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Watch Dogs 2 | Impressões do game! (Hackers 2.0)

Este tem sido um ótimo ano para games, não? Em particular os lançamentos desse semestre. Foram muitos títulos que poderíamos atribuir o elogio de títulos impressionantes. Visualmente, mecanicamente, sonoramente e muitos outros “mentes”. E será que dá para colocar Watch Dogs 2 nessa lista dos lançamentos impressionantes do final de 2016?

Até dá, mas sabe que outro melhor elogio que posso fazer a este título? Watch Dogs 2 é um game… legal. Sim, porque impressionar nem sempre quer dizer que um game é legal, no sentido de uma completa experiência… videogamísticausando um termo que duvido que esteja oficialmente no Aurélio brasileiro, porém você entende o que isso significa, certo?

Watch Dogs 2 é um jogo gostoso e divertido de ser jogado. Melhor ainda é saber que o game tem uma longa cauda na imersão de seu mundo. Entretenimento daqueles em que o jogador é facilmente distraído a todo momento, esquecendo os trilhos de história, campanha e missões principais. Coisas que normalmente o impulsionariam para o término do jogo. Não, em Watch Dogs 2 a última coisa que eu quero é terminá-lo. Me deixe ficar aqui, na San Francisco dos hackers, por mais algumas dezenas de horas, por favor!

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Começar estas impressões desta maneira me fez lembrar dos reviews da época na qual GTA V foi lançado. Os elogios foram bem parecidos no sentido da diversão, de ser gostoso de jogar e da longevidade de horas na qual os jogadores eram sugados dentro daquele mundo. Sim, Watch Dogs 2 tem realmente um pouquinho dessa influência, porém não tente ir mais adiante na comparação. O novo game da Ubisoft tem sua própria personalidade, seu próprio charme e mecanicamente ele se esforça bastante para dar aos jogadores muito mais do que tiroteios e perseguições policiais.

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Hackers 2.0

A melhor forma de equiparar este novo Watch Dogs com o primeiro lançado em 2013 é pensar no resultado que Assassin’s Creed 2 tem em comparação com o primeiro game da franquia. Refinamento e aprimoramento da proposta do ambiente e design do game. Não é apenas sobre a escala, fazer maior e melhor, e sim de corrigir tudo que não deu certo no primeiro game.

Para ser sincero mal me lembro da cidade na qual se passa o primeiro Watch Dogs. Era algo meio sem sal, sem vida, sem peculiaridades que não ficaram na memória do jogador. Na época do primeiro Watch Dogs era tudo sobre o realismo gráfico, do potencial entre a transição das gerações de consoles. Isso estragou bastante o hype quando o game foi lançado e tudo mundo viu que era apenas mais do mesmo em termos visuais.

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A Ubisoft Montreal finalmente entendeu que em games de mundo aberto não são exatamente gráficos estonteantes que fazem a diferença, e sim a estética e a performance da simulação da vida artificial dentro do game e em como tudo isso interage ou impacta o jogador. E visual e interação com NPCs são duas coisas que Watch Dogs 2 faz muitíssimo bem.

A recriação virtual de San Francisco ficou incrível. Tem o mesmo realismo visto nos games de Assassin’s Creed, de reproduzir pontos famosos por todo o lugar, por recriar algo bem parecido com a verdadeira San Francisco. Eu nunca estive lá, mas há muitos reviews internacionais ressaltando o nível de realismo dos pontos famosos e centrais da cidade e seus arredores. É uma cidade de cores, de vida, de pessoas. E é realmente divertido ter essa experiência virtual dentro de Watch Dogs 2. Você ser pego de surpresa passeando pelas ruas da cidade sem sequer perceber que simplesmente esqueceu o que estava fazendo antes de parar para admirar certos lugares e trechos do ambiente do game.

