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Final Fantasy VII está de volta, agora no Xbox One e Switch

Clássico atemporal, a aventura original em novas plataformas

Que época maravilhosa para ser um apreciador de jogos eletrônicos, não? Quer dizer, há tanta coisa nova sendo desenvolvida, com consoles tão diferentes e distintos entre si. Além disso há as franquias clássicas, onde algumas estão ganhando novas sequências ou tendo seus clássicos remasterizados. Ou neste caso, apenas sendo portados para uma nova geração de jogadores terem o conhecimento do porque os chamamos de clássicos. E chegando a plataformas que nunca antes se pensaria que poderiam chegar. É exatamente este o caso de Final Fantasy VII que está sendo lançado hoje no Xbox One e Nintendo Switch.

Importante frisar que este lançamento não é o remake que a Square Enix está desenvolvendo. Este ainda não tem uma data de lançamento. Trata-se apenas do port do jogo original de PlayStation, a versão original. Versão está que também pode ser adquirido no PlayStation 4 e Steam.

A boa é realmente ver a chegada deste clássico em duas novas plataformas que até então nunca o recebeu. E sendo lançado em um ótimo preço: 16 dólares no Nintendo Switch e por 49 reais na loja digital brasileira do Xbox One. Por um clássico, que é considerado como um dos mais importantes jogos de todos os tempos da franquia de Final Fantasy? Justíssimo!

O que se faz necessário apontar em relação a este lançamento são algumas surpresas que a Square Enix preparou para a ocasião. Há basicamente três melhorias que podem ser ligadas (ou não) ao se passear por este clássico:

  • modo speed 3x (deve deixar os diálogos mais rápidos, afinal os jogos antigos não são muito bem lembrados por seus ritmos sempre muito bem planejados).
  • opção de desligar os encontros aleatórios de inimigos, permitindo assim que os jogadores apreciem Final Fantasy VII apenas por sua história e batalhas chaves importantes.
  • opção de ativar Status Máximos para os personagens, o que faz sentido quando se olha a opção anterior, já que o jogador não vai ficar fazendo grinding de level com inimigos aleatórios. Claro que também é uma escolha do jogador optar por isso ou não, mas dá para entender que é algo que deve dar mais ritmo ao jogo.

Acho que também seja importante mencionar que os jogadores não devem esperar por uma localização do jogo para nosso português. O idioma deve permanecer igual ao original, apenas em inglês e japonês. O que é uma pena, mas sendo um port fiel há que se entender. Isso inclusive justifica seus gráficos certamente já datados, o que pode assustar alguns jogadores. É preciso entender isso também.

 

No mais, Final Fantasy VII é um destes jogos que não se explica ou conta demais sobre seu respeito. Quem o conhece já sabe o que lhe aguarda e quem não o conhece… bem, deveria conhecer e ver mais sobre a sua história por si próprio. O máximo que talvez seja válido é a sinopse que você irá encontrar em locais como a página da Microsoft Store:

O mundo está sob domínio da companhia energética Shinra, uma corporação perversa que monopolizou a força vital do planeta, transformando-a na energia Mako. Na megalópole urbana, Midgar, um grupo rebelde que se autodenomina Avalanche tomou a frente da luta de resistência. Cloud Strife, um mercenário e ex-membro da unidade de elite SOLDIER da Shinra, luta ao lado dos rebeldes sem saber que isso o envolverá em uma épica batalha pelo destino do planeta, além de fazê-lo encarar seu próprio passado.” Pronto. Não queria saber mais do que isso antes de jogar Final Fantasy VII.

Entretanto tenho que admitir que dessa fase de ouro dos Final Fantasy, para o primeiro PlayStation, sou bem mais fã de Final Fantasy VIII (que parece ter se perdido no limbo dos arquivos que a Square Enix, que até hoje não o conseguiu resgatar), mas tenho boas memórias desse sétimo jogo. O universo do jogo é cativante, os personagens são icônicos e toda a jornada do game tem um impacto. Mal posso esperar para ver o que a Square Enix fará com a versão remake, que deve recontar esse clássico de uma nova forma, com ritmo e dinâmica dos mais modernos RPG da casa.

Mas enquanto isso não acontece, acho que reviver ou conhecer este clássico é uma opção tão boa quanto!

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Thiago Machuca

Fundador e editor do Portallos (2008) e do Ponto de Checagem (2014). 32 anos, formato em Direito, vivendo desde sempre no interior de São Paulo (Vale do Paraíba). Casado e já papai. Games, quadrinhos e seriados são uma paixão desde a infância. Em busca de novos apoiadores que curtam estes projetos e a viabilidade deles crescerem!
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