesmo universo.

Dakini: Verdade, gostei da missão também. Achar os outros da mesma espécie. Ao menos é o objetivo inicial dele, né.

Rackor: Mas faltou pra mim algo mais sólido como objetivo principal. Precisa de um tchan Shonen a mais.

Dakini: Sério, Rackor? Eu gostei, me lembrou das esferas do dragão. XD

Hugo: Ah, mas são com essas coisas pequenas que uma série grande começa.

Dakini: Concordo com o Hugo. Pense em One Piece! Até hoje o objetivo em si é bem simples… achar o One Piece. XD

Rackor: Verdade, mas é algo que só aparece se a série vai mal, vide SWOT, e até Reborn.

Hugo: O humor da série também me agradou. Muito diferente da coisa desagradável de Bankara…

Dakini: Tu fala o carinha baixinho lá?

Rackor: Também gosto desse humor bem japonês.

Dakini: Sabe quem ele me lembrou? Aquele rei de Shrek. XD O que ia casar com a Fiona. XD

Rackor: [2] Demais.

Dakini: Né? XD cabelo e estatura, hahahahahhaha.

Hugo: ahsuhas

Rackor: Sem tirar nem pôr e ri demais com ele, aliás. Isso também demostra como Toriyama trabalha com ganchos melhor que todos os outros.

Dakini: E muito foda o guarda dele também ser de olhos dourados. (Qual o nome da espécie?)

Rackor: Aurumocoli.

Hugo: Ah, a roupa daqueles guardas! Tenho certeza que já vi. Acho que é a roupa de super herói do Gohan.

Dakini: Hahahahahahahhaha, exatamente!!! Pow, só falta o óculos. XD

Hugo: Faltou não, o velhinho tinha.

Dakini: Ah, só o tiozinho tinha. XD Gostei dos dragões também. Gosto desse desenho caricato dos monstros.

Hugo: Bem no estilo Toriyama mesmo.

Dakini: Uhum.

Rackor: Isso é meio que tara do Toriyama. Ele desenha dinos em todos os mangás dele. XD

Hugo: Em ponto positivo é essa sensação de familiaridade que temos com o ambiente da série.

Rackor: Verdade, já começa sem precisar fazer grandes explicações, um enredo inicial simples pra fisgar o leitor.

Dakini: Mas achei o mundo meio vazio… vocês não? A cidade achei bem… sei lá, abandonada. Ah! Comentários sobre o Toki ser bom com armas de longa distância? Euri dele salvando o “rei”.

Rackor: Eu acho que os aurumocoli são bons em tudo referente a lutas.

Hugo: Sei lá. Devia ser uma cidadezinha mesmo. Talvez tenha sido pela correria que é o one-shot também. Por exemplo, o salto de qualidade de Hokenshitsu no Shinigami do one-shot pra série em si é bem evidente.

Dakini: É, pode ser.

Rackor: Ah, mas quanto ao vazio nada que uma viagem ao estilo Dragon Ball conserte. Normalmente quando transformam algum one-shot em série o autor dá uma recheada na história, o one-shot é mais para mostrar a ideia em si. Então achei Kintoki bom, cumpre seu papel de one-shot. SWOT por exemplo, reclamaram bastante de pequenas mudanças como o cabelo do char principal, mas o autor diminuiu a pancadaria e teve de acrescentar história.

Dakini: Um comentário: eu não tinha gostado dessa coisa do Toki parecer muito mais jovem, mas quando vi o velho lá dizer que tinha 38 anos… achei MUITO foda. O_O Quer dizer que em bem pouco tempo o Toki vai mudar bastante… tipo, numa escala muito mais rápida. Se isso fosse introduzido no mangá, cara… ficaria muito foda!

Rackor: Dragon Ball ~ Dragon Ball Z, anyone?

Dakini: Tipo isso, Rackor, mas tipo… só ele mudaria, sabe? Ao menos bem mais que os outros. Leem D.Gray-Man?

Hugo: Eu não.

Rackor: Eu leio nacional.

Dakini: Meh. É que eu acharia muito interessante se o autor conseguisse mostrar o crescimento do personagem do mesmo jeito que a autora de Gray fez com o cabelo da Lenalee… aquilo foi muito foda, tipo, gradualmente foi crescendo! Como é possível num mangá? XD Tipo uma evolução de traço, sabe. Se essa característica dos aurumocoli fizesse parte da trama, ficaria muito bacana.

Rackor: A Hoshino em si mudou bastante o traço em muito pouco tempo.

