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Mais uma peça do código Tarantino?

Eu não ouso duvidar!

Olha eu aqui marcando bobeira outra vez, não bastasse a minha longa jornada pelos jogos da série Assassin’s Creed, agora eu resolvi estudar a já extensa filmografia do senhor Quentin Tarantino como resposta ao meu descaso com o cinema depois de tanto tempo. Semana passada mesmo eu estava grudado no Netflix revendo o fodástico Pulp Fiction e por conta das sugestões dividindo a tela com a chuva de créditos acabei emendando Reservoir Dogs no mesmo dia.  Mas ainda falta os 2 Kill Bill, além dos outros clássicos que eu devo estar me esquecendo, mas que a senhora Wikipédia com certeza vai me lembrar.

E aproveitando o confessionário queria dizer que me envergonho demais, mas que somente no mês passado é que fui descobrir o que eram os tais Bastardos Inglórios. Mas em minha defesa eu juro de pés juntos que se eu soubesse antes o quanto o Hitler era esculachado nesse filme eu já o teria visto há muito, muuuito tempo. Porém mesmo atrasado e vendo o filme dublado na TV (arrrgh…) ainda assim valeu a pena porque o ator Christoph Waltz dá um show desgraçado de atuação fazendo aquele caçador de judeus.

Nem Brad Pitt, nem Shoshanna, nem p#$%@ nenhuma. O cara estava do lado dos nazistas e os nazistas por sua vez só ficaram bons ali dançando conforme a música maluca do diretor (ou seja, se fu!#$%@), mas mesmo sendo o vilão por boa parte do filme ele não deixou de ser a parte mais interessante dele. Aquela lábia do personagem era incrível, daquelas de que te faz sentir vontade de sentar com ele à mesa e bater um papo. Mas também pudera né, tudo culpa dos diálogos sempre envolventes que são uma das marcas do Tarantino.

E ano que vem tem mais, com ele e o monstro do Samuel L. Jackson no elenco de Django Livre (precisa falar mais o que hein?). Não trago nenhuma expectativa em relação ao filme comigo, mas eu estou me divertindo muito enquanto tento decifrar o código Tarantino e se esse filme for mais uma de suas peças é óbvio que eu não posso perder.

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K o n S a m a

Do ser sem razão a essa explosão de emoção, do preguiçoso leitor ao (meia-boca) escritor, do tímido calado ao ator inquieto, do caminho já traçado à esquina do destino incerto. Tentei me definir, mas sem sucesso. Games, filmes, música, animes, são só o começo desse quebra-cabeça sem nexo.
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