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Metal Gear Solid V: The Phantom Pain | Primeiras missões e conhecendo a Base Mãe (Mother Base)

Wow, como assim faz um mês que escrevi sobre o incrível prólogo de Metal Gear Solid V aqui no site? Realmente a vida adulta deixa a gente maluco as vezes. Felizmente parece que foi uma decisão certa terminar o prólogo e deixar para começar a campanha em si em um momento onde tivesse tempo, e muito, sobrando para começar a aprender as mecânicas do universo de Metal Gear Solid, pois como tal como expliquei na outra ocasião, está é a minha primeira viagem pra valer no universo da franquia.

Caramba e que divertido é este Metal Gear Solid, não? Quer dizer, eu não tenho os games anteriores da série para poder comparar com o que é novidade, o que é algo padrão da série e o que eu não deveria ficar impressionado. Tudo pra mim é uma grata surpresa. Imagino que essa é uma sensação muito boa para o jogador mais novo, que também está conhecendo a série a partir deste game.

O mais próximo que talvez tenha como experiência similar tenha sido o Splinter Cell Conviction da geração passada, que é fruto da Ubisoft e que apesar de ter curtido, não me parecia tão livre e aberto e meio maluco, devo dizer, quanto Metal Gear Solid tem a fama de ser.

Achei que seria um saco ficar andando de cavalo pra lá e pra cá, mas felizmente ele é quase como um carro, serve para ir do ponto A ao ponto B de forma rápida e é até melhor do que um carro, pois basta assoviar para ele vir até você. Tem praticidade.

As primeira regras

Em um primeiro momento parece que o game assusta um pouco o jogador. Imagino como deveria ser um saco ficar lendo dicas e regras em inglês quando o game não era localizado, o que é um alívio ver Metal Gear Solid V totalmente legendado, incluindo os menus de dicas e tutoriais.

Demorei um pouco para entender como algumas coisas funcionam. O silenciador acaba, os inimigos abatidos e desmaiados acordam, a chance de virar uma esquina e topar com um soldado não marcado são sempre enormes, abrir portas com um supetão as vezes quebram coisas e alertam os soldados. E subir em algumas casas é quase impossível já que o seu personagem não pula tão livremente quando eu gostaria que pulasse.

As regras iniciais, antes mesmo de ir para a Base Mãe, já assustam. Depois de ir para a Base Mãe as coisas ficam ainda mais megalomaníacas. E aí é sentar e aprender direito. Felizmente o game tem uma curva de aprendizado gigantesca e é totalmente paciente como o jogador, até mesmo para aqueles como eu que nunca jogaram um Metal Gear Solid na vida.

Minha primeira regra aprendida depois de muitos checkpoints resetados é que como ainda sou novato demais, eventualmente eu vou deixar a base inteira em alerta. O que as vezes é uma coisa boa, pois isso faz os soldados saírem de onde quer que eles se enfiem e isso me possibilita marcá-los, para em um segundo round eles já estarem marcados no mapa (e que alívio que o jogo faça isso, não?).

E uma vez detectado isso não quer dizer que posso sair como louco matando todo mundo, apesar de que eventualmente, na primeira base, como não parava de chegar soldado acabei fazendo exatamente isso e dane-se. Depois entendi que desligar equipamentos e antenas fazem eles pararem de pedir reforços.

O mais legal é a vontade de revisitar missões e suas metas, especialmente depois que você aprende melhor as regras e tem outros recursos que o jogo vai lhe oferecendo. Como o hilário balão de recolhimento de pessoas e recursos para a Base Mãe. O que torna o fator replay de Metal Gear Solid V algo bem interessante de se usufruir.

Pisando na Base Mãe

Como o título deste diário de jogo dá a entender, eu ainda não estou muito avançado no game. Na verdade ainda estou bem no começo. Fechei a missão 1 e 2, e depois pulei e encerrei a missão 5, porém pretendo voltar e fazer a 3 e 4. O caso é que o game me deixou escolher e quis resgatar um engenheiro para novas tecnologias na base antes de fazer o que as missões anteriores me pediam. É bom ter essa liberdade de escolha, admito.

Mas achei muito maneiro o conceito de você ter um espaço e poder gerenciá-lo, mandando recursos e soldados. Fortificando-o, tornando útil nas missões – posso pedir munição dessa forma – e parece que o céu é o limite para essa Base Mãe, ou pelo menos foi o que reviews e podcasts que escutei na ocasião do lançamento elogiaram. Hoje entendo porque é tão legal essa ideia. Isso existia em antigos games da série? Espero que sim.

Estou realmente interessado e aprender mais e ver quão mais ela pode crescer. No começo da missão 5 havia um filhote que eu sabia que iria se tornar um companheiro de jogo (havia visto imagens e comentários sobre isso já) e que maneiro a animação de introdução ao DD depois que eu retorno a base. Apesar de que pra ser sincero, estou mais curioso com o urso que mandei para a base e que serventia ele terá mais a frente.

 E que complicado foi esse final de ano para os consoles. Sinto que Metal Gear Solid V veio, passou e já esquecemos. Quem queria muito jogou e quem nunca jogou, ainda nem teve tempo de pensar em jogá-lo, pois os games não parem nem um minuto de serem lançados. Acho que vale aí uma atenção redobrada para quem ainda não pegou Metal Gear Solid V.

Vou continuar a minha jornada pela série e retornarei aqui para outros artigos e textos sobre. Espero que o próximo não leve um mês inteiro, pois agora sim parece que engatei a marcha correta e quero mais de Metal Gear Solid V!

Metal Gear Solid V Canino

Comentários soltos:

  • Bem que o binóculo do game poderia ser de clique (aperto). Achei incomodo ter que segurar o botão para ele continuar funcionando.
  • O final da missão 1 quando aparece os caras estranhos que saíram de algum filme de terror chegaram a me deixar tão eufórico quanto a fuga do prólogo.
  • É estranho todo capítulo abrir e fechar com créditos.
  • Gostei das fitas cassetes. É legal ouvir diálogos e músicas.
  • Uma patada do urso te mata, aprendi do jeito mais doloroso ao final de uma missão, e que sorte que o jogo deu checkpoint 5 segundos antes de encontrá-lo.
  • Tomar banho na base te recupera fisicamente e mentalmente. Rá, ok, boa ideia!
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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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