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Só que não adianta um bom e bonito ambiente, sem que haja interações dentro do mesmo. E mais uma vez Watch Dogs 2 prova o quão melhor está nesse ponto em relação ao game anterior. Ao jogador é dado diversos recursos para interagir socialmente com os NPCs (Non-Player Character) e as vezes as reações são totalmente inesperadas.

Ao puxar a sua foto para tirar uma selfie você pode irritar um NPCs, que irá arranjar briga contigo. Há também um menu de gestos – como ofender, dançar, cumprimentar etc – para interagir socialmente, seja dentro do multiplayer online com outros jogadores, seja com os NPCs que te respondem, mas nem todos da mesma maneira. Dançar pode alegrar um NPC da mesma fora que pode irritar. É interessante quando ao ofender um casal achando que o homem é quem vai partir para cima de você e de repente é a mulher que está socando a sua cara.

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Além disso Watch Dogs 2 tem muitos efeitos cascata. Algo pequeno que o jogador faz dentro do game que faz os NPCs simplesmente pirarem. De repente uma briga entre diversos pedestres pode acontecer, a polícia chega, gangues também, carros explodem e tudo vira um cenário assustadoramente caótico. E é só mais um dia de efeito dominó que começou só porque o jogador largou um carro no meio da rua ou irritou um pedestre. As ocorrências aleatórias do game são realmente divertidas simplesmente porque os NPCs não seguem um roteiro de trilhos exatos. Há muito improviso na programação deles que constantemente surpreende  o jogador.

Menos tiros, mais furtividade

Outro elemento que tem me agradado muito nas mais de 10 horas de jogo, na qual estou enquanto escrevo estas impressões, é a total ausência de agressividade dos combates. Usando só mais um pouco a comparação com GTA V, em Watch Dogs 2 não quero ficar usando armas de fogo para matar as pessoas, seja elas seguranças, bandidos ou policiais. O game permite jogar de forma furtiva, sem precisar entrar em combate real entre personagens.

Claro que há situações dentro do roteiro de algumas missões que será necessário combates com armas e fugas alucinantes, mas sempre dentro da coerência da situação, da história e dos personagens apresentados. No resto Watch Dogs 2 dá uma liberdade enorme ao jogador para cumprir as missões principais e secundárias da forma que bem entender.

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Quer entrar em uma área restrita metendo bala até derrubar todo mundo? Pode. Mas se quiser usar o carrinho de controle remoto e o quadricóptero (drone) ou para derrubar todo mundo ou para abrir as portas e achar o melhor caminho para entrar dentro do lugar também é possível… é até recomendado e incentivado pela história em si.

Só que recomendando não significa obrigado. Jogue da forma que quiser. Este é um dos maiores pontos positivos do game. E no fim é legal descobrir que não há um único meio de fazer as coisas. Ser inventivo e descobrir um caminho que não seja óbvio é sempre empolgante.

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O legal é que também há margem para improviso. Começou furtivo, deu tudo errado e foi descoberto? Mete o pé na porta e vá para ação. Não há nada de errado nisso. É gente demais e se arrependeu de chegar atirando? Recue, saia da zona de confronto e volte a ficar furtivo, aproveitando o caos e a troca dos pontos de movimentação dos guardas.

Atividades de diversos tipos

Só que Watch Dogs 2 não é só sobre combate entre seguranças ou policiais. É sobre controle e poder. A história é sobre um grupos de hackers que estão cansados do uso ilegal e imoral da tecnologia. A ctOS não foi aniquilada no primeiro game. Ela se tornou ainda maior aqui. Mais vigilante, mais intrusiva. Então surge o DedSec, um grupo de hackers que querem desmascarar essa corporação do mal.

