Por que as publicações da imprensa jovem do Brasil não engrenam? Aliás, existe isso? [Reflexões]

Existe conteúdo de interesse jovem, de verdade, nos grandes meios de comunicação do Brasil?

Estava olhando nos principais meios de comunicação do país, as seções que eles chamam de teen, e que eu renomearia como “conteúdo jovem”, entretenimento, etc. Porque teen remete a algo mais Jonas Brothers do que o que conhecemos por juventude, atualmente.

Então, lendo as matérias especiais e notícias curtas desses portais e jornais impressos, constatei o que achava há muito tempo: a imprensa brasileira é capenga, defasada, com uma linguagem que tenta passar modernidade e, “por tentar”, acaba parecendo aquele tiozão que quer ser descolado…

Sem querer puxar a sardinha para o Portallos, mas, vejo, inclusive, grandes notícias que damos em primeira mão, em todas as áreas que cobrimos – quando falamos de séries, dos quadrinhos que lemos, dos livros, CDs, fimes, games, enfim, do que gostamos de falar aqui, trazemos o diferencial da opinião, como principal chamariz, mas, também, devo ressaltar a contemporaneidade de quem está escrevendo.

De forma mais clara: não tentamos dialogar com o nosso público, nós somos parte desse público e as coisas saem com naturalidade.

É impressionante, por exemplo, que o conteúdo de todos os meios que olhei se resumam a lançamentos pré-estabelecidos do mundo do entretenimento, ou seja: o que já seria divulgado em qualquer lugar, de qualquer forma. A grosso modo, o que seria “pago” para estar em qualquer lugar – sabe, quando tem aquele lançamento mundial e aí passa em todos os programs de TV, sai no jornal, etc? Então…

Lembro que dei a notícia do filme O Hobbit, que encontrei no comingsoon. Apenas 24h depois eu vi a mesma notícia no Omelete e só! Nenhum meio de comunicação de tradição do país sequer citou o assunto… O que me faz lamentar ainda mais em relação à minha constatação de que realmente só é veiculado o senso comum, parte de uma indústria maior. Eu noticiei o que já havia sido noticiado, por outro site. Aí, você vai dizer: “Pedro, você tá fazendo o mesmo que condena!”.

O fato é que as notícias vêm de fora, não tem jeito… Mas, você pode pegar uma notícia dessas e olhar em outras muitas fontes e fazer algo maior, com “seu toque pessoal” no meio. Assim, não fica só: “Saiu a data do filme O Hobbit”, mas dá para a gente conversar sobre o assunto, discutir o elenco, os motivos do atraso, enfim, colocar o conhecimento acumulado ali no meio.

Assim, é louvável o papel de nós blogueiros, que quase nunca ganhamos nada e ainda servimos de fonte para esses grandes meios que, sinceramente, são apenas adaptações do universo de informação, digamos assim, alternativo.

Como exemplo, o filme dos Cavaleiros do Zodíaco, que deve sair em 2012, em 3D! Sensacional (não falamos disso no Portallos, foi bem no dia do especial dos 3 anos, enfim). Mas, a versão online de um dos grandes jornais do país publicou… Sabem qual fonte confiável que eles usaram? Os blogues www.jbox.com.brwww.cavzodiaco.com.br. Aliás, quando fui me embrenhar pelo resto do conteúdo, percebi que tudo o que era de inovador para o interesse juvenil advinha de fontes, outrora consideradas não confiáveis, dentro do próprio jornalismo!

Afinal, qual a garantia de apuração de qualquer blog, que são comandados por “apenas” adolescentes ou pessoas que nem se formaram em jornalismo, oras! (espero que tenham entendido o sarcasmo).

É triste ver que é um conteúdo caquético, velinho, senil, comandado pelos pagamentos de jabás para divulgação do CD do momento, do filme do momento ou do artista do momento (claro que temos exceções e não acuso nenhum meio especificamente, porque seria algo muito grave a fazer, sem provas).

É chocante ver que eles sabem que estão perdendo espaço para um milhão de sites independentes que contam com pessoas muito mais ativas do que eles mesmo e nada façam para se reciclar! Apenas pegam as matérias alheias, citando-as e pronto!

Fico realmente encantado com Sofia (Dakini) e Antônio Carlos (Rackor) aqui do blog, que têm tão pouca idade, mas escrevem um português correto, claro, textos divertidos, informativos e, mais importante, de interesse do jovem que está do outro lado do computador – você!

