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Top 15 | Não joguei, mas queria ter jogado

Geração fechando as portas lentamente e ainda não deu tempo de jogar tudo!

A dica que fiz anteontem com o o game Saints Row: The Third me inspirou a pensar na lista de games da atual geração que em algum momento eu queria ter jogado ou pelo menos testado determinado título e que acabei não tendo a oportunidade ainda. E com o fim eminente da geração, considerando que até mesmo já estou na pré-venda do Xbox One, certamente esses games serão esquecidos e talvez nunca tenha a real oportunidade de testa-los. Afinal é impossível jogar tudo que é produzido.

Pare e pense nos seus consoles antigos. Você jogou tudo que tinha pra jogar neles? Tudo que gostaria de ter jogado? E nessa geração, o que você não conseguiu jogar?

Resolvi então montar um Top 15: Games dessa geração que não joguei, mas gostaria de ter jogado. São títulos que certamente não valeriam a pena ficarem na prateleira da coleção, ou talvez não tenham ficado muito tem a venda, ou simplesmente tenham sido ofuscados na época em que saiu por outros games melhores. Títulos que nos tempos de locadora talvez valessem aquela alugada de final de semana. Só pra experimentar mesmo e dizer que jogou…

Para criar essa lista criei duas regras. Primeira regra: somente títulos do console que possuo. Então com isso eu descarto os games exclusivos de outras plataformas. Não que não tenha rolado vontade de jogar esses games, mas talvez eles mereçam encabeçar uma lista própria numa futura matéria. E porque são jogos mais distante da ideia de “podia ter jogado e não joguei”, afinal para isso teria que adquirir um outro console.

Segunda regra: títulos que tenho na coleção, mas que até hoje não consegui jogar ficaram de fora da lista. Afinal eu os tenho aqui, e mesmo que ainda não tenha parado um momento para jogá-los, eu posso fazer isso a qualquer momento no futuro, enquanto tiver o console da geração atual, no caso, um Xbox 360. E sim, eu pretendo continuar jogando no console atual, mesmo adquirindo um console da próxima geração já nesse final de ano.

Vamos lá. Apesar de ser um Top 15, a lista não está escalonada em melhor ou pior título ou na importância de ter deixado de jogar. São apenas 15 jogos que queria ter jogado e não joguei, sem um escala de “esse eu queria mais e esse menos”.

1 – Spec Ops: The Line (2012)

2012 foi um ano cheio de lançamentos e muitos títulos bacanas acabaram sendo lançados em cima de outros bons games e alguns deles acabaram peneiradas na seleção do que escolher naquele momento de oportunidade. Spec Ops foi um destes títulos que acabou escapulindo das minhas mãos. Já tive a oportunidade esse ano de comprar ele num preço bacana e não comprei, porque novamente outros títulos entraram na ordem prioritária na ocasião. Por que jogar? Porque quem jogou elogiou bastante a narrativa da história e a a reflexão que o game propõem no que diz respeito a games de guerra. Pra mim ganha pontos por não ser um FPS, um gênero que jogo, mas não amo de coração. Gosto muito mais de games com a perspectiva em terceira pessoa. Não parece ser um jogo que inova em jogabilidade, porém não faz nada muito errado. Os méritos estão mesmo na parte do enredo e na forma como ele é narrado. Uma pena que não é um jogo localizado, então passou batido por muita gente que não tem o inglês na ponta da língua.

2 – Far Cry 3 (2012)

Considerado por muitos como um dos melhores games de 2012. E não dei chance nenhuma pra ele. Culpa da minha experiência com Far Cry 2, que achei ruim demais na época em que joguei. Não curtia aquela coisa de estar doente e ter que ficar se preocupando com a doença. Foi um jogo que forçava limitações na liberdade do jogador. Isso foi corrigido em Far Cry 3 felizmente, mas o estrago na minha cabeça já estava feito. Não me preparei para o lançamento, deixei escapar e depois não veio uma brecha para adquirir. Perde pontos também pelo fato de ser um game em primeira pessoa, um gênero que nunca entra nas prioridades pra mim. Por que jogar? Porque ele é realmente insano ao criar um ambiente sandbox, com liberdade total, dentro de um gênero cansado por conta de Call of Duty e Battlefield. Há muita coisa maluca em Far Cry 3, indo de animais e ambientes na ilha, e até mesmo um dos antagonistas do game, que tem o destaque de capa na caixa do jogo, como uma das personalidades do universo dos games que mais de destacaram nesse fim de geração. Ganha pontos pela localização do game no Brasil, tendo legendas em nosso idioma.

