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Nintendo Switch | Impressões, altos e baixos do console! (Opinião)

— Inesperado (talvez), mas estou de volta à casa da Nintendo.

Passado algumas semanas desde que comprei um Nintendo Switch, eis que tenho algumas impressões e pensamentos em torno do console. Alguns bons, outros nem tanto. O ponto é que no geral trata-se de um console que não pode mais ser ignorado. Quem sabe até mesmo não dita alguns aspectos do futuro dessa indústria?

Acho que antes de avançar no texto é preciso dar um pouco de contexto sobre a minha história, e talvez até a do site no que diz respeito à Nintendo. Houve uma ruptura pessoal minha com há Nintendo há duas gerações atrás. Isso não é segredo nenhum para quem acompanha o Portallos há alguns anos (tem uma pequena galera que vai se lembrar disso). O Nintendo Wii foi uma tremenda decepção pessoal, a ponto de me fazer largar a Nintendo, a qual sempre tive como console primário a cada geração desde o NES. E foi por conta disso que cheguei a adquirir o Xbox 360 na geração passada.

Não vale mais à pena se remoer pelo passado. Basta saber que joguei os grandes títulos do Wii – adorei ambos os Super Mario Galaxy -, mas no fim odiava toda a premissa casual do console, seus controles e a jogabilidade dos games em seu aparelho. Por conta disso acabei adquirindo um Xbox 360, que se tornaria minha nova base central de jogos eletrônicos. Depois veio o Xbox One, a qual há que se admitir que começou muito mal a atual geração, mas que melhorou, e é a minha base principal de joguinhos até hoje.

Cheguei a cogitar ter um Nintendo Wii U na geração passada, mas a saída da Nintendo do Brasil, a crise econômica no país, e um certo receio com a Nintendo, ainda me mantiveram afastado por toda a sua geração. Quase o adquiri no final da vida do console, mas acabou não acontecendo.

E veja bem, na verdade nunca larguei completamente a Nintendo. Desde o Nintendo Wii também tive em paralelo um Nintendo DS e logo depois um Nintendo 3DS, a qual tenho os principais títulos de ambos os portáteis. Gosto de como em certo ponto da geração passada, parte dos títulos do Wii U começaram a ser portados para o 3DS, como o Super Mario Maker e Super Smash Bros. Se isso não tivesse acontecido seria bem provável que isso tivesse me feito comprar um Wii U.

O que me fez comprar um Nintendo Switch?

Acredito que tenham sido dois fatores: primeiro foi a recepção fantástica, ano passado, que The Legend of Zelda: Breath of the Wild (que irei adquirir no próximo mês) e Super Mario Odyssey (a qual comprei antes mesmo de comprar o console) tiveram. O segundo fator foi meu pequeno filho, de seis anos, que mesmo adorando jogar no Xbox One, e jogando Mario no Nintendo 3DS, tem acompanhado comigo vários lançamentos do Switch ao longo de 2017/2018 e estava… passando vontade. Como negar a alegria que é jogar Mario, Zelda e afins em um legítimo console da Nintendo? Não em um portátil. Mas na TV mesmo.

Meu pequeno ainda não havia nascido quando eu tive o Wii, e apesar de termos em casa meu antigo Nintendo GameCube com Super Mario Sunshine, o suporte desse console nas TVs de hoje é sofrido. Também tenho um retro console (aqueles feito com uma placa de Raspberry pi), só que conhecer os antigos Super Mario – entre outros clássicos da minha infância – não é a mesma coisa que jogar um novo Super Mario. Alguém discorda?

E eu me lembro de passar vontade quando criança, de querer um console e levar anos para meus pais finalmente me darem um. É um momento muito alegre para uma criança e não queria negar isso a ele por muito mais tempo. O Switch então é um presente neste natal para ele. Programei as contas, os gastos, e foi possível fazer isso agora neste final de ano.

