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Prévia | Halo 5 Guardians e o teste da primeira missão! (Sem Spoilers)

Antes de começar, algumas considerações importantes. Halo 5 Guardians ainda está em período de embargo, ou seja, a imprensa mundial ainda não pode apresentar qualquer review, dar nota e nem falar sobre uma porrada de coisas sobre o game ainda. Processo habitual e normal, não é nada excepcional aqui. Isso apenas para explicar porque existem, por exemplo, vídeos como os da IGN US deste final de semana mostrando o gameplay de alguns atos de Halo 5. Isso é chamado de cobertura prévia e está dentro das regras! Veja só que bacana aprender um pouco desses bastidores, não?

Sendo assim, posso dizer com uma baita felicidade no peito que o Portallos está dentro dessa cobertura prévia de Halo 5 Guardians e sendo assim posso falar um pouco, dentro das regras do embargo, a respeito da minha primeira hora de gameplay da campanha e especificamente da primeira missão do game. Que você já pode assistir por completo no You Tube, mas sinceramente, se pretende jogar o game eventualmente, não assista, OK? É muito mais legal não saber nada.

Não darei qualquer spoilers sobre a história também. Pode ficar tranquilo. Quero mais é falar da vibe do novo game. Dessa sensação de jogar um  novo Halo, depois de tanto tempo jogando os remakes de The Master Chief Collection (o que me lembra que ainda terminarei Halo 2 antes de 2015 encerrar).

Ah e lembre-se de que tudo que estou dizendo aqui, é apenas com uma impressão em torno da primeira missão do game! Ainda nem joguei a missão 2 para deixar para comentar um outro dia!

Bem, eu gostei do que vi… e bastante. O jogo não me pareceu intimidador, quer dizer, a experiência para quem nunca jogou qualquer game de Halo não pareceu impactar muito a jogabilidade. A primeira missão é exatamente o tutorial de tudo. Como subir, como pular, como usar a impulsão do jato etc. Os inimigos também ainda não apresentaram grandes desafios, e olha que eu configurei na dificuldade Heróica (o que seria um nível acima do normal). Mas vale destacar que eu sou meio covarde, e jogo com muito recuo das áreas de confronto. Não possuo o hábito de bater de frente com os inimigos, gosto de pegar todos de longe, com um rifle se possível. Limpo quase toda a área antes de avançar. O bom de Halo é que ele permite vários estilo de confronto pelo jogador.

Nesse ponto, um pouco do que aprendi suando em Halo Combat Evolved já valeu a pena na primeira missão de Halo 5. O jogo inicia com um rifle de batalha normal do Spartan Locke, na qual a munição não dura muito. O que você faz? Guarda ela e tenta encontrar munição para a arma do personagem? Não! Joga ela fora e começa a usar o armamento dos inimigos! Esta primeira missão e começo de tudo já parece deixar bem claro que é normal tomar essa decisão. Isso me faz pensar em como jogava errado Halo 3 (o primeiro Halo que joguei) no Xbox 360. Eu odiava naquela época me desfazer das armas tradicionais.

A jogabilidade de Halo 5 está uma delícia nessa primeira missão. Aqui joguei apenas na visão do time do Locke e é muito legal a forma como  jogo inseriu a comunicação da equipe ao longo da missão. Me lembrou um pouco daquela vibe do Star Fox 64. Todo mundo conversando, avisando e contextualizando um pouco o que diabos está acontecendo.

Contexto é outra coisa que eu não me preocupei ao começar a missão. Tenho a impressão de que todo jogo de Halo que começo as coisas sempre começam sem fazer muito sentido e aos poucos o game vai te dando o que você precisa entender. Quer dizer, não posso dar detalhes para não dar spoilers, mas digamos que eu não vi o final de Halo 4, então me pareceu que todo mundo que está nessa situação vai boiar um pouco ao começar Halo 5. É um problema? Ainda não. O jogo nesse momento quer que os jogadores conheçam os personagens presentes aqui, e a cronologia e os eventos importantes vão se encaixando depois. E pela primeiro missão, é essa a sensação que tive.

O que mais posso dizer vendo essa primeira hora de game? Hum, dublagem! A dublagem brasileiro está incrível como sempre! Eu achei que iria estranhar um pouco a voz do Buck, voz do ator Nathan Fillion (Castle, Firefly), por acompanhar o ator nas séries americanas em áudio original, mas não demorou nem 5 minutos para me acostumar com o Buck com a cara do ator e com a dublagem nacional. Não incomodou nem um pouco. E a sincronia labial está na qualidade excelente das localizações da Microsoft. Nesse momento, só posso dar elogios. Não vi nada de grosseiro ou errado na dublagem nessa primeira hora.

Ah e pra encerrar posso dar uma dica!? Locke tem uma habilidade que escaneia o ambiente em poucos metros a sua volta. Basta apertar para baixo no D-pad. Faça isso desde o começo do game e fique atendo a certas zonas onde essa habilidade destaca, pois a primeira missão tem 7 itens de diálogos escondidos que você precisa olhar e se aproximar de determinados objetos para elas aconteceram. E a habilidade do Locke mostra onde estão estes itens. Eu demorei a perceber isso e só encontrei 3 deles. Rá, fui lerdo! E essa habilidade é muito boa para encontrar armas no chão e munição nas caixas de armamento. Gostei pra caramba dessa opção. Tenho a sensação que o Locke é o personagem convidativo aos jogadores que nunca jogaram Halo, mas ei, vou falar mais disso e da missão 2 em breve! Aguenta aí!

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e criador do saudoso (e extinto) Fórum NGM. Tenho 35 anos, sou formato em Direito, e vivo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Gosto de escrever e sempre estou sem tempo.
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