Para tal eles precisam de poder de processamento. Precisam que uma quantidade expressiva de pessoas liberem as portas de seus computadores, ao baixar o app do grupo, para que possam emprestar o processamento destas CPUs para assim conseguirem invadir a ctOS. E para chamar a atenção esse time de hackers & amigos, que se auto denominam DedSec, saem pelas ruas de San Francisco em pequenas missões, revelando a verdade sob aqueles que manipulam dados e pessoas. Com isso eles ganham seguidores que acabam baixando o tal aplicativo e assim o poder de hack do grupo vai aumentando.

Sob essa premissa o game abre as portas para todo tipo maluco de missões. Roubar um carro de uma produção de um filme que está na cidade, invadir a privacidade de pessoas que se aproveitam de outras pessoas, colocar cartazes do DedSec pela cidade, invadir sistemas de pequenas empresas, hackear robôs, tirar selfies de pontos famosos (e verdadeiros) de San Francisco e postar em redes sociais para atrair mais seguidores e assim por diante.

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É como disse lá no começo, é muito fácil se perder dentro do game, entre tantas atividades para serem feitas. E muitas vezes o jogador nem sequer vê as horas passando.

Isso porque nem tudo é fácil em Watch Dogs 2. Sim, muitas missões consistem em invadir lugares restritos, mas até nisso o jogo se esforça bastante para dar uma experiência diferente ao jogador. Os ambientes mudam, as entradas são diferentes, as defesas também. E a complexidade dos puzzles em alguns destes momentos são tão recompensadores quando a chegado do momento da ação.

Watch Dogs 2 tem muitos momentos de detetive, na qual o jogador é pego explorando uma área, com o drone ou o carrinho. Apenas observando as entradas, o andar dos guardas, os veículos e câmeras que podem ser hackeadas. Muitos lugares consistem em encontrar dispositivos que vão abrir portar lacradas e dar passagem para seus objetivos. Explorar e investigar não é nem um pouco maçante, o que é um tanto surpreendente.

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Então não é apenas sair por aí de carro do ponto A ao ponto B, meter tiro e voltar sem que a polícia te pegue. Muitas vezes nem sequer há perseguição ao final da missão (a polícia só vem se for chamada ou te ver cometendo um crime em flagrante). Watch Dogs 2 é um verdadeiro playground. Há de tudo um pouco, e tudo é divertido.

E a jogabilidade também não é onipotente. Marcus Holloway tem habilidades excelentes, mas também possui fraquezas. Saiba que entrar em conflito e tomar alguns tiros é morte certa. O carrinhos e o drone tem limites de distância de sinal, são fracos e quebram ao tomar dano de guardas. Se destruídos o jogador precisa esperar alguns segundos (1 ou 2 minutos?) enquanto é feito um carregamento até poder usá-los novamente.

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O parkour de Marcus também empresta um pouco da influência de Assassin’s Creed, mas não é tão Homem-Aranha assim. Marcus sobre naquilo que lhe é acessível. Não espere vê-lo subindo prédios enormes ou casas, exceto quando há caixotes ou uma espécie de carro-plataforma para levá-lo para cima. O game não tem um botão de pulo, porém Marcus tem suas acrobacias e pula de alturas razoáveis, porém nem sempre ele sobe pelo mesmo lugar que pulou.  Isso é excelente para equilibrar um pouco essa balança de super habilidades. Watch Dogs 2 não é um game sobre escaladas, ainda que as vezes você precisa ir para lugares altos (só precisa descobrir como).

Invasão online

Algo que não esperava que fosse me impressionar e impressionou foi a modalidade online. Há alguns games de mundo aberto que possuem essa opção de deixar seu mundo online sempre e assim permitir que jogadores invadam e interajam com o jogador enquanto o mesmo está jogando as atividades single player. O primeiro Watch Dogs já tinha algo assim também. Watch Dogs 2 aprimorou essa modalidade.

Gostei de como o online funciona neste game. Há alguns opções de jogo, como invadir e hackear um jogador (roubando dinheiro), caçar jogadores e também participar de missões cooperativas. O modo invasão é um dos mais divertidos sem dúvida alguma.