Como exemplo a coluna TOC, do Rackor, que SEMPRE entra na nossa lista de mais acessada e comentada a cada semana.

E o que dizer de um guia do Oscar como esse que o Theo fez? Onde vocês encontraram um texto informativo e apaixonado como esse na internet? Eu vi apenas textos no modo lista, do jeito que diz: acompanhe se você já tem um conhecimetno prévio do assunto, caso não tenha, entenda somente esse basicão aí…

E o papel de construir algo melhor? De ter um texto mais didático do que feito às pressas para não se perder o tal prazo e sair em segundo lugar… De novo usando o exemplo do Theo – saiu o texto dele depois de muitos otruos sites terem falado no assunto, mas, qual foi o mais completo? Qual foi o mais twittado e retwitado? Qual repercutiu mais e ainda por cima informou?

Então pra quê a pressa em ser o primeiro, quando se pode fazer o melhor possível? Para o leitor!

Esse é o compromisso social da profissão, é o contrato tácito que assinamos quando nos formamos (falo isso de mim, não da galera que faz isso só pelo prazer de fazer mesmo).

Claro que estou falando aqui do tema entretenimento, um tema leve, digamos assim. Mas, isso se aplica a qualquer assunto, menos… menos o futebol! Esse conta com dezenas de programs em TODAS as emissoras, com horas e horas a fio debatendo, discutindo, reprisando, homenageando, enfim, auto promovendo uma das fontes de renda gigantescas das emissoras, jornais, rádios, do país.

A insistência de fazer o que se gosta, acima de tudo, é realmente a fonte de algo melhor. Quantos posts o Thiago fez sobre a Disney que não tiveram nem comentários no início? E veja como anda agora! Contatos legais com a Abril, acompanhando de perto essa revolução das publicações Disney do Brasil e sendo hoje um dos principais pontos de discussão sobre o assunto do país, porque não conheço texto com mais propriedade e carinho do que o do Thiago, quando o assunto é Disney.

Contudo, esse textão que fiz, é para dizer também que pretendo analisar aqui, junto a todos, meio por meio de comunicação jovem de grande circulação do país, revistas, cadernos em jornais impressos, nos sites, enfim, onde tiver algo pseudo teen, estarei lá, fazendo “mini monografias” sobre o assunto, para que você (e eu também) saiba onde estamos pisando!

Claro que tem coisa legal! Por isso, na semana que vem, começarei com uma coisa legal, para quebrar esse climão de tristeza que eu fiquei e passei para vocês agora, em primeira instância! rs, rs…

Espero que gostem e que opinem ajudem, indiquem façam parte disso!

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23 Comentários

  1. Muito interessante esse post amigo. Eu sempre sonhei em ser jornalista esportivo, tratando do esporte de uma forma realmente inteligente, e não como se vê por aí.

    Hoje sou um engenheiro com mestrado, mas tenho muitas paixões além do esporte, como astronomia e quadrinhos Disney, só para citar algumas. Tenho planos de escrever um livro sobre esportes, mas refuto um pouco quando vejo que infelizmente nós que não temos o “diploma”, somos subvalorizados, mesmo conhecendo bem mais que outros “profissionais” que estão na mídia por motivos “n” que não a competência.

    Vejo por exemplo a nulidade do trabalho que se faz com os quadrinhos Disney no Brasil pela abril, e me revolto. Como pode gente como o Thiago, o Matheus e tantos outros, “gente comum”, “independentes”, serem 10x mais competentes para divulgar o produto deles (Disney) próprio.

    E no esporte então??? Haja comentarista gagá que não sabe nada a não ser a escalação do Bangu de 1937 e que a Daiane dos Santos e o Guga existiram.

    Haja mediocridade. Deus salve o Portallos

  2. Não li a materia ainda, to meio corrido aqui, mas para a pergunta prinicpal da materia, eu tenho uma opinião sem precisar ver a sustentação do texto principal.

    A imprensa jovem no Brasil muitas vezes são feitas por pessoas velhas demais, que não entendem o jovem de hoje, e tentam ser moderninhos demais, sem vivenciar o que os jovens vivem.