Infelizmente os gastos da vida em família, dívidas e contas habituais me impediram de adquirir o console ano passado. Também ainda estava/estou chateado com a Nintendo em relação ao suporte que a empresa não mais presta ao Brasil. Segurei um pouco a compra por conta disso. Coisas melhoraram, como o lançamento da loja online no Brasil e os cartões oficiais nas Lojas Americanas, mas ainda há muito pelo qual a empresa precisa melhorar para voltar ao nosso mercado oficial.

Enfim, um Nintendo Switch foi adquirido. Estamos de volta à casa da Nintendo!

O que dizer sobre… o Nintendo Switch?

Hum… estou aqui pelos jogos da Nintendo e não pelo hardware. Esse é um ponto importante para se ponderar em adquirir o Nintendo Switch. Acho que é um ponto comum para adquirir qualquer console na história da Nintendo provavelmente.

Eu não morro de amores pelo projeto e design do console. Entretanto é preciso ponderar e pensar no quanto a Nintendo parece ter entendido essa geração que não faz mais questão da televisão como uma estação física (e fixa) para se jogar videogame.

Portabilidade

Uma das coisas mais comentadas pela a turma do Portallos, lá em nosso grupo no Facebook, quando comentei lá que tinha adquirido o Switch, foi a questão da sua portabilidade. Todo mundo parece que ama a portabilidade do console. Algo que, particularmente, não dou a mínima.

Só que eu entendo. É reflexo dessa geração que joga em tablets, smartphones, PC. A televisão para essa galera não tem a mesma simbologia que tem pra mim, que quando criança vibrava quando os pais deixavam ligar o videogame na sala ao invés do meu quarto. E hoje (com meus 34 anos) meu Xbox One principal fica na sala, e quase esqueço que há um outro Xbox em meu quarto.

A portabilidade é a principal sacada genial do Nintendo Switch porque é um recurso que fala com a atual geração de jogadores. Jogue aonde quiser, como quiser. Seja na TV, seja em modo portátil. Seja na sala, no quarto, no banheiro. Seja para levar na casa da avó ou dos amigos. O Switch cumpre sua função de ser um híbrido perfeito entre console doméstico e potente portátil, sem que haja desvantagens visuais ou técnicas como existia no passado.

Portabilidade parece ser o ponto em que os consoles precisam pensar para o futuro. Especialmente agora que o Switch está alcançando excelentes números de vendas globais e mostrando ao mercado o quanto estúdios estão animados e empolgados em priorizar lançamentos para a plataforma. Enquanto o futuro de jogos, seja via streaming, processados em nuvem, ou sendo tratados mais como um serviço do que como um produto não chega, a Nintendo conseguiu um meio termo excelente entre o que é possível e viável nos dias de hoje para tirar os jogos de uma única tela fixa e estática.

Joy-Con

Flexibilidade. Este é outro termos comum ao se pensar no Nintendo Switch. Jogue na TV ou na telinha do console, que tem uma qualidade impressionante de imagem, diga-se de passagem. É até estranho que a tela portátil deixe os games mais bonitos do que na minha televisão, mas não dá para dizer que é um problema. E aí tem os controles, os já famosos Joy-Cons (pode pluralizar a palavra? não tenho certeza).

Não amo estes controles, mas admito que são bem superiores ao que o Nintendo Wii me entregou anos atrás. E eles nada mais são do que a evolução da ideia e representação do que o Wiimote queria ser em seu tempo. Ainda possuem os tais sensores de movimento e giroscópio que eram o ponto central do Wiimote, mas se encaixam em uma base que os transformam em um controle mais tradicional.

É um acessório que tem vantagens e desvantagens. Ter dois vindo com o console e havendo jogos em que os jogadores podem segurá-los como um Wiimote faz com que o aparelho venha na verdade com dois controles. Cada jogador utiliza um. Segurando-o como um bastão, ou de ladinho, como ocorreria em que NES. É uma ideia legal, até prática, mas um pouco desengonçada.