Dakini: É, hoje em dia (Japão) tá bem feio… não sei o que deu nela. Mas passou um período muito lindo, era o que eu mais gostava!

Rackor: Sinceramente foi a SQ. SQ tem que ter um traço mais seinen senão não roda.

Dakini: Mas que voltasse pro que era no início então… avacalhou, na minha opinião. Mas enfim, isso não é sobre D.Gray-Man. XD

Rackor: asuhuassuh virou papo de D.Gray.

Dakini: Exato. XD

Hugo: *só lendo* XD

Rackor: Fechando, então? No geral do Top of the Super Legends, o que acharam?

Dakini: Hum… não sei, talvez eu esperasse mais. Que mais séries surgissem disso, sabe? Mas acho que só Kintoki vai pra frente mesmo.

Hugo: Bem, esse foi o mangá que demostrou mais chance de ter sucesso em uma possível série.

Rackor: Achei fraco, tirando o do Kishi e o do Toriyama, dos quais lemos, lógico, pareceu algo feito nas coxas, algum trabalho de concurso, ou até algo de Akamaru Jump (revista de one-shots que sai umas 2~4 vezes por ano).

Hugo: Senti falta de algo mais medieval nesses one-shots. Cadê as lutas de espadas?

Dakini: Verdade, algo mais padrão.

Hugo: *Bankara eu desconsidero totalmente*

Rackor: [2]

Dakini: [3] XD

Rackor: O que foi aquilo, mah god!

Hugo: shUAHSUASH

Conclusão por Partes

Traço

Dakini: Dragon Ball/Dragon Quest. Sempre gostei muito do traço do Toriyama, mas depois que Dragon Ball terminou, vieram tantos personagens genéricos das mãos desse gênio que, confesso, estava bem apreensiva. No fim, gostei, achei bem agradável aos olhos e não me pareceu sem personalidade.

Hugo: Bom. Mesmo eu não gostando do traço do Toriyama, tenho que confessar que tem estilo. Não há como achar ruim.

Rackor: Ótimo. Personagens carismáticos e engraçados, sérios e ao mesmo tempo engraçados quando precisam ser. Só um porém: o design da garota principal, muito sem sal.

Enredo

Dakini: Simples, mas cativante. Nenhum grande objetivo, mas apresentado com uma leveza e naturalidade que me fazem querer continuar lendo para saber onde isso vai dar.

Hugo: Bom. O mangá não trouxe nada de espetacular e, para um one-shot, não tentar ser pretensioso foi a chave para se tornar um dos melhores. O autor soube aproveitar as 50 páginas muito bem com um humor divertido e uma ação que é a marca de Toriyama.

Rackor: Ótimo. Objetivo geral muito bom, e com imensas possibilidades perceptíveis de expansão.

Estrutura

Dakini: Ótimo uso dos quadros, causando uma boa impressão logo no início, com a caça ao dinossauro. Nada que chame a atenção por si, mas nota-se a qualidade do trabalho.

Hugo: Ótima. Não há o que falar aqui. O autor fez tudo certinho sem deixar nenhuma dúvida sobre o que ele queria passar.

Rackor: Ótima. Toriyama mostra o que anos de experiência fizeram, bom uso dos quadros grandes e ritmo pautado para dar ênfase a certas falas ou situações.

Ambientação

Dakini: Pobre. O mundo parece Dragon Ball, o que é bom, mas achei a cidade extremamente vazia e o deserto sem graça. Nada que qualquer mudança de ares não resolva, porém.

Hugo: Quem não se sente familiarizado com o universo de Toriyama? Os dinossauros, as casas, os cenários… Tudo que nós já conhecemos e amamos.

Rackor: Muito boa. É clichê, e isso é ao mesmo tempo o forte e o fraco. Fraco por já conhecermos este ambiente que nos é familiar, e forte pois já somos fisgados e incluídos na trama sem o menor esforço.

Potencial de Serialização

Dakini: Dos quatro, é o que mais tem chance de se tornar um mangá semanal na Jump. Apresenta enredo e personagens típicos de shonens e, se considerarmos que o mestre Toriyama não está trabalhando em outra coisa, como o Kishimoto, a probabilidade aumenta ainda mais.

Hugo: Para mim, a melhor escolha. Eu diria que eu preferiria Kintoki como uma série do que uma continuação de Dragon Ball. É tudo praticamente no mesmo universo, com a diferença que aqui está tudo fresquinho, pronto para ser desenvolvido.

Rackor: Alto. Toriyama + nova raça + personagens carismáticos = win. E Toriyama c0m certeza tem mais a oferecer ao universo da série, sem dúvida nenhuma.

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