    Quantos editores de revistas de animes e mangás hoje em dia, realmente são fãs e adoram Naruto, One Piece e Bleach? Em geral esse pessoal quando dá entrevista blogs e sites, ficam falando que curte coisas velhas, que não são dessa geração, isso já me faz perceber que eles não são antenados com o que os jovens curtem.. sabem o que é sucesso, mas não degustam como a gente degusta. (não estou apontando o dedo para ninguem, até porque não estou me referindo a uma unica pessoa).

    O mesmo ocorre em outras áreas. Depois eu falo mais, mas o problema pra mim é esse. Gente velha querendo parecer jovem, mas que gosta demais de coisa velha e não se interessa DE VERDADE com o que a garotada curte hoje em dia.

    Por isso essa diferença que o pedro menciona sobre o Portallos se destaca… mas no geral a equipe aqui respira e adora as coisas de hoje em dia… vemos animes porque gostamos, somos fãs dos mangás atuais, jogamos os lançamentos em games do momento, ficamos animados com o que sai no cinema desta era… não ficamos cheirando naftalina, dizendo que tudo no passado era melhor, ou que sentimos saudades disso e aquilo… a gente aqui acompanha e curte a era atual… e isso é muito importante para se comunicar com o jovem.

    O mesmo não ocorre com outras publicações destinadas a esse publico. Com suas devidas exceções é claro.

    isso esbarra no problema da profissionalização do sistema… o cara tem que ser jornalista, editor, formado e bla bla bla… e quando alguem chega nesta status… geralmente já está velho demais pra ser jovem. XD

    complicado a questão.

    1. “isso esbarra no problema da profissionalização do sistema… o cara tem que ser jornalista, editor, formado e bla bla bla… e quando alguem chega nesta status… geralmente já está velho demais pra ser jovem”.

      Aí é sacanagem comigo! XD

      Mas você basicamente disse o que eu falei também… No texto temos alguns exemplos e coisas mais práticas do que você falou e tal…

      O problema é que não se escolhe falar do assunto, muitas vezes o sujeito “cai” naquela editoria ou algo do tipo…

      Mas, enfim, é isso aí mesno…

      1. Ah tá, mas o problema não é ser velho ou ficar velho, mas ao crescer, for perdendo o interesse em igual ao pessoal de uma faixa etária menor. a questão da paixão que o rafael comenta abaixo.

        Não é o caso de todo mundo, mas é o que acontece. Existe muito profissionais no brasil que amam o mundo do mangá… mas que nem acompanham animes e mangas atuais porque “não curtem”… porra eu não entendo isso… o cara é da área, mas não se anima com o que é feito hoje em dia? é muito bizarro isso.

        Mas essa parte de editoria que tb estão mencionando é verdade… as vezes o cara que faz uma revista, faz pelo salario e não pela paixão daquilo… as vezes ele nem entende do universo da revista ou dos personagens… apenas edita até onde sau capacidade permite e pronto. tem-se o resultado, mas não tem a paixão pela coisa.

        1. Eu tava só brincando mesmo…
          Acho que é um problema de idade, de prioridades e até de remuneração, afinal dúvido que quem escreva conteúdo jovem ganhe o mesmo que quem fala de politica, economia, efnim, assuntos mais sérios, que, aparentemente, exigem especialização, etc.

          O fato é que falar para jovens exige especialização também, não vou dizer que academicamente, mas, na manutenção do gosto pessoal da infância, ao acompanhar as novidades e ainda digo mais: memso que não goste, o cara que se diz profissional, tem que ler!

          Ler cada revistinha, mangá, livro que for lançado e tiver esse viés…

  3. Acho que a internet está ai exatamente para isso… geralmente os redatores de blogs escrevem sobre o que gostam e acompanham e por isso sai textos com mais paixão… Já no meio impresso acontece muito o que o Pedro falou, o cara cai em um certo editorial, gosta de politicas mas por “n” motivos cai no esportes, ai faz textos com aquela má vontade…

    Acho que nem é a questão da idade em si, mas sim da afinidade com o assunto e idade mental da pessoa… Se não me engano aquele Eric Araki que trabalhava na Pokemon Club há anos atrás já tinha uma certa idade, mas notavamos que ele escrevia com paixão porque relmente gostava daquilo…

  4. Eu não acompanho nada de publicação “teem” nos meios de comunicação “poderosos” da internet, isto para mim é lorota, sempre quando invento de ver se tem alguma novidade o que se encontra é:

    Modinhas ridículas (justin biber, hana montana…..)
    Fofoca (isso nem merece ser comentado)
    Noticias ultrapassadas que todo mundo já sabe.