3 – The Saboteur (2009)

Dentro os muitos gêneros que existem nos videogames, um dos meus favoritos é o sandbox em terceira pessoa. Praticamente dou chance a qualquer game produzido dentro dessa categoria, seja ela bom ou ruim. Mas as vezes alguns escapam entre os dedos. The Saboteur foi um game que antes de ser lançado parecia muito interessante no conceito visual, com ambientação em preto e branco, com alguns contraste em alguns tons coloridos. Porém foi lançado no Brasil com um preço altíssimo, as críticas não foram muito positivas e o jogo caiu no esquecimento rápido demais. Passou por falta de encontrá-lo a preços melhores dentro dos meses que seguiram após o seu lançamento. Uma pena. Por que jogar? Hum, aqui é meio complicado a resposta. Se você é fã do gênero como eu, isso por si só já é o motivo principal. Mas o jogo de 2009 tinha algumas inspirações diretas de Asssassin’s Creed e o conceito visual, somado ao período histórico mais avançado do que as desventuras de Ezio, tinha um certo charme. As mecânicas e jogabilidade não eram das melhores e por isso o jogo caiu rápido no esquecimento. Uma pena porque tinha ali um potencial para The Saboteur virar uma franquia na minha opinião.

4 – Deux Ex: Human Revolution (2011)

Outro título atropelado pelos lançamentos na época e que aparentava ter muito mais hype na comunidade antes do próprio lançamento e que depois de lançado não cumpriu as expectativas de certos jogadores. Pra mim perdeu pontos pela falta de localização no Brasil na ocasião. Já vivemos um momento onde um título com legendas ou dublagem em português ganha vantagem em títulos que não tenham o mesmo capricho ao ser lançado aqui na República das Bananas, e isso pra mim é algo muito importante. Vinda da Eidos e Square-Enix, é importante notar que esse ano tivemos Tomb Raider com localização. Torço para que futuros títulos da Square, como Final Fantasy e Kingdom Hearts, venham pra cá ao menos legendados. Deux Ex se tivesse sido localizado, com certeza eu teria feito um esforço maior para conseguir jogar na época. Por que jogar? Sinceramente não sei. Na época fiquei no hype pelos gráficos belíssimos, pelos vídeos-trailers antes do lançamento do jogo. As mecânicas de stealth pareciam interessante na época, assim como a oportunidade de jogar de forma mais ofensiva ou que áreas do game possuam várias alternativas para serem ultrapassadas. Mas o gênero stealth parece que se tornou mais inflado nestes últimos anos, aí é fácil entender como alguns títulos acabam passando batido. Não por demérito, mas apenas porque há muita coisa idêntica sendo feito a todo momento no universo dos games.

5 – Ridge Racer Unbounded (2012)

Burnout Paradise pra mim foi o melhor game de corrida desta geração. Mas ele foi lançado 2008 e já faz um bom tempo então. É natural que ao longo destes últimos anos, muitos games dentro do gênero imitaram ou tentaram superar a qualidade de Paradise. Mas ninguém realmente conseguiu. Quer dizer, Need for Speed: Most Wanted quase conseguiu, passou bem perto, mas ainda assim não acredito que superaram tudo aquilo que Burnout Paradise criou. Sendo assim, dentre as inspirações dentro desse conceito, ano passado tivemos Ridge Racer Unbounded, que infelizmente no Brasil chegou em poucas unidades e com um preço altíssimo e que nunca o vi em promoção por menos de cem reais. Aí ficou difícil dar uma chance para ele e acabou sendo esquecido. Games de corrida possuem um prazo de validade muito pequeno, já que parece que num ciclo de trimestres há sempre algo novo e interessante saindo. Blur e Split/Second que o digam. Por que jogar? Assista alguns vídeos de Ridge Racer Unbounded no You Tube e tire suas próprias conclusões. Excelentes gráficos, corridas insanas com batidas e acidentes, em pistas que lembram muito o sentimento que possuo com Burnout Paradise. Need for Speed é legal, mas ele sai todo ano e sempre tem algo igual a cada sequência. Ridge Racer parece algo fora da bolha da mesmice, mas tentando seguir uma tendência criada nessa geração.