A qualquer momento um jogador pode invadir seu mundo e lhe hackear. Quando isso acontece cabe a você procurar esse jogador. Ao encontrá-lo o hackeamento é impedido, mas ainda há a opção de persegui-lo e derrubá-lo para que aí seja você a roubar do invasor. A área da invasão é delimitada, então não é uma caçada pelo mundo inteiro do game. E dura apenas alguns minutos. É divertido porque é um modo gato e rato. O invasor está sempre escondido  e geralmente está lhe observando de algum lugar, o que bota pressão psicológica nessa situação. Dá para ativar câmeras, drones e todas as habilidades do game, tudo para tentar revelar aonde está o invasor. É realmente divertido.

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Importante que esse modo invasão não ocorre a todo momento. Não é porque estou online que vou ser invadido a cada 5 minutos, atrapalhando assim o que estiver fazendo. Ao longo de 10 horas de gameplay, com o meu jogo sempre online, fui invadido apenas 2 vezes, porém as missões de invasão, na qual eu posso invadir então presentes no mapa a cada 10 minutos, aproximadamente. Posso escolher fazê-las ou não. Ou seja, não são intrusivas.

As missões de caçadores são mais complicadas. Normalmente implicam em ir até uma área do mapa e caçar um jogador. Nessa modalidade fui caçado uma única vez, e nem sequer percebi de onde o assassino veio. Cheguei a caçar duas vezes. Em uma delas a polícia com carros e até helicóptero já tinha cercado meu alvo, que se refugiou dentro de uma casa. Não consegui sequer chegar perto dele, apenas avistei de longe a polícia o abatê-lo (e fui recompensado pelo game pelo alvo ter sido morto). Missões de caçada são difíceis e bem mais agressivas, causam grande caos e acabam sendo bem espalhafatosas. São dois hackers saindo em disparada pela cidade, um fugindo do outro, com coisas explodindo em todos os lugares. É um ótimo momento de ação e adrenalina.

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Por último, missões cooperativas online são destravadas no mapa conforme a campanha progride. Elas meio que fazem parte da história, o que dá um charme a mais. Porém são secundárias, então não são necessárias para avançar na trama principal. Joguei apenas uma, porém foi bem divertida. A missão era invadir um armazém. Comecei sozinho, enquanto o jogo fazia matchmaking em busca de um parceiro. Dá para jogar mesmo que não haja outro jogador online no momento.

Enquanto sozinho analisei toda a situação. Destravei portas magnéticas e criei um caminho até o objetivo principal, que era hackear fisicamente uma área. Nesse ponto o game colocou um jogador na minha missão. Não nos comunicamos, mas esse jogador entrou como um maluco na área, atirando em todo mundo. Eu aproveitei o caos criado e entrei pelos fundos, indo direto para o objetivo. Hack finalizado, agora ambos teriam que fugir da área. Eu corri como um louco. O jogador parceiro ficou lá ainda, preso entre os guardas que ele mesmo havia atraído. Dei uma mão após ter saído para uma zona segura. Hackeei as câmeras de segurança e explodi alguns celulares, acionei carros e abri caminho para o meu parceiro fugir. Após a fuga, missão cumprida.

O jogo ainda permitiu que ficássemos mais um pouco online. Esse companheiro online dançou ao meu lado e sumiu por alguns minutos. Fui andar pela calçada enquanto pensava no que fazer a seguir. De repente esse mesmo jogador surge de uma rua atrás da minha, com um carro tipo Ferrari, a uns 200Km/H, buzinando e parando ao meu lado. Entrei e fomos andar por aí, como malucos, atropelando tudo até chegar a um ponto de hack na proximidade, na qual esse jogador se desconectou e me deixou em um puzzle bacana de hackeamento. Foi divertido. Um momento online sem chat, inesperado, mas de valor ao game. Gostei.