    Eu, particularmente, vejo muito mais “conteúdo” nas áreas de tecnologia e economia, do que nessas áreas teen.

    Enfim, graças a deus temos a internet, e não precisamos mais ficar estagnados e presos a opiniões de pessoas que não tem a miníma “vontande” de opinar, fazem isto pois são pagas para isto, e esse é o grande “x” da questão. Faço por dinheiro, não faço por armor.

  5. Cara, o post está interessante, mas toma mais cuidado com os erros crassos de português… como você mesmo disse, não precisava ter tanta pressa pra escrever.

    1. Eu não fiz com pressa cara, se tem algum erro, foi porque me passei mesmo. Nem sempre se tem algo errado, significa pressa – não tenho prazos, enfim.
      O pessoal já está lendo aqui internamente e o que aparecer, vamos corrigir…

      “erros crassos”, não entendi…

      1. Pedro, erro crasso é um termo usado para designar algum erro grosseiro, como em “…não acuso nem um meio especificametne, porque seria algo muito grave a fazer, …”
        ou em “…cadernso em jornasi impressos, …”
        e também “… Contatos legais com a Abril, acompanhadno de perto”
        pra citar alguns.

        Quando falei sobre pressa, o que quis dizer é que esse tipo de erro pode ser evitado verificando o post em algum processador de texto com corretor ortográfico (Word, Open Office Writer, por exemplo) ou em algum verificador online como o Flip (http://www.flip.pt/tabid/294/Default.aspx).

        E isso é bem recorrente aqui no Portallos… Não que a situação das outras mídias esteja melhor, pois eu cansei de pegar erros em cadernos de tecnologia de jornais e também em outros “sites especializados”. Mas é um incômodo pra quem pratica a boa escrita no dia a dia, concorda?

        Abraços.

        1. Não sabia o que era o termo, obrigado!

          Só não vou estender muito para não fugir um pouco do assunto do post (para os comentadores em geral)…

          Entendo o seu ponto de vista, porque, afinal, também sou leitor…
          Mas, sobre o conteúdo, o que achou? Concorda? Vejo que é uma pessoa antenada e queria saber sua opinião também.

          Abraços.

  6. Não seria pelo lado do retorno financeiro?
    1 em cada 100 jovens se arriscam a ler um jornal!
    Para ter um caderno com conteúdo elaborado, novo, bem feito seria necessário jornalistas bons! Um investimento para o cara ir em busca dessas informações.
    Mas como público alvo pouco le, as empresas nao patrocinam! Dai eles lançam notícias curtas para ter segurança de não errar e não exige esforço!

    1. Mas não é só jornal impresso, tem a internet, revistas sobre o assunto (como era a Herói, lembra) e muitas mídias novas…

      Tudo isso é imprensa, mas, não precisa ser só a impressa…
      Por exemplo, programas de games etc. Não duram muito tempo sem que tenham que mudar o formato e coisa do tipo…

      1. Com relação a mídia impressa, como disse, acho que o problema é que o povo não lê! mesmo sendo revistas voltadas pra jovem. Pode ser de qualidade ou não

        Agora a mídia audiovisual tem a ver com conflitos de gerações mesmo. Um fator tempo influe tbm, e a cobrança pra deixarmos essa fase de curtir games e quadrinhos pra estudar e vencer na vida faz com que a maioria perca o tesão nos temas, o que resulta em pouquissimas pessoas antenadas nisso quando adultas formadas!
        Não me esqueço do bad kids, até o nome ja indicava a cabeça dos produtores! Mas quem assistia era adolescentes! Existe esse equivoco ainda.

        1. As pessoas acham que criança e adolescente gostam de tudo o que é kids, teen ou colorido!

          Por isso que destaco os filmes da Pixar, que divertem a criançada, por exemplo, mas são bons e não insultam a inteligência das pessoas mais velhas…

          A questão toda é que quem faz o conteúdo atual não pensa que existe vida inteligente fora de uma redação e, por estar preso à rotina, não se atualiza, viaja, refresca a mente, descobre o que há de novo por aí.

  7. Post íncrivel e coberto de razão, eu mesmo sou um exemplo disso: prefiro usar o básico Ctrl+C e Ctrl+V para colocar um post em meu blog, mas faço isso porque não tenho tanto tempo assim pra comentar, escrever e dar uma opinião, claro que há algumas excessões e também há materiais exclusivos, mas é a realidade atual.