6 – Bionic Commando (2009)

O péssimo Bionic Commando. A crítica massacrou o jogo. Mas ainda assim queria ter experimentado. O problema foi ter coragem pra pagar por um game que notoriamente ficou conhecido por ser ruim e bugado. Por que jogar? Alguns dizem que é divertido mesmo com todas as falhas. E queria ter experimentado isso. Acho o conceito da franquia interessante e colocar o personagem num mundo sandbox meio Spider-Man ou Prototype parecia interessante, mas a Capcom executou isso muito mal. Alias pense em como a Capcom errou bastante no inicio dessa geração com todos os defeitos do primeiro Dead Rising e Lost Planet e conforme sequências foram criadas essas franquias melhoraram consideravelmente. Talvez Bionic Commando mereceu essa dúvida de que se novas sequências fossem criadas elas seriam melhores do que o game de 2009. É possível acredito.

7 – Call of Duty: Black Ops (2010)

Chegou um ponto nessa geração em que pensei ” chega de Call of Duty”! Aí resolvi parar de apoiar a franquia e fiquei apenas na série Modern Warfare. Deu certo até a Actvision lançar ano passado Black Ops II com legendas em português. Aí bateu a vontade de experimentar o primeiro da série Black Ops, que recebeu elogios pela crítica especializada, mas ainda com aquelas coisa de “tudo isso é muito bom, mas ainda é mais um Call of Duty”. Por que jogar? Porque é um CoD deveria ser a razão suficiente para os fãs do gênero e da franquia. No meu caso, queria ter jogado simplesmente porque acabei dando uma chance para Black Ops II devido a localização no Brasil e aí ficou esse furo na lista. Mas realmente acredito que não é um jogo tão essencial assim, apenas valeria uma alugada num final de semana pra fechar o modo história. É triste como conforme novas sequências destas sub-séries de Call of Duty vão sendo lançadas, os games anteriores ficam totalmente descartáveis.

8 – Child of Eden (2011)

Um dos primeiros títulos do Kinect que deixaram as pessoas maravilhadas dentro da E3. Mesmo tendo uma pegada musical e meio abstrata, o jogo recebeu boas notas. E um dos poucos games de Kinect que nunca tive o prazer de experimentar e olha que até mesmo títulos ruins do Kinect eu joguei. Esse também acabou fugindo da minha prateleira porque na época do lançamento veio pra cá num preço que não achei digno de apoiar. Depois em promoções tive a oportunidade de comprar, mas aí a febre do Kinect já tinha passado e sempre fiquei nessa de “agora não quero mais”. Fica pra próxima geração talvez brincar com o Fantasia da Disney, que parece ter uma pegada semelhante. Por que jogar? Porque o Kinect realmente não recebeu tantos títulos originais e criativos quanto deveria ter recebido. Você conta em uma mão os bons games do acessário (Fruit Ninja, Kinect Adventures, Dance Central e The Gunstringer) e acredito que Child of Eden deveria estar nessa lista.