Não gosto da ergonomia destes controles. Que alias parecem frágeis (são leves e os botões dá um certo medo de massacrá-los). São controles pequenos para adultos, enquanto encaixam-se maravilhosamente nas pequenas mãos do meu filho. Mesmo com a base que o torna um controle mais convencional, a pegada dele não tem a mesma firmeza ou sensação da pegada do controle de um Xbox One ou até mesmo um PlayStation 4.

Porém é sagaz a forma como eles funcionam. Híbridos em diferentes cenários, sendo utilizados de diversas maneiras, em vários encaixes, especialmente quando o Nintendo Switch está em modo portátil, encaixando-os nas laterais da pequena tela. Ficam bem legais nesse modo portátil.

Ah e sim, sei que existe o Pro Controller. Assim como acessórios que me permitem ligar outras marcas de controles via bluetooth no Switch. Ainda não pude testar nada disso, mas pretendo no futuro ter um controle mais parrudo e assim usar os Joy-Cons provavelmente apenas quando estiver usando o modo portátil.

Um detalhe que me entristeceu um pouco também é que somente no modo portátil eu posso conectar um fone de ouvidos na tela do Switch e ouvir o som do jogo dessa maneira. Significa que quando o videogame está na TV e estou usando os Joy-Cons, eles não possuem conectores para fones de ouvidos, nem mesmo a base que os conecta. Não dá então, por padrão, para jogar na TV e usar fones de ouvidos pelos controles. Certamente deve haver outros periféricos que façam isso. Mas é meio ruim isso. As vezes você está na televisão de madrugada, querendo jogar com fones para não atrapalhar ninguém e não pode. Um saco!

Esse alias é outro ponto que me incomoda intimamente na Nintendo atual: tudo se torna acessório e o usuário tem um milhão de itens que precisa comprar. Tem que comprar cartão Micro SD, tem película para a tela, tem estojo, tem diversos tipos de controles, cabos para viagem e afins. Nada obrigatório, é claro. Mas naquele sentido do “você não precisa comprar, mas deveria“. E aí eu me lembro que a empresa não está no Brasil e tudo custa um rim aqui porque é importado lá de fora.

Interface e Memória

Falando em custo, um dos primeiros gastos necessários com o Nintendo Switch é mais espaço para jogos. O console não tem muito espaço interno para jogos. Fique bem ciente disso. Bastou Super Mario Odyssey, Super Mario Party, Mario Kart 8, Pokémon, Splatton 2 e mais alguns indies para declarar o console oficialmente cheio. Precisei de um cartão micro SD logo na semana de aquisição do console. Peguei um mais em conta, de 64GB, mas sei que em menos de um ano terei que migrar para um maior. Especialmente depois de ver Super Smash Bros. Ultimate ocupar 14GB de espaço já no lançamento.

Esta é uma daquelas decisões em que é difícil reclamar. Dá para entender porque o Nintendo Switch precisa de mais espaço para jogos e do porque ele ter suporte a cartões de micro SD, e não de HDDs externos como ocorre na concorrência. Afinal há toda a parte da portabilidade do console que não convém ter que carregar um HDD junto do mesmo. Ainda que não teria problema se tal acessório pudesse simplesmente ficar na base e ser usado sem a portabilidade. Eu entendo, vai. Apenas não acho condizente com o tamanho dos games da atualidade. Meu Xbox One tem um HDD externo de 1 TB ligado nele e ainda assim me falta espaço. Não sei quantos cartões de micro SD terei até o final da vida útil do meu Switch. Isso me preocupa um pouco.

Na parte da Interface, também não me agradou muito como o Nintendo Switch é simples demais. Não dá para customizar sua Home, nem mesmo organizar os jogos na ordem desejada. Ou configurar algum como favorito. Ou diminuir os quadros em que eles ficam expostos, tal como ocorre no Nintendo 3DS.

Acho ruim também que os perfis não possam ser ativados de forma simultânea ou ficarem ativados na Home. O sistema simplesmente confere seu usuário sempre que está ligando um game. Isso é algo não muito prático. No Xbox One, por exemplo, eu consigo jogar um game multiplayer com o meu pequeno e ambos usamos nossos perfis de forma simultânea. No Switch não vi como isso seria possível. O jogo ativa um perfil e o player 2 funciona como um Guest (convidado), ao menos não vi nenhum jogo que me peça para ativar um segundo perfil dentro do game (por enquanto).