Personalidade é tudo

Poderia me alongar muito mais aqui, mas acho que dá deu para entender que Watch Dogs 2 é muito bom. Não há nada do marasmo e da decepção que foi para muitos o primeiro game dessa franquia. É um jogo com personalidade,  algo que é tão difícil de se achar em certas franquias hoje em dia.

Os personagens principais são simpáticos, sendo jovens desbocados – característica dos jovens de hoje. É fácil imaginar os jogadores se identificando com alguns do grupo principal do DedSec. Adorei o design e personalidade do Wrench, por exemplo. Os óculos com expressões de smiles é uma parada muito louca. Se não existir algo assim de verdade, espero que inventem logo. É muito irado mesmo.

O mundo do game é vivo, vibrante e imprevisível. Não é um game que entedia ou cansa. Não há aquela jogabilidade que se torna repetitiva e cíclica. O jogo está sempre se renovando, até porque a árvore de habilidades do personagem principal é enorme e bem demorada para se conseguir destravar tudo. Mas cada nova habilidade traz peso a dinâmica do jogo.

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Gostei de como os carros funcionam, com a direção mantendo um estilo bem arcade. E há carros velozes, assim como aqueles de carga pesada (mais lentos), ou até mesmo motos. Cada um com seu peso e velocidade. Mesmo que eu não atire muito, quando se faz necessário essa mecânica também funciona muito bem, com uma espécie de auto mira para o instante em que se saca a arma. E é sempre legal o bom e velho ataque furtivo, que derruba alvos instantaneamente.

Não posso deixar de elogiar as rádios do game. Com vários estilos, desde do rock, pop, eletrônica (que conversa muito bem com o ambiente hacker) e baladas internacionais, com direito até mesmo a Rapunzel da Daniela Mercury. Há muitos faixas de música empolgantes e que conversam com momentos do game. E é bacana como elas não são todas destravadas desde o começo. O jogador precisa escutá-las no rádio do game e aí elas entram para a lista oficial de cada gênero. Depois disso é possível criar uma playlist com as melhores.

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É estranho terminar um texto de impressões e perceber que não reclamei uma vez sequer do game. Mas realmente não tenho do que reclamar. Sendo sincero eu realmente não achei nenhum ponto de demérito no título. Não há nada que me desagradou. Gostei da história, dos personagens, da atmosfera que o jogo entrega, do gameplay, da diversidade, da trilha sonora e até mesmo do online que a princípio achei que não me agradaria (e até dá para desligar caso você não curta isso). O jogo tem um trabalho de dublagem impecável e não encontrei bugs ou problemas com carregamento de texturas ou casos em que o game tenha travado sem acionar algo, o que eu imaginaria encontrar porque Ubisoft e Assassin’s Creed tem um histórico com isso. Só que não, Watch Dogs 2 realmente roda bonitão.

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Na real? A melhor decisão da Ubisoft em 2016 foi ter trocado qualquer novo Assassin’s Creed inédito nesse final de ano e dar total atenção e espaço para Watch Dogs 2. Depois do que vi aqui, tenho certeza de que vou querer jogar um Watch Dogs 3. E é tão bom jogar um título diferente da Ubisoft nessa época do ano.

Enfim, Watch Dogs é bom demais! Se estiver procurando um título nesse final do ano que tenha longevidade este é com certeza uma ótima escolha. Não se preocupe com o fantasma do primeiro game. A Ubisoft não mentiu quando disse que ouviu as críticas do primeiro e trabalhou muito para que Watch Dogs 2 entregasse uma experiência bacana, criativa e original. E conseguiram.

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Ambientação e atmosfera em perfeita sintonia com a proposta do game
Trama divertida e personagens protagonistas carismáticos
Jogabilidade flexível - jogue do jeito que quiser
Bons e divertidos modos de multiplayer online
Mecânicas de combate, direção, gadgets, tudo funciona muito bem
Durabilidade e diversidade, há muito o que fazer sem se entediar

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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