9 – NeverDead (2012)

Ahh as produtoras japonesas. Sempre com ideias e conceitos absurdos e bizarros. Se de uma lado tivemos a Platinum Games com excelentes jogos vindo da nação japonesas, tivemos alguns outros títulos que chamaram a atenção inicialmente, mas falharam depois de lançados. NeverDead é um destes títulos que pareciam legais, mas acabou explodindo na cara de muitos jogadores. O jogo possui ótimas ideias, mas que é extremamente mal executado segundo muitos reviews por aí. Mesmo assim queria ter experimentado por mim mesmo essa bomba. Por que jogar? Porque as vezes um game é tão ruim, mas tão ruim, que acaba ficando bom. Se você partir do princípio da diversão, sem levar o jogo a sério, existe a possibilidade de deixar passar batido tudo de ruim que o game possa ter. As vezes dá certo isso. Quem nunca gostou de um game que todo mundo considera uma merda? É mais ou menos por isso que queria ter testado pessoalmente o quão ruim NeverDead parece ser.

10 – Syndicate (2012)

Mais um FPS dessa geração que ficou lá no fim da lista de desejos e nunca realmente se tornou prioridade. Não foi localizado para o Brasil e por isso acabou perdendo mais alguns pontinhos.  Foi apenas mediano nas críticas, não sendo um jogo nem muito ruim, mas também não muito bom. Há lampejos de originalidade aqui e ali, mas que acabam sendo mascarados pela mesmice do gênero. Por que jogar? Inicialmente queria muito ter dado uma chance ao título pela ambientação sci-fi futurista do mesmo. O conceito parece legal, os poderes misturados com o gameplay de shooter idem, mas no final, a tendência de ser mais shooter do que outra coisa acabou me afastando do game. Uma pena!

11 – L.A. Noire (2011)

Esse eu quase joguei! Foram inúmeras vezes em que L.A. Noire entrou no carrinho de compras de algumas lojas virtuais, mas no final ele sempre saia para dar lugar a outro título que estava mais animado na ocasião. O que me desanimou muito com o jogo foram diversos reviews que li e que reforçavam como o jogo parecia um sandbox, mas restringia demais a liberdade do gênero. Não ajudou muito o fato de ser um jogo com muita narrativa e falas e não ter localização para os brasileiros. Não que eu não saiba inglês. Eu sei, só não sou fluente (tem hora que engasga o entendimento) e mesmo assim existe uma perda na leitura quando há muito que ficar traduzindo e a pressa pra voltar ao gameplay. Aí a diversão de apenas sentar e jogar acaba ficando comprometida. Por que jogar? Porque o jogo criou tendências e que possivelmente veremos muito mais disso na próxima geração de consoles. As expressões faciais, a ideia de um game interativo (como outros dessa geração, como Asura’s Wrath, também criaram) e toda a ambientação cinematográfica fazem L.A. Noire um excelente game. Pena que para os brasileiros a falta de localização atrapalhe bastante na minha opinião em curto o jogo como um filme.

12 – Knights Contract (2011)

Na minha cabeça esse jogo parecia sensacional antes de ser lançado, com vídeos animais e um contexto de fantasia com aventuras e ação que tinha tudo para dar certo na proposta do game. Mas ele simplesmente saiu e ninguém ligou! Pra ser sincero eu o vi a venda em lojas nacionais em raras vezes e sempre por um preço absurdo. Nunca em promoção. Cheguei a ver alguns reviews e todos falaram das falhas nas mecânicas e como algumas coisas eram irritantes. No fim, acabou sendo um título esquecido, onde na minha imaginação parecia ser algo sensacional. Por que jogar? Não sei! Talvez a explicação seja idêntica ao que dei em NeverDead. De tão ruim, talvez fique bom. Mas se você pesquisar as screens do jogo no google, não tem como não ficar animado com um jogo de cavaleiros, bruxas, era medieval e criaturas místicas e medievais. Mas tudo acabou dando errado pelo visto… que pena!