Esse sistema cria algumas desvantagens, como limitações no uso de compartilhamento de contas entre dois aparelhos. Eu e um amigo aqui do site e estamos compartilhando. Tal como faço no Xbox One com outro amigo. É normal e não é nada que infrinja as leis de uso do console, que fique bem claro. Todo mundo pode ter um console principal e um outro que se usa somente se estiver online. Basicamente é assim que se compartilha contas (só com um pessoa, nunca com múltiplas pessoas como tentam enganar por aí). No Xbox One é muito prático ter um perfil online ativo e ele permitir que outros usuários do mesmo aparelho joguem os jogos que precisem que meu usuário esteja online. No caso do Switch, certos jogos, por conta do compartilhamento, só funcionam no meu perfil em meu aparelho (que não é o principal da minha conta). Sendo assim o meu pequeno divide saves comigo em meu próprio perfil em certos jogos no Switch.

Enfim, é um problema de interface e ativação de perfis. É algo simples demais, e é diferente do que acontece nos consoles da concorrência. Fora, é claro, todas as limitações e ausências de recursos que existem em outros consoles, como grupos de chat e afins. A Nintendo ainda usa o maldito Friend Code (ainda que agora ele seja único) para que amigos registrem uns aos outros.

Outros detalhes

Se tem algo que não tenho do que reclamar é sobre o tempo de bateria, seja dos controles, seja no modo portátil. Em nenhum das ocasiões em que usei o console nas últimas semanas estive no perigo de ficar sem jogar com conta de bateria baixa. O console realmente tem um bom uso de suas baterias e recarrega sempre que tudo está no dock. E você sempre quer deixá-lo no dock. Não tem um cenário onde ele não esteja se autocarregando e sempre pronto para utilizá-lo. Exceto talvez em viagens, mas até aí ainda não tive coragem de tirá-lo de casa.

Uma coisa que me preocupou um pouco é o quanto sua tela esquenta quando se está utilizando em modo portátil. Tenho um outro amigo que também tem o Switch há alguns meses e ele me disse que o dele também esquenta bastante. Mas isso talvez seja um meio de alertar o usuário a não usá-lo por longas e longas horas nesse formato. Eu mesmo não consegui mais do que uma hora. Como ele é meio pesado e os controles pouco ergométricos, depois desse tempo já fico com os braços e corpo cansado, tornando exaustivo continuar, optando assim por usá-lo com a tela do jogo na televisão.

Também já estou fazendo parte do Nintendo Online, serviço de assinatura que a Nintendo lançou agora no final do ano para poder jogar online, ter salvamento em nuvem e acesso a uma pequena lista de jogos do NES sem custo adicional. O que dizer? Sei lá. É normal hoje em dia os consoles terem isso e entrei nesse esquema de grupo família, com outro amigo, e também estamos dividindo estas despesas. Não sai caro assim. O que me decepciona mesmo é a ausência de um programa de descontos em jogos semanais para assinantes (como a Live Gold e PS Plus possuem) e talvez outros jogos gratuitos que não fossem algumas relíquias ruins de NES.

Não estou querendo desdenhar, há jogos legais na biblioteca, mas tem alguns de esportes que nem de graça gostaria de jogar. Fora que é NES… nem mesmo Super Mario World, de SNES se enquadra nesse esquema em seu lançamento. É meio… simples demais. Esperava que o programa fosse mais robusto e oferecesse mais vantagens. Ainda mais sabendo que a Nintendo esperou mais de um ano do lançamento original do console para ativar o serviço.

Considerações finais

Por fim, acho que fica claro que o que reina no Nintendo Switch são seus jogos exclusivos. Muito mais do que o console em si. Você quer o Nintendo Switch para jogar The Legend of Zelda, Super Mario e afins. Há inclusive que se elogiar o fato de muitos jogos independentes de sucesso estarem chegando ao console antes mesmo de debutarem no PS4 e Xbox One.