  8. ótimo post povão kkkk

    agora esse assunto do post é meio complicado, no caso de publicações de jornais e revistas isso já foi dito aqui nos comentários e no próprio texto, o problema está em q faz esse contéudo, e tbm pq a grande maioria ( os mais populares) não tem como foco o público jovem.

    Agora, uma coisa muito importante e pode ser o diferencial do Portallos, sites e blogs semelhantes é q não existe um investidor, patrocinador ou uma grande empresa por trás…aqui no Portallos por exemplo, o Pedro pode falar mal ou bem da banda q ele quiser, do filme q for independente de quem é o diretor, produtor, atriz, se é nacional ou de fora , da publicação independente da editora q for vc pode criticar…o cara q escreve pra Globo.com não pode fazer isso, o cara do JB vai ter q verificar se o programa de TV q ele está falando tem algum contato com o editor. Será q essas matérias q o Thiago escreve do tipo analise JBC X PANINI,ou divulgando os quadrinhos Disney aconteceriam se ele escrevesse para o Omelete, por exemplo?

    Acho q esse é o grande diferencial do site, blogs e revistas independentes, aqui vc tem liberdade, pode falar mal ou bem, fazer uma análise completa do assunto q vc gosta, vc escreve oq vc gosta, e não apenas cita a notícia pq vc “precisa” fazer isso, não tem nenhum comprometimento com nenhuma grande empresa q investe grana no q vc escreve e cobra resultados.
    Posso ter fugido um pouco do assunto ou ter entendido mal a proposta do post.

  9. Ótimo post, Pedro!

    Eu concordo que há aquela “pedra” no sapato de outros jornalistas quando tentam criar uma reportagem do nosso mundo. Vou citar o lado gamer: Na E3 do ano passado, se não me engano, houve o anúncio do 3DS, vários sites, blogs e outras mídias repercutiram o acontecimento, mas até hoje me lembro da pior… a manchete do Fantástico (Globo) que precisou chamar o 3DS de… *ahem* “aparelhinho que vê 3D sem óculos”, me corrigam se estou errado, mas esses “rebaixamentos” dos reporteres que estão lá, fazendo a notícia, se torna forçada demais e muito incoveniente, chego a fazer cara feia, pois o cara tá tentando ser descolado em um mundo onde ele não é “profissional” na área.

    Outra reportagem do Fantástico que me lembro, não assisti, mas muitos me disseram, foi aquela que falou sobre o show ao vivo da Hatsune Miku no Japão, o show em holograma. Me disseram que foi rápida demais e cheia de gafes enormes…

    Desculpe se alguém discordar do que eu disse, mas é meu ponto de vista. E obrigado Portallos por existir, são sempre vocês que conseguem me informar de maneira ágil e divertida, mesmo não sendo mais rápida que os outros sites que se tem por ai.

  10. Na minha opinião essas seções jovens são formas dos grandes jornais dizerem que tem conteúdo a mais que outros, para simplesmente atrair mais assinantes e claro ganhar um jaba a mais com matérias como foi falado filme, cantor, etc do momento, e tirando as noticias de morte, guerra, sempre tem uma ou outra matéria por ter molhado a mão do jornal. Outro ponto é que o jovem de hoje não é mais como do século XX, eles não dependem mais dos meios impressos para essas informações, porque a internet supre essa necessidade e as informações trafegam com uma velocidade que os meios impressos nunca iram superar, tornando esse conteúdo dos jornais simplesmente para os adultos que lêem e concordo com o Pedro que a luz no fim do túnel para os jornais é trazer matérias com qualidade e a opinião de quem a publica

  11. É infelizmente tudo q o Pedro disse é verdade, é triste saber que os jornais, revistas e etc estao perdendo espaço (o lado bom é que da oportunidade para blogs e sites como o Portallos de ter uma chance na midia tao grande que é a internet), cada vez mais pessoas mais jovens estao começando a escrever e compor artigos otimos é uma das provas que o meio de informaçao brasileiro precisa dar uma mudada para se adaptar a essa nova geraçao de pessoas

  12. Ótimo post!
    É por isso que gosto tanto do Portallos e outros blogs, vocês nunca forçam nada, por isso os posts soam naturais, de fãs falando para outros fãs!

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