13 – Catherine (2011)

Mais bizarrices japonesas! Como não ficar curioso? Posso dizer sem vergonha nenhuma que até hoje não entendo qual a proposta de Catherine. Poderia ler reviews e ver o jogo no You Tube, mas na verdade eu queria jogar por contra própria e entender por mim mesmo a absurdidade que é esse jogo. Por que nunca comprei? Porque nunca o vi por aí com um preço ideal para torrar com algo tão bizarro e absurdo.  Por que jogar? Sério, veja a cena acima! Você ainda precisa de motivos para jogar isso? Não estou dizendo que é um título que precise estar na sua coleção, mas ao menos jogar pra entender qualé disso você deveria querer…

14 – Majin and the Forsaken Kingdom (2010)

O clone pobre de The Last Guardian. O exclusivão system seller do PlayStation 3 nunca acabou vendo a luz do dia, mas isso não impediu que Majin não se tornasse um título interessante. Lembro que na época as críticas deram notas justas para o título, mas todo mundo ainda estava no hype de The Last Guardian (acreditando que jogo sairia a qualquer momento) e por isso o jogo facilmente passou batido. Não que copiar seja ruim, mas jogos de parceria se tornaram comuns nos últimos anos e é fácil entender porque um título como esse passa batido facilmente. Por que jogar? Numa geração infestada de shooters e games de guerra, é sempre um frescor títulos de aventuras e puzzles. Majin saiu na mesma época que Enslaved, aquele jogo onde o protagonista se chamava Monkey, se lembra? Enslaved foi legal e divertido, e acabou colocando Majin pra escanteio, mesmo sendo um jogo que não vendeu o que tinha que vender pra ganhar uma sequência.  E sendo sincero, olhando Majin hoje, ele não parece mais um game com cara de geração PS2 do que dessa geração? Certamente isso ajuda ainda mais a esquecer o título.

15 – Dante’s Inferno (2010)

Título que também entra no quase joguei! Foram várias as vezes que quase comprei o título. E até mesmo cheguei a assistir o animê que foi criado junto com o game. O animê é demais! Quem não viu, corre atrás e veja. Já o jogo, me lembro como na época ele foi massacrado por ser um clone de God of War e muita gente até hoje não entende que isso não é necessariamente algo ruim. Por que jogar? Porque a ambientação do jogo é animal, porque é um gênero que diverte e foge um pouco da mesmice das ambientações padrões do games, porque a mecânica de hack e slash não é ruim, porque a história é muito legal. Pena que hoje em dia é difícil encontrar o título em lojas virtuais nacionais, com um preço justo, e porque graficamente, mesmo tendo saído em 2010, parece que envelheceu muito mal e muito rapidamente.

Na trave do Top 15 – Saints Row: The Third (2011)

E olha só! Saints Row: The Third quase entrou no meu Top 15! Quase porque resolvi pegar o joguinho na Play-Asia. Já era um título que tinha a curiosidade de ver quando percebi a maluquice que o título estava se tornando. Dentro do gênero que gosto muito, o sandbox, e só não me interessou até então porque passou a janela da oportunidade, e com muitos DLCs isso fica ainda mais complicado. Mas com a versão show da Play-Asia, com o pacotão completo de DLCs incluso, achei que ainda tá em tempo de experimentar e testar o game! E por isso ele bateu na trave desse Top 15! Por que jogar? Sandbox pirado com inspirações de GTA, mas escrachado e num bom tom de humor. Não tem o que dar errado nisso!

E só para a brincadeira dar uma estendida e talvez irritar alguns fãs ardorosos. Não joguei nessa geração e não me importo de não ter jogado: (Trilogia) Mass Effect, (Trilogia) Dead Space, Read Dead Redemption, Dark Souls, Dragon Age II, Metro 2033 (e sequência), Borderlands (e sequência) e  Left4Dead2. São games que por uma razão ou outra não despertaram aquela vontade de jogar. Razões pessoais e muitas vezes bobas. Não que sejam jogos ruins, só não se tornaram interessante dentro do meu gosto pessoal de games. Se ainda abrir essa lista de “não joguei” para games de gerações passadas, aí eu me arrependo, por exemplo, de não ter jogado na época games como The Legend of Zelda: Majora’s Mask (torço por um remake no 3DS), Kingdom Hearts II e Final Fantasy X.

Aí jogo a bola para o leitor: o que você não jogou nessa geração e gostaria de ter jogado? O que não jogou e nem se importa de não ter jogado? E se arrepende de não ter jogado algum título em gerações passadas de consoles? Conte nos comentários!

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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