Sinto que a Nintendo entendeu a necessidade da atual geração de jogadores no que diz respeito a portabilidade do console. É realmente impressionante a flexibilidade que o Switch oferece a essa galera que não quer mais se sentir presa a um televisor convencional. Na geração smartphone, o Switch conversa muito bem com tendências, e sem dúvida alguma isso é parte de seu sucesso.

O ponto que pesa bastante ao jogador brasileiro diz mais a respeito do custo do console. A Nintendo pulou fora do Brasil há alguns anos. E apesar de existir um ensaio que diz que eventualmente ela retornará, não há exatamente nada de concreto que diga quando e como será isso. O que torna o Switch um dos consoles com os games mais caros de nosso mercado, indo inclusive contra a tendência do que ele representa lá fora (de ser acessível e mais barato do que a concorrência).

A chegada da Loja Online foi interessante, mas não tem mostrado muita força desde então. Há muitos poucos títulos, sendo que a maioria são os desenvolvidos e distribuídos pela própria Nintendo. Faz uma tremenda falta o lançamento dos jogos independentes, que se o jogador brasileiro quiser adquirir precisa ir na eshop de outros países e pagar em outras moedas, escalonando assim o custo destes joguinhos, que em teoria deveriam ser uma opção barata de diversão do atual mercado.

Soma-se também ao fato da Nintendo ser uma das poucas grandes empresas que insiste que seus jogos não precisam ter localização em português.  É muito descaso isso. Ubisoft, Electronic Arts, WB Games, Capcom, Bethesda, Bandai Namco, Sony, Microsoft e dezenas de estúdios independentes ao longo do mundo inteiro estão lançando jogos com a opção do nosso querido português. A Nintendo não. E como isso é triste. A própria interface do console oferece apenas o português de Portugal, sem exatamente oferecer suporte ao português do Brasil. Como isso?

Não há que se discutir a qualidade dos jogos. A Nintendo sempre foi pioneira em reinventar a roda. Em ditar padrões, mexer nas regras, trazer coisas novas e criativas. É por ela criar jogos tão memoráveis e icônicos que ainda está nesse mercado. O Nintendo Switch inclusive parece esse caso, de uma ideia muito boa que está reinventando tendências.

O que peca é exatamente em ignorar coisas que também são importantes para a indústria. O modelo de interface, a forma como o sistema Online funciona, a globalização de seu produto a todos os tipos de mercado são pontos que ainda me incomodam. Para o Brasil o Nintendo Switch é um console de alto custo. E é uma pena que seja assim.

Estou feliz e contente de ter retornado à Nintendo. Em breve os primeiros reviews feitos na plataforma vão começar a surgir aqui no site, títulos como Super Mario Odyssey e Super Smash Bros. Ultimate. Indies também. Porém, o que me dói mesmo é ver o quanto a empresa se afastou do Brasil e o quanto isso nos prejudicou ao longo dos últimos anos.

Vale a pena ter um Nintendo Switch? Sim, pensando que aquela fase extremamente casual (Wii) acabou, e que a empresa voltou a ter um meio termo entre simplificado demais e jogos mais tradicionais, que são o que vigora atualmente… sim, vale à pena.

Entretanto, há que se alertar: ter um Nintendo Switch é a opção mais cara e onerosa em nosso mercado nacional. Tanto no aparelho, seus (necessários) acessórios e jogos exclusivos ou até mesmo os queridos indie games. É necessário ponderar sobre seu o custo benefício. Não me surpreende como existem em grupos de vendas e sites como OLX uma quantidade cotidiana de pessoas que estão vendendo seus Switch recém adquiridos após alguns meses de uso. Dá a impressão de que há muitos que andam adquirindo o console sem justamente saber o quanto custa mantê-lo com novos jogos. Tenha isso em mente antes de adquirir um também. E é